sábado, 24 de janeiro de 2015

Desde o dia 09 de janeiro a Paróquia conta oficialmente com a Pastoral do Batismo (de fato e de direito), uma das mais pastorais de mais relevância, já que trata do sacramento que é a porta de entrada para a fé cristã.

A equipe foi formada em um encontro com Frei Ribamar e várias lideranças, pessoas de frutuosa caminhada e que certamente em muito contribuirá para o sucesso dessa empreitada. O principal objetivo dessas pessoas é levar aos pais e padrinhos, o conhecimento do que é o Batismo e o compromisso que através dele se assume com Deus e com a comunidade. Também torna-se necessário demonstrar que este Sacramento não se resume apenas em batizar. É necessário vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autênticos e fiéis seguidores de Jesus Cristo.
O casal Martins e Elineuda ficarão à frente desse grupo de trabalho, que é também composto em sua quase que totalidade de outros casais:  Wellington João e Sonia; Joaquim e Conceição; Sandro e Jaqueline; Elias e Lene; Rosevan e Izabel; Bete; Nilde e Edvaldo; Irene; Antonio Flor e Marlene; Nilton e Sula; Landrin e Régia; Eloi e Janete; Euranir; Ronaldo e Izabel e Erinaldo e Lourdes. Frei Ribamar será o diretor espiritual.

A fim de que todos sejam bem preparados, acontecerão mensalmente reuniões de discussão e formação, sempre na 1ª segunda-feira do mês. A partir de então, terão a cargo realizar os encontros para pais e padrinhos; registrar os participantes para o encontro; auxiliar o celebrante no rito batismal, aos domingos, acolhendo os pais e padrinhos e fazer um acompanhamento pós-batismal, através de visitas aos neófitos.

Sem dúvida, a Pastoral do Batismo vem somar ao trabalho de todas as outras pastorais, já que deverá criar um processo que conduza pais e padrinhos a uma experiência de vida cristã, dentro da qual encontram o sentido do batismo do filho e do seu próprio batismo e dos demais sacramentos da Igreja.


Os encontros de preparação e a celebração do Batismo

Serão realizados no 1º sábado de cada mês, na Igreja Matriz Sant’Ana e São Joaquim, das 15:00 às 18:00h. Já a celebração do Batismo será mensalmente, no 2º e 4º domingo, às 09:00h também na Matriz.

As inscrições

As inscrições deverão ser realizadas na Secretaria Paroquial, em horário de expediente. Para fazê-las, os pais deverão portar a Certidão de Nascimento do batizando e o comprovante de participação do encontro de Batismo. Já os padrinhos não deverão ter impedimentos canônicos, serem católicos e maiores de 16 anos.

Fotografia enviada por Frei Ribamar
A iniciativa, que terá lugar no próximo domingo, 25 de Janeiro, conta com a participação de várias instituições e entidades, como a Rádio Renascença, a Agência Ecclesia, o Departamento Nacional da Pastoral Juvenil, a revista Família Cristã, o jornal Voz da Verdade, e o Apostolado da Oração.

Esta jornada de oração que a fundação pretende que seja replicada pelas dioceses, paróquias, movimentos e vida consagrada, começará pelas 17 horas com a recitação do terço entre o Rossio e a igreja de São Domingos onde teve o massacre dos judeus em 1506. Daí o simbolismo da escolha desta histórica igreja da capital portuguesa, uma jornada de oração que se conclui depois com uma eucaristia pelas 18 horas.
"Comunicar a família: “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor” é o tema da mensagem para o  49º Dia Mundial das Comunicações Sociais. O evento será celebrado no dia 17 de maio, domingo que antecede Pentecostes. A íntegra do texto foi divulgada hoje, 23, durante coletiva de imprensa, no Vaticano.

Para a vivência e celebração do Dia Mundial das Comunicações Sociais, a Comissão Episcopal para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), prepara, todos os anos, um subsídio com orientações e sugestões de atividades para os regionais, dioceses, paróquias e comunidades.

O material é enviado as coordenações e lideranças da Pastoral da Comunicação (Pascom), responsáveis por articular e animar a comunicação nas igrejas locais. A Comissão orienta, também, o estudo do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, que traz pistas de ação. Contato pelo e-mail: comsocial@cnbb.org.br

Família mais bela

A coletiva de apresentação da mensagem contou com a presença do presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, dom Claudio Maria Celli, a professora da Faculdade de Letras e Filosofia - Departamento de Ciências das Comunicações da Universidade Católica do Sagrado Coração de Milão (Itália), Chiara Giaccardi, e o professor da Faculdade de Ciências Políticas, Mario Magatti.

A reflexão proposta pelo papa Francisco está inserida no caminho sinodal da Assembleia Ordinária do Sínodo sobre a Família que acontecerá em outubro próximo. “A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos”, escreveu o papa na mensagem.

Confira íntegra do texto:

Mensagem de Sua Santidade o Papa Francisco
49º Dia Mundial das Comunicações Sociais

17 de Maio de 2015

Tema: “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor”

O tema da família encontra-se no centro duma profunda reflexão eclesial e dum processo sinodal que prevê dois Sínodos, um extraordinário – acabado de celebrar – e outro ordinário, convocado para o próximo mês de Outubro. Neste contexto, considerei  oportuno que o tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais tivesse como ponto de referência a família. Aliás, a família é o primeiro lugar onde aprendemos a comunicar. Voltar a este momento originário pode-nos ajudar quer a tornar mais autêntica e humana a comunicação, quer a ver a família dum novo ponto de vista.

Podemos deixar-nos inspirar pelo ícone evangélico da visita de Maria a Isabel (Lc 1, 39-56). “Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Então, erguendo a voz, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre” (vv. 41-42).

Este episódio mostra-nos, antes de mais nada, a comunicação como um diálogo que tece com a linguagem do corpo. Com efeito, a primeira resposta à saudação de Maria é dada pelo menino, que salta de alegria no ventre de Isabel. Exultar pela alegria do encontro é, em certo sentido, o arquétipo e o símbolo de qualquer outra comunicação, que aprendemos ainda antes de chegar ao mundo. O ventre que nos abriga é a primeira “escola” de comunicação, feita de escuta e contato corporal, onde começamos a familiarizar-nos com o mundo exterior num ambiente protegido e ao som tranquilizador do pulsar do coração da mãe. Este encontro entre dois seres simultaneamente tão íntimos e ainda tão alheios um ao outro, um encontro cheio de promessas, é a nossa primeira experiência de comunicação. E é uma experiência que nos irmana a todos, pois cada um de nós nasceu de uma mãe.

Mesmo depois de termos chegado ao mundo, em certo sentido permanecemos num “ventre”, que é a família. Um ventre feito de pessoas diferentes, interrelacionando-se: a família é “o espaço onde se aprende a conviver na diferença” (Exort. ap. Evangelii gaudium, 66). Diferenças de géneros e de gerações, que comunicam, antes de mais nada, acolhendo-se mutuamente, porque existe um vínculo entre elas. E quanto mais amplo for o leque destas relações, tanto mais diversas são as idades e mais rico é o nosso ambiente de vida. O vínculo está na base da palavra, e esta, por sua vez, revigora o vínculo. Nós não inventamos as palavras: podemos usá-las, porque as recebemos. É em família que se aprende a falar na “língua materna”, ou seja, a língua dos nossos antepassados (cf. 2 Mac 7, 21.27). Em família, apercebemo-nos de que outros nos precederam, nos colocaram em condições de poder existir e, por nossa vez, gerar vida e fazer algo de bom e belo. Podemos dar, porque recebemos; e este circuito virtuoso está no coração da capacidade da família de ser comunicada e de comunicar; e, mais em geral, é o paradigma de toda a comunicação.

A experiência do vínculo que nos “precede” faz com que a família seja também o contexto onde se transmite aquela forma fundamental de comunicação que é a oração. Muitas vezes, ao adormecerem os filhos recém-nascidos, a mãe e o pai entregam-nos a Deus, para que vele por eles; e, quando se tornam um pouco maiores, põem-se a recitar juntamente com eles orações simples, recordando carinhosamente outras pessoas: os avós, outros parentes, os doentes e atribulados, todos aqueles que mais precisam da ajuda de Deus. Assim a maioria de nós aprendeu, em família, a dimensão religiosa da comunicação, que, no cristianismo, é toda impregnada de amor, o amor de Deus que se dá a nós e que nós oferecemos aos outros.

Na família, é sobretudo a capacidade de se abraçar, apoiar, acompanhar, decifrar olhares e silêncios, rir e chorar juntos, entre pessoas que não se escolheram e todavia são tão importantes uma para a outra… é sobretudo esta capacidade que nos faz compreender o que é verdadeiramente a comunicação enquanto descoberta e construção de proximidade. Reduzir as distâncias, saindo mutuamente ao encontro e acolhendo-se, é motivo de gratidão e alegria: da saudação de Maria e do saltar de alegria do menino deriva a bênção de Isabel, seguindo-se-lhe o belíssimo cântico do Magnificat, no qual Maria louva o amoroso desígnio que Deus tem sobre Ela e o seu povo. De um “sim” pronunciado com fé, derivam consequências que se estendem muito para além de nós mesmos e se expandem no mundo. “Visitar” supõe abrir as portas, não encerrar-se no próprio apartamento, sair, ir ter com o outro. A própria família é viva, se respira abrindo-se para além de si mesma; e as famílias que assim procedem, podem comunicar a sua mensagem de vida e comunhão, podem dar conforto e esperança às famílias mais feridas, e fazer crescer a própria Igreja, que é uma família de famílias.

Mais do que em qualquer outro lugar, é na família que, vivendo juntos no dia-a-dia, se experimentam as limitações próprias e alheias, os pequenos e grandes problemas da coexistência e do pôr-se de acordo. Não existe a família perfeita, mas não é preciso ter medo da imperfeição, da fragilidade, nem mesmo dos conflitos; preciso é aprender a enfrentá-los de forma construtiva. Por isso, a família onde as pessoas, apesar das próprias limitações e pecados, se amam, torna-se uma escola de perdão. O perdão é uma dinâmica de comunicação: uma comunicação que definha e se quebra, mas, por meio do arrependimento expresso e acolhido, é possível reatá-la e fazê-la crescer. Uma criança que aprende, em família, a ouvir os outros, a falar de modo respeitoso, expressando o seu ponto de vista sem negar o dos outros, será um construtor de diálogo e reconciliação na sociedade.

Muito têm para nos ensinar, a propósito de limitações e comunicação, as famílias com filhos marcados por uma ou mais deficiências. A deficiência motora, sensorial ou intelectual sempre constitui uma tentação a fechar-se; mas pode tornar-se, graças ao amor dos pais, dos irmãos e doutras pessoas amigas, um estímulo para se abrir, compartilhar, comunicar de modo inclusivo; e pode ajudar a escola, a paróquia, as associações a tornarem-se mais acolhedoras para com todos, a não excluírem ninguém.

Além disso, num mundo onde frequentemente se amaldiçoa, insulta, semeia discórdia, polui com as murmurações o nosso ambiente humano, a família pode ser uma escola de comunicação feita de bênção. E isto, mesmo nos lugares onde parecem prevalecer como inevitáveis o ódio e a violência, quando as famílias estão separadas entre si por muros de pedras ou pelos muros mais impenetráveis do preconceito e do ressentimento, quando parece haver boas razões para dizer “agora basta”; na realidade, abençoar em vez de amaldiçoar, visitar em vez de repelir, acolher em vez de combater é a única forma de quebrar a espiral do mal, para testemunhar que o bem é sempre possível, para educar os filhos na fraternidade.

Os meios mais modernos de hoje, irrenunciáveis sobretudo para os mais jovens, tanto podem dificultar como ajudar a comunicação em família e entre as famílias. Podem-na dificultar, se se tornam uma forma de se subtrair à escuta, de se isolar apesar da presença física, de saturar todo o momento de silêncio e de espera, ignorando que “o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras ricas de conteúdo” (BENTO XVI, Mensagem do 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24/1/2012); e podem-na favorecer, se ajudam a narrar e compartilhar, a permanecer em contato com os de longe, a agradecer e pedir perdão, a tornar possível sem cessar o encontro. Descobrindo diariamente este centro vital que é o encontro, este “início vivo”, saberemos orientar o nosso relacionamento com as tecnologias, em vez de nos deixarmos arrastar por elas. Também neste campo, os primeiros educadores são os pais. Mas não devem ser deixados sozinhos; a comunidade cristã é chamada a colocar-se ao seu lado, para que saibam ensinar os filhos a viver, no ambiente da comunicação, segundo os critérios da dignidade da pessoa humana e do bem comum.

Assim o desafio que hoje se nos apresenta, é aprender de novo a narrar, não nos limitando a produzir e consumir informação, embora esta seja a direção para a qual nos impelem os potentes e preciosos meios da comunicação contemporânea. A informação é importante, mas não é suficiente, porque muitas vezes simplifica, contrapõe as diferenças e as visões diversas, solicitando a tomar partido por uma ou pela outra, em vez de fornecer um olhar de conjunto.

No fim de contas, a própria família não é um objeto acerca do qual se comunicam opiniões nem um terreno onde se combatem batalhas ideológicas, mas um ambiente onde se aprende a comunicar na proximidade e um sujeito que comunica, uma “comunidade comunicadora”. Uma comunidade que sabe acompanhar, festejar e frutificar. Neste sentido, é possível recuperar um olhar capaz de reconhecer que a família continua a ser um grande recurso, e não apenas um problema ou uma instituição em crise. Às vezes os meios de comunicação social tendem a apresentar a família como se fosse um modelo abstrato que se há de aceitar ou rejeitar, defender ou atacar, em vez duma realidade concreta que se há de viver; ou como se fosse uma ideologia de alguém contra outro, em vez de ser o lugar onde todos aprendemos o que significa comunicar no amor recebido e dado. Ao contrário, narrar significa compreender que as nossas vidas estão entrelaçadas numa trama unitária, que as vozes são múltiplas e cada uma é insubstituível.

A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos. Não lutemos para defender o passado, mas trabalhemos com paciência e confiança, em todos os ambientes onde diariamente nos encontramos, para construir o futuro.

Vaticano, 23 de Janeiro – Vigília da Festa de São Francisco de Sales – de 2015.

Papa Francisco

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Os Bispos do Níger suspenderam, “até nova ordem”, todas as atividades da Igreja Católica no país, “após os saques das igrejas e das nossas infra-estruturas da nossa instituição e da profanação dos nossos locais de culto”, informa um comunicado enviado à Agência Fides. Os ataques ocorreram durante os protestos contra as publicações das charges sobre o Profeta Maomé no semanário francês Charlie Hebdo.

“A decisão – continua a nota – nos permitirá rezar e ler, com serenidade, os dolorosos acontecimentos que sofremos”. ‘Agradecemos cordialmente a todos aqueles que manifestaram sua  solidariedade nestes momentos difíceis. Rezemos uns pelos outros para que se estabeleça a paz nos corações”, concluem os bispos. Neste contexto, foram suspensas as atividades de escolas, centros de saúde, obras de caridade e desenvolvimento.

Fonte: Rádio Vaticana
No dia 23 de novembro do ano passado, foi eleita a nova coordenação da Catequese Paroquial. 

Em um encontro realizado, na Comunidade São Raimundo, uma equipe foi formada para dar encaminhamento aos trabalhos nesta pastoral: Lourival Albuquerque (Comunidade Santa Luzia), que após 2 anos retorna ao serviço de Coordenador; também foram eleitos Lucilene Cruz / Comunidade Porta Aberta (Vice Coordenadora), Natália / Comunidade Porta Aberta (Secretária) e Cleidiane Martins / Comunidade Santa Luzia, como Tesoureira.

Neste sábado (24), será realizado o primeiro encontro com os catequistas dessa nova equipe. O encontro está marcado para às 15:30h na Matriz de Sant'Ana e tem como principal finalidade refletir um pouco sobre o papel deste importante agente de pastoral, assim como dar conhecimento a todos sobre quem são as pessoas que atuarão esse ano, desenvolvendo esse trabalho nas 9 comunidades da zona urbana. 

Em sua primeira reunião, a coordenação definiu que as comunidades seriam visitas para ampliar o número de catequistas, assim como a qualidade do trabalho realizado. A proposta é que todas as comunidades atendam crianças em preparação à Primeira Eucaristia, jovens e adultos para Eucaristia e Crisma.

Uma boa equipe desenvolver com amor e fidelidade o Ministério Catequético, para que todos os cristãos que participem dos encontros sejam capazes de ar razão à sua fé. As inscrições já estão sendo realizadas em todas comunidades.

Para ler a matéria da Assembleia Paroquial da Catequese: >>Clique aqui.
A juventude de nossa cidade, bairros e comunidades precisam urgentemente de ações que a reaproximem de Jesus, que a façam entrar em comunhão e que rompam a cultura de morte aí presente.

Pensando nisso, o Setor Pré-Matrimônio da Pastoral Familiar da Paróquia Sant’Ana, realizará no próximo dia 07 de fevereiro o "1º Na Onda com Cristo", um encontro com jovens no Salão Paroquial da Igreja Matriz. O evento, que tem o apoio de todos os casais dessa Pastoral, será iniciado às 17:00h com uma palestra, seguida de uma Cristoteca, que animará a juventude que se fizer presente.

O convite é aberto aos jovens de 12 a 17 anos e as inscrições para o encontro estão sendo realizadas na Secretaria da Matriz ou com os membros da Pastoral Familiar.

A entrada é franca e a alimentação será fornecida pelo Setor Pré-Matrimônio.Participe!

Informações: Francisco Rocha

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

No próximo dia 31 de janeiro acontecerá um estudo a nível de forania para tratar sobre a Campanha da Fraternidade 2015, que este ano traz como tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45).
O evento será aberto a todos os interessados, mas cada comunidade deverá enviar representantes à Cúria Diocesana, onde terão a oportunidade de aprofundar a temática das 08:00 às 17:00h. A participação neste encontro torna-se primordial, tendo em vista que a Igreja buscará nesta campanha recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II. Os participantes, então, terá como missão de ser em suas comunidades "os animadores dos animadores", principalmente no que se refere às novenas em famílias.

Para melhor atender a todos, a Diocese estipulou o valor de R$ 15,00 como taxa, que serão usada no lanche e almoço.
Os assessores serão os representantes da Diocese no estudo promovido pelo Regional Nordeste V.
"Quem canta reza duas vezes”, ou ainda “Cantar é próprio de quem ama”, já dizia Santo Agostinho se referindo à importância da música na vida de  todos.

A música litúrgica é parte importante da celebração. O ministério do canto não é algo para si ou para o próprio engrandecimento e, sim, antes de tudo, um serviço prestado em prol da  comunidade, um exercício ministerial, de gratuidade e doação.

Pensando em dar uma melhor formação aos músicos / cantores litúrgicos de nossa Diocese, e também àqueles que querem aprofundar-se no assunto, a Pastoral Litúrgica Diocesana realizará nos dias 06 a 08 de fevereiro no Centro Paroquial de São Francisco das Chagas / Bacabal-MA, um encontro para tratar sobre o assunto, asessorado pelo Padre Waltemir Teixeira.

O curso começa com o jantar no dia 06, segue durante todo o sábado e termina dia 08 ao meio dia.

A taxa de participação é de R$ 30,00 (trinta reais), que será utilizado na alimentação e lanche. 

Informações: Nazaré Duarte / Coordenadora Diocesana de Liturgia

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

• Neste sábado (24), acontecerá uma reunião com todos os catequistas da Paróquia, na Matriz, a partir das 15:30h.

