quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Na manhã desta quarta-feira (7), o Vaticano anunciou o nome do novo Bispo da Diocese de Grajaú – MA, nomeado pelo Papa Francisco, Frei Rubival Cabral Britto, 47 anos, é Frade Menor Capuchinho da Província Nossa Senhora da Piedade da Bahia e Sergipe e atualmente é diretor do Colégio Paulo VI, na arquidiocese de Vitória da Conquista (BA). As datas da ordenação episcopal e posse na Arquidiocese ainda serão definidas.

Frei Rubival é doutorando em Ciências da Educação através do Instituto Internacional de Educação na Faculdade de Humanidades e Artes da Universidade Federal de Rosário, na Argentina. Em sua trajetória, atuou, entre outros ministérios, como coordenador da Animação Vocacional da Província Nossa Senhora da Piedade de Bahia e Sergipe; conselheiro provincial; presidente da Fundação Santo Antônio das Emissoras de Rádio e conselheiro da Conferência da Família Franciscana do Brasil.

Saiba mais sobre o novo bispo

Frei Rubival, nasceu em 21 de julho de 1969, na cidade de Jaguaquara-BA, filho de Rubens Alves Brito (In memoriam) e Maria de Lourdes Cabral Brito. Desde jovem tinha participação ativa na vida da igreja, como conta Zélia Maria de Almeida, que diz que ele “demonstrava grande interesse pelas coisas de Deus”.

Em sua Paróquia, a Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Jequié, desde a juventude atuou na vida pastoral da igreja, participando de grupos como o JUEC, Apostolado da Oração, Pastoral da Criança e também atuou como coroinha, sempre manifestou o desejo de estar perto do Senhor.

Participou de um Encontro Vocacional da Diocese de Jequié em 1997, onde percebeu sua inclinação ao sacerdócio, porém em 1989, ao conhecer os Frades Capuchinhos em Jaguaquara, sentiu-se convidado a ser religioso Capuchinho.

Em 1990, na cidade de Alagoinhas-BA, ingressou na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e em 1992, fez o ano do noviciado em Esplanada-BA, onde emitiu os primeiros votos de castidade, pobreza e obediência pelas mãos do então Ministro Provincial Frei Carlos Inácio de Souza.

Estudou Filosofia no Instituto de Teologia de Ilhéus, período no qual também se dedicou à pastoral vocacional, de modo a ajudar outros jovens a discernirem sua vocação. Na Universidade Católica do Salvador iniciou e concluiu a Teologia, período no qual prestou importantes serviços pastorais à comunidade de Valéria, na capital baiana.

Frei Rubival é doutorando em Ciências da Educação através do Instituto Internacional de Educação na Faculdade de Humanidades e Artes da Universidade Federal de Rosário, na Argentina.

Foi ordenado sacerdote no dia 17 de dezembro 2000. Na Província exerceu diversos serviços, como Promotor Vocacional Provincial, Secretário Provincial, Ecônomo e Formador, Administrador Paroquial, Definidor Provincial para as Missões, Mestre de Noviços e entre 2007 e 2013, Ministro Provincial. Participou de uma missão em Benin – África.

Atualmente trabalha na cidade de Vitória da Conquista, como Vigário da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Antônio de Lisboa e é diretor do Colégio Paulo VI.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

TEMA: “MARIA, CHEIA DO ESPÍRITOSANTO E FÉ, ENSINA-ME A VIVER O MEU BATISMO”. De 26 de Novembro à 08 de Dezembro de 2016

Caríssimos irmãos e irmãs, Paz e bem!

Aproxima-se o momento forte de espiritualidade e comunhão fraterna com a Igreja particular da nossa Diocese de Bacabal.

Neste ano estamos refletindo o tema: “Maria Cheia do Espírito Santo e fé: ensina-me a viver o meu batismo”. Maria cheia do Espírito Santo acolheu o dom mais precioso de Deus: Jesus Cristo, que veio
habitar entre nós para a salvação de todos para que ninguém se perca, e para que todos sejam um, assim como Ele e o Pai são um (Jo. 17,21).

Maria procurou viver a dimensão profunda do batismo se tornando a grande evangelizadora, convidando-nos a “fazer o que Ele vos disser” (Jo. 2,5). Iluminados por esta experiência de Maria, seremos chamados nestes dias a refletir sobre a vivência do nosso batismo como porta de entrada para vivermos o sentido de pertença do ser Igreja missionária a caminho do reino definitivo.

Imaculada Conceição de Maria abençoe e protejanossa diocese e nossa comunidade.
PROGRAMAÇÃO

1º Dia: 26/11/2016 - Sábado
06:00 - Ofício Divino das Comunidades Diáconos Permanentes, logo após café comunitário
19:30 – Missa
Liturgia: Comunidade Porta Aberta e ALAM
TEMA: "Alegra-te cheia de graça! O Senhor está contigo!" Lc 1,28
Noitários: Ruas Teixeira Mendes, Humberto de Campos e Abdoral Cordeiro

2º Dia: 27/11/2016 - Domingo
08:00 - Missa
19:30 – Missa
Liturgia: Comunidade Santo Antonio – Leitura e Canto
TEMA: “Eis aqui a Serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a Vossa Palavra!” Lc 1,38
Noitários: Ruas André Mota e Fé em Deus

3º Dia – 28/11/2016 – Segunda - feira
19:30 – Missa
Liturgia: Terço dos Homens - Paroquial– Leitura e Canto
TEMA: A minh'alma engrandece o Senhor, exulta meu espírito em Deus, meu Salvador! Lc 1,46-47
Noitários: Ruas Antigo Campo de Pouso e Luís Domingues

4º Dia – 29/11/2016 – Terça – feira
19:30 – Missa
Liturgia: Legião de Maria– Leitura e Canto
TEMA: Porque olhou para a humildade de sua serva, doravante as gerações hão de chamar-me de bendita! Lc 1,48
Noitários: Travessa Gomes Vidal e Rua da Paz

5º Dia – 30/11/2016 – Quarta – feira
19:30 – Missa
Liturgia: Comunidades: Santa Luzia e Nossa Senhora de Fátima - Leitura
TEMA: O Poderoso fez em mim maravilhas, e Santo é seu nome! Lc 1,49
Noitários: Travessa Luís Domingues e Rua Florêncio Monteiro

6º Dia – 01/12/2016 – Quinta – feira
19:30 – Missa
Liturgia: RCC– Leitura e Canto
TEMA: Seu amor para sempre se estende, sobre aqueles que O temem! Lc 1,50
Noitários: Ruas da Esperança e Getúlio Vargas

7º Dia – 02/12/2016 – Sexta - feira
19:30 – Missa
Liturgia: Comunidade São João Batista – Leitura e Canto
TEMA: Manifesta o poder de seu braço, dispersa os soberbos. Lc 1,51
Noitários: Ruas 10 de Novembro e Monte Castelo

8º Dia – 03/12/2016 – Sábado
18:00 – Missa – Logo após bingo
Liturgia: Comunidade Matriz – Leitura e Canto
TEMA: Derruba os poderosos de seus tronos e eleva os humildes. Lc 1,52

9º Dia – 04/12/2016 - Domingo
08:00 - Missa
19:30 – Missa
Liturgia: Comunidade: São José e Rainha da Paz - Leitura
TEMA: Sacia de bens os famintos, despede os ricos sem nada. Lc 1,53
Noitários: Ruas 1º de Maio e Gomes Vidal

10º Dia – 05/12/2016 – Segