terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Com o tema “Comunicação em tempos de Redes Sociais”, o II Encontro de Comunicadores da arquidiocese de São Luís, no Maranhão, contou com a presença do arcebispo de São Luís, dom José Belisário da Silva, e cerca de 100 participantes vindos de diversas paróquias, pastorais, movimentos e serviços de comunicação da arquidiocese. 

O encontro que aconteceu no dia 24 de janeiro, na Igreja de São Marcos, na Ponta D´Areia, debateu o contexto da era digital na evangelização. Os jornalistas e assessores, Mariela Carvalho e Ricardo Alvarenga participaram como palestrantes e colocaram em pauta a questão das redes sociais.  

Durante o evento, a primeira palestra ministrada aos participantes teve como tema central: "Comunicação em tempos de Redes Sociais". A jornalista e professora, Mariela Carvalho, discorreu sobre como a rede afetou as relações sociais nos seus diferentes níveis, além de sua importância como ferramenta de mobilização. Já a segunda palestra, ministrada pelo jornalista Ricardo Alvarenga, teve como tema "Redes Sociais: novos espaços de evangelização". O palestrante, apresentou aos participantes os diversos documentos do magistério da Igreja que abordam o assunto, as principais noções sobre ética cristã na internet e as grandes preocupações da Igreja nessa área.

O padre e coordenador da pastoral de comunicação da arquidiocese, Gutemberg Feitosa, explicou ainda sobre a estrutura atual da comunicação na arquidiocese de São Luís, bem como sobre o trabalho da Rádio Educadora e as edições do Jornal do Maranhão.  O encontro foi encerrado com a missa presidida por dom José Belisário da Silva, e concelebrada pelo padre Gutemberg.

Com informações da Pascom da arquidiocese de São Luís

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

“As Santa Missões Populares ajudarão a sermos uma Igreja mais misericordiosa, pois não estão voltadas para si mesmas, mas para o povo” disse o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, em Encontro Nacional de Formadores. 

O evento foi realizado de 5 a 8 de janeiro, em Luziânia (GO), com participação de 42 representantes das arquidioceses, dioceses e prelazias do Brasil, além de coordenadores dos Conselhos Missionários Regionais (Comires) e Conselhos Missionários Diocesano (COMIDIs). Também, marcaram presença no encontro os bispos da prelazia de São Félix do Araguaia, dom Adriano Ciocca Vasino, e de Luziânia, dom Afonso Fiorenze. 

Ao falar da missão, dom Leonardo fez memória da caminhada missionária da Igreja, a partir da Encíclica “Evangelii Nuntiandi”, do beato Paulo VI. O bispo destacou o protagonismo de leigos e leigas que atuam nas Santas Missões Populares. “Precisamos apoiar todas as iniciativas que ajudam a Igreja ser cada vez mais missionária, principalmente, quando é um anúncio que não seja moralizante, que não impõe, mas um anúncio que atrai”, acrescentou dom Leonardo. 

Nova equipe

Durante o encontro foi constituída a nova equipe Nacional de Formadores e Articuladores para os Regionais das Santa Missões Populares. Conheça os membros:

Padre Luiz Mosconi, padre José Ângelo Figueira (Dehoniano) - arquidiocese de São Luiz (MA); irmã Dirce Gomes da Silva (Irmãs de Cristo Pastor) - arquidiocese de Londrina (PR); padre Antônio Lopes de Lima - diocese de Limoeiro (CE); padre João Paulo Ribeiro - diocese de Caxias (MA); padre Henrique Neveston da Silva - diocese de Guaxupé (MG) e dom Adriano Ciocca Vasino - bspo da prelazia de São Félix do Araguaia, como referencial para as Santas Missões Populares e Renata Barbosa Barreto - diocese de Luziânia (GO).

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

No Angelus do Dia de Reis, o Papa iniciou sua reflexão a partir do Evangelho do dia, cuja narrativa dos Reis Magos, vindos do Oriente a Belém para adorar o Messias, disse o Papa, confere à festa da Epifania um fôlego de universalidade.

“Este é o fôlego da Igreja, que deseja que todos os povos da terra possam encontrar Jesus, ter a experiência do Seu amor misericordioso”, disse o Santo Padre.

Ao recordar que as figuras dos Reis Magos representavam as diversas culturas que iam ao encontro do recém-nascido Messias, Francisco disse que a Igreja sempre viu neles a imagem de toda a humanidade.

“E com a celebração da Epifania, a Igreja quer quase guiar respeitosamente todos os homens e mulheres deste mundo em direção ao Menino que nasceu para a salvação de todos”.

Ao recordar que na noite de Natal Jesus manifestou-se aos pastores, homens “humildes e desprezados” que “foram os primeiros a levar um pouco de calor àquela fria gruta de Belém”, o Papa disse que os Reis Magos e os pastores são muito diferentes entre si, mas que têm algo em comum: o céu.

“Os pastores e os Reis Magos nos ensinam que para encontrar Jesus é preciso saber sempre voltar o olhar ao céu, não estar fechado em si mesmo, mas ter o coração e a mente abertos ao horizonte de Deus, que sempre nos surpreende”.

Francisco concluiu a sua reflexão usando a metáfora da Estrela de Belém, que é o Evangelho, “luz que nos guia em direção a Cristo”. Por fim, o Papa exprimiu a sua proximidade aos cristãos do Oriente que celebram o Natal do Senhor nesta quinta-feira, dia 7.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Com o objetivo de capacitar,  através do estudo, da reflexão e partilha de experiências, animadores e animadoras vocacionais, em vista do serviço às vocações na e para a Igreja no Brasil, de modo que a dimensão vocacional se torne, cada vez mais uma ação conatural e essencial à missão evangelizadora das cristãs e dos cristãos que animam as comunidades, o Regional Nordeste V / CNBB promoverão em 2016 a Escola de Animadores e Animadoras Vocacionais. 

Objetivos Específicos:
- Estudar e aprofundar a antropologia, a teologia e a eclesiologia das vocações.
- Desenvolver através do estudo em grupo e oficinas, uma metodologia para o Itinerário vocacional, a fim de propiciar adequado planejamento do Serviço de Animação Vocacional.
- Oportunizar e solidificar experiências da espiritualidade da Animadora e do Animador vocacional, para que tenham ânimo e fortaleza no Serviço de animação Vocacional.

Público Alvo:
A ESPAV contempla a participação de leigos e leigas, consagradas e consagrados e os Ministros Ordenados (diáconos, padres e bispos) que efetivamente desenvolvem a PV/SAV

Critérios de Participação:
Estar atuando na Comunidade Eclesial, na PV/SAV.
Pessoa que tenha clareza de sua própria vocação/missão na Igreja.
Ter disposição para acompanhar o ritmo da ESPAV proposto em módulos, bem como realizar as atividades inerentes à Escola.
Ser uma pessoa consciente do chamado/envio/missão da Igreja local ou Instituto a que pertence

O 1º MÓDULO VAI SE REALIZAR NOS DIAS : 18 À 21 DE MAIO DE 2016
INÍCIO ÀS 08:00H E ENCERRAMENTO ÀS 12:00H

1ª Etapa da Escola Vocacional:
Vocação Pessoal e cristã.
Vocação específica e seu desenvolvimento
Características culturais e sociais que influenciam a resposta vocacional.
Assessor: Pe. Sival
Local: Centro Missionário Franciscano (CEFRAM)
Bacabal – MA
Taxa de Inscrição: 150,00
Diária do CEFRAM: 75,00
Inscrições até dia 05 de maio de 2016

Coordenadora do SAV RN5 : Ir. Ísis Ubalda de Carvalho
Tel: (99) 3621 1000
(99) 3621 1280
(99) 98135 5378
(99) 98820 0085

Os demais Módulos vão se realizar nos próximos 3 anos

Conteúdo Programático
1º Módulo Antropologia da Vocação
- Vocação pessoal e cristã.
- Vocação especifica e seu desenvolvimento.
- Características culturais, psicológicas e sociais que influenciam a resposta vocacional.

2º Módulo Teologia e Eclesiologia da Vocação
- Teologia da Vocação
- Eclesiologia da Vocação
- Espiritualidade da Animação Vocacional encarnada no hoje da vida

3º Módulo Itinerário Vocacional
- Processo do Acompanhamento Vocacional
- Desafios, princípios e pressupostos presentes no Serviço de Animação Vocacional
- Elementos diversos no processo do Itinerário Vocacional

4º Módulo Metodologia e Planejamento no SAV
- Diagnóstico da realidade social e eclesial na ótica vocacional
- Metodologia do processo de planejamento participativo
- Oficinas de elaboração e apresentação do planejamento no SAV
Após um ano de bons resultados no que se refere à pastoral, os vários núcleos do Terço dos Homens da Paróquia Sant'Ana reuniram-se no último dia 28 uma grande confraternização.

A ocasião foi marcada por uma missa em ação de graças, presidida por Frei Ivaldo e contou com a participação dos homens do terço e seus familiares. Bem participativa, na celebração pôde-se perceber o quando essa pastoral foi importante para as comunidades que têm a graça de ter um grupo.

Após a celebração, um lanche foi partilhado entre todos a fim de manifestar a integração e a amizade que têm uns com os outros. Juntos têm muito a agradecer, principalmente pela caminhada que fizeram durante esse ano, sendo testemunhas para muitos outros homens. Através deste grupo, muitos descobriram o valor da fé, da família, da oração e da Palavra de Deus. Um grande presente!

Estiveram presentes homens dos grupos das comunidades São Raimundo, Santa Luzia, Nossa Senhora Rainha da Paz, Santo Santonio, Sant'Ana e Nossa Senhora da Conceição.

Confira algumas fotografias:

Fotografia: Francisco Jane / Terço dos Homens - Comunidade São Raimundo

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Milhares de peregrinos participaram da última Audiência Geral do ano, na Praça S. Pedro .Como de costume, antes de pronunciar a sua catequese, o Papa saudou os presentes a bordo do seu papamóvel, fazendo a alegria dos fiéis.

Ao se dirigir aos peregrinos, Francisco refletiu sobre a devoção ao Menino Jesus, o protagonista do presépio nesses dias natalinos. Muitos santos e santas cultivaram essa devoção, como por exemplo Santa Teresa de Lisieux, que como monja carmelita escolheu o nome de Teresa do Menino Jesus. Ela soube viver aquela “infância espiritual” que se assimila justamente meditando a humildade de Deus que se fez pequeno por nós.

“E este é um grande mistério, Deus é humilde! Nós que somos orgulhosos, repletos de vaidade e acreditamos ser grandes, e somos nada! Ele é grande, é humilde e se faz criança. Este é um verdadeiro mistério!”, disse o Pontífice, acrescentando que toda a vida terrena de Jesus é revelação e ensinamento, sendo a morte e ressurreição a expressão máxima do seu amor redentor.

Para crescer na fé, afirmou Francisco, seria necessário contemplar com mais frequência o Menino Jesus, não obstante se saiba pouco de sua infância: da apresentação ao Templo e a visita dos Reis Magos, há um salto de doze anos até a peregrinação de Jesus com Maria e José para a Páscoa. Todavia, prosseguiu, podemos aprender muito de sua vida se olharmos para o modo de ser das crianças.

Antes de tudo, elas querem a nossa atenção e precisam dela para se sentirem protegidas: “É necessário também para nós colocar Jesus no centro da nossa vida e, mesmo que possa parecer paradoxal, saber que temos a responsabilidade de protegê-lo. Ele quer estar entre nossos braços, deseja ser acudido e poder fixar o seu olhar no nosso.”

As crianças, por fim, amam brincar e, para isso, é preciso abandonar a nossa lógica para entrar na lógica infantil. Trata-se de um ensinamento.

“Diante de Jesus somos chamados a abandonar a nossa pretensão de autonomia - este é o nó da questão -, para acolher ao invés a verdadeira forma de liberdade, que consiste em conhecer quem temos diante de nós e servi-lo: é o Filho de Deus. Ele veio para nos mostrar a face do Pai rico de amor e de misericórdia. Coloquemo-nos a seu serviço”, exortou o Papa.

Ao final, Francisco pediu que, ao voltarem para casa, os fiéis se aproximem do presépio e beijem o Menino Jesus, pedindo a seguinte graça: “Jesus, quero ser humilde como você, humilde como Deus”

sábado, 26 de dezembro de 2015

25 de dezembro, Dia de Natal – o Papa Francisco dirigiu-se à “cidade e ao mundo” na tradicional Mensagem e Benção Urbi et Orbi. O Santo Padre desejou a paz no mundo neste dia de paz, luz e alegria.

Na sua Mensagem o Papa Francisco anunciou este “dia de misericórdia em que Deus Pai revelou à humanidade a sua imensa ternura.” Um “dia de luz que dissipa as trevas do medo e da angústia”, um “dia de paz, em que se torna possível encontrar-se dialogar, reconciliar-se. Dia de alegria: uma «grande alegria» para os pequenos e os humildes, e para todo o povo (cf. Lc 2, 10).

Para o Santo Padre o Natal “é um acontecimento que se renova em cada família, em cada paróquia, em cada comunidade que acolhe o amor de Deus encarnado em Jesus Cristo. Como Maria, a Igreja mostra a todos o «sinal» de Deus: o Menino que Ela trouxe no seu ventre e deu à luz, mas que é Filho do Altíssimo, porque «é obra do Espírito Santo» (Mt 1, 20). Ele é o Salvador, porque é o Cordeiro de Deus que toma sobre Si o pecado do mundo (cf. Jo 1, 29). Juntamente com os pastores, prostremo-nos diante do Cordeiro, adoremos a Bondade de Deus feita carne e deixemos que lágrimas de arrependimento inundem os nossos olhos e lavem o nosso coração.”

“Ele, só Ele, nos pode salvar. Só a Misericórdia de Deus pode libertar a humanidade de tantas formas de mal – por vezes monstruosas – que o egoísmo gera nela. A graça de Deus pode converter os corações e suscitar vias de saída em situações humanamente irresolúveis.”

“Onde nasce Deus, nasce a esperança. Onde nasce Deus, nasce a paz. E, onde nasce a paz, já não há lugar para o ódio e a guerra” – disse o Papa Francisco recordando que, no entanto, no mundo continuam a existir tensões e violências, e a paz continua um dom que deve ser invocado e construído.

O Santo Padre sublinhou, desde logo, o conflito que envolve israelitas e palestinianos augurando que retomem “um diálogo directo e cheguem a um acordo que permita a ambos os povos conviverem em harmonia, superando um conflito que há muito os mantém contrapostos, com graves repercussões na região inteira.”

Palavras do Santo Padre para a paz na Síria e referências à Líbia, Iraque Iémen e áfrica subsaariana onde os conflitos ceifam inúmeras vítimas, causam imensos sofrimentos e não poupam sequer o património histórico e cultural de povos inteiros.

Especial referência do Papa para os ataques terroristas no Egito, Beirute, Paris, Bamaco e Túnis:
“Penso ainda em quantos foram atingidos por hediondos actos terroristas, em particular pelos massacres recentes ocorridos nos céus do Egipto, em Beirute, Paris, Bamaco e Túnis.”
Referindo ainda os mártires dos nossos dias, “perseguidos em muitas partes do mundo por causa da sua fé, o Papa Francisco fez uma referência para a paz e concórdia na República Democrática do Congo, o Burundi e o Sudão do Sul:

“Paz e concórdia, pedimos para as queridas populações da República Democrática do Congo, do Burundi e do Sudão do Sul, a fim de se reforçar, através do diálogo, o compromisso comum em prol da edificação de sociedades civis animadas por sincero espírito de reconciliação e compreensão mútua.”

Na sua mensagem o Santo Padre expressou ainda os seus votos de que o “Natal traga verdadeira paz também à Ucrânia”, e referiu também o povo colombiano na sua busca pela “desejada paz”.
As crianças-soldado, a violência contra as mulheres, o tráfico de seres humanos e o narcotráfico foram também referências da mensagem do Papa e das suas preocupações. Também a atenção do Santo Padre para os migrantes e refugiados:

“Não falte o nosso conforto às pessoas que fogem da miséria ou da guerra, viajando em condições tantas vezes desumanas e, não raro, arriscando a vida. Sejam recompensados com abundantes bênçãos quantos, indivíduos e Estados, generosamente se esforçam por socorrer e acolher os numerosos migrantes e refugiados, ajudando-os a construir um futuro digno para si e seus entes queridos e a integrar-se nas sociedades que os recebem.”
No final da sua mensagem o Papa falou daqueles que não têm trabalho e recordando o Ano Santo da Misericórdia fez uma referência especial àqueles que estão nos estabelecimentos prisionais.

O Papa Francisco a todos deu a sua bênção!

