domingo, 21 de setembro de 2014

Em sintonia com o que afirmara já de manhã às Autoridades e ao Corpo Diplomático, de tarde, no encontro com os líderes das diferentes religiões, na Universidade Católica, o Santo Padre advertiu “não é digno de Deus nem do homem” qualquer “uso distorcido da religião”. “Matar em nome de Deus é sacrilégio. Discriminar em nome de Deus é desumano”.

O Papa começou por recordar que a Albânia foi testemunha das inúmeras violências e dramas que pode causar a exclusão forçada de Deus da vida pessoal e comunitária. 

Quando se pretende, em nome duma ideologia, expulsar Deus da sociedade, acaba-se adorando ídolos, e bem depressa o próprio homem se sente perdido, a sua dignidade é espezinhada, os seus direitos violados. 

É conhecida “a brutalidade a que pode conduzir a privação da liberdade de consciência e da liberdade religiosa – observou o Papa - e como desta ferida se gera uma humanidade radicalmente empobrecida, porque fica privada de esperança e de ideais de referimento. 

As mudanças ocorridas nos últimos 25 anos – reconheceu o Papa – permitiram criar as condições para uma efectiva liberdade de religião, tornando possível a cada comunidade reavivar as próprias tradições e contribuir para a reconstrução moral do país. Neste contexto, o Papa Francisco recordou o que afirmou João Paulo II na sua visita à Albânia em 1993:

«a liberdade religiosa... não é apenas um precioso dom do Senhor para quantos têm a graça da fé: é um dom para todos, porque é garantia basilar de qualquer outra expressão de liberdade… Nada como a fé nos recorda que, se tivermos um único Criador, somos também todos irmãos! A liberdade religiosa é assim um baluarte contra os totalitarismos e um contributo decisivo para a fraternidade humana» 

O mesmo João Paulo II recordou nessa ocasião que «a verdadeira liberdade religiosa protege das tentações da intolerância e do sectarismo, e promove atitudes de diálogo respeitoso e construtivo» 

Não podemos deixar de reconhecer como a intolerância, com quem tenha convicções religiosas diferentes das próprias, seja um inimigo particularmente insidioso, que hoje infelizmente se está a manifestar em várias regiões do mundo. 

Como crentes – observou ainda o Papa Francisco - há que estar particularmente vigilante para que a religiosidade e a ética que vivemos com convicção e que testemunhamos com paixão se exprimam sempre em atitudes dignas daquele mistério que pretendemos honrar, rejeitando decididamente como não verdadeiras – porque não são dignas de Deus nem do homem – todas as formas que constituem um uso distorcido da religião. 

A religião autêntica é fonte de paz e não de violência. Ninguém pode usar o nome de Deus, para cometer violência. Matar em nome de Deus é um grande sacrilégio. Discriminar em nome de Deus é desumano. 

A liberdade religiosa – fez notar o Papa - não é um direito que se possa garantir apenas pelo sistema legislativo, aliás necessário; “a liberdade religiosa é um espaço comum, um ambiente de respeito e colaboração que deve ser construído com a participação de todos, incluindo aqueles que não têm qualquer convicção religiosa.”
Neste contexto, recordou “duas atitudes que - disse - podem ser de particular utilidade na promoção desta liberdade fundamental. 

A primeira é ver em cada homem e mulher – mesmo naqueles que não pertencem à tradição religiosa própria –, não rivais e menos ainda inimigos, mas irmãos e irmãs. Quem está seguro das próprias convicções não tem necessidade de se impor, de exercer pressões sobre o outro: sabe que a verdade tem a sua própria força de irradiação. 

No fundo, todos somos peregrinos sobre esta terra e, nesta nossa viagem… não vivemos como entidades autónomas e auto-suficientes – quer se trate de indivíduos, quer de grupos nacionais, culturais ou religiosas – mas dependemos uns dos outros, estamos confiados aos cuidados uns dos outros.

Uma segunda atitude é o compromisso a favor do bem comum. Sempre que a adesão à própria tradição religiosa faz germinar um serviço mais convicto, mais generoso, mais altruísta à sociedade inteira, verifica-se um autêntico exercício e crescimento da liberdade religiosa.

Convidando a olhar ao redor, o Papa recordou "as inúmeras necessidades dos pobres" e "quanto precisam ainda as nossas sociedades de encontrar caminhos para uma justiça social mais ampla, para um desenvolvimento económico inclusivo!” Ora, “homens e mulheres inspirados pelos valores das próprias tradições religiosas podem oferecer uma contribuição não só importante mas insubstituível. Este é um terreno particularmente fecundo também para o diálogo inter-religioso. 

Queridos amigos, exorto-vos a manter e desenvolver a tradição de boas relações, existente na Albânia, entre as comunidades religiosas e a sentir-vos unidos no serviço à vossa amada pátria. Continuai a ser sinal para o vosso país – e não só para ele – da possibilidade de relações cordiais e de fecunda colaboração entre pessoas de religiões diferentes. E rezai também por mim. Deus vos abençoe!

Fonte: Rádio Vaticana
“Estou muito contente de encontrar-me convosco nesta nobre terra da Albânia, terra de herois que sacrificaram sua vida pela independência do país, terra dos mártires, que deram testemunho de sua fé nos tempos difíceis de perseguição”, disse o papa Francisco às autoridades albanesas que o receberam neste domingo, 21, em Tirana, capital albanesa. Entre os presentes estavam o presidente albanês, Bujar Nishani, o núncio apostólico, dom Ramiro Moliner Inglés, e o primeiro ministro, Edi Rama.

Na oportunidade, Francisco falou sobre o caminho da Albânia na recuperação de suas liberdades civis e religiosas, alertou para a instrumentalização das diferenças entre as religiões e elogiou a convivência pacífica e a colaboração entre os membros de diversos credos na terra albanesa.

“Passou quase um quarto de século desde que a Albânia encontrou de novo o caminho árduo, porém, emocionante, da liberdade. Graças a ele, a sociedade albanesa pôde iniciar um caminho de reconstrução material e espiritual, implantou tantas iniciativas e abriu-se à colaboração e ao intercâmbio com os países vizinhos dos Balcãs e Mediterrâneos, da Europa e de todo o mundo. A liberdade recuperada permite-lhes olhar para o futuro com confiança e esperança, colocar em marcha projetos e tecer novas relações de amizade com as nações próximas e distantes”, expôs o papa.

Sobre os direitos humanos, Francisco destacou a liberdade religiosa e de expressão como condição prévia para o desenvolvimento social e econômico de um país. “Quando se respeita a dignidade do homem, seus direitos são reconhecidos e tutelados, floresce também a criatividade e a engenhosidade. A personalidade humana mostrar suas múltiplas iniciativas em favor do bem comum”, ressaltou.

Paz

Francisco manifestou alegria com a convivência pacífica e a colaboração entre os que pertencem a diversas religiões no país. Disse que esta “feliz” característica precisa ser preservada com todo cuidados e interesse. “O clima de respeito e confiança recíproca entre católicos, ortodoxos e muçulmanos é um bem precioso para o país e adquire um relevo especial neste tempo em que, por parte de grupos extremistas, se desnaturaliza o autêntico sentido religioso, e em que as diferenças entre as diversas confissões se distorcem e se instrumentalizam, fazendo delas um fator perigoso de conflito e violência, ao invés de uma ocasião de diálogo aberto e respeitoso e de reflexão comum sobre o significado do crer em Deus e seguir sua lei”, acrescentou.

Para o papa Francisco, “ninguém pode esconder-se em Deus quando projeta e realiza atos de violência e abusos, nem quando toma a religião como pretexto para as próprias ações contrárias à dignidade do homem e seus direitos fundamentais. “Em primeiro lugar a vida e a liberdade religiosa de todos”, disse.

Francisco enfatizou que, a exemplo do que demonstra a Albânia, é possível e realizável a convivência pacífica e frutífera entre pessoas e comunidades que pertencem a diferentes religiões. “É um bem inestimável para a paz e o desenvolvimento harmoniosos de um povo”, afirmou.

Disse que após o inverno de isolamento e de perseguições na Albânia, veio a primavera da liberdade. Citou as eleições livres e novas estruturas institucionais, que têm consolidado o pluralismo democrático e a recuperação da atividade econômica.

Quanto à Igreja Católica, Francisco lembrou que lugares de culto são edificados ou construídos, a exemplo do Santuário da Virgem do Bom Conselho em Scutari. Falou ainda das fundações de escolas e importantes centros educativos e de assistência. “A presença da Igreja e sua ação é percebida justamente como um serviço não somente para a comunidade católica, mas para toda a nação”, disse.

O papa lembrou ainda da beata Madre Teresa e dos mártires, “que deram testemunho heroico de sua fé”.

Juventude

Após o encontro com as autoridades albanesas, Francisco celebrou missa na Praça Madre Teresa, onde falou aos presentes vindos de diferentes lugares da Albânia e de outros países vizinhos, com especial atenção à juventude. “Queridos jovens, vós sois a nova geração da Albânia, o futuro do país. Com a força do Evangelho e o exemplo de vossos antepassados e dos mártires, digam não à idolatria do dinheiro, não à enganosa liberdade individualista, não às dependências e à violência; digam sim à cultura do encontro e da solidariedade, à beleza inseparável do bem e da verdade, à vida entregue com generosidade e fidelidade às pequenas coisas. Assim construireis a Albânia e um mundo melhor, seguindo os passos de vossos antepassados, também dos que hoje levam adiante a Albânia”.

Esta é a quarta viagem apostólica de Francisco e a segunda de um pontífice à Terra da Águia, como é conhecida a Albânia. Em 1993, o papa João Paulo II esteve no país, após o estabelecimento das relações diplomáticas entre Santa Sé e a República albanesa.

Com informações da agência VIS e fotografia da Rádio Vaticano

sábado, 20 de setembro de 2014

O Santo Padre recebeu em audiência, na Sala Paulo VI, no Vaticano, na tarde desta sexta-feira, os participantes no Encontro internacional intitulado “O projeto pastoral da Evangelii Gaudium” (a alegria do Evangelho), promovido pelo Conselho Pontifício para a Nova Evangelização.

No seu denso discurso, o Papa disse que este documento “Evangelii Gaudium” a Alegria do Evangelho que o Santo Padre escreveu, tem um significado programático, com consequências importantes, mas não poderia ser diferente, uma vez que se trata da principal missão da Igreja, ou seja, evangelizar. E colocou, desde logo, algumas questões: “Quantas pessoas, nas inúmeras periferias existenciais do nosso tempo, estão cansadas e abatidas e precisam da Igreja e da nossa intervenção? Como chegar até elas? Como transmitir-lhes a experiência da fé, do amor de Deus e o encontro com Jesus? Eis a grande responsabilidade das nossas comunidades e da nossa pastoral” – afirmou o Santo Padre que convidou toda a Igreja a colher os sinais dos tempos. Tais sinais devem ser revistos à luz do Evangelho.

“Este é o tempo favorável, é o momento do empenho concreto, é o contexto no qual somos chamados a trabalhar para fazer crescer o Reino de Deus.”

Esta tarefa, disse o Papa, cabe a todos aqueles que são responsáveis pela pastoral: bispos, párocos, diáconos, catequistas. Todos têm que ler os sinais dos tempos e dar uma resposta sábia e generosa aos sedentos e famintos de Deus. E advertiu que “… diante de tantas exigências pastorais, diante de tantas necessidades espirituais de homens e mulheres, corremos o risco de espantar-nos e de retrair-nos por medo ou por autodefesa. Aqui pode advir a tentação de uma certa autonomia e clericalismo” – avisou o Papa Francisco:

“Aquele codificar a fé em regras e instruções, como faziam os escribas, os fariseus e os doutores da lei, no tempo de Jesus. Teremos tudo claro, tudo organizado, mas o povo crente e à procura continuará a ter fome e sede de Deus”.

Como o dono da messe saía à busca de operários – continuou o Papa – o Bispo de Roma e os responsáveis da pastoral devem sair, em todas as horas do dia, para ir ao encontro dos mais fracos, dando-lhes conforto e apoio, e fazendo-os sentir úteis na vinha do Senhor! A Igreja parece um hospital ao ar livre: quantas pessoas feridas à espera de ajuda espiritual!” – exclamou o Santo Padre que exortou todos a perseverarem na oração:

“Uma pastoral sem oração e contemplação jamais poderá atingir o coração das pessoas. Ela se deterá na superfície e não deixará a semente da Palavra de Deus morrer, germinar, crescer e produzir frutos. Não dispomos de uma varinha mágica para fazer tudo, mas da confiança no Senhor, que nos acompanha e jamais nos abandona”.

O Santo Padre concluiu o seu discurso aos participantes no Encontro Internacional sobre a “Evangelii gaudium”, agradecendo o empenho de todos e exortando os presentes a darem testemunho do Evangelho porque é o testemunho que dá validade à palavra!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O Domingo é o Dia do Senhor – “Dominus Dei”- é Dele. Deus nos dá seis dias para trabalhar, e quer que um seja consagrado a Ele e ao nosso descanso. Temos esse direito. Não é abençoado quem não respeita isso, pois desobedece a Deus. O segundo Mandamento manda “Guardar o domingo e dias Santos”. Esse “guardar” quer dizer, dedicar a Deus. Nada de trabalhar e de fazer negócios neste dia, quando se pode deixar para outro dia.

Se fizermos isso teremos a Graça e a bênção de Deus para toda a semana que se inicia. O Salmista diz:

“É inútil levantar-vos antes da aurora, e atrasar até alta noite vosso descanso, para comer o pão de um duro trabalho, pois Deus o dá aos seus amados até durante o sono” (126,2). Até durante o sono!

“Felizes os que temem o Senhor, os que andam em seus caminhos.  Poderás viver, então, do trabalho de tuas mãos, serás feliz e terás bem-estar…  Assim será abençoado aquele que teme o Senhor” (Sl 127, 1-4).

É perda de tempo usar o Domingo para ganhar dinheiro, quando não há necessidade premente. “Sem Mim nada podeis fazer!” (João 15,5).

“Porque em seis dias o Senhor fez o céu e a terra, o mar e tudo o que eles contêm, mas repousou no sétimo dia. Por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou” (Ex 20,11). O sábado, que representava o término da primeira criação, é substituído pelo domingo, que lembra a criação nova, inaugurada com a Ressurreição de Cristo.

Jesus ressuscitou dentre os mortos “no primeiro dia da semana” (Mc 16,2). Enquanto “primeiro dia”, o dia da Ressurreição de Cristo lembra a primeira criação. Enquanto “oitavo dia”, que segue ao sábado, significa a nova criação inaugurada com a Ressurreição de Cristo. Os Apóstolos celebravam a Missa no domingo, “no primeiro dia da semana” (At 20,7 e 1Cor 16,2).

O mártir São Justino (†155) deixa um belo testemunho já no início do cristianismo: “Reunimo-nos todos no dia do sol, porque é o primeiro dia (após sábado dos judeus, mas também o primeiro dia) em que Deus extraindo a matéria das trevas, criou o mundo e, nesse mesmo dia Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dentre os mortos”. (Apologia, 1,67).