• Agendas da Fazenda Esperança continuam à venda na Secretaria da Paróquia no horário de expediente e também no plantão do Dízimo. Cada uma custa apenas R$ 25,00! Comprando você colabora na recuperação dos dependentes químicos assistidos pela instituição.

• Estão abertas as inscrições para catequese de todas as idades.

• Encontros de preparação para o Batismo serão realizados no 1º sábado de cada mês, a partir das 15:00h na Igreja Matriz. As pessoas interessadas devem fazer suas inscriões na secretaria em horário de expediente.

• Em março haverá encontros de preparação para noivos. Os interessados devem fazer suas inscriões na secretaria em horário de expediente.

• O almoço beneficente acontecerá dia 1º de fevereiro no Centro Paroquial,  na Rua Gomes de Sousa, a partir das 10:00h.

• Em março acontecerá mais um bingo de um carro. Os recursos adquiridos através do evento servirão para ajudar no término da obra da Matriz.

• No dia 31 haverá um encontro de formação sobre a CF 2015 na Cúria Diocesana, das 08:00 às 17:00h. As comunidades deverão enviar pelo menos um representante. 

• A Missa de Cura e Libertação será dia 29 (quinta-feira), às 19:30h na Matriz de Sant’Ana e São Joaquim.
Irene Cunha / Secretária Paroquial
Atualização: 23 de janeiro, às 09:49h
No final da audiência geral desta quarta-feira dia 21 de janeiro o Papa Francisco lançou um apelo pelas vítimas das manifestações violentas no Níger que atingem as comunidades cristãs onde morreram pelo menos 10 pessoas e mais de 40 igrejas foram destruídas:

“Caros irmãos e irmãs,

Gostaria agora de convidar-vos a rezar juntos pelas vítimas das manifestações destes últimos dias no amado Níger. Invoquemos do Senhor o dom da reconciliação e da paz, porque nunca o sentimento religioso se torne ocasião de violência, de prepotência e de destruição. Não se pode fazer a guerra em nome de Deus. Desejo que o mais depressa possível se possa restabelecer um clima de respeito recíproco e de pacífica convivência para o bem de todos.”

Entretanto também o arcebispo Dom Savio Hon Tai-Fai, Secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos, enviou uma mensagem de proximidade e solidariedade aos agentes pastorais e aos fiéis da Igreja Católica no Níger depois dos recentes graves episódios de violência que resultaram em igrejas e conventos assaltados e incendiados, e uma dezena de mortos.

"A Congregação para a Evangelização dos Povos tomou conhecimento, com profunda tristeza, o saque sistemático de que foram objecto as igrejas cristãs, especialmente as católicas, no vosso país", lê-se na mensagem. "Seguindo com particular atenção e grande preocupação a situação em que vos encontrais desde o fim da semana passada, a Congregação para a Evangelização dos Povos, diante das enormes perdas registadas e a desolação causada pelos eventos destes dias, quer exprimir a sua proximidade espiritual, a sua comunhão e a sua solidariedade”.

"A Congregação - continua a mensagem – vos garante a sua preocupação e as suas orações pelas vítimas desta situação de violência e pelas suas famílias. Além disso, apela para o sentido de responsabilidade das autoridades políticas, civis e militares, para que através das vias de diálogo se empenhem a restaurar a paz e pôr um fim definitivo à violência contra os cristãos”.

Il messaggio si conclude ricordando le parole del Santo Padre Francesco: “non si può assolutamente causare la morte e la sofferenza in nome di Dio, né giustificare la violazione delle libertà fondamentali della persona umana”. (SL) (Agenzia Fides 21/1/2015)

A mensagem termina recordando as palavras do Papa Francisco, "não se pode, absolutamente, causar a morte e sofrimento em nome de Deus, nem justificar a violação das liberdades fundamentais da pessoa humana"

Fonte: Rádio Vaticana

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

A arquidiocese de Manaus recebe até o dia 25 de janeiro o 11º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude (ENPJ). No domingo, dia 18, aconteceu a missa de abertura do evento. Na ocasião estiveram presentes cerca de 4 mil pessoas na missa presidida pelo arcebispo de Manaus (AM), dom Sérgio Eduardo Castriani, e concelebrada pelo bispo auxiliar de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro da Silva, além de outros bispos da região e diversos padres.

O encontro tem como tema “No Encontro das águas, partilhamos a vida, o pão e a utopia!” e a iluminação bíblica recorda o evangelho do último domingo “Mestre, onde moras? Vinde e vede!” (Jo 1,38b-39a). Em sua homilia, dom Eduardo Pinheiro ressaltou a missão e vocação da juventude na defesa e anúncio da vida. “O apelo de Jesus aos discípulos de seguimento é o mesmo que se faz à PJ hoje”, resumiu.

O primeiro dia de atividades do 11º ENPJ foi marcado pelas mesas temáticas. Revezaram-se nas sessões assessores, representantes da juventude e os bispos presentes. Durante a apresentação da Coordenação e da Comissão Nacional de Assessores da Pastoral da Juventude (PJ), o bispo de Caxias do Maranhão (MA) e membro da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB, dom Vilson Basso, pronunciou palavras de motivação aos agentes da PJ. "A PJ é a maior escola de formação de lideranças da Igreja do Brasil", disse.

O bispo auxiliar de Manaus, dom Mário Antônio da Silva, recordou a Exortação Apostólica do papa Francisco, Evangelli Gaudium. “O Papa Francisco nos pede uma Igreja em saída e vocês são a Pastoral da Juventude em saída, em movimento”, sugeriu.

Após momentos de partilha e análise da realidade, dom Sérgio Castriani participou de uma sessão do encontro e conversou com os jovens presentes. Entre vários temas, o arcebispo falou sobre a atuação da PJ na sociedade. "É urgente uma pastoral da juventude que vá às ruas. É ação, encontro, é defesa da vida!", exortou.

Na manhã de hoje, aconteceram celebrações de envio para os delegados que partiram para experiências missionárias em comunidades urbanas, rurais, ribeirinhas e indígenas.

Os passos do 11º ENPJ e as fotografias do evento estão disponíveis no Facebook da Pastoral da Juventude.

Com informações da Pastoral da Juventude
São Sebastião nasceu em Milão, conforme relatos deixados por Santo Ambrósio e Santo Agostinho. Era um valoroso capitão do exército romano, pertencente à primeira corte da guarda pretoriana. Sofreu o martírio no reinado do Imperador Diocleciano, que exercia forte perseguição aos cristãos mas, no entanto, era muito amigo de São Sebastião. O Santo aproveitava dessa influência para pregar aos soldados e a toda a população a fé em Cristo, com descrição para evitar que o imperador soubesse. O próprio governador de Roma, Cromácio, e seu filho, Tibúrcio, foram por ele convertidos e confessaram a fé mediante o martírio. Denunciado como cristão, São Sebastião foi levado perante o imperador para justificar tal procedimento.

Diante do imperador manteve-se firme e não renegou sua fé. Sentindo-se traído em sua amizade, Diocleciano ordenou que São Sebastião fosse condenado à morte. Amarrado a um tronco foi varado por flechas, na presença da guarda pretoriana. Apesar dos soldados o terem dado como morto, as flechadas não conseguiram matá-lo, e corajosamente se apresenta perante o imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-os de inimigos do Estado. Diocleciano permaneceu surdo aos seus apelos, e ordenou que São Sebastião fosse espancado até a morte e jogado em uma vala comum, uma mulher piedosa e cristã conseguiu retirar seu corpo dali e sepultá-lo nas catacumbas da Via Ápia, em Roma. Era por volta do ano 284.

Outros Santos do mesmo dia: São Fabiano, Santa Eustóquia Esmeralda Calafeto, São Eutímio, o Grande, São Fecino, Beato Bento de Coltiboni, Beato Cipriano Iwene, Beato Brando e outros.

Fonte: Editora Cléofas

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O Centro Franciscano de Animação Missionária – CEFRAM, Órgão da Província Franciscana Nossa Senhora da Assunção, envia no link abaixo um comunicado do Ministro Provincial, Frei Bernardo Brandão,ofm junto a sua  Assessoria Jurídica  à comunidade de Bacabal sobre a Construção do Centro de Entretenimento Dom Henrique – HENRICÃO.

Para ler o documento: >>Clique aqui

Fonte: CEFRAM
O sonho da Comunidade do Bairro Vila da Paz começou a tornar-se palpável este final de semana, com o início das obras do seu novo templo.

Em uma reunião acertada no dia 11, ficou definido entre Frei Ribamar e os católicos do local que as obras iriam começar neste dia 17, o que de fato aconteceu. A comunidade organizou-se, limpou o terreno onde seriam as instalações de uma creche da Diocese e que agora foi doada pelo Bispo para a sede da comunidade. No local, que já possui os fundamentos da construção, voluntários e trabalhadores contratados começaram levantar as primeiras paredes.

Desde que foi fundada, há aproximadamente 4 anos, os fiéis esperavam que esse dia pudesse chegar. De lá para cá, levantaram um barraco, onde a comunidade tem-se encontrado para as reuniões, celebrações da Palavra e as missas. O local é usado até agora, mas logo pretende-se mudar essa realidade e os moradores têm urgência e força de vontade.

Tendo em vista as dificuldades financeiras e o grande trabalho que se tem para construir uma igreja – não um galpão apenas -, muito além dos esforços, deverá haver ajuda financeira e desde já, todos comprometeram-se a buscar recursos, seja dos moradores, seja dos comerciantes locais e amigos. Na verdade, o que pretende-se é construir a igreja nesse terreno doado pela diocese e no terreno onde hoje encontra-se o local da celebração – que é bastante amplo - , construir um centro pastoral, que servirá para as reuniões, encontros e catequese.

Daqui a algum tempo, quando tudo isso acontecer, estaremos diante de umas das comunidades com melhor estrutura da paróquia. A comunidade merece, e tem crescido muito desde sua fundação: aos poucos, vão adquirindo não somente recursos materiais, mas principalmente humanos. Como lembrou Frei Ribamar, na celebração de ontem (18), não seria possível construir uma igreja templo sem que antes tivesse fortalecido uma igreja povo de Deus.

A coordenadora da comunidade, Edilene, tem-se mostrado confiante e recebeu do povo ali reunido garantia de que não estará sozinha. Da parte da Paróquia, Frei Ribamar garantiu o mesmo e, dessa forma, a rede de comunidades deverá estar unida em prol de mais esse projeto. No próximo final de semana (24 e 25), o trabalho voluntário continua. Vamos em frente!

Em tempo: A forte chuva que caiu sobre a cidade no último sábado (17), acabou por derrubar parte do que havia feito pela comunidade.


Fotografia: Lourival Albuquerque
Diante de tantos dons, graças e bênçãos que não são concedidos todos os dias, qual a reação do homem diante de tudo isso? Ser grato seria uma das várias respostas que podemos dar.

Existem várias maneiras de dar uma resposta de gratidão ao Senhor, sendo que na comunidade uma das mais importantes é o Dízimo, que nada mais é do que nosso gesto concreto. Muitas pessoas ainda não compreendem isso.

Francisco e Cleciane coordenam atualmente essa Pastoral e o resultado desse trabalho tem sido bastante positivo. Também o apoio de Frei Ribamar tem sido importante, já que como pároco, sua palavra é carinhosamente mais ouvida e aceita. Para isso, há uma ampla integração entre as comunidades e as visitas são constantes, assim como o acompanhamento das equipes e sua formação.

Sendo conhecedores dessa realidade, a Pastoral do Dízimo iniciou um ciclo de visita às comunidades que tem como principal objetivo mudar essa mentalidade do nosso povo. A ação começou pela comunidade Nossa Senhora Rainha da Paz ontem (18), onde uma equipe fez-se presente e conversou um pouco com os féis, tirando dúvidas e alertando para essa necessidade, principalmente pelo projeto de construção da igreja naquele lugar.

Ao final do encontro com a comunidade, o que percebeu-se foi uma aceitação muito positiva daquilo que foi explanado. Tanto é que muitas pessoas, atentas ao que foi dito, resolveram fazer essa experiência da partilha.

Voltaram para suas casas alimentadas da Palavra e da Eucaristia e mais conscientes da missão a quem foram chamadas, o que possivelmente aumentará nelas o ardor de ser realmente comunidade.
Fotografia: Lourival Albuquerque
 
Esse domingo (18) foi mais um dia de ação solidária promovido na Comunidade da Vila da Paz.

A missa mensal naquela comunidade marcou também um grupo de ações que constantemente são realizadas pelas equipes encabeçadas pelo casal Tião e Marta. Os dois coordenam a Pastoral da Acolhida da Matriz, que possui um relevante número de membros; grupos de leitura orante da Palavra de Deus, que reúnem-se nas famílias semanalmente para momentos de partilha e reflexão e também a Cáritas Diocesana, da qual Marta é presidente e Marina Romão sua vice.

Após a celebração presidida por Frei Ribamar, todos os membros dos grupos mencionados, juntaram o que cada um tinha e ofereceram à comunidade um lanche bastante variado. Além de alimentados da Palavra, da Eucaristia, os fiéis puderam ter também esse momento de confraternização. Puderam sentar um instante, partilhar um pouco de sua vida,  colocar o papo em dia e sentirem-se mais irmãos.

Sem contar o que foi descrito acima, também as crianças foram especialmente lembradas: ainda foram distribuídos brinquedos para todas que estavam ali. Felizes, saíram dali com bonecas, carrinhos, bolas de futebol nas mãos, enquanto seus pais também eram agraciados com roupas e calçados, adquiridos pelos grupos através de doações.
Momentos como esses não são novidade na vida da comunidade Nossa Senhora Rainha da Paz. Sempre que podem membros dessas pastorais e sua equipe de colaboradores doam um pouco do seu tempo, de sua vida e de sua missão em favor daqueles que têm um pouco menos. Através disso, mostram o quanto o serviço da caridade é uma dimensão constitutiva da missão da Igreja e expressão irrenunciável da sua própria essência.

Confira algumas fotos deste encontro:

Fotografia: Lourival Albuquerque
Perto de  7 milhões as pessoas que, em Manila, quiseram participar a Missa de encerramento da sétima viagem apostólica do Papa Francisco. Esta manhã (às 3 horas de Roma), o Papa despediu-se das Filipinas, e agora está de voo para Roma, sendo a sua chegada ao aeroporto Ciampino esperada para as 17h40. No sábado, a capital das Filipinas ultrapassou a si própria, 20 anos depois da JMJ de João Paulo II. A esta vasta congregação de fiéis o Papa Francisco pediu mais uma vez para serem promotores do Evangelho no seu país e na Ásia, para que a beleza do mundo criado por Deus não seja marcado por injustiças, corrupção e abusos.

Entretanto o Papa já decolou de Manila depois de uma missa celebrada na Nunciatura Apostólica, onde estava hospedado, e uma cerimónia de despedida oficial na Base Aérea de Villamor. Deixando a  capital das Filipinas, o Papa terminou assim a sua sétima viagem apostólica, a segunda na Ásia. Podemos dizer que a corrente  passou entre o Papa Francisco e os filipinos que lhe reservaram  um acolhimento exuberante. Os habitantes de Manila beneficiaram de cinco dias de folga para a visita papal.

O Cardeal Luis Antonio Tagle, arcebispo de Manila, que esteve ao lado do Papa durante toda esta viagem, agradeceu calorosamente ao Papa Francisco pela sua visita pastoral ao arquipélago. Com voz forte  o jovem cardeal fez-se porta-voz de todos os filipinos que o Santo Padre encontrou ou estavam em comunhão com ele nesta viagem. "Os meninos da rua, os órfãos, os sem-tecto, os empregados, os agricultores, os pescadores, os doentes, os idosos esquecidos, as famílias de pessoas desaparecidas, todos lhe querem dizer “obrigado Santo Padre!", disse o Cardeal, sem esquecer de mencionar as autoridades políticas e militares. O cardeal Tagle também expressou o reconhecimento dos trabalhadores filipinos, os sobreviventes de desastres, daqueles que não são católicos e de todos os promotores de paz que foram tocados por esta visita.

Durante o voo de regresso a Roma o Santo Padre sobrevoará onze países: Filipinas, China, Mongólia, Rússia, Bielorrússia, Polónia, República Checa, Eslováquia, Áustria, Eslovénia e a Itália. Aos governos e povos dos países sobrevoados o Papa enviou telegramas exprimindo suas cordiais saudações e assegurando orações para todo o povo e invocando sobre todos abundantes  bênçãos  de paz e prosperidade, neste momento em que que regressa das Filipinas para o Vaticano.

Fonte: Rádio Vaticana

sábado, 17 de janeiro de 2015

Com o lema “No Encontro das Águas, Partilhamos a Vida, o Pão e a Utopia”, acontece, de 18 a 25 de janeiro, o 11º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude, em Manaus (AM). A abertura oficial do evento contará com missa campal, no anfiteatro da Ponta Negra, às 17:30h.

Entre os mais de 600 jovens que são esperados, estão dois representantes da Diocese de Bacabal: Marcones Alves, que faz parte da Paróquia Sant'Ana e São Joaquim (Bacabal) e Leonardo Aguiar, da Paróquia Nossa Senhora das Graças (Satubinha). Os dois já encontram-se na capital amazonense.

De acordo com o arcebispo de Manaus (AM), dom Sérgio Castriani, a arquidiocese está pronta para receber os participantes. “Precisamos priorizar três equipes; acolhida, hospedagem e alimentação”.

Missão e identidade

Ao todo, 270 famílias em 34 paróquias e áreas missionárias irão acolher e hospedar os participantes do 11º ENPJ. Para a secretária nacional da PJ, Aline Ogliari, o evento quer fortalecer a missão da pastoral.

“A expectativa é que esse encontro seja um profundo marco em nossa história pastoral, que ele traga novos ares, fortaleça nossa identidade, e que sejamos capazes de cada vez mais ler e acolher os sinais dos tempos, traduzindo em experiências cada vez mais proféticas do anúncio e testemunho do Reino”, explica.

Na programação do encontro estão previstas mesas de debate, seminários, noites culturais, partilha com as famílias. Haverá, ainda, o passeio ao encontro das águas e a missão jovem. A missão se dará em 48 locais, nas estradas, comunidades indígenas, ribeirinhas e na área urbana do centro e periferia.

Para marcar o encerrando do ENPJ, os jovens farão um ato público pela Reforma Política Democrática.


Com informações da CNBB e do site Jovens Conectados.
Crer que Deus é nosso Pai tem consequências enormes para toda a nossa vida, e exige de nós algumas atitudes!

Sabemos que esta é a “Oração perfeita”, pois saiu do coração de Jesus quando um dos discípulos pediu-lhe que os ensinassem a rezar (Lc 11,1). São sete pedidos perfeitos ao Pai. Saudamos a Deus como Pai – uma ousadia de amor – e lhe fazemos três pedidos para a Sua Glória e realização de Sua santa vontade, e mais quatro pedidos para nossas necessidades.

O Pai Nosso é o resumo de todo o Evangelho, como disse Santo Agostinho, “Percorrei todas as orações que se encontram nas Escrituras, e eu não creio que possais encontrar nelas algo que não esteja incluído na Oração do Senhor”.

No Sermão da Montanha e no Pai Nosso a Igreja ensina que o Espírito Santo dá forma nova aos nossos desejos, o que anima a nossa vida. De um lado Jesus nos ensina uma “vida nova”, por palavras, e por outro lado nos ensina a pedi-la ao Pai na oração, para a podermos viver.

É a oração dos filhos de Deus, que deve ser rezada com o coração, na intimidade com o Pai, para que se torne em nós “espírito e vida”. Isto é possível porque o Pai enviou aos nossos corações o Espírito do Seu Filho que clama em nós Abba, Pai. (Gal 4,6), e nos fez seus filhos adotivos em Jesus Cristo.