Fonte: Rádio Vaticana

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresenta o Estudo 108 com o tema “Missão e Cooperação Missionária”. Fruto de várias reuniões do Conselho Missionário Nacional (Comina), o texto foi discutido e aprovado pela Assembleia do organismo, ocorrida em março de 2015, como também pelo Conselho Permanente da CNBB, no último mês de outubro.

O Estudo 108 oferece elementos para uma reflexão sobre a missão, animação e cooperação missionária. De acordo com o bispo auxiliar de São Luís (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial, dom Esmeraldo Barreto de Farias, o objetivo do texto é “mostrar os elementos fundamentais para a reflexão e vivência da missão a partir dos desafios das realidades de hoje, considerando os fundamentos trinitários, a busca da conversão como Igreja em saída e os horizontes que apontam para a presença evangelizadora junto aos que já são batizados e participantes ou aqueles que participam pouco ou não participam da vida eclesial e quem não conhece Jesus Cristo”.

Ainda de acordo com o bispo, o estudo anima todas as pessoas e grupos que buscam iluminar sua vida e sua caminhada levando em conta a fala do papa Francisco. Para o pontífice a atividade missionária "ainda hoje representa o máximo desafio para a Igreja" e "deve ser a primeira de todas as causas".

O texto está dividido em dois capítulos, "A missão" e "A cooperação missionária". "Sabendo que a missão da Igreja é universal, a última parte do estudo mostra como a animação e cooperação missionárias podem e devem se concretizar nas paróquias, dioceses, regionais e em nível nacional", acrescenta dom Esmeraldo. 

O Estudo 108 está disponível nas Edições CNBB: www.edicoescnbb.com.br

Fonte: CNBB
Francisco acolheu o pedido de renúncia de dom Erwin Kräutler, que esteve à frente da diocese por 34 anos

O papa Francisco aceitou, nesta quarta-feira, 23 de dezembro, o pedido de renúncia do bispo do Xingu (PA), dom Erwin Kräutler, conforme previsto no Cânon 401, parágrafo primeiro, do Código de Direito Canônico. Na mesma data, Francisco nomeou como bispo da prelazia do Xingu o frei João Muniz Alves, OFM, atualmente guardião da Comunidade de São Luís na arquidiocese de São Luís (MA). O mesmo pertence à Província Franciscana Nossa Senhora da Assunção (Maranhão e Piauí) e já residiu em Bacabal-MA.

Frei João

Nasceu em  dia 8 de janeiro de 1961, em Santa Rita (MA). Foi ordenado sacerdote em 4 de setembro de 1993. É graduado em Teologia e Filosofia pelo Instituto Católico de Estudos Superiores do Piauí (Icespi); mestre e doutor em Teologia Moral pela Pontifícia Universidade Lateranense (PUL), em Roma; mestre em Filosofia pelo Pontificium Athenaeum Antonianum (PUA), em Roma.

De 1993 a 1994, frei João Muniz realizou seus trabalhos como vigário paroquial da paróquia São José em Lago da Pedra (MA). De 1995 a 1998, exerceu a função de pároco da paróquia São Francisco das Chagas em Bacabal (MA). Entre 1995 e 2001, foi promotor da Pastoral Vocacional da província; mestre e guardião do Postulantado, membro do Conselho Presbiteral e do Colégio dos Consultores da diocese de Bacabal. De 2007 a 2013, exerceu a função de ministro provincial da província Franciscana Nossa Senhora da Assunção, no Maranhão e no Piauí. Em 2014, foi visitador geral na custódia autônoma Santa Clara de Assis em Moçambique, na África.

Atualmente, João Muniz é professor de Teologia Moral no Instituto de Estudos Superiores no Maranhão (Iesma), vigário paroquial na Fraternidade Franciscana de Nossa Senhora da Glória em São Luís (MA) e guardião e formador de estudantes de Filosofia e Teologia.

Fonte: CNBB

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

No dia de seu aniversário (17/12), o Pontífice aprovou o milagre atribuído à intercessão de Madre Teresa de Calcutá, beatificada por São João Paulo II, em 2003. A data da canonização ainda deverá ser confirmada, mas é possível que seja incluída nas celebrações do Jubileu da Misericórdia.

A Congregação para a Causa dos Santos concluiu em julho deste ano as investigações no Brasil sobre o milagre para a cura inexplicável de um homem em Santos (SP), em meados de 2008.

Milagre

O caso da cura milagrosa em chegou ao Vaticano no início de 2015 e logo foi considerado válido por apresentar elementos contundentes para a instauração de um processo. O Promotor de Justiça no processo local, Padre Caetano Rizzi, afirmou que tudo aconteceu muito rapidamente porque os fatos são evidentes.

"Ouvimos diversas testemunhas, ouvimos o possível miraculado. Foi um processo longo, intenso, com muitas audiências e muito trabalho. Mas a graça de Deus nos faz chegar a conclusão de que não temos aqui uma palavra para explicar o que aconteceu. Está sendo um processo muito rápido porque os fatos são evidentes”, explicou.

Na época, o miraculado havia 35 anos e, à beira da morte por causa de uma grave doença cerebral, de forma inexplicável, recuperou-se. O Delegado episcopal vaticano para o tribunal local, Monsenhor Robert Sarno, explicou à Rádio Vaticano como foi a última parte do processo.

A vida da santa

Madre Teresa nasceu em 1910 em Skopje, território albanês, atualmente capital da Macedônia, e morreu em 1997 em Calcutá, na Índia. Anjezë Gonxhe Bojaxhiu recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1979 por sua atuação missionária.

A futura santa deixou sua terra natal aos 18 anos, podendo retornar somente décadas mais tarde, quando iniciava a derrocada do regime comunista de Enver Hoxha.

Fonte: Rádio Vaticana

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Quarta-feira, 16 de Dezembro – na audiência geral na Praça de S. Pedro o Papa Francisco falou sobre os sinais do Jubileu. Segundo o Santo Padre este Ano Santo é celebrado em todo o mundo para marcar a comunhão eclesial na Igreja para que esta se torne cada vez mais intensa:

“Possa esta comunhão eclesial tornar-se sempre mais intensa, para que a Igreja seja no mundo o sinal vivo do amor e da misericórdia do Pai.”

No entanto, a misericórdia e o perdão não podem ficar reduzidos a belas palavras; são vida e dão vida neste Jubileu, se aderirmos de coração aos sinais que o caracterizam: cruzar a Porta Santa, amar a todos e tudo perdoar, aproximarmo-nos do sacramento da Confissão – afirmou o Papa Francisco.

O primeiro sinal é a Porta Santa – continuou o Papa – que eu quis aberta em todas as dioceses do mundo, para todos os fiéis poderem experimentar a graça do Jubileu. Aquela Porta indica o próprio Jesus, que nos convida a entrar e repousar n’Ele, mas também nos impele a sair ao encontro dos outros, levando-lhes o seu abraço de amor e perdão. Por isso, não teria grande eficácia o Jubileu, se a porta do nosso coração não se abrisse para deixar Cristo passar para os outros:

“Assim como a Porta Santa permanece aberta, porque é o sinal do acolhimento que Deus nos reserva, assim também há-de estar sempre aberta de par em par a nossa porta, sem excluir ninguém."

Improvisando o Papa Francisco chamou a atenção para eventuais enganos com pagamentos de indulgências:
“Estejam atentos! Não é que algum mais esperto vos diga que se tem que pagar. A salvação não se paga! A salvação não se compra! A Porta é Jesus e Jesus è grátis…. a salvação é grátis!”

 “Por vezes ouvimos pessoas lamentarem-se de que não conseguem perdoar” – afirmou o Papa, concordando que não é fácil perdoar, porque o nosso coração é pobre e, só com as nossas forças, não conseguimos perdoar. Mas tornamo-nos capazes de perdão, se nos abrirmos a Deus e acolhermos a sua misericórdia em nós.

“Desta forma, amar e perdoar são o sinal concreto de que a fé transformou o nosso coração, manifestando-se em nós a própria vida de Deus: amar e perdoar, como Deus ama e perdoa.
Um sinal fundamental do Jubileu é o Sacramento da Confissão – disse ainda o Santo Padre – que nos reconcilia com Deus. Vendo o estado miserável em que nos deixaram os nossos pecados, que reconhecemos e Lhe confessamos, Deus enche-Se de compaixão ficando Ele com os nossos pecados e regenerando-nos como seus filhos; acolhe-nos no seu seio e encoraja-nos a seguir pela estrada do bem. E o Papa Francisco concluiu a sua catequese encorajando os fiéis neste Ano Santo:

“Portanto, coragem! Vivamos o Jubileu iniciando com estes sinais que comportam uma grande força de amor. O Senhor acompanhar-nos-á para conduzir-nos a fazer experiência de outros sinais importantes para a nossa vida.”

O Santo Padre saudou também os peregrinos de língua portuguesa:
“Queridos peregrinos de língua portuguesa, bem-vindos! De coração vos desejo aquela misericórdia imensa e inesgotável que o Pai nos deu com o seu Filho feito Menino. Possam os vossos corações e as vossas famílias alegrar-se com a presença deste Deus feio Homem, a exemplo da Virgem Mãe que O concebeu por obra do Espírito Santo! Feliz Natal!”

O Papa Francisco a todos deu a sua benção!
A palavra “amém”, um dos vocábulos mais utilizados pelos cristãos, é dificilmente traduzível em seu sentido mais profundo (por isso é mantida em hebraico, o idioma original), e utilizada sempre em relação a Deus.

Pronunciar esta palavra é proclamar que se tem por verdadeiro o que se acaba de dizer, com o objetivo de ratificar uma proposição, unir-se a ela ou a uma oração.

Por isso, expressar em forma grupal no âmbito do serviço divino ou ofício religioso também significa “estar de acordo” com o que foi dito.

A palavra “amém” é utilizada para concluir as orações. No entanto, a oração por excelência, o Pai-Nosso, quando rezado dentro da missa, não é acompanhado pelo “amém” no final. Fora da missa, o “amém” é dito normalmente.

Cabe ressaltar que o Pai-Nosso é a única oração da Igreja que está integrada na liturgia da missa.

Mas qual é a explicação para a ausência do “amém” no Pai-Nosso da missa? É simples: não se diz “amém” porque a oração ainda não terminou.

Depois de todos rezarem o Pai-Nosso até o “… mas livrai-nos do mal”, ao invés de dizer “amém”, o sacerdote continua a oração sozinho. A liturgia chama isso de “embolismo”, ou seja, essa oração que o padre reza sozinho é uma oração que recolhe e desenvolve a oração precedente.

O sacerdote desenvolve a última petição do Pai-Nosso (“livrai-nos do mal”) dizendo:

“Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.”

E o povo responde com uma aclamação muito antiga, cuja origem se perde nos primeiros séculos da história da Igreja:

“Vosso é o Reino, o poder e a glória para sempre!”

Assim, o Pai-Nosso fica totalmente integrado à liturgia eucarística, não como um acréscimo, mas como parte fundamental dela.

Fonte: Aleteia

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

A Província Franciscana Nossa Senhora da Assunção convida toda população para participar da IX Exposição Franciscana de Presépios. O evento tem como objetivo oferecer a toda sociedade Cristã, um espaço para meditar e contemplar o mistério da Encarnação de Jesus, a partir da criação e da arte, bem como promover a valorização e o respeito às diferentes manifestações da cultura. 

A exposição acontece no período de 15 a 20 de dezembro de 2015, no Centro Franciscano de Animação Missionária – CEFRAM – Bacabal- MA. 

Na abertura Oficial teremos “Apresentação Teatral do Nascimento de Cristo” com os Jovens da Comunidade São Raimundo e Apresentação Musical com Sâmia Leticia. Dia 19 tem show do “GRUPO IR AO POVO” do (Projeto do Pe. Zezinho) 

Durante toda semana a exposição estará aberta ao público das 8hs as 22 hs. Haverá Praça de Alimentação pela noite. Dia 03 de Janeiro dia de Reis, acontecerá a tradicional queima das palhinhas. E para finalizar, dia 20 A CANTATA NATALINA “UM NATAL DE LUZ” NA IGREJA SÃO FRANCISCO às 20h. 

Fonte: Castro Digital

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

A Diocese de Bacabal viveu um momento de dupla alegria no último sábado (12), dia de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira da América Latina, quando da ordenação presbiteral de Johon Sidney e diaconal, de Edimar Lessa.

A celebração eucarística foi presidida por Dom Armando e concelebrada por um grande número de sacerdotes de nossa diocese e de outros lugares do Brasil, companheiros de caminhada dos dois jovens que professaram o desejo do sacerdócio. O início da cerimônia foi marcada pela acolhida de todos os presentes, feita por Frei Ribamar e pela entronização da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe.

O rito de ordenação teve início com o chamado e o testemunho dos formadores, atestando sua preparação para os dois graus ministeriais. Visivelmente emocionados, Johon Sidney e Edimar estavam acompanhados por seus pais e por diversos amigos, principalmente das paróquias em que atuam. Ao serem impostas as mãos sobre os mesmos e declarados agora sacerdote e diácono, foram saudados por toda a assembleia, e tomando parte ao lado do presidente da celebração e os concelebrantes, viram-se envoltos de alegria e comunhão com todos aqueles que torceram para a chegada desse dia. Marcada por um clima de alegria e gratidão, Dom Armando enfatizou a característica mais visível de Maria: o serviço. Servir é a missão número um de todo consagrado, disse ele.

Ir. Edmar Gomes pertence à Congregação dos Servos do Sagrado Coração de Jesus e atua em Bom Lugar-MA e desempenhará naquela comunidade o seu ministério diaconal.  Já Johon Sidney, que é da Paróquia Sant'Ana e São Joaquim, desenvolve seu trabalho na Paróquia Santa Teresinha e atualmente é Reitor do Seminário Propedêutico.

Ao final da celebração, a Paróquia Sant'Ana e São Joaquim ofereceu um coquetel para os presentes. 

Confira algumas fotos da missa de ordenação.

Fotografia: Lourival Albuquerque 
A Igreja seja humilde, pobre e confiante no Senhor – esta a mensagem principal do Papa Francisco na Missa em Santa Marta na manhã desta terça-feira dia 15 de dezembro.

Partindo do Evangelho do dia o Santo Padre falou das tentações que podem corromper o testemunho da Igreja e recordou que Jesus chama a atenção dos chefes dos sacerdotes e adverte-os para o facto de que até as prostitutas entrarão primeiro do que eles no Reino dos Céus.

Uma Igreja que se entrega a Deus, deve “ter essas três características”: humildade, pobreza e confiança no Senhor – afirmou o Papa Francisco:

“Uma Igreja humilde, que não se vanglorie dos poderes, das grandezas. Humildade não significa uma pessoa abatida, fraca, com os olhos sem expressão… Não, isso não é humildade, isso é teatro! É uma humildade faz de conta. A humildade tem um primeiro passo: ‘Eu sou pecador’.”

Finalmente, a confiança no Senhor, porque esta é a herança prometida – salientou o Papa na conclusão da sua homilia:

“ Esta é a herança que nos promete o Senhor: ‘… deixarei no meio de ti um povo humilde e pobre, e eles confiarão no nome do Senhor’.”

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

A Solenidade de abertura da Porta Santa realizada hoje, 13 de dezembro, na Catedral Nossa Senhora da Penha, em Crato- CE, teve para os fiéis da Diocese de Crato e romeiros do Padre Cícero Romão Batista um significado ainda maior. Neste dia o Bispo Dom Fernando Panico comunicou ao povo, durante sua homilia, que o Papa Francisco havia enviado uma carta, assinada pelo Cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado de Sua Santidade, na qual autoriza a reconciliação do “Padim Ciço”, como é carinhosamente chamado pelos devotos, com a Igreja Católica.

As palavras aguardadas há décadas pelos fiéis foram recebidas com júbilo. Fogos de artificio, palmas e expressões de alegria era o que se notava no rosto dos que participavam da celebração. Um quadro com a imagem do padre foi introduzida não no altar, pois ele ainda não foi canonizado, mas dentro da Igreja, próximo ao altar. “Ele vai entrar como romeiro. Seu lugar não será ainda o Altar, mas ficará no meio do Povo, invocando e cantando conosco a misericórdia do Pai”, disse Dom Fernando.

Além de destacar a fé simples e a devoção a Nossa Senhora que o Padre Cícero teve em sua existência, o Papa ainda caracterizou o seu modo de evangelização, vivido no final do século XIX e início do XX, como atual. “Atitude de saída, ao encontro das periferias existenciais, a atitude do Padre Cícero em acolher a todos, especialmente aos pobres e sofredores, aconselhando-os e abençoando-os, constitui sem dúvida, um sinal importante e atual”, afirmou.

Padre Cícero morreu em 1934 suspenso de ordem. A partir da data de seu falecimento o número de fiéis que realizam romarias a cidade que ele fundou, Juazeiro do Norte, só cresce. Diante desta realidade ao chegar na Diocese de Crato, em 2001, Dom Fernando Panico colocou esta reconciliação como prioridade de seu episcopado.

O Bispo formou uma comissão e deu entrada, em 2006, na Congregação para Doutrina da Fé, no Vaticano, ao processo de REABILITAÇÃO, porém o Papa Francisco foi além. A partir dos estudos realizados pela Equipe de Direito Canônico do Vaticano, foi decidido que a Igreja deveria conceder a RECONCILIAÇÃO do padre com a Igreja, permitindo assim que os fiéis realizem sua devoção com a aprovação da Santa Sé.

Dom Fernando, diante da realização de um dos seus maiores sonhos, afirmou que toda a Diocese de Crato foi justificada pela ação do Papa Francisco, e que não houve equivoco em assumirem a opção pastoral em favor das romarias e o acolhimento aos romeiros. “Como Bispo Diocesano dessa Igreja particular, fico feliz por poder receber essa grande graça, em nome do Padre Cícero e de seus romeiros e romeiras, em nome de todos aqueles bispos – Dom Quintino, Dom Delgado – que alguma vez pediram que a Igreja e Padre Cícero se reconciliassem, em nome de todas as pessoas que queriam ver o Seu Padrinho ser, de novo, acolhido pela Igreja Católica da mesma forma que sempre foi acolhido por seus afilhados!”, disse.

Na Igreja onde foi batizado e realizou a primeira missa, neste ano 2015, ao Padre Cícero foi concedida uma reconciliação histórica mostrando que a misericórdia de Deus está acima das ações humanas.

Reabilitação e Reconciliação

Reabilitação é recuperação de ordens que estavam suspensas. Reconciliação é apagar qualquer oposição a ação do Padre Cícero.

A Diocese de Crato deu entrada ao processo de reabilitação pelo fato do Padre Cícero ter morrido suspenso de ordem, porém como o padre já havia falecido e as punições cessadas, não tinha o que o Papa reabilitar.

De 2006 a 2014 uma equipe de direito canônico do Vaticano estudou como resolver esta questão. Eles chegaram a conclusão de que a Igreja teria que ter uma Reconciliação. “Como a ação do Padre Cícero se tornou crescente mesmo após a sua morte, eles disseram era oportuno a reconciliação da Igreja com o Padre”, disse o chanceler Armando Lopes Rafael.

Em outubro de 2015 o Papa Francisco enviou uma carta reconciliando a Igreja Católica com a herança espiritual do Padre Cícero, porque entendeu que o Padre deu continuidade a obra de divulgação do evangelho que Jesus queria. “Ele se dedicou aos humildes e estes permaneceram fiéis a Igreja Católica, por isso a reconciliação”, disse Armando.

A Reconciliação é mais ampla que a Reabilitação pois, conforme explica o chanceler, é uma aceitação e reconhecimento dos frutos feitos através das romarias e devoção ao padre Cícero, propiciando uma maior aproximação dos romeiros com toda a Igreja Católica.

Resumo da carta-mensagem do Papa Francisco

sobre a Reconciliação histórica da Igreja Católica com a memória do Padre Cícero Romão Batista

Em longa correspondência enviada ao Bispo Diocesano de Crato, Dom Fernando Panico, o Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, afirmou que: “A presente mensagem foi redigida por expressa vontade de Sua Santidade o Papa Francisco, na esperança de que Vossa Excelência Reverendíssima não deixará de apresentar à sua Diocese e aos romeiros do Padre Cícero a autentica interpretação da mesma, procurando por todos os meios apoiar e promover a unidade de todos na mais autentica comunhão eclesial e na dinâmica de uma evangelização que dê sempre e de maneira explicita o lugar central a Cristo, principio e meta da História”.

A mensagem lembra, inicialmente, as festas pelo centenário de criação da Diocese de Crato acrescentando “que (essas comemorações) põem em realce a figura do Padre Cícero Romão Batista e a nova Evangelização, procurando concretamente ressaltar os bons frutos que hoje podem ser vivenciados pelos inúmeros romeiros que, sem cessar, peregrinam a Juazeiro atraídos pela figura daquele sacerdote. Procedendo desta forma, pode-se perceber que a memória do Padre Cícero Romão Batista mantém, no conjunto de boa parte do catolicismo deste país, e, dessa forma, valoriza-la desde um ponto de vista eminentemente pastoral e religioso, como um possível instrumento de evangelização popular”.

Lembrando que Deus sempre se serve de pobres instrumentos para realizar suas maravilhas e que todos nós somos “vasos de argila” (2Co 4,7) em Suas mãos, o texto afirma, sem dúvida alguma, que Padre Cícero, pelo seu intenso amor pelos mais pobres e por sua inquebrantável confiança em Deus, foi esse instrumento escolhido por Ele. O Padre respondeu a este chamado, movido por um desejo sincero de estender o Reino de Deus.

Na correspondência constam vários tópicos, dos quais alguns são reproduzidos, a seguir, textualmente:

“Mas é sempre possível, com a distância do tempo e o evoluir das diversas circunstâncias, reavaliar e apreciar as várias dimensões que marcaram a ação do Padre Cícero como sacerdote e, deixando à margem os pontos mais controversos, por em evidência aspectos positivos de sua vida e figura, tal como é atualmente percebida pelos fiéis”.

†  “É inegável que o Padre Cícero Romão Batista, no arco de sua existência, viveu uma fé simples, em sintonia com o seu povo e, por isso mesmo, desde o início, foi compreendido e amado por este mesmo povo”.

†   “Deixou marcas profundas no povo nordestino a intensa devoção do Padre Cícero à Virgem Maria” no seu título de “Mãe das Dores e das Candeias” (…) Como não reconhecer, Dom Fernando, na devoção simples e arraigada destes romeiros, o sentido consciente de pertença à Igreja Católica, que tem na Mãe de Jesus Cristo um dos seus elementos mais característicos?

†   “A grande romaria do dia de Finados, iniciada pelo Padre Cícero, transmite a dimensão escatológica da existência humana. Pois, como afirma o documento de Aparecida, Nossos povos (…) têm sede de vida e felicidade em Cristo. (…)

†   “Não deixa de chamar a atenção o fato de que estes romeiros, desde então, sentindo-se acolhidos e tendo experimentado, através da pessoa do sacerdote, a própria misericórdia de Deus, com ele estabeleceram – e continuam estabelecendo no presente – uma relação de intimidade, chamando-o na carinhosa linguagem popular nordestina de “padim”, ou seja, considerando-o como um verdadeiro padrinho de batismo, investido da missão de acompanhá-los e de ajuda-los na vivência da sua fé”.

†   “No momento em que a Igreja inteira é convidada pelo Papa Francisco a uma atitude de saída, ao encontro das periferias existenciais, a atitude do Padre Cícero em acolher a todos, especialmente aos pobres e sofredores, aconselhando-os e abençoando-os, constitui sem dúvida, um sinal importante e atual”.

†   “O afeto popular que cerca a figura do Padre Cícero pode constituir um alicerce forte para a solidificação da fé católica no ânimo do povo nordestino (…). Portanto, é necessário, neste contexto, dirigir nossa atenção ao Senhor e agradecê-lo por todo o bem que ele suscitou por meio do Padre Cícero”.

†   “Assim fazendo, abrem-se inúmeras perspectivas para a evangelização, na linha desta recomendação do Documento de Aparecida; “Deve-se dar catequese apropriada que acompanhe a fé já presente na religiosidade popular”. (Documento de Aparecida, 300).

†   “Ao mesmo tempo que me desempenho da honra de transmitir uma fraterna saudação do Santo Padre a todo o povo fiel do sertão do Ceará, com os seus Pastores, bendizendo a Deus pelos luminosos frutos de santidade que a semente do Evangelho faz brotar nestas terras abençoadas, valho-me do ensejo para lhe testemunhar minha fraterna estima e me confirmar de Vossa Excelência Reverendíssima devotíssimo no Senhor

Pietro Cardeal Parolin

                             Secretário de Estado de Sua Santidade

Vaticano, 20 de outubro de 2015.
A esperança na misericórdia de Deus abre os horizontes e faz-nos livres, enquanto a rigidez clerical fecha corações e faz tanto mal - esta a principal mensagem da homilia do Papa na manhã desta segunda-feira dia 14 de dezembro na Casa de Santa Marta.

O Santo Padre afirmou que no Evangelho, existem os chefes dos sacerdotes que perguntam a Jesus com qual autoridade age: “Não têm horizontes” – diz o Papa – são “homens fechados nos seus cálculos”, “escravos da própria rigidez”. E os cálculos humanos “fecham o coração, encerram a liberdade”, enquanto a “esperança nos deixa mais leves”.

O Papa Francisco na sua homilia contou um facto que ocorreu em 1992 em Buenos Aires, durante uma Missa pelos doentes. Estava confessando há muitas horas e estava a ponto de se levantar quando chegou uma mulher muito idosa, com cerca de 80 anos, “com os olhos que viam além, esses olhos repletos de esperança”. E o Papa disse-lhe: “Avó, a senhora quer confessar-se?” Porque eu estava a ir embora. “Sim”. “Mas a senhora não tem pecados”. E ela disse ao Papa: “Padre, todos nós os temos”. “Mas, talvez o Senhor não os perdoa?” “Deus perdoa tudo!”, disse.“ E como a senhora sabe isso?”, perguntou o Santo Padre. “Porque se Deus não perdoasse tudo, o mundo não existiria”. - estas as palavras da idosa de 80 anos que era portuguesa e que, segundo o Santo Padre recordou-lhe que  "Deus perdoa tudo, só espera que nos aproximemos Dele”.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Quarta-feira, 9 de dezembro – na audiência geral o Papa Francisco, na catequese que propôs, explicou a necessidade de um Jubileu da Misericórdia.

“Na nossa época de profundas mudanças, a Igreja é chamada a oferecer o seu contributo peculiar, tornando visível os sinais da presença e da proximidade de Deus. Este Jubileu é um tempo favorável para todos nós, fazendo-nos contemplar a Misericórdia Divina que ultrapassa todo e qualquer limite humano e consegue brilhar no meio da obscuridade do pecado, para nos tornarmos suas testemunhas mais convictas e eficazes.”
Segundo o Papa Francisco o Ano Santo da Misericórdia permitirá dirigir o olhar para o conteúdo essencial do Evangelho: Jesus Cristo.

“Dirigir o olhar a Deus, Pai misericordioso, e aos irmãos necessitados de misericórdia, significa concentrar a atenção no conteúdo essencial do Evangelho: Jesus Cristo, a Misericórdia feita carne, que torna visível aos nossos olhos o grande mistério do Amor trinitário de Deus. Celebrar um Jubileu da Misericórdia equivale a meter de novo no centro a nossa vida pessoal e das nossas comunidades o específico da fé cristã.”

Contudo, este tempo só será um tempo favorável, se aprendermos a escolher aquilo que mais agrada a Deus – sublinhou o Papa afirmando que o que mais agrada a Deus é perdoar os seus filhos.

“Perdoar os seus filhos, usar de misericórdia para com eles, a fim de que eles possam, por sua vez, perdoar os irmãos, resplandecendo como tochas da misericórdia de Deus no mundo.”

O Santo Padre referiu, entretanto, que algumas pessoas podem considerar que ‘é justo contemplar a misericórdia de Deus, mas não haveria outras coisas para fazer, pois há tantas necessidades urgentes?’ É verdade! – afirmou o Papa – mas é preciso ter em conta que, na raiz do esquecimento da misericórdia, sempre está o amor próprio, o egoísmo. Desta forma, isso toma a forma da busca exclusiva dos próprios interesses, prazeres e honras, juntamente com a acumulação de riquezas, enquanto na vida dos cristãos aparece muitas vezes sob a forma de hipocrisia e mundanidade. Estas investidas do amor próprio – continuou o Papa – que alienam a misericórdia do mundo, são tais e tantas que frequentemente nem sequer somos capazes de as reconhecer como limite e como pecado. Este é o motivo pelo qual é preciso reconhecer que somos pecadores para reforçar em nós a certeza da misericórdia divina, sem nunca ceder à tentação de pensar que possa haver outra coisa que seja mais importante e prioritária. Nada é mais importante do que escolher aquilo que mais agrada a Deus: a misericórdia – afirmou o Papa na conclusão da sua catequese.

O Santo Padre saudou também os peregrinos de língua portuguesa:

“Queridos peregrinos de língua portuguesa, saúdo-vos cordialmente a todos, nomeadamente aos membros da ‘Obra dos Filhos da Ressurreição’, com votos de que, neste Ano Santo, possais fazer experiência da misericórdia de Deus para serdes testemunhas daquilo que mais Lhe agrada. Rezai também por mim! Deus vos abençoe!”

O Papa Francisco a todos deu a sua bênção.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

“Seja aberta a Porta da Justiça” – foi com estas palavras que o Papa Francisco abriu a Porta Santa da Misericórdia da Basílica de S. Pedro no Vaticano.

O Santo Padre inaugurou, assim, o 29º Jubileu da história da Igreja Católica – um Ano Santo Extraordinário centrado no tema da Misericórdia que decorre até 20 de novembro de 2016.

O Jubileu da Misericórdia teve início com a abertura da Porta Santa na Catedral de Bangui, na República Centro-Africana, no dia 29 de novembro.

Neste dia 8 de dezembro, foi a vez da abertura da Porta Santa da Basílica de S. Pedro, algo que não acontecia desde o ano 2000.

A Igreja Católica iniciou a tradição do Ano Santo com o Papa Bonifácio VIII, em 1300, e a partir de 1475 determinou-se um jubileu ordinário a cada 25 anos.

Até hoje, houve 26 Anos Santos ordinários e dois extraordinários (anos santos da Reden­ção): em 1933 (Pio IX) e 1983 (João Paulo II).

O jubileu consiste num perdão geral, uma indulgência aberta a todos, e na possibilidade de renovar a relação com Deus e o próximo. Esta indulgência implica obras penitenciais, como peregrinações e visitas a igrejas.
No Angelus deste dia 8 de dezembro, Solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria, o Papa Francisco convidou os cristãos neste Jubileu da Misericórdia a “olharem para o ícone confiante da Imaculada e a contemplá-la em todo o seu esplendor, imitando a sua fé”.

O Santo Padre afirmou ainda que “celebrar a Festa da Imaculada comporta duas coisas: acolher plenamente Deus e a sua graça misericordiosa na nossa vida; tornarmo-nos, por nossa vez, artífices de Misericórdia mediante um autêntico caminho evangélico.”

Nas saudações após a oração do Angelus o Papa Francisco pediu uma calorosa saudação dos fiéis para o Papa Emérito Bento XVI, presente na Abertura da Porta Santa.

O Papa Francisco recordou ainda que na tarde deste dia 8 de dezembro irá, como habitualmente, rezar junto da imagem da Imaculada Conceição na Praça de Espanha em Roma.
A festa da padroeira da Diocese de Bacabal, Nossa Senhora da Conceição termina hoje (08), na Comunidade Porta Aberta. 

A noite conta com uma grande programação, iniciando às 18:00h com a procissão saindo da própria comunidade, percorrendo algumas ruas dos bairros do centro, até retornar ao ponto inicial, onde haverá a grande Missa de encerramento da festa, que começou no último dia 26.

Neste dia, estamos solenemente comemorando a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos

Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos.

A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.

Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.

No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: “Maria isenta do pecado original”.

A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu Sou a Imaculada Conceição”.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós!

sábado, 5 de dezembro de 2015

“Amar e servir com alegria”, esse deve ser o sentimento de todas as pessoas que aceitam contribuir com seus dons para as mais diversas pastorais da Igreja católica que buscam através de suas ações, atenderem determinadas situações em uma realidade específica, tendo como foco principal difundir os ensinamentos deixados por Jesus nos evangelhos. A afirmação foi feita pelo padre Geraldo de Paula, Missionário Redentorista, que trabalhou nos últimos três anos na Pastoral do Santuário Nacional de Aparecida (SP).

Padre Geraldo ressalta que neste trabalho é necessário “o sentimento de pertença a uma Igreja fundada por Jesus Cristo e continuada pelos apóstolos, e o sentimento de estar realizando o que o mestre nos ensinou. Como membros desse corpo, que é Igreja, que tem Cristo como cabeça, os leigos assumem com alegria as pastorais, de acordo com os seus dons e com as necessidades da comunidade”.

O trabalho pastoral é realizado nas igrejas de forma voluntária e é orientado pelas exigências do serviço, diálogo e anúncio do testemunho. São pequenos gestos cotidianos ou projetos de promoção humana que buscam defender a vida, promover a paz e alicerçar a sociedade na justiça. As pastorais da Igreja que lidam com a sociedade explicitamente são as pastorais sociais, como a Pastoral da Terra, da Criança, da Saúde, Pastoral Operária, da Mulher, dos Sem Tetos, da Moradia, do Menor e outras que interferem diretamente na vida social das pessoas.