O que a Igreja – porta voz de Deus na terra (Lc 10,16) –  nos pede?

“No domingo e nos outros dias de festa de preceito, os fiéis se absterão das atividades e negócios que impeçam o culto a ser prestado a Deus, a alegria própria do dia do Senhor e o devido descanso da mente e do corpo”(CIC, §2193). Há muitos casos em que a pessoa precisa trabalhar no domingo, como nos restaurantes, hospitais, quartéis, farmácias, etc. Então, se não puder ir à santa Missa no domingo que vá no sábado à tarde. O cristão deve também evitar impor sem necessidade aos outros aquilo que os impediria de guardar o dia do Senhor.

A Igreja diz que “Aos domingos e nos outros dias de festa de preceito, os fiéis têm a obrigação de participar da missa”. “Satisfaz ao preceito de participar da missa quem assiste à missa celebrada segundo o rito católico no próprio dia de festa ou à tarde do dia anterior”. (CIC, § 2180). É claro que por motivos muito sérios (por exemplo, uma doença, cuidado com bebês, etc.), a pessoa pode assistir a santa Missa em outro dia da semana e nesse dia descansar.

Diz o Catecismo que “Aqueles que deliberadamente faltam a esta obrigação cometem pecado grave” (CIC, § 2181). Quem deixa de ir a Missa por preguiça ofende a Deus. Deixa de oferecer o santo Sacrifício do Calvário a Deus Pai, em agradecimento por todos os seus dons. É preciso entender que na Missa se dá a presentificação, atualização, do Sacrifício de Cristo no Calvário, “torna-se presente a nossa Redenção”.

O dia do Domingo é também para que todos desfrutem do repouso e do lazer suficiente que lhes permita cultivar sua vida familiar, cultural, social e religiosa. É um dia para estar com a família, com os amigos, socorrer os doentes, fazer caridade, meditar nas coisas de Deus e cuidar da vida espiritual.

Portanto, você que é católico, capriche no seu domingo, faça dele um Presente para Deus. A recompensa será sem dúvida uma semana abençoada; é por isso que Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana.

Prof. Felipe Aquino

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Mais de 100 novos bispos do mundo inteiro, nomeados entre 2013 e primeiro semestre de 2014, participam de encontro, promovido pela Congregação do Bispos, no Vaticano. A reunião teve início no dia 9 e encerra, hoje, 18 de setembro. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está representado por 12 novos bispos que receberam a nomeação no último ano.

Durante o curso, os bispos conhecem o funcionamento da estrutura da Cúria Romana e participam de momentos de espiritualidade e formação. O episcopado tem a oportunidade de conhecer as instalações do Vaticano, para compreensão das tramitações internas na Santa Sé, requerimento de documentos e outros tipos de serviços necessários para seu bispado. 

Audiência

Na manhã desta quinta-feira, 18, o papa Francisco recebeu os novos bispos em audiência. Francisco falou sobre os aspectos necessários ao ministério episcopal e encorajou a missão desses pastores da Igreja.

No discurso, o papa ressaltou que os bispos são homens escolhidos por Deus para cuidar do povo a eles confiados, chamados a servir com assiduidade, constância e paciência.  “É belo poder ver refletido no rosto o mistério de cada um e  poder ler o que escreveu Cristo. É consolador ver que Deus não deixa faltar à Sua Esposa os Pastores segundo o seu coração”, disse.

O papa destacou a importância dos bispos manterem proximidade e comunhão com a comunidade. “Toda autêntica reforma da Igreja de Cristo começa com a presença, a de Cristo que nunca falta, mas também a presença do Pastor que guia em nome de Cristo. Esta não é uma recomendação piedosa. Quando o Pastor é ausente ou não pode ser encontrado, estão em jogo o cuidado pastoral e a salvação das almas”, acrescentou.

Francisco pediu ao episcopado para que permitam que o Espírito Santo os conduza na missão e "para que amem o povo Deus lhe deu".

Pais e pastores

O papa dedicou ainda um pensamento ao relacionamento com os sacerdotes. “Exorto-os a cultivar em vocês, Pais e Pastores, um tempo interior no qual se possa encontrar espaço para os seus sacerdotes: recebam-nos, acolham-nos, escutem-nos, guiem-nos”, disse.

Ao final de sua fala, o papa pediu, ainda, aos novos bispos para que sejam acessíveis. "Não pela quantidade de meios de comunicação dos quais dispõem, mas pelo espaço interior que oferecem para acolher as pessoas e suas concretas necessidades, dando a elas a totalidade do ensinamento da Igreja, e não um catálogo de arrependimentos. E a acolhida seja para todos, sem discriminação, oferecendo a firmeza da autoridade que faz crescer e a docilidade da paternidade que gera”, concluiu.
 
Com informações e fotos do News.va
“Pastores que caminham à frente, no meio e atrás do rebanho” – esta a recomendação final do Papa Francisco aos Novos Bispos, recebidos nesta quinta-feira de manhã no Vaticano. Como “sentinelas” que são, o pontífice desejou-lhes “fecundidade, paciência, humildade e muita oração”.

Papa Francisco quis “falar com simplicidade sobre temas que (lhe) estão muito a peito, recordando antes de mais, como indispensável ao crescimento do rebanho, “a presença estável do Bispo” no meio do seu povo.
Qualquer autêntica reforma da Igreja começa pela presença – a de Cristo, que nunca falta, mas também a do Pastor que rege em nome de Cristo. Não se trata de uma piedosa recomendação! Quando falta o Pastor, ou não é abordável, ficam em jogo a cura pastoral e a salvação das almas.

Evocando um Decreto do Concílio de Trento sobre a reforma da Igreja, o Papa sublinhou que “é nos Pastores que Cristo mesmo dá á Igreja que Ele ama a sua Esposa e dá a vida por ela”. Como entre os esposos que acabam por se assemelhar, após tantos anos de convivência e de amor recíproco, assim na relação entre os Pastores e a sua comunidade…

É preciso intimidade, assiduidade, constância, paciência.

Não basta Bispos contentes à superfície – advertiu o Papa: há que escavar em profundidade para descobrir o que o Espírito continua a inspirar à sua Esposa.

Não sois bispos a prazo, que têm necessidade de mudar constantemente de orientação, como os remédios que com o tempo perdem a capacidade de curar, ou como os alimentos já deteriorados que têm que ir para o lixo.

O Papa Francisco advertiu contra “a tentação de andar para trás e para a frente, sem uma meta”. Não há vento propício para quem não sabe para onde ir! “Nós sabemos para onde vamos: vamos sempre em direcção a Jesus. Procuramos conhecer “onde mora”, porque nunca se esgota a resposta que ele deu aos primeiros: “Vinde e vereis”.

Para habitar plenamente nas vossas Igreja, é necessário habitar sempre com Ele, não fugir d’Ele. Permanecer na sua Palavra, na sua Eucaristia, nas coisas do seu Pai e sobretudo na sua cruz.

Papa Francisco pediu aos novos Bispos que não se iludam com “a tentação de mudar de povo”.

Amai o povo que Deus vos deu, mesmo que tivessem cometido grandes pecados, sem vos cansardes de subir ao encontro do Senhor, para obter perdão e um novo início…

Aprendei o poder humilde mas irresistível da substituição vicária, que é a única raiz de toda a redenção.

Ainda no que diz respeito à relação do Bispo com o seu povo, Papa Francisco insistiu que não é questão de multiplicar os meios de comunicação à disposição, mas antes de alargar “o espaço interior que ofereceis para acolher as pessoas e as suas necessidades concretas”.

O acolhimento seja para todos, sem discriminações, oferecendo a firmeza da autoridade que faz crescer e a mansidão da paternidade que gera.

E por favor, não cedais à tentação de sacrificar a vossa liberdade interior circundando-vos de cortesãos, de pessoas da mesma linha, de coros de consenso, pois nos lábios do Bispo a Igreja e o mundo têm o direito de encontrar sempre o Evangelho que torna livres.

Fonte: Rádio Vaticana

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Candidatos à presidência respondem perguntas sobre reforma política, saúde, educação, aborto, maioridade penal e descriminalização das drogas

Oito dos 11 candidatos à presidência da república participaram na noite desta terça-feira, 16, do debate promovido pela CNBB. Reunidos no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida, nas dependências do Santuário Nacional de Aparecida (SP), os candidatos tiveram mais uma oportunidade de apresentarem suas propostas de governo ao eleitor.

Participaram deste debate oito candidatos que têm representação no Congresso Nacional: Aécio Neves (PSDB), Dilma Roussef (PT), Eduardo Jorge (PV), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Luciana Genro (PSOL), Marina Silva (PSB) e Pastor Everaldo (PSC).

O arcebispo de Aparecida (SP), Cardeal Raymundo Damasceno de Assis, abriu o debate fazendo um discurso em que demonstrou o objetivo da CNBB com a iniciativa: proporcionar ao eleitor o conhecimento das propostas e, assim, ter critérios para um bom voto.

A primeira pergunta respondida pelos candidatos foi sobre reforma política. De forma geral, eles se mostraram favoráveis à reforma e destacaram os pontos que pretendem trabalhar em seus governos.

Perguntas dos bispos

Já no segundo bloco, as perguntas foram feitas por oito bispos, abrangendo os seguintes temas: juventude, família, laicidade do Estado, desigualdade social, educação, comunicação, direitos humanos e questão indígena. As perguntas foram gravadas em vídeo e exibidas e sorteadas no momento do debate.

A primeira a responder foi a candidata Marina Silva, que falou sobre seus projetos para conter a violência e proporcionar um futuro de esperança para os jovens. “Que a juventude possa ter os meios necessários para desenvolver suas capacidades”. Ela defendeu educação de qualidade, acesso ao emprego e ao lazer e um sistema de segurança para combater drogas e armas.

Levy Fidelix respondeu sobre os projetos de proteção à família. Ele considerou a família como indissolúvel e disse que seu governo fará de tudo para preservar as famílias dando a elas as condições necessárias para bem viver.

Já a candidata Luciana Genro foi indagada sobre a laicidade do Estado, sobre o modo como a questão será tratada em seu governo. Ela disse não ser uma pessoa religiosa, mas tem respeito pelas religiões. “Entendo que a laicidade do Estado deve ser defendida como garantia para todas as religiões e para quem não tem religião. As políticas públicas não podem estar subordinadas a nenhuma crença. É preciso pregar o bem e a igualdade independente da religião”.

A candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, respondeu sobre desigualdade social. Ela reafirmou seu compromisso com a redução da desigualdade, citando um relatório da ONU que mostrou que o Brasil saiu do mapa da fome. Ela também falou dos programas do governo dedicados a essa questão, bem como da importância da agricultura familiar nesse processo.

A educação foi o tema sorteado para o candidato Aécio Neves, que defendeu a necessidade de qualificação, inclusive para a criação de metas.

Pastor Everaldo respondeu a uma pergunta sobre o projeto que prevê a proibição da concessão de rádio e TV para emissoras católicas. Ele se posicionou contrário ao projeto, defendendo a liberdade de imprensa. “Eu sou contra qualquer regulação nesse sentido”.

O candidato Eymael respondeu sobre o tema “direitos humanos”, perguntado sobre o que pretende fazer com relação à realidade dos moradores de rua. Ele enfatizou seu compromisso com a família e seus valores. “A dignidade humana é pedra fundamental do pensamento da democracia cristã e quando se fala de recursos humanos temos que falar de igualdade de oportunidade”.

Concluindo essa rodada de perguntas, o candidato Eduardo Jorge respondeu sobre a questão indígena. Ele foi perguntado sobre quais providências seu governo pretende adotar com relação à demarcação de terras indígenas. A resposta foi que, se eleito, assinará todas as demarcações em um único dia.

Perguntas dos jornalistas

O terceiro bloco do debate foi dedicado às perguntas dos jornalistas das emissoras de inspiração católica que participaram da cobertura. As perguntas também foram realizadas mediante sorteio.

Nessa etapa, foram abordadas temáticas como homofobia, contas públicas, saneamento básico, saúde, aborto, revogação da maioridade penal, reforma tributária e descriminalização das drogas.

“Qualquer tipo de discriminação deve ser considerado crime, incluindo a homofobia”, declarou o candidato Aécio Neves.

Sobre as contas públicas, especialmente a divisão justa dos royalties, Levy Fidelix defendeu a aplicação dos recursos do pré-sal na saúde e na educação.

Marina Silva fez uma reflexão sobre saneamento básico. “Nosso compromisso é fazer com que as pessoas possam ter o saneamento, que o governo federal se responsabilize pelo tema junto aos prefeitos”.

À candidata Dilma Rousseff foi dirigida uma pergunta sobre saúde. Ela falou do programa “Mais Médicos”, já realizado pelo governo federal, e anunciou como proposta o “Mais especialidades”, uma rede que integraria laboratórios e especialistas.

A questão do aborto foi respondida por Eduardo Jorge. Ele considerou que a diminuição do aborto está atrelada à expansão do planejamento familiar e da educação sobre sexualidade, o que constitui, segundo ele, uma questão cultural. Enquanto isso não acontece, ele defende que as mulheres que fazem o aborto não sejam abandonadas em condições precárias.

Sobre a revogação da maioridade penal, Pastor Everaldo disse que suas propostas envolvem atividades esportivas para esses “jovens deliquentes com pequenos delitos” e a privatização de presídios, bem como a construção de outros, junto com a iniciativa privada.

Luciana Genro falou sobre reforma tributária, destacando a necessidade de propostas que tenham apoio popular. Fechando o ciclo de perguntas dos jornalistas, Eymael respondeu sobre a liberação da maconha, posicionando-se contra.

No quarto bloco, os candidatos, mediante sorteio, fizeram perguntas entre si, com direito à réplica. O debate foi concluído com as considerações finais de cada candidato.

Fonte: Canção Nova
Com a proposta de refletir sobre o tema "Família, Transmissora da Fé", agentes de pastoral familiar, bispos, assessores, religiosos, coordenadores estarão reunidos na próxima semana, de 26 a 28 de setembro, no XIV Congresso Nacional da Pastoral Familiar, na cidade de São Luís, no Maranhão. O objetivo é compreender a experiência familiar, relação do casal e a importância do matrimônio na construção da família cristã, a partir do lema "Anunciai a Fé com Ousadia e Coragem".

 No primeiro dia do evento, haverá palestra do arcebispo de São Luís, dom Belisário da Silva, e do bispo de Camaçari (BA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom João Carlos Petrini, também diretor da seção brasileira do Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família. Veja a programa completa no site: www.xivconnapf.com.br

Trabalhar pela família

O arcebispo de São Luís e vice-presidente da CNBB, dom José Belisário da Silva, explica que o lema do encontro quer ajudar na reflexão sobre os desafios e perspectivas da evangelização da família hoje. “Sem a família, a sociedade não anda. Uma das grandes questões no mundo atual gira em torno das fragilidades das famílias. Temos muita esperança que esse Congresso possa nos ajudar a trabalhar mais pela família”, disse o bispo.

Para dom Belisário, a família deve superar os momentos de crises próprias da cultura e contexto em que vive. “É certo que a família, em cada época, tem sua maneira de se organizar. No entanto, eu acredito que sem a família, realmente, a sociedade não caminha. É importante que formemos grupos familiares equilibrados, firmes e perseverantes; mesmo nas dificuldades da vida”.

Na programação do Congresso estão previstas palestras, mesas redondas, painéis e testemunhos, com participação de bispos, sacerdotes e especialistas na área familiar. Em comunicado, a organização explica que o evento visa possibilitar as famílias caminhos para a vivência cristã.

Fonte: CNBB

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Um dos principais ministérios da Renovação Carismática Católica (RCC) é o Ministério de Pregação. 

A pregação é um carisma que leva o evangelizador a fielmente proclamar a revelação divina sob a unção do Espírito Santo, de forma energética, ousada, profética, viva, ardorosa, atraente e eficaz. Visando aperfeiçoar esses dons e formar pregadores, quer seja aquela pessoa que jamais pregou, quer seja o pregador experiente que deseja atingir com eficácia os objetivos do carisma, a RCC da Diocese de Bacabal promoverá nos dias 20 e 21 de setembro o 2º Encontro Diocesano para Pregadores, que acontecerá na cidade de Trizidela do Vale-MA, na igreja matriz da cidade.
 
Com os cursos, os pregadores recebem capacitação para pregarem em todos os encontros (nas reuniões de oração realizadas nos grupos de oração, nos seminários, nos avivamentos, nos aprofundamentos etc). Também são capacitados a ministrarem ensinos onde for necessário.

O evento tão aguardado terá como tema: "Conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da Paz (Ef 4,3)" e contará ainda com a presença de João Luis Farias e Joshiclayton Rego.
Até podemos fazer belas pregações, mas se não estamos próximos das pessoas sofrendo com elas e dando-lhes esperança, a pregação não serve e torna-se em vaidade – esta a afirmação forte e contundente do Papa Francisco na manhã desta terça-feira na Missa em Santa Marta.
O Evangelho fala-nos de Jesus que se aproxima de um cortejo fúnebre. Uma viúva de Naim perdeu o seu único filho. Jesus faz o milagre de trazer o jovem de novo à vida, mas mais importante – afirmou o Santo Padre – é a sua proximidade. Jesus está próximo:

“Estava próximo das pessoas. Deus próximo que é capaz de entender o coração das pessoas, o coração do seu povo. Depois o Senhor vê aquele cortejo, e aproxima-se. Deus visita o seu povo, no meio do seu povo, e aproxima-se. Proximidade: é a modalidade de Deus. Depois, há uma expressão que se repete na Bíblia, muitas vezes: ‘O Senhor, compadeceu-se’. A mesma compaixão que teve, diz o Evangelho, quando viu tantas pessoas como ovelhas sem pastor. Quando Deus visita o seu povo, está próximo, aproxima-se e sente compaixão: comove-se”.

“Proximidade e compaixão: assim o Senhor visita o seu povo. E quando nós queremos anunciar o Evangelho, levar em frente a Palavra de Jesus, este é o caminho. O outro caminho é o dos mestres, dos pregadores do templo: os doutores da Lei, os escribas, os fariseus... Afastados do povo, falavam...bem: falavam bem… Ensinavam a Lei, bem. Mas afastados. E isto não era uma visita do Senhor: era outra coisa. O povo não sentia isso como uma graça, porque faltava a proximidade, faltava a compaixão, ou seja, sofrer com o povo.”

O Papa Francisco sublinhou ainda uma parte importante desta passagem do Evangelho de S. Lucas: “O morto sentou-se e começou a falar. E Jesus entregou-o à sua mãe.”

“Quando Deus visita o seu povo, restitui ao povo a esperança. Sempre. Pode-se pregar a Palavra de Deus brilhantemente: houve na história tão bons pregadores. Mas se estes pregadores não são capazes de semear esperança, aquela pregação não serve. É vaidade.”

Fonte: Rádio Vaticana

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Em visita às obras de construção da nova matriz de Sant'Ana neste domingo (14), pudemos constatar o quanto avançou desde a idealização. 

Com o passar do tempo, a beleza do templo vai revelando-se e o resultado do esforço de muitas pessoas já pode ser notado: as paredes já estão em maior parte rebocadas, o primeiro piso colocado e as estruturas que sustentarão o forro já começam a ser colocadas. A parte elétrica também já foi iniciada e a grande torre já começa a destacar-se na paisagem urbana.

Praticamente todos os finais de semana voluntários dedicam parte do seu tempo para colaborar com seu trabalho. De toda parte surgem pessoas empenhadas em fazer parte dessa nova história que terá como ponto alto o dia 1º de novembro, data prevista para a inauguração da Matriz. 

Confira algumas fotos:
Fotografia: Lourival Albuquerque
Como sem Maria não existiria Jesus, assim, sem a Igreja não podemos andar em frente – esta a mensagem essencial do Papa Francisco na Missa em Santa Marta nesta segunda-feira em que se celebra a memória de Nossa Senhora das Dores. A liturgia depois de nos ter mostrado a Cruz gloriosa apresenta-nos a Mãe humilde e mansa – considerou o Santo Padre que citou S. Paulo na Carta aos Hebreus onde se lêem três palavras fundamentais em relação a Jesus: aprendeu, obedeceu, sofreu. Esta é a glória da Cruz de Jesus – afirmou o Papa Francisco.

“ Jesus veio ao mundo para aprender a ser homem, e sendo homem, caminhar com os homens. Veio ao mundo para obedecer e obedeceu. Mas esta obediência aprendeu-a com o sofrimento. Adão saiu do Paraíso com uma promessa, a promessa que avançou durante séculos. Hoje, com esta obediência, com este anular-se a si próprio e humilhar-se de Jesus, aquela promessa torna-se esperança. E o povo de Deus caminha com a esperança certa. Também a Mãe, a nova Eva, como o próprio Paulo a chama, participa deste caminho do Filho: aprendeu, sofreu e obedece. E torna-se Mãe.”

Segundo o Papa Francisco os cristãos não são orfãos pois têm Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe. Mas também a Igreja é mãe quando faz o mesmo caminho de Jesus e de Maria: quando obedece, quando sofre e quando aprende – afirmou o Papa Francisco.

“ E esta é também a nossa esperança. Nós não somos orfãos, temos Mães: a Mãe Maria. Mas também a Igreja é Mãe e também a Igreja é ungida Mãe quando faz o mesmo caminho de Jesus e de Maria: o caminho da obediência, o caminho do sofrimento e quando tem aquela atitude de aprender continuamente o caminho do Senhor. Estas duas mulheres – Maria e a Igreja – levam em frente a esperança que é Cristo, dão-nos Cristo, geram Cristo em nós. Sem Maria não existiria Jesus; sem a Igreja, não podemos andar em frente.”

Fonte: Rádio Vaticana

domingo, 14 de setembro de 2014

Terminou neste sábado (13) o Festejo de São José, no Bairro Juçaral. 

Um procissão luminosa marcou a última noite desse festejo que começou no dia 04 e que animou aquela comunidade e seus visitantes. Saindo da Matriz de Sant'Ana, fiéis cantavam, rezavam e agradeciam pelas graças e bênçãos derramadas sob a proteção do santo padroeiro. Percorrendo as ruas dos bairros Ramal e Juçaral, chegaram à igreja de São José, onde foi celebrada uma Missa presidida por Padre Jonas e o Diácono Ariosvaldo. 

Ao final da celebração, foram feitos os agradecimentos e todos convidados para a parte social do festejo, que foi realizado com muita dedicação durante todos esses dias, oferecendo a todos um ambiente familiar e fraterno.

Confira algumas fotos:

Fotografia: Lourival Albuquerque
A poucas semanas do Sínodo que vai ter lugar no Vaticano sobre a família, o Papa Francisco presidiu esta manhã, na basílica de São Pedro, a uma Eucaristia com celebração do matrimónio de 20 casais italianos.

Ocorrendo neste dia 14 de setembro a festa da Exaltação da Santa Cruz, as Leituras evocavam o marcha do povo de Israel, no deserto, a caminho da terra prometida. Uma caminhada longa, cansativa, que provoca a reacção do povo, que se queixa de Deus.

Mordidos por serpentes venenosas, os israelitas invocam de Deus a cura. E é-lhes dado como “sinal” uma serpente de bronze elevada sobre um estandarte: quem a contemplava cheio de fé , era curado. Um símbolo que se cumprirá plenamente em Jesus, “elevado” na Cruz e “exaltado” depois pelo Pai à glória.
Na homilia, o Papa partiu naturalmente das Leituras proclamadas, a começar pelo primeira que evocava o povo na sua marcha pelo deserto…

Era formado sobretudo por famílias: pais, mães, filhos, avós; homens e mulheres de todas as idades, muitas crianças, com idosos que sentiam dificuldade em caminhar... Este povo lembra a Igreja em caminho no deserto do mundo actual; lembra o Povo de Deus que é composto, na sua maioria, por famílias.

Isto faz pensar nas famílias, nas nossas famílias, em caminho pelas estradas da vida, na história de cada dia...

É incalculável a força, a carga de humanidade presente numa família: a ajuda mútua, o acompanhamento educativo, as relações que crescem com o crescimento das pessoas, a partilha das alegrias e das dificuldades...

A narração bíblica da primeira Leitura referia que a certa altura, o povo israelita «não suportou o caminho»: estavam cansados, faltava a água e comiam apenas o «maná”… Então lamentam-se e protestam contra Deus e contra Moisés

Isto faz-nos pensar nos casais que «não suportam o caminho» da vida conjugal e familiar. A fadiga do caminho torna-se um cansaço interior; perdem o gosto do Matrimónio, deixam de ir buscar água à fonte do Sacramento. A vida diária torna-se pesada, «nauseante».

Referindo o episódio das serpentes venenosas e a serpente de bronze que o Senhor mandou fazer para que quem a olhasse com fé pudesse receber “a sua força que cura”, o Papa sublinhou o sentido deste símbolo: Cristo elevado na Cruz… Quem se entrega a Jesus crucificado recebe a misericórdia de Deus, que cura do veneno mortal do pecado.

Tudo isto se aplica justamente aos casais … O remédio que Deus oferece ao povo vale de modo particular para os casais que «não suportam o caminho» e acabam mordidos pelas tentações do desânimo, da infidelidade, do retrocesso, do abandono…

O amor de Jesus, que abençoou e consagrou a união dos esposos, é capaz de manter o seu amor e de o renovar quando humanamente se perde, rompe, esgota. O amor de Cristo pode restituir aos esposos a alegria de caminharem juntos.

O matrimónio – observou o Papa quase a concluir – é isto mesmo: o caminho conjunto de um homem e de uma mulher… na reciprocidade das diferenças… Não é um caminho suave, sem conflitos, não… mas isto é a vida! O matrimónio é símbolo da vida, da vida real, não é uma «ficção»! É sacramento do amor de Cristo e da Igreja, um amor que tem na Cruz a sua confirmação e garantia.

O Papa concluiu a sua homilia desejando a todos esses 20 casais uma bela caminhada matrimonial. “Que o amor cresça. Desejo-vos felicidades. Haverá cruzes, mas o Senhor está sempre ali para nos ajudar a prosseguir o caminho. Que Deus vos abençoe!"

Homilia do Papa

Este o texto integral da homilia do Papa:

A primeira Leitura fala-nos do caminho do povo no deserto. Pensemos naquele povo em marcha, guiado por Moisés! Era formado sobretudo por famílias: pais, mães, filhos, avós; homens e mulheres de todas as idades, muitas crianças, com idosos que sentiam dificuldade em caminhar... Este povo lembra a Igreja em caminho no deserto do mundo actual; lembra o Povo de Deus que é composto, na sua maioria, por famílias.

Isto faz pensar nas famílias, nas nossas famílias, em caminho pelas estradas da vida, na história de cada dia... É incalculável a força, a carga de humanidade presente numa família: a ajuda mútua, o acompanhamento educativo, as relações que crescem com o crescimento das pessoas, a partilha das alegrias e das dificuldades... As famílias constituem o primeiro lugar onde nos formamos como pessoas e, ao mesmo tempo, são os «tijolos» para a construção da sociedade.

Voltemos à narração bíblica... A certa altura, o povo israelita «não suportou o caminho» (Nm 21, 4): estão cansados, falta a água e comem apenas o «maná», um alimento prodigioso, dado por Deus, mas que, naquele momento de crise, lhes parece demasiado pouco. Então lamentam-se e protestam contra Deus e contra Moisés: «Porque nos fizestes sair do Egipto?» (Nm 21, 5). Sentem a tentação de voltar para trás, de abandonar o caminho.

Isto faz-nos pensar nos casais que «não suportam o caminho» da vida conjugal e familiar. A fadiga do caminho torna-se um cansaço interior; perdem o gosto do Matrimónio, deixam de ir buscar água à fonte do Sacramento. A vida diária torna-se pesada, «nauseante».

Naquele momento de extravio – diz a Bíblia – chegam as serpentes venenosas que mordem as pessoas; e muitas morrem. Este facto provoca o arrependimento do povo, que pede perdão a Moisés, suplicando-lhe que reze ao Senhor para afastar as serpentes. Moisés pede ao Senhor, que lhe dá o remédio: uma serpente de bronze, pendurada num poste. Quem olhar para ela, fica curado do veneno mortal das serpentes.

Que significa este símbolo? Deus não elimina as serpentes, mas oferece um «antídoto»: através daquela serpente de bronze, feita por Moisés, Deus transmite a sua força que cura, ou seja, a sua misericórdia, mais forte que o veneno do tentador.

Como ouvimos no Evangelho, Jesus identificou-Se com este símbolo: na verdade, por amor, o Pai «entregou» Jesus, o seu Filho Unigénito, aos homens para que tenham a vida (cf. Jo 3, 13-17). E este amor imenso do Pai impele o Filho a fazer-Se homem, a fazer-Se servo, a morrer por nós e a morrer numa cruz; por isso, o Pai ressuscitou-O e deu-Lhe o domínio sobre todo o universo. Assim se exprime o hino da Carta de São Paulo aos Filipenses (2, 6-11). Quem se entrega a Jesus crucificado recebe a misericórdia de Deus, que cura do veneno mortal do pecado.

O remédio que Deus oferece ao povo vale também e de modo particular para os casais que «não suportam o caminho» e acabam mordidos pelas tentações do desânimo, da infidelidade, do retrocesso, do abandono... Também a eles Deus Pai entrega o seu Filho Jesus, não para os condenar, mas para os salvar: se se entregarem a Jesus, Ele cura-os com o amor misericordioso que jorra da sua Cruz, com a força duma graça que regenera e põe de novo a caminhar pela estrada da vida conjugal e familiar.

O amor de Jesus, que abençoou e consagrou a união dos esposos, é capaz de manter o seu amor e de o renovar quando humanamente se perde, rompe, esgota. O amor de Cristo pode restituir aos esposos a alegria de caminharem juntos. Pois o matrimónio é isto mesmo: o caminho conjunto de um homem e de uma mulher, no qual o homem tem o dever de ajudar a esposa a ser mais mulher, e a mulher tem o dever de ajudar o marido a ser mais homem. É a reciprocidade das diferenças. Não é um caminho suave, sem conflitos, não! Não seria humano. É uma viagem laboriosa, por vezes difícil, chegando mesmo a ser conflituosa, mas isto é a vida! O matrimónio é símbolo da vida, da vida real, não é uma «ficção»! É sacramento do amor de Cristo e da Igreja, um amor que tem na Cruz a sua confirmação e garantia.