De pecadores que somos, mas perdoados em Cristo, podemos levantar os olhos para o Pai e dizer “Pai Nosso”.

Crer que Deus é nosso Pai tem consequências enormes para toda a nossa vida, e exige de nós algumas atitudes:

1 – Conhecer a majestade e a grandeza de Deus. “Deus é grande demais para que o possamos conhecer”(Jó 36,26). Santa Joana D`Arc disse, “Deus deve ser o primeiro a ser servido”.

2 – Viver em ação de graças. Tudo o que somos e possuímos vem Dele. “Que é que possuis que não tenhas recebido?”(1Cor 4,7). “Como retribuirei ao Senhor todo o bem que Ele me fez?”(Sl 116,12).

3 - Confiar em Deus em qualquer circunstância, mesmo na adversidade. “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça e tudo o mais vos será dado por acréscimo”(Mt 6,33).

4 - Conversão continua e vida nova. Desejo e vontade de assemelhar-se a Ele, pois fomos criados a sua semelhança.

5 - Se comportar como filho e não como mercenário que age por interesse ou escravo que obedece por temor.

6 - Contemplar sem cessar a beleza do Pai e deixá-la impregnar a alma.cpa_como_fazer_a_vontade_de_deus

7 - Cultivar um coração de criança, humilde e confiante no Pai, pois é aos pequeninos que Ele se revela.

8 – Conversar com Deus como seu próprio Pai, familiarmente, com ternura e piedade.

9 – Ter a esperança de alcançar o que lhe pede na oração. Como Ele pode nos recusar alguma coisa se nos aceitou adotar como filhos.

10 - Conhecer a unidade e a verdadeira dignidade de todos os homens, todos criados a imagem e semelhança de Deus (Gen 1,27).

11 - Desapegar-se das coisas que nos desviam Dele. “Meu Senhor e meu Deus, tirai de mim tudo o que me afasta de vós. Meu Senhor e meu Deus, dai-me tudo que me aproxima de vós. Meu Senhor e meu Deus, desprendei-me de mim mesmo para doar-me inteiramente a vós.” (S. Nicolau de Flue).

O Pai nos ama tanto que não nos quer perder de forma alguma para os deuses falsos que querem lhe roubar a glória e o nosso coração. Por isso o Pai nos corrige com “correção paterna”(cf. Hb 12,4s). Nem sempre entendemos os seus mistérios, mas Ele sabe o que precisamos e conduz a nossa vida com amor.

Santa Catarina de Sena, doutora da Igreja disse, `Tudo procede do amor, tudo está ordenado a salvação do homem, Deus não faz nada que não seja para esta finalidade”

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

A maior parte das comunidades da Paróquia Sant'Ana e São Joaquim terão novos coordenadores esse ano. 

O plano faz parte do plano de renovação paroquial e tem em vista a alternância do exercícios ministeriais. O resultado será o acréscimo de novas experiências, novas atividades e, consequentemente, o crescimento dessas comunidades. As assembleias comunitárias estão acontecendo com a presença do administrador paroquial, Frei Ribamar, que tem insistido em um dar um novo vigor às estruturas da Paróquia. 

No último dia 27 aconteceu a assembleia da Comunidade Santa Luzia, do Bairro Pantanal. Além de avaliar a caminhada da comunidade, foram propostas novas atividades que com certeza contribuirão em muito para haja crescimento em todos os sentidos. Na reunião, também foi eleita a nova coordenação, que tomou posse ontem em uma cerimônia que reuniu um grande número de fiéis, às 19:30h.

Lucy Dantas (na foto principal, à esquerda) foi eleita a coordenadora da Comunidade e deverá exerce esse serviço pelos próximos dois anos. Marinete Araújo (na foto principal, à direita) irá auxiliá-la na Vice-Coordenação; para as outras funções de Secretária e Tesoureira, foram eleitas Patrícia da Silva Andrade e Simone Queiroz, respectivamente. Elinete Gomes e Alcione auxiliarão também na Secretaria e na Tesouraria. 

Na homilia, Frei Ribamar falou do compromisso dessas pessoas eleitas e convocou a comunidade a ajudá-las nesta tarefa tão importante. Ressaltou que essa nova equipe não estará sozinha e que terá total apoio também da Paróquia.

Toda a liturgia foi voltada para esse momento importante. Nas preces, a comunidade rogou ao Senhor pelos trabalhos de coordenação eleita. O momento culminante do rito, foi a entrega das chaves da comunidade a Lucy Dantas, que perante a comunidade assumiu publicamente o compromisso de zelar não somente pelo templo, mas por todo o povo de Deus naquela porção da igreja. 

Confira algumas fotos:
Fotografia: Lourival Albuquerque Silva
“Obrigado, Senhor, por nos chamar para mais uma romaria da terra e reunir tua juventude em oração, troca de experiências, aprendizado, convivência e mobilização”. A oração da 38ª Romaria da Terra anuncia com alegria a juventude que irá se reunir no 10º Acampamento, nos dias 15 e 16 de fevereiro, em David Canabarro (RS). Rezando e refletindo de forma especial o lema da romaria “Eu darei esta terra à sua descendência”, mais de 500 jovens viverão o Acampamento, na mística do encontro com o outro e com a terra.

Para garantir uma melhor organização nos dois dias, cerca de 80 jovens participaram no último final de semana, 10 e 11 de janeiro, do terceiro e último encontro preparatório. O momento foi realizado no Módulo Esportivo de David Canabarro, mesmo local onde será o 10º  Acampamento.

Durante o encontro os participantes se dividiram em equipes de trabalho para prever todos os detalhes dos setores de infra estrutura, mística, animação e comunicação. Além disso, o grupo construiu e definiu a programação dos dois dias de encontro, que contemplará oficinas, painéis, celebrações, debates e momentos de confraternização e convivência.

Na ocasião, representantes do Fundo de Solidariedade da Arquidiocese de Passo Fundo (RS) realizaram também o repasse dos recursos do projeto que auxiliará a viabilização financeira do acampamento. O projeto prevê combustível, passagens de ônibus, xerox, banner, material para orações e alimentação.

Simone Zanetti, integrante da coordenação da Cáritas Arquidiocesana e representante do FDS explicou que, como contrapartida ao apoio recebido, o grupo deve priorizar a aquisição de alimentos ecológicos, provenientes de agroindústrias familiares e grupos de Economia Popular Solidária.

O 10º Acampamento da Juventude tem início às 8h do dia 15 de fevereiro. Para mais informações, entre em contato pelos telefones (54) 3045 9209 ou (54) 3045 9212, ou então no e-mail: juventudepassofundo@yahoo.com.br.

Com informações da arquidiocese de Passo Fundo
O XXIII Curso de Formação Missionária, promovido pelo COMIRE- MA – Conselho Missionário Regional do Maranhão e CEFRAM - Centro Franciscano de Animação Missionária, começa nesta sexta-feira (16).

Anualmente, missionários de todos os lugares do Brasil encontram-se em nossa cidade para refletir sobre a missão. É onde abastecem-se para continuar no seu dia a dia, em suas respectivas regiões e comunidades, o trabalho de anunciar o Evangelho de um jeito novo.

Esse ano, o Curso de Formação Missionária 2015 terá como tema “COMUNICAÇÃO E MISSÃO” e será assessorado pelo Pe. Jaime Patias, Missionário da Consolata, jornalista e mestre em comunicação e que trabalha atualmente nas Pontifícias Obras Missionária – POM.

A missa de abertura do encontro será na Matriz de Sant'Ana, às 19:30h de sexta-feira (16) e deverá contar com a presença de inúmeras pessoas. Outro ponto importante a destacar é que nossa paróquia foi contemplada com parte do trabalho do curso, que consiste em fazer visitas missionárias em bairros e comunidades. O local escolhido foi a Vila da Paz, abrangendo a Comunidade ali presente.

A iniciativa de realizar um encontro que trate sobre a temática da Missão é importantíssima, principalmente nesse novo tempo em que a Igreja vive e pelo constante e incansável apelo do Papa Francisco. 
O curso missionário termina no dia 30 de janeiro.

Com informações do CEFRAM e da Paróquia Sant'Ana e São Joaquim
O Papa Francisco encontra desde ontem, quinta-feira, à tardinha, nas Filipinas, tendo chegado a Manila, proveniente de Colombo (Sri-Lanka) por volta das 18 horas locais. Depois da cerimónia das boas-vindas no Aeroporto, o Papa jantou e pernoitou na Nunciatura de Manila.

Não há palavras para descrever o grandíssimo entusiasmo com que os filipinos acolheram e estão a acompanhar cada momento desta visita do Papa, procurando tocar o Papa, e elevar a sua mão à testa, para se sentirem abençoados por ele. Entusiasmo e interesse que transparece também em toda a imprensa local. Os jornais dedicam todos as suas secções, desde a primeira página às páginas de lazer e moda ao Papa Francisco, procurando colher desta visita significado para todos os sectores da vida quotidiana dos Filipinos.

Um Papa sempre atento aos pobres, como se viu também aqui com a visita improvisada a um centro para crianças (directo por um padre francês, ao pé da Catedral) e que tanto comoveu os presentes.

O Centro denominado “Fundação TNK” hospeda 20 crianças de rua. No pátio foram reunidas muitas outras das 320 crianças de rua assistidas pela Fundação também noutras casas. As crianças acolheram o Papa (que se deteve com eles uns 20 minutos) com pequenos discursos, abraços, fotos, pequenos dons (entre os quais uma imagem em madeira de Nossa Senhora e uma foto do Santíssimo Sacramento exposto sobre o lixo por ocasião duma adoração com um grupo de recolhedores de lixo e um mosaico realizado por uma criança com pedaços velhos de papel colorido, etc.) . O Papa concluiu, dando às criancinhas as sua bênção.

Mas vejamos mais pormenorizadamente como se desenrolou este primeiro dia de trabalho do Papa nas Filipinas.

Logo de manhã, o Papa deslocou-se ao Palácio Presidencial de Manila, onde foi recebido com todas as honras pelo Presidente Benigno Aquino III; foi-lhe oferecido uma toalhinha refrescante, conforme a tradição do país, assinou o livro de ouro, e dirigiu um discurso às autoridades e ao corpo diplomático ali reunidos.

Depois do encontro com as autoridades, o Papa foi à Catedral de Manila, onde pouco depois das 11 horas locais celebrou a Santa Missa e neste momento está a chegar ao Palácio do Desporto de Manila, designado “Mall of Asia Arena”  para um encontro com as famílias. Haverá liturgia da palavra em inglês e intercessões em diversas línguas locais.

Fonte: Rádio Vaticana

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Centenas de jovens receberam o papa Francisco na Base Aérea Villamor, em Manila, capital das Filipinas, às 17:45h (horário local), de hoje, 15. Com danças e coreografias, a multidão cantou em alta voz, “Bem-Vindo papa Francisco”.

Após desembarcar do avião e ser acolhido pelo presidente das Filipinas, Benigno Aquino, Francisco cumprimentou cardeais e bispos do país. Já no início da noite, no papamóvel, percorreu breve trajeto pelas ruas de Manila, saudando os fiéis que o aguardavam. Esta é a 7ª viagem internacional do pontificado de Francisco.

Após visita ao Sri Lanka, o pontífice chega ao terceiro maior país do mundo, depois do Brasil e do México. As Filipinas contam com cerca de 100 milhões de católicos, representado quase a metade do total da população da Ásia.

O papa Francisco quer deixar uma mensagem de esperança e solidariedade aos filipinos. Na programação de atividade nas Filipinas, está previsto para amanhã, 16, encontro com as famílias de Manila. Francisco visitará as zonas atingidas pelo tufão Haiyan e celebrará missa em Tacloban. Na região de Palo, almoçará com sobreviventes do tufão e abençoará o “Centro Papa Francisco” dedicado aos pobres, construído com contribuições do Conselho Pontifício Cor Unum.

No domingo, 18, Francisco se encontrará com líderes religiosos locais e com jovens, para recordar os 20 anos da Jornada Mundial da Juventude, com João Paulo II, que reuniu 4 milhões de pessoas. Celebrará, ainda, missa na catedral “del Santo Niño”, na capital filipina. O para Francisco retornará a Roma na segunda-feira, 19. 

CNBB com informações do News.va e foto da Rádio Vaticano.
Antonio Fontes (Parapsicólogo, Psicopedagogo Clínico e Institucional, Hipnólogo Clínico) dessa vez participa da Pós-Graduação em Logoterapia pela Universidade Católica Dom Bosco, localizada em Campo Grande-MS. O curso, que durará dois anos contribuirá significativamente para que os horizontes desse bacabalense sejam ampliados.

Toinho, que é católico, faz parte da Comunidade Nossa Senhora da Conceição (Porta Aberta), e sempre que pode contribui na colaboração dos nossos paroquianos, principalmente desenvolvendo palestras na área de Bíblia e Mariologia.

O que é Logoterapia

A fim de aprimorar ainda mais os conhecidos adquiridos, Antonio Fontes, o Professor Toinho – como é popularmente conhecido -, está de volta aos bancos acadêmicos.

A Logoterapia é um sistema teórico – prático de psicologia, criado pelo psiquiatra vienense Viktor Frankl, que se tornou mundialmente conhecido a partir de seu livro "Em Busca de Sentido" (Um Psicólogo no Campo de Concentração) no qual expõe suas experiências nas prisões nazistas e lança as bases de sua teoria. De acordo com Allport, "trata–se do movimento psicológico mais importante de nossos dias".

A Logoterapia é conhecida como a Terceira Escola Vienense de Psicoterapia, sendo a Psicanálise Freudiana a Primeira e a Psicologia Individual de Adler a Segunda.

O termo "logos" é uma palavra grega que significa "sentido". Assim, a "Logoterapia concentra-se no sentido da existência humana, bem como na busca da pessoa por este sentido" (Frankl).

"Para a Logoterapia, a busca de sentido na vida da pessoa é a principal força motivadora no ser humano... A Logoterapia é considerada e desenhada como terapia centrada no sentido. Vê o homem como um ser orientado para o sentido". (Frankl).
Aproxima-se o mais esperado encontro realizado pela Renovação Carismática Católica de Bacabal: o REBANHÃO COM CRISTO,  evento que busca proporcionar um carnaval diferente e mais próximo de Deus.

"O tema desse ano será 'Deixai-vos conduzir pelo Espírito Santo' (Gl 5,16a) e lema: 'Se vivemos pelo Espírito, andemos de acordo com o Espírito' (Gl 5,25). O Rebanhão tem resgatado muitos jovens, adultos, idosos... uma verdadeira chuva de graça e derramamento do Espírito Santo", destacou Adriana Dâmaso, que faz parte da organização e deixa o convite para que todos se façam presentes nesse grande ato.

Esse encontro, que mescla momentos de louvor, adoração ao Santíssimo, pregação da Palavra de Deus  e celebração, acontecerá no período de 14 a 17 de fevereiro deste ano, na Comunidade Nossa Senhora da Conceição (Porta Aberta), iniciando-se às 14:00h.

Um dos pontos fortes do Rebanhão é a pregação, que esse ano contará com a participação de Mérison Santos (Diocese de Imperatriz) e também de Antonio Oliveira e Leandro Rogério (Diocese de Bacabal).

Aos que moram mais distante ou se assim preferirem, a RCC oferecerá alojamento, café, almoço e jantar. Para tanto, o participante deverá contribuir com uma taxa de R$ 40,00, a fim de custear as despesas. Para outros que não optarem por tais benefícios, poderão adquirir a pulseira de participação do encontro ao preço de R$ 5,00.

Para marcar o início do Rebanhão, haverá também uma grande carreata no dia 13/02/2015, às 17:00h, que percorrerá algumas ruas do centro, com muita animação e louvor, até chegar ao local do encontro.

O que é o Rebanhão

Rebanhão é o encontro realizado pela Renovação Carismática Católica que teve origem na cidade de Cruzeiro, dando origem às outras cidades. Um dos católicos mais conhecidos que se converteu em Cruzeiro foi Dunga cantor da Comunidade Canção Nova.

Na maioria das (arqui)dioceses do Brasil ocorre durante o Carnaval. O evento atrai muitos católicos e pode ocorrer em vários locais ao mesmo tempo. Geralmente o evento dura os quatro dias de carnaval: sábado, domingo, segunda e terça-feira, o que também pode variar de acordo com a igreja. O objetivo do evento é propiciar aos católicos uma opção saudável durante o feriadão com muita oração, pregações, música, louvor e dança.

Foi criado no ano de 1980 pelo Monsenhor Jonas Abib, sendo o pioneiro desta reunião que visa a oração e coloca Deus ao centro de tudo.

Com informações de Adriana Dâmaso / RCC
A diocese de Crato (CE) sedia, de 12 a 22 de janeiro, o Nordestão de Liturgia, um encontro regional de formação litúrgica para leigos, religiosos, diáconos, seminaristas e presbíteros com o objetivo de construir “como discípulos missionários de Jesus Cristo, um saber teológico-litúrgico, a partir das práticas celebrativas, à luz da Tradição e da renovação do Vaticano II, priorizando o rito que é fonte de uma liturgia orante e inculturada, no chão nordestino”.

Na abertura do evento, na segunda-feira, dia 12, o bispo de Crato (CE), dom Fernando Panico, afirmou que a formação pode motivar as comunidades a terem um encontro com Jesus Cristo. “O que celebramos? Por que celebramos? O Nordestão de Liturgia deve implantar em nós o desejo de, ao colocarmos as comunidades diante da palavra de Deus, o povo não só queira ouvi-la, mas tenham a vontade de buscar o encontro pessoal e comunitário com Cristo, que dá os rumos de nossa Igreja”, sugeriu.

A formação tem a presença de participantes de cinco estados nordestinos - Piaui, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco -, além de representantes do Amazonas, do Pará, do Espírito Santo e de São Paulo. “Rostos com traços nordestinos, traços que faz comungar com a missão do povo de Deus”, cumprimentou o bispo.

A mistagogia a partir do rito celebrado foi a metodologia escolhida para o Nordestão. A dinâmica terá a participação na construção do conhecimento “em mutirão, onde todos partilham suas experiências e descobertas, na celebração do Mistério Pascal acontecendo na história”, descrevem os organizadores.

Dividido em três etapas, o curso válido como extensão universitária pretende proporcionar conhecimento mais aprofundado sobre a celebração do mistério pascal de Cristo. Cada etapa é cursada em uma edição do Nordestão. A organização pretende, em 2016, oferecer a formação como especialização. A programação propõe aulas teóricas e práticas sobre Liturgia, vivencia dos sacramentos, laboratório litúrgico, celebrações e, de maneira especial, o Oficio Divino das Comunidades.

Assessoria

Dom Fernando Panico, que é referencial para a Liturgia no regional Nordeste 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), coordena a formação e o grupo de assessores, formado por especialistas que atuam na área, como o professor de Liturgia e diretor do Instituto Teológico do Piauí, padre Jonilson Torres Resende; o coordenador da Pastoral Litúrgica do regional Nordeste 1 da CNBB, padre Francisco Ivan de Souza; o especialista em Música Litúrgica, padre Josenildo Nunes; e o responsável pela Liturgia na diocese de Crato, padre Aureliano Gondim. Os padres Marcelino Sivinski, Hernaldo Pinto Farias e Gustavo Haas, ex-assessores da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB, também compõem o grupo. O bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA) e presidente da Comissão Episcopal para a Liturgia da CNBB, dom Armando Bucciol, conduzirá um momento de formação na segunda-feira, dia 19.

Com informações da diocese de Crato (CE)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

A Paróquia Sant’Ana esse ano acrescentará mais um nome ao rol dos jovens que buscam atender mais especificamente a vontade de Deus.

Nesta quinta-feira (15), Marcos Tavares embarcará para Anápolis-GO, onde apresentar-se-á ao superior da Província do Santíssimo Nome de Jesus do Brasil / Ordem dos Frades Menores (OFM), Frei Marco Aurélio. A partir de então, fará parte da Fraternidade Santo Antonio, que reúne outros religiosos.

Não é de agora o expresso desejo de Marquinhos – como o conhecemos – de fazer parte da vida religiosa. De 2007 a 2011 fez uma frutuosa experiência na mesma Ordem, mas na Província Nossa Senhora da Assunção, que abrange o Maranhão e o Piauí. Dessa caminhada, aproveitará grande parte dos seus estudos. Desde que saiu  da Ordem há 3 anos, tem dedicado-se aos trabalhos da Paróquia. Atento aos detalhes e profundo estudante e amante da Liturgia, o vocacionado até então faz parte da Comunidade Santo Antonio, no Ramal; atuou no Ministério de Música Ângelus e já foi coordenador paroquial de Liturgia.

Na longa jornada vocacional, repleta de grandes desafios num mundo em que cada vez mais seculariza-se, a decisão de viver a vida religiosa deve ser amparada pelo atitude orante da Paróquia Sant’Ana, a fim de que ele possa ser fortalecido em seu desejo de encontrar Deus nos irmãos, como fez o pobrezinho de Assis, há mais de 800 anos.

De nossa parte, fica o desejo de que tudo dê certo em sua caminhada, Marcos Tavares. Conte com nossas orações!

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Neste último Domingo (11), Festa do Batismo do Senhor, uma grande celebração na Matriz de Sant’Ana marcou mais uma importante etapa da obra: a bênção tabernáculo e inauguração da Capela do Santíssimo.

Centenas de fiéis compareceram à Missa, que foi presidida por Frei Ribamar. Os quatro Diáconos permanentes também estavam presentes e auxiliaram o administrador paroquial na solene liturgia.

A nova capela veio realizar o desejo dos fiéis que ansiavam por este ambiente preparado para a adoração do Santíssimo Sacramento, um lugar de oração, meditação e entrega da vida e todos ficaram encantados com a beleza e aconchego do local.

Na homilia, Frei Ribamar deu destaque à festas ora celebrada, que marcou a vida e a Missão de Jesus, estendendo também a cada um de nós, filhos de Deus. Enfatizou a missão de todos aqueles receberam o Batismo, convocando-os à plena participação na vida eclesial.

Ao final da celebração, lembrou à comunidade paroquial que a cada dia vão somando-se ao que já foi construído, novos elementos à obra da nova matriz. Convidou a todos à participação e ao empenho neste projeto, que é de todos nós.

A nova capela do Santíssimo está à disposição da comunidade durante todo o dia, em horários de funcionamento do expediente. Os fiéis que ali estiverem, encontrarão um lugar para o silêncio, a contemplação e a comunicação com Deus.

Confira algumas fotos da cerimônia:
Fotografia: Lourival Albuquerque

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Em meio à comoção gerada pelos atentados terroristas em Paris, na França, um arcebispo nigeriano acusou países ocidentais de ignorarem a ameaça representada pelo grupo extremista Boko Haram.

O Arcebispo da cidade de Jos, Ignatius Kaigama, ainda pediu que a mesma atenção dada aos atentados na França seja dada aos militantes que atuam com cada vez mais violência no nordeste do país africano.

Segundo ele, o mundo precisa agir de forma mais determinada para conter o avanço do Boko Haram na Nigéria.

No último fim de semana, 23 pessoas foram mortas por três mulheres-bomba, uma das quais tinha apenas 10 anos de idade.

Outras centenas de mortes foram registradas na semana passada, segundo relatos, durante a captura pelo Boko Haram da cidade de Baga, no Estado de Borno, no nordeste do país.

Em entrevista ao programa Newsday, da BBC, o arcebispo nigeriano disse que o massacre em Baga é a prova de que o Exército do país não consegue conter o grupo extremista.

"É uma tragédia monumental. Deixou a todos na Nigéria muito tristes. Mas parece que estamos desamparados. Porque, se fossemos capazes de deter o Boko Haram, já o teríamos feito. Eles continuam a atacar, matar e a tomar territórios impunemente", disse Kaigama.

Segundo ele, a luta contra o extremismo no país requer o mesmo apoio internacional e espírito de unidade que foi demonstrado após os ataques de militantes na França.

"Precisamos que este espírito se multiplique, não apenas quando isso ocorre na Europa, mas também na Nigéria, no Níger ou em Camarões."

Fonte: BB
Ontem, com a Solenidade do Batismo do Senhor, encerramos o Tempo do Natal. Hoje, segunda-feira, já iniciamos um novo tempo: o chamado TEMPO COMUM.

Sem negar o inédito das festas anuais, o Tempo Comum desafia as comunidades a prolongar no ano inteiro a ternura da festa pascal. O domingo, festa primordial em todos os tempos litúrgicos, ganha no tempo comum uma força própria como dia memorial da ressurreição. Nele não focalizamos aspectos particulares do mistério de Cristo, mas o veneramos em sua totalidade, vivo e presente na comunidade. À luz do domingo, escutamos o testemunho evangélico de Mateus, Marcos e Lucas (anos A, B, C), sobre a vida pública de Jesus, como eventos pascais, palavra via que se faz presente com sua luz e força transformadora. Em alguns domingos, a memória da missão de Jesus cede espaço a outras celebrações do Senhor, à festas de Maria e dos santos e santas, especialmente do/a padroeiro/a.

 Celebrar o Tempo Comum

O Tempo Comum, como já falamos, começa no dia seguinte à festa do batismo do Senhor e vai até a terça-feira de carnaval; recomeça na segunda-feira depois do domingo de Pentecostes e termina no sábado anterior ao 1° domingo do Advento. Dividido nestes dois blocos, tem a duração de 33 ou 34 domingos. Neles, somos convidados a celebrar não um acontecimento especial de nossa salvação, mas todo o mistério de Cristo em sua plenitude e globalidade. O fato de se denominar "comum" não significa menos importante. Aliás, antes mesmo de se organizarem as festas anuais, com seus tempos de preparação e prolongamento, a Igreja já celebrava a cada domingo a Páscoa de Jesus. Todo culto tinha uma forte dimensão de expectativa da vinda do Senhor. Quanto mais tarde se organizaram os ciclos da Páscoa e do Natal, era para celebrar com mais intensidade, num tempo determinado, o que já fazia parte do cotidiano das comunidades.

Nos domingos do Tempo Comum, o mistério da Páscoa do Senhor nos é revelado pelo cotidiano de sua vida: suas palavras, ensinamentos, trabalhos, amizades, sonhos, conflitos e desafios. Os primeiros têm uma ligação maior com o mistério da Epifania e nos convidam a adorar o Senhor que se manifesta, anunciando a sua missão e chamando os primeiros discípulos. Nos outros domingos, fazemos memória dos fatos que marcaram a missão de Jesus. Os últimos domingos acentuam a dimensão escatológica do reino e nos renovam na esperança da vinda do Senhor.

Em alguns domingos, a memória da missão de Jesus cede espaço à celebração de algum mistério da vida do Senhor, de Maria e dos Santos, como é o caso do domingo da Santíssima Trindade, de Pedro e Paulo, da Assunção de Maria, da festa de Todos os Santos ou, quando coincidem com o domingo, as festas da Apresentação e da Transfiguração do Senhor, a Natividade de João Batista, a Exaltação da Santa Cruz, Nossa Senhora Aparecida e a memória dos fiéis falecidos.

O Tempo Comum é longo e as expressões litúrgicas são mais discretas, se comparados aos tempos especiais. Por isso, os ritos devem ser revestidos de permanente autenticidade para poderem ter força de novidade.

É importante ligar a celebração semanal da Páscoa aos apelos que vêm da vida, seja da religiosidade popular, da pastoral das Igrejas, das lutas pela libertação ou da preocupação com a paz mundial, tema que a CNBB provoca para a reflexão neste ano de 2015 e o Ano dedicado a Vida Consagrada.

O Ano B e o Evangelho de Marcos

Neste ano de 2015, lemos o evangelho de Marcos em quase todos os domingos. É o ano B.

O evangelho de Marcos é um relato pascal. É uma narração que traz a memória de Jesus em seu caminho até a ressurreição e tem como finalidade, não a reflexão de algum tema, mas o encontro com Jesus. De fato, a pergunta mais frequente desse evangelho é "Quem é Jesus?". Embora nos conte pouco sobre a vida de Jesus antes de aparecer no Jordão, seu nascimento ou sua infância, e não fale muito de sua consciência interior e dos seus sentimentos, o evangelho de Marcos é fundamental para se conhecer a missão de Jesus e para segui-lo como discípulos (as).


Neste evangelho, Jesus não é apresentado como a resposta, mas como a pergunta dirigida à Igreja. Assim, na primeira parte do texto, o evangelho mostra todos os tipos de pessoas com quem Jesus se relacionava, gente que era curada, discípulos e até endemoniados se perguntando: "quem é este homem?" (1,24; 4,41; 6,2-3); bem no centro da narrativa, coloca a pergunta de Jesus para a própria Igreja: "E vós, quem dizeis que eu sou?" (8,29). Pedro responde, mas Jesus corrige a resposta com o anúncio da cruz, para evitar qualquer desvio no olhar dos discípulos. De fato, Pedro rejeita a cruz, tem uma visão triunfalista, e, por isso, é repreendido por Jesus (8,33).