A Assistente Social Kátia Helena de Andrade participa a 30 anos de pastorais. Para ela, “ser membro de uma pastoral é ser obediente ao chamado de Deus, e com isso contribuir para a mudança na sua comunidade e estar mais próxima das pessoas, na ajuda mútua, compreensão das necessidades e espírito de equipe”.  Kátia trabalhou na Pastoral da Juventude e atualmente faz parte da Pastoral da Catequese.

Michele Filomena dos Santos Cursino, dona de casa, em 15 anos participou das Pastorais da Acolhida, Catequese, Música e Liturgia sempre buscando crescer na fé e ocupar o tempo com coisas boas. Michele afirma que o objetivo da participação pastoral é fazer com que Deus chegue aos corações das pessoas.

A maior motivação que o trabalho pastoral busca oferecer para as pessoas que estão envolvidas “é sentir que Deus quer precisar de cada um dos seus filhos para que o seu Plano de Amor e Justiça aconteça no meio da nossa sociedade. Sendo assim, podemos ser canais das bênçãos de Deus para as pessoas, principalmente para aqueles que mais precisam, os pobres e necessitados” explica Padre Geraldo.

O Papa Francisco, em sua primeira Exortação Apostólica, refere-se às pastorais dizendo que é enorme a contribuição da Igreja no mundo atual e completa “Agradeço o belo exemplo que me dão tantos cristãos que oferecem a sua vida e o seu tempo com alegria. Este testemunho faz-me muito bem e me apoia na minha aspiração pessoal de superar o egoísmo para uma dedicação maior”.

Qualquer pessoa pode participar de uma pastoral dentro da sua igreja; basta verificar as diversas pastorais da comunidade em que atua, e perceber qual ou quais os dons que tem e poderá colocá-los a serviço das pessoas da comunidade. E por outro lado, é necessário estar atento às necessidades da comunidade e "se não há quem assuma, por hora, é preciso colocar-se a disposição para o serviço do bem comum", conclui Padre Geraldo de Paula.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

A Comunidade Nossa Senhora da Conceição, carinhosamente chamada de Porta Aberta está em festejo desde a última quinta-feira (26/11). 

A festa que durará até o dia 8 de dezembro, dia da padroeira será marcada por um grande bingo que acontecerá neste próximo dia 05 (sábado). O prêmio principal é um Corsa Classic 0 km e já é parte do desejo de muitas pessoas. Para poder ter a chance de ganhar o precioso veículo, os interessados devem procurar a própria comunidade e integrantes da igreja, que têm as cartelas para vender.

O valor da cartela é de R$ 20,00.

* Imagem meramente ilustrativa
Caríssimos irmãos e irmãs,

Todos os anos celebramos a padroeira desta Comunidade de Santa Luzia e procuramos ao longo desse período inspirar nossa vida e nossas ações a partir do exemplo desta grande santa que viveu nos primeiros séculos da Igreja. 

Esse ano temos várias motivações para celebrar: a Campanha da Fraternidade, que tratou sobre a Igreja e o serviço; o Ano da Misericórdia, que será aberto neste próximo dia 08; as Santas Missões Populares, entre outras graças e bênçãos que recebemos ao longo do ano por intercessão de Santa Luzia.

Por estes e por outros motivos, convidamos você e sua família a participar das festividades, que esse ano será de 03 a 13 de dezembro. Sua participação nestes dias de festa muito nos alegra e faz com que nos unamos em um único objetivo: levar a Palavra de Deus a todas as pessoas, principalmente aquelas mais afastadas, mas mesmo assim buscam a presença de Deus na participação da Eucaristia. 

Que a bênção de Deus estenda-se sobre todos vocês.

Pe. Ribamar Cardoso Lima - Administrador Paroquial
Dia 03 / Quinta-Feira
Subtema: Jesus Cristo, rocha viva sobre a qual colocamos nossa fé
Leituras: Is 26,1-6 / Sl 117 (118) / Mt 7,21.24-27
Liturgia: Pastoral Litúrgica da Comunidade
Convidados: Comunidade Santo Antonio

Dia 04 / Sexta-Feira
Subtema: Experimentar o milagre através do olhar da fé
Leituras: Is 29,17-24 / Salmo - Sl 26 (27) / Mt 9,27-31
Liturgia: Catequese
Convidados: Comunidade São José e Catequistas

Dia 05 / Sábado
Subtema: Missão é colocar-se a serviço da messe do Senhor
Leituras: Is 30,19-21.23-26 / Sl 146 (147) / Mt 9,35 - 10,1.6-8
Liturgia: Comunidade São Raimundo 
Convidados: Comunidades da Zona Rural

Dia 06 / Domingo
Subtema: Ser profeta nos dias de hoje
Leituras: Br 5,1-9 / Sl 125 / Fl 1,4-6.8-11 / Lc 3,1-6
Liturgia: Acólitos
Convidados: Acólitos da Paróquia

Dia 07 / Segunda-Feira
Subtema: Jesus, mestre da misericórdia e do perdão
Leituras: Is 35,1-10 / Sl 84 (85) / Lc 5,17-26
Liturgia: Nossa Senhora Rainha da Paz
Convidados: Pastoral da Criança

Dia 08 / Terça-Feira
Subtema: Maria, mãe de evangelização e exemplo de fé
Leituras: Gn 3,9-15.20 / Sl 97(98) / Ef 1,3-6.11-12 / Lc 1,26-38
Liturgia: Terço dos Homens
Convidados: Terço dos Homens das Comunidades

Dia 09 / Quarta-Feira
Subtema: Jesus ajuda-nos a enfrentar os problemas da vida
Leituras: Is 40,25-31 / Sl 102 (103) / Mt 11,28-30
Liturgia: Matriz de Sant’Ana e São Joaquim
Convidados: Comunidade Nossa Senhora de Fátima

Dia 10 / Quinta-Feira
Subtema: Proposta do Reino: servir para tornar-se maior
Leituras: Is 41,13-20 / Sl 144 (145) / Mt 11,11-15
Liturgia: Comunidade Nossa Senhora da Conceição
Convidados: Legião de Maria

Dia 11 / Sexta-Feira
Subtema: Jesus, sinal de contradição
Leituras: Is 48,17-19 / Sl 1 / Mt 11,16-19
Liturgia: Comunidade São João Batista
Convidados: Pastoral Familiar

Dia 12/12/2015:  Ordenação Presbiteral / Johon Sidney 
(Matriz Paroquial, às 18:00h). Não haverá missa na Comunidade Santa Luzia

Dia 13 / Domingo
Subtema: Santa Luzia, abra-nos os olhos para a Missão 
e o serviço ao Reino de Deus
Leituras: Sf 3,14-18a / Is 12,2-3.4bcd.5-6 / Fl 4,4-7 / Lc 3,10-18
Liturgia: Pastoral Litúrgica da Comunidade
Convidados: Todos os devotos de Santa Luzia

OUTRAS INFORMAÇÕES
Oração do Terço:
Todas as noites, sempre às 19:00h.

Dia 12: Ordenação Presbiteral de Johon Sidney
Neste dia a grande celebração será na Matriz de Sant’Ana e São Joaquim, às 18:00h. Por esse motivo, não haverá nenhuma atividade na Comunidade Santa Luzia nesta data.

Dia 13: Grande encerramento do Festejo
Às 18:00h haverá uma procissão luminosa, saindo da Comunidade São Raimundo, percorrendo as principais ruas do Bairro Santos Dumont e Pantanal, até chegar à Igreja dedicada à padroeira, onde haverá a celebração da Santa Missa. 

Outras atividades
Após a Missa, haverá leilão, além da venda de lanches e jantar. No dia 13 haverá o bingo de 01 novilha, 01 tablet, 01 ventilador, 01 liquidificador e 01 panela de pressão.

Com quatro semanas antecedendo o Natal, o Advento, próprio do Ocidente, tem sua origem desde o século IV.

É um tempo que nos coloca em permanente expectativa da vinda, da manifestação de Deus e de seu Reino em nossa realidade. Abre-nos para o encontro com o Senhor que vem nos acontecimentos da vida, particularmente, no momento celebrativo, comemorando o Senhor que veio e fazendo-nos dar um passo à frente ao encontro do Senhor que virá glorioso, quando seu Reino estiver plenamente estabelecido entre nós.

Essa manifestação se dá em dois aspectos: a manifestação em nossa carne ao nascer, que constitui sua primeira vinda, e sua manifestação gloriosa, no fim dos tempos, sua segunda vinda.

Este duplo sentido determina a organização do Advento: o Advento escatológico, que vai do primeiro domingo do Advento ao dia 16 de dezembro e cuja liturgia nos inflama para a vinda final de Cristo; o Advento natalício, como preparação mais imediata para a festa do Natal, do dia 17 ao dia 24 de dezembro.

Os textos bíblicos propostos para os domingos deste tempo fazem emergir este duplo caráter do Advento. Assim, o primeiro domingo orienta para a vinda final, o segundo e o terceiro chamam atenção para a vinda cotidiana do Senhor; o quarto domingo prepara-nos para o nascimento de Cristo, ao mesmo tempo apresentando seu sentido e sua história.

Também os textos eucológicos (coletas, prefácios...) acentuam as vindas do Senhor, seja na encarnação, seja na parusia, como juiz e senhor, em íntima relação entre si, como expressão de um único mistério: a Vinda do Senhor e seu Reino, já iniciada mas, aguardando sua plena realização, no final dos tempos.(cf. At 1,11)

Recordamos no Advento a grande verdade de que nossa história, com todos os seus dramas, contradições, conquistas e retrocessos é o lugar da atuação salvífica de Deus, para quem nada é impossível: aterrar vales, aplainar montanhas, fazer florir desertos, fazer conviver leões e cordeiros; transformar armas de guerra em instrumentos de trabalho e cultivo de vida.

Pe. Luiz Renato sj

in: blog Arte, Liturgia e Espiritualidade

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Pequeno Histórico:

Inicio da Construção: 1969
Inicio das atividades como Centro Social –Pastoral – Porta Aberta: 1970
Com a chegada de Nossa Senhora de Fátima vinda de Portugal, Dom Pascásio dedicou a comunidade a Nossa Senhora de Fátima e desde então foi conhecida como Igreja Porta Aberta (a Igreja do Bispo).
Frei Frederico Zillner OFM em 1998, quando administrador, mudou a padroeira da comunidade para Nossa Senhora da Conceição ( que é também padroeira da Diocese de Bacabal).

É com muita alegria que festejamos nossa padroeira  pois contemplamos nela, a feliz colaboração da humanidade na obra Redentora de Cristo.
Maria ensina aos homens de hoje a necessidade de ser missionários e anunciarem com jubilo o grande Amor Misericordioso que Deus tem por nós.

A Porta está Aberta para acolher você e sua família para juntos festejarmos a Mãe do Salvador.

Que Nossa Senhora da Conceição abençoe a todos!

PROGRAMAÇÃO DO FESTEJO

1º Dia – 26/11/2015
06:00h – Ofício Divino das comunidades, logo após café comunitário (Diáconos Permanentes)
19:30h – Missa e Cura e Libertação
Tema: MARIA A MÃE DA MISERICÓRDIA E MODELO DE MISSIONÁRIA”
Leituras do dia – Liturgia: RCC

2º Dia – 27/11/2015
19:30h -  Missa
Subtema: “Maria Rainha das missões, a primeira missionária, carregou em seu ventre a Misericórdia e a tornou conhecida ao mundo” Lc 1,34
Leitura do dia – Liturgia: Terço dos Homens

3º Dia – 28/11/2015
19:30h -  Missa
Subtema: “Na Escola de Maria, a Igreja aprende a consagrar-se à missão: ela sai e anuncia com a vida a Misericórdia de Deus” Lc 1,38
Leitura do dia – Liturgia: Matriz de Santana e São Joaquim

4º Dia – 29/11/2015
08:00h – 1ª Eucaristia
19:30h - Missa
Subtema: “Maria Mulher simples, educou e amou a Misericórdia” Lc 2, 51
Leitura do dia – Liturgia: Comunidade de São João

5º Dia – 30/11/2015
19:30h – Missa
Subtema: “Maria Estrela da Evangelização, aponta para a Igreja o caminho da Misericórdia” Jo 2,5
Leitura do dia – Liturgia: Comunidade de Santa Luzia

6º Dia – 01/12/15
19:30h – Missa
Subtema: “Maria Missionária aos pés da Cruz da Misericórdia” Jo 19,24
Leitura do dia – Liturgia: Legião de Maria e Mãe Rainha

7º Dia – 02/12/2015
19:30h – Missa
Subtema: “Maria Missionária Testemunha privilegiada da Ressurreição” Jo 20,19
Leitura do dia – Liturgia: Comunidades Rainha da Paz e são José

8º Dia – 03/12/2015
19:30h – Missa
Subtema: “Maria Missionária Modelo da Igreja Orante” At 1,14
Leitura do dia – Liturgia: Comunidade São Raimundo

9º Dia – 04/12/2015
19:30h – Crisma
Subtema: “Maria Mãe da Missões presente em Pentecostes” Jo 19, 27 - At 1,14
Leitura do dia – Liturgia: Catequese

10º Dia – 05/12/2015
18:00h – Missa - Logo após bingão
Subtema: “Maria a Mãe dos Missionária é Assunta ao Céu” - (Constituição Apostólica Munificentissimus Deus, no dia 1 de novembro de 1950)
Leitura do dia – Liturgia:  Porta Aberta

11º Dia – 06/12/2015
08: 00h – Missa TV
19:30h – Missa
Subtema: “Maria Mãe da Misericórdia, Rainha dos Missionários é Coroada no Céu” - (Constituição Dogmática Lumen Gentium, 59)
Leitura do dia – Liturgia:  Comunidades: Santo Antonio, Nossa Senhora de Fátima e comunidades da Zona Rural

12º Dia – 07/12/2015
19:30h – Missa
Subtema: “Maria a Intercessora dos Missionários” Jo 2,3
Leitura do dia – Liturgia:  Pastorais e Movimentos (PF, Focolares e ALAM)

DIA:  08/12/2015 – SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO”
06:30h – Oficio Divino – Comunidades FAM e SAM
18:00h – Procissão e logo após Santa Missa com Dom Armando

Subtema: “MARIA ANUNCIA A PORTA DA MISERICÓRDIA E NOS PREPARA PARA O JUBILEU DE OURO”

sábado, 21 de novembro de 2015

Caríssimos irmãos e irmãs Paz & Bem!

Venho por meio deste, convocá-los para o VII encontro AMAR E SERVIR A DEUS É O MEU DEVER, que traz como subtema:“Nossa Missão é Servir”.

Um encontro que tem por finalidade buscar uma maior reciprocidade por parte dos acólitos e coroinhas da Diocese de Bacabal, na ocasião reavivar o nosso chamado e missão como Servos do Altar do Senhor. Acontecerá nos dias 19 e 20 de dezembro do ano corrente, iniciando na Paróquia Santa Terezinha (Catedral Diocesana em Bacabal) às 7:30 horas da manhã de sábado e encerrando ao meio dia do domingo. Teremos uma programação bem dinamizada com: formações, reflexões da Palavra, gincana e uma grande noite cultural.

Os participantes são responsável por bíblia, caderno, caneta, colchonete, rede e objetos pessoais, além de boa vontade e disponibilidade de participar com fervor. 

Desde já louvamos o Senhor por mais uma oportunidade de realizarmos o nosso encontro a nível diocesano. Venha partilhar conosco nesses dois dias de muita alegria e formação. Que São Tarcísio, nosso patrono interceda por Nós!

São Tarcísio, Rogai por nós!

Paulo César Araujo da Silva
Coordenador Diocesano

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Na última edição de sua revista digital, a Dabiq , o grupo jihadista Estado Islâmico (EI), responsável pelos ataques terroristas que mataram pelo menos 129 pessoas na última sexta-feira em Paris, diz que hasteará sua bandeira preta no Vaticano, em mais um claro ataque contra os membros da igreja católica.

"Pedimos a Alá que apoie os mujahideen (aqueles empenhados na Jihad) contra os agentes dos líderes da idolatria e os cruzados, até que a bandeira do Califado tenha sido hasteada em Istambul e no Vaticano", afirma a publicação.

Além das ameaças, o grupo jihadista usou a revista digital para comemorar o sucesso dos ataques na capital francesa. A capa da publicação traz o título "Apenas terror" e uma foto de bombeiros ao lado de um cadáver coberto por um lençol em um dos locais atacados na capital francesa. Ao todo, três suicidas se explodiram nos arredores do Stade de France - onde acontecia um amistoso entre França e Alemanha -, outros três invadiram o teatro Bataclan e uma terceira equipe disparou contra restaurantes nos 10º e 11º arrondissements.

As operações foram reivindicadas pelo EI, em resposta aos bombardeios franceses contra alvos do grupo na Síria.

Com informações da Agência Ansa / Portal de Notícias Terra