Fonte: Rádio Vaticana
O arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal Orani João Tempesta, foi nomeado neste sábado, 13, pelo papa Francisco, membro da Congregação para a Evangelização dos Povos.

Desde que se tornou cardeal, em fevereiro deste ano, dom Orani já foi designado membro da Congregação para a Educação Católica e do Pontifício Conselho para os Leigos.

A Congregação para a Evangelização dos Povos, criada pela bula Inscrutabili Divinae, em 1622, tem como objetivos propagar a fé pelo mundo, coordenar as forças missionárias, proporcionar diretrizes para as missões, promover a formação do clero, incentivar a fundação de novos institutos missionários e prover ajuda material para as atividades missionárias.

Fonte: CNBB

sábado, 13 de setembro de 2014

Neste sábado (13) termina o Festejo em honra ao glorioso São José, no Bairro Juçaral. 

A programação desta última noite consta de uma procissão luminosa, saindo da Matriz de Sant'Ana às 18:00h, percorrendo algumas ruas dos bairros Ramal e Juçaral, até a igreja onde será presidida a Missa de encerramento. 

Todos são convidados a participar desta grande festa da fé!
O Festejo de São Francisco das Chagas, evento patrocinado e realizado pela paróquia que leva o mesmo nome do Santo Católico, entra em sua reta final e será encerrado neste domingo (14).

Logo pela manhã será celebrada uma Missa, seguida de uma carreta às 09:30h, que levará a imagem de São Francisco até ao ponto de inicio da procissão, sairá da Praça da Cohab I, às 17:00h.

A noite culminará com a grande Missa campal, que com certeza reunirá um grande número de devotos para glorificar a Deus pelas obras que vem fazendo pela intercessão deste grande santo.
Foi com grande pesar que recebemos a notícia do falecimento de Piedade Aquino Almeida, carinhosamente chamada "Dona Piedade", do Recanto das Flores de Bacabal, ocorrido na madrugada deste dia 13.

Assim como toda cidade, ficamos perplexos diante de tal notícia. 

Dona de um carisma especial, sempre demonstrou muito carinho e, sobretudo, generosidade às comunidades da Paróquia Sant'Ana. Não media esforços para atender-nos bem e oferecer às igrejas as mais lindas e perfumadas flores.

A Paróquia Sant'Ana, através desta nota, vem de público agradecer a Deus pelos anos bem vividos de dona Piedade, e rogar ao Autor da Vida que conceda-lhe um lugar especial ao Seu lado.

"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá" (João 15,25)

Frei José Ribamar Cardoso Lima
Comunidade Sant'Ana
Comunidade Nossa Senhora da Conceição
Comunidade Santo Antonio
Comunidade Nossa Senhora Rainha da Paz
Comunidade São Raimundo Nonato
Comunidade Santa Luzia
Comunidade São João Batista
Comunidade São José
Comunidade Nossa Senhora de Fátima
Com júbilo cristão, acolhemos todos os irmãos e irmãs devotos à Festa em honra da Padroeira de Bacabal, Santa Teresinha do Menino Jesus.

A alegria do Evangelho transborda em nossas vidas, porque vivemos na certeza de que somos felizes, por receber como herança a Palavra da vida, transmitida por tantos escolhidos por Deus, como sua serva Santa Teresinha.

Por isso pedimos a intercessão de Nossa Padroeira para nos levar ao caminho da vivência do Evangelho. Pedimos sua ajuda para que nosso povo seja liberto de tudo o que destrói a vida. Que ela nos ensine a vencer o mal pela força do amor.

Então convidamos todos para louvar a Deus e rezar pedindo chuvas de graças sobre nossa querida Bacabal.

Aguardamos sua presença!
Conselho Paroquial para Assuntos Econômicos - CPAE
Conselho Paroquial de Pastoral - CPP
Diác. Antônio Alves de Sousa
Diác. Airton de Sousa Lima
Diác. João Bosco de Melo e Silva
Diác. José Antônio Pereira
Pe. Auriélio Gomes Martins
Pe. Lauro Henrique Conrado Carvalho

Tema: “Santa Teresinha, ajuda-nos a viver na liberdade para o amor!

Lema: "Do alto dos céus derrame sobre nós estas rosas que levas em teus braços”

PROGRAMAÇÃO RELIGIOSA E CULTURAL
Dia 21/09 (Domingo)
06:00h - Romaria Pastoral da Criança
07:00h - Santa Missa e café da manhã
08:30h - Santa Missa com crianças
09:30h - Batizados
11:30h - Almoço
19:00h - Santa Missa de abertura (Pe. Auriélio)
Tema do dia: “Santa Teresinha, a exemplo de Jesus Cristo, se deixa conquistar pelas pequenas coisas”
Animação Litúrgica: Pastoral da Juventude, (Grupos JOPEC, AJAC, JESP, JUEP, JUC e JUDAC) Movimentos e Grupos Juvenis: Legião de Maria Juvenil, JRJ, JRJ Jr., RCC-JOVEM, IAM, EJC e MEJ.
Convidados: Feirantes e industriais
Noitários: Ruas 15 de novembro, Gonçalves Dias e Carlos Pereira
Atração cultural: Milena e Mileide

Dia 22/09 (Segunda-Feira)
06:30h - Santa Missa Matutina
11:30h - Almoço
19:00h - Santa Missa (Pe. Frederico) “São Luís”
Tema do dia: “Santa Teresinha nos ensina o caminho para tocarmos a mão de Deus: doação, entrega, partilha”
Animação Litúrgica: Pastoral Catequética, Pastoral da Criança, Pastoral da Educação e PASCOM
Convidados: Profissionais da Educação
Noitários: Ruas Manoel Alves de Abreu, Djalma Dutra e Travessa Carlos Pereira e Bairro Mangueira.
Atração cultural: Zeneide

Dia 23/09 (Terça-Feira)
06:30h - Santa Missa Matutina
11:30h - Almoço
19:00h - Santa Missa - Frei Osmar (São Francisco)
Tema do dia: “Assim como a Virgem Maria, Santa Teresinha viveu o verdadeiro amor e obediência a Cristo”
Animação Litúrgica: Cúrias da Legião de Maria: Nossa Senhora Anunciação, Nossa Senhora de Lourdes e Nossa Senhora Rosa Mística
Convidados: Profissionais autônomos e liberais
Noitários: Ruas: Rui Barbosa, Magalhães de Almeida e Antônio Lobos e Bairro Alto Bandeirante
Atração cultural: Nélio Marques
 
Dia 24/09 (Quarta-Feira)
06:30h - Santa Missa Matutina
11:30h - Almoço
19:00h - Santa Missa (Dom Jacinto Brito) “Teresina”
Tema do dia: “Santa Teresinha, em sua simplicidade vem resgatando homens para a missão apostólica”
Animação Litúrgica: Grupo São Bernardo e Pastoral do Terço dos Homens: Matriz, Bairro da Areia, Setúbal e Alto Bandeirante
Convidados: Panificadores, Padeiros e Granjeiros
Noitários: Ruas: 28 de julho, Pe. Carvalho e Travessa Capitão Asçenso e Bairro Alice Araújo
Atração cultural: Perboire