Muitos comentadores têm procurado encontrar no evangelho de Marcos atitudes e palavras que caracterizem um prática não violenta de Jesus. Assim, por exemplo, a violação da lei do sábado (3,1-6), contrariando as leis religiosas da época, é vista como desobediência civil; a cura do leproso, rompendo com as práticas de segregação a estes doentes (1,40-45), como desmistificação da violência simbólica existente na sociedade da época; os ensinamentos de 9, 30-50: Se alguém quiser ser o primeiro, seja o último..., como um pequeno catecismo sobre a não violência. No contexto atual de uma cultura da violência e da morte, este exercício de procurar em Marcos a Boa Notícia da Paz pode expressar em nossas comunidades o trabalho de educação para uma cultura de paz e de resistência, como estilo de vida próprio do discípulo/discípula de Jesus.


Texto:
Livro Dia do Senhor, ano B, Penha Carpanedo e Marcelo Guimarães, Ed. Paulinas e Apostolado Litúrgico.
Domingo, 11 de janeiro, Festa do Batismo do Senhor. O Papa Francisco batizou 33 crianças numa Missa celebrada na Capela Sistina.

Na sua homilia o Santo Padre sublinhou que na Primeira Leitura da liturgia deste domingo o Senhor preocupa-se como um pai e uma mãe com os seus filhos quando o Profeta Isaías nos diz: “Porque gastais dinheiro por aquilo que não é pão, o vosso ganho por aquilo que não sacia?” (Is. 55,2). A Palavra é o alimento de Deus para os seus filhos e o Santo Padre pediu que pais, padrinhos a avós ajudassem estas crianças a crescer dando-lhes a Palavra de Deus, o Evangelho de Jesus. Tal como o leite que é alimento para o corpo a Palavra de Deus é alimento para o Espírito – afirmou o Papa que recordou a pais e padrinhos que é na fé de cada um deles que estas crianças são batizadas. A fé da Igreja – sublinhou o Santo Padre:

“…é a fé da Igreja. Isto é muito importante. O Batismo insere-nos no Corpo da Igreja, no povo santo de Deus. E neste corpo, neste povo em caminho, a fé vem transmitida de geração em geração: é a fé da Igreja. É a fé de Maria, nossa Mãe, a fé de S. José, de S. Pedro, de Santo André, de S. João, a fé dos Apóstolos e dos Mártires, que chegou até nós através do Batismo. È muito belo isto! É um passar de mão em mão a vela da fé: vamos exprimi-lo daqui a pouco com o gesto de acender as velas do grande círio pascal. O grande círio representa Jesus Ressuscitado, vivo no meio de nós. Vós famílias, tomai d’Ele a luz da fé para transmitir aos vossos filhos. Esta luz tomai-a na Igreja, no corpo de Cristo, no povo de Deus que caminha em cada tempo e em cada lugar.”

O Papa Francisco referiu ainda que das leituras deste domingo emerge o facto de sermos consagrados pelo Espírito Santo. A palavra cristão significa consagrados como Jesus no mesmo Espírito. E para que as crianças cresçam consagradas no Espírito Santo, ou seja, no calor de Deus, na luz da sua Palavra não nos podemos esquecer de invocar o Espírito Santo:

“Podeis fazê-lo, por exemplo, com esta simples oração: “Vem Espírito Santo, enchei o coração dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.”

O Papa Francisco terminou a sua homilia invocando o Espírito Santo juntamente com os pais e os padrinhos das crianças batizadas, exortando-os a sentirem sempre nas suas orações a presença de Nossa Senhora para que ela acompanhe o caminho das crianças e das suas famílias.

Fonte: Rádio Vaticana

domingo, 11 de janeiro de 2015

A paróquia de São José em Timóteo (205 km de Belo Horizonte) inicia nas próximas semanas a construção de uma igreja subterrânea capaz de abrigar 1,2 mil pessoas sentadas. A obra, que tem custo estimado de R$ 3 milhões, será paga com doações dos fiéis e é considerada a primeira igreja subterrânea do Brasil construída abaixo de um templo já existente.

A construção será feita debaixo da capela de São José, construída em 1947, e que, embora não seja tombada, é considerada "patrimônio histórico" pela população da cidade mineira.

Segundo o padre Pascifal José do Nascimento, responsável pela paróquia, "formalmente, a capela não é tombada por órgãos oficiais, mas a população a considera um patrimônio da cidade. Por isso, tivemos uma decisão técnica de preservar o prédio, com todas as suas características atuais"

Segundo o sacerdote católico, a capela "terá apenas uma ligação interna com o templo no subsolo".
As obras, explica Nascimento, começam nas próximas semanas, tão logo a Prefeitura Municipal de Timóteo aprove o projeto de construção.

Igreja atual comporta cem pessoas, mas audiência ultrapassa mil fiéis

Conhecida pelos 82 mil habitantes de Timóteo como "Igrejinha da Praça", a capela foi o primeiro templo católico na cidade, que se expandiu, a partir da década de 1940 com a sua emancipação de Itabira.

A necessidade da construção de um novo templo surgiu com o crescimento de fiéis nos últimos anos e a falta de acesso para portadores de necessidades especiais. A igrejinha comporta cem pessoas sentadas, mas a frequência às missas gira em torno de 1,5 mil pessoas.

"Colocamos cadeiras do lado de fora para que todos possam assistir às missas. Mas os fiéis do lado de fora forçam a entrada quando faz muito calor ou chove. Ficam todos espremidos, comprometendo o conforto e a segurança das pessoas", afirma o padre.

"Árvore de raiz invertida"

O tempo estimado de conclusão do projeto idealizado pelos arquitetos Cássio de Lucena e Vinícius Ávila é de três anos. "O conceito de ampliação para o subsolo é de uma árvore de raiz invertida. Nele, as raízes representam a origem do ser e, a copa, a evolução do indivíduo", diz Lucena.
"A metáfora pode ser transportada para o projeto arquitetônico: a história representada pela igrejinha, a raiz, e a evolução representada pela ampliação para o subsolo, a copa", afirma o arquiteto.

Responsáveis dizem que obra será 1ª igreja subterrânea do Brasil ligada a um templo existente

O padre e os arquitetos responsáveis pela construção são unânimes em afirmar que o templo será a primeira igreja subterrânea do País construída abaixo de uma já existente.  

"A Catedral de Brasília é subterrânea e foi idealizada dessa forma. No caso da igreja subterrânea que vamos construir, ela está debaixo de outra, uma extensão", afirma o pároco.
A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) informou que, além da Catedral de Brasília, não há informações sobre outros templos católicos subterrâneos no País.

A assessoria da organização informou, porém, que não poderia afirmar a inexistência de capela ou igreja com essa característica em alguma das mais de 5 mil paróquias católicas espalhadas pelo território nacional.

Fonte: Bol Notícias

sábado, 10 de janeiro de 2015

Mais de 32 mil pessoas vindas de todos os estados brasileiros reuniram-se na noite desse sábado (10), no estádio da Arena da Baixada em Curitiba, para homenagear a obra e a vida da médica brasileira Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança. Durante a “Celebração Dra. Zilda – Vida plena para todas as crianças”, líderes da Pastoral de todo o Brasil e admiradores do trabalho de Zilda reafirmaram o compromisso com a proteção da infância e manifestaram o apoio ao pedido de beatificação da médica.

A celebração eucarística conduzida por Dom Raymundo Damasceno, presidente da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), contou com a presença de mais de 20 bispos de vários municípios brasileiros e autoridades municipais e estaduais, entre elas o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, e o ex-vice-governador do Paraná, Flávio Arns, sobrinho de Zilda, representando também o governador Beto Richa.

Beatificação

De acordo com Nelson Arns, coordenador nacional adjunto da Pastoral da Criança e filho de Zilda, o evento foi resultado de uma rede nacional de mobilização, que envolveu lideranças da organização de todo o país para a coleta de assinaturas para a moção de apoio à beatificação. O documento com mais de 130 mil assinaturas foi entregue durante a celebração eucarística à Arquidiocese de Curitiba; o próximo passo será o encaminhamento do processo completo para o Vaticano.

“O trabalho de minha mãe à frente da Pastoral foi marcado pelo altruísmo e isso permanece até hoje. As pessoas que integram a Pastoral buscam melhorar sua atuação junto às crianças e à sociedade, não pedem nada para si, mas pelos outros. O apoio à beatificação de uma pessoa que não era religiosa também chama a atenção para o fato de que todos os cristãos são chamados à santidade, e não apenas aqueles que seguem a vocação religiosa”, disse.

Para o Arcebispo da Paraíba e membro do Conselho Diretor da Pastoral da Criança, Dom Aldo Di Cillo Pagoto, responsável pelo anúncio de que a Igreja do Brasil daria início ao pedido de beatificação de Zilda, o reconhecimento da médica representaria a valorização do enorme legado deixado por ela.

“Zilda dedicou-se à uma certa concepção de vida que precisa ser valorizada. Ela foi uma agregadora dos valores de defesa e promoção da vida de crianças e da pessoa idosa. E mobilizou milhares de brasileiros a buscar respostas para as falhas e os hiatos existentes na proteção da infância e da vida. O trabalho de Zilda tem um caráter sagrado, mas também político. Por isso, pedimos pelo reconhecimento dessa líder e benemérita”, declarou.

Desafios do Compromisso com a Criança

A primeira parte da celebração relembrou a história de Zilda e a criação da Pastoral da Criança e apresentou um retrato da infância brasileira. Hoje, a Pastoral atende 1,2 milhões de crianças de zero a seis anos; um milhão de famílias cadastradas e 73 mil gestantes. Quem torna esse trabalho possível é uma rede de 200 mil voluntários atuantes em 36 mil comunidades brasileiras. A Pastoral também está presente em 21 países.

O trabalho da organização é fundado na luta pela redução da mortalidade infantil. Desde 1983, quando foi criada, a atuação da Pastoral também adaptou-se à realidade brasileira. Hoje, segundo a Irmã Vera Lúcia Altoé, coordenadora nacional da Pastoral, a mortalidade continua sendo um desafio, mas há também que se lutar contra a obesidade, as altas taxas de nascimentos prematuros e de partos cesáreas e pelo desenvolvimento pleno da infância, com menos desigualdade.
 
 Fonte: Gazeta do Povo / Fotos: Pastoral da Criança