Dia 25/09 (Quinta-Feira)
06:30h - Santa Missa Matutina
11:30h - Almoço
19:00h - Santa Missa (Pe. Antonio) “Lima Campos”
Tema do dia: “Como Santa Teresinha, se doar inteiramente: 'Pai, quero trabalhar só pelo teu amor'”
Animação Litúrgica: Propedêutico São José, Apostolado da Oração Matriz e Bairro da Areia, Associação de São José,  Ministros Extraordinários da Eucaristia e da Palavra, Coroinhas e Pastoral do Batismo.
Convidados: Comerciantes e comerciários
Noitários: Rua Teixeira de Freitas, Travessa Teixeira de Freitas e Av. Francisco Marques e Bairro Setúbal
Atração Cultural: SESI Flautas e Lindemberg e Deise

Dia 26/09 (Sexta-Feira)
06:30h - Santa Missa Matutina
11:30h - Almoço
19:00h - Santa Missa (Pe. Claudio) “Bacabal”
Tema do dia: “Unidos em um mesmo amor, queremos trabalhar com o único objetivo de agradar a Deus”
Animação Litúrgica: Paróquia de São Francisco e Paróquia de Sant’Ana
Convidados: Policiais Civis e Militares, Guarda Municipal e DMT
Noitários: Ruas: Carlos Sardinha, Barão de Capanema e Pedro II e Bairro Vila Pedro Brito
Atração cultural: Marcos Maranhão, Carlinhos do Sax

Dia 27/09 (Sábado)
06:30h - Santa Missa Matutina com Liturgia das Horas
09:00h - Missa com Idosos / Pastoral do Idoso - Frei Heriberto
11:30h - Almoço
19:00h - Santa Missa (Pe. Airton)“Capinzal do Norte”
20:30h - Bingão da Padroeira
Tema do dia: “Com o amor misericordioso de Santa Teresinha, sejamos uma Paróquia missionária”
Animação Litúrgica: CEBs
Convidados: Fazendeiros, lavradores e agricultores
Noitários: Ruas: Benedito Leite, Barão do Rio Branco, Getúlio Vargas e Travessa Clores Miranda e Bairro Trizidela
Atração Cultural: Jades, Emanoel de Jesus

Dia 28/09 (Domingo)
07:00h - Santa Missa com Liturgia das Horas
08:30h - Santa Missa com Crianças
09:30h - Batizados
11:30h - Almoço
19:00h - Santa Missa (Pe. Manoel)
Tema do dia: “A exemplo da família de Santa Teresinha, levemos nosso filhos a viver na fé e no amor a Cristo”
Animação Litúrgica: Pastoral Familiar e ECC
Convidados: Autoridades, bancários, funcionários públicos municipais, estaduais e federais
Noitários: Ruas Osvaldo Cruz, Clores Miranda e Eurico Gaspar Dutra e Bairro da Areia
Atração Cultural: Júnior Manga Rosa

Dia 29/09 (Segunda-Feira)
06:30h - Santa Missa com Liturgia das Horas
11:30h - Almoço
19:00h - Santa Missa (Pe. Luíz) “Pedreiras”
Tema do dia: “Que o Espírito Santo nos transforme em dom de amor para o irmão”
Animação Litúrgica: Renovação Carismática Católica grupos Ruah e Nova Vida
Convidados: Mototaxistas, taxistas e carroceiros
Noitários: Rua Jorge José de Mendonça (Cajueiro)
Atração cultural: Ministério de Música Nova Vida

Dia 30/09 (Terça-Feira)
06:30h - Santa Missa com Liturgia das Horas
11:30h - Almoço
19:00h - Santa Missa - (Pe. José Geraldo) Pedreiras
Tema do dia: “Com Santa Teresinha, a exemplo de Maria, façamos tudo por amor a Jesus Cristo”
Animação Litúrgica: Luz Feminia, Movimento Mãe Rainha Matriz, Trizidela e Areia, Dizimistas e ATB
Noitários: Ruas: Dr. Paulo Ramos e Av. Mearim.
Convidados: Profissionais da saúde
Atração Cultural: Brito Júnior

Dia 01/10 (Quarta-Feira)
05:00h - Alvorada Sonora e Salva de fogos
06:30h - Santa Missa com Liturgia das Horas e café partilhado
09:00h - Missa Solene da Padroeira (Frei Bernardo)
- Após a Missa carreata com a Imagem de Santa Teresinha, passando pelas três Paróquias até a Igreja de Sant’Ana onde haverá a bênçãos dos veículos.
11:30h - Almoço
17:00h - Santa Missa na Igreja de Sant’Ana (Frei Ribamar)
- Após a Missa Procissão Luminosa até a Catedral encerrando com a SANTA MISSA DAS ROSAS (Dom Armando) trazer rosas para serem abençoadas). Percurso da Procissão: Saindo da Igreja de Sant’Ana, percorrendo as ruas: Teixeira de Freitas, João Alberto, Dom Pedro II, chegando à Catedral Diocesana de Santa Teresinha, encerrando com a Missa presidida por Dom Armando.
Tema do dia: “Santa Teresinha nos ensina, que na comunidade, experimentamos o amor de Jesus, para testemunhar ao mundo”
Animação Litúrgica: Equipe litúrgica
Convidados e noitários: Comunidade de Bacabal
Atração cultural: Banda Recomeço, Zé Lopes, Assis Viola, e Banda Santa Cecília.

Todos os dias: Restaurante com almoço e jantar. Exposição da vida de Santa Teresinha, parque de diversões São Francisco. Música, apresentações culturais, leilão, venda de comidas e toda variedade de lanches. DIA 27 O BINGÃO DA PADROEIRA.

Fonte: Pastoral da Comunicação / Catedral Diocesana Santa Tersinha
Uma rocha que será a primeira pedra da futura Catedral de Nossa Senhora da Arábia de Bahréin, o templo católico mais grande do Golfo Pérsico, foi abençoada pelo Papa Francisco em um ato a qual assistiram Dom Petar Rajic, Núncio Apostólico para a Península Arábica, e alguns fiéis católicos de Bahréin e países vizinhos. A rocha abençoada foi tomada da Porta Santa aberta por São João Paulo II no Jubileu do Ano 2000.

A Catedral de Nossa Senhora da Arábia terá uma grande importância para os católicos no norte da península (cujo número se calcula em 2,5 milhões). "Não só será um centro maior para os católicos de todo Bahréin, mas para católicos dos países vizinhos da região", comentou a organização. "Sobretudo da próxima Arábia Saudita, onde é impossível construir templos cristãos". A Organização 'Northern Arabia Catholic Faith Services' calculou que por volta de 100 comunidades católicas subterrâneas no Vicariato do Norte da Arábia se beneficiarão do projeto.

As dimensões do templo são certamente inusuais em um território majoritariamente muçulmano. A Catedral terá uma capacidade de 2.500 pessoas sentadas e será construída em um terreno doado pelo Rei Hamad bin Isa Al Khalifa. Além do templo se edificará um grande centro pastoral e um espaço de alojamento para receber aos peregrinos. Dom Camillo Ballin, Vigário para o Norte da Arábia, trabalhou para a concessão de fundos sobretudo nos Estados Unidos. A construção pode iniciar antes do final de 2014, tomando de três a cinco anos de trabalho.

"Deus nos deu uma grande oportunidade de pôr nossa Fé em ação e fazer algo especial por milhares de trabalhadores migrantes, para que tenham um lugar onde servir e render culto", afirmou em um comunicado a 'Northern Arabia Catholic Faith Services'. Calcula-se que os católicos de Bahréin somam-se 100 mil crentes, dos quais 2 mil são de origem local. Só na Arábia Saudita, por volta de 1,5 milhões de católicos filipinos e indianos carecem de templos autorizados e se expõem a penas de prisão ou deportação manifestam abertamente sua Fé.

Fonte: Gaudium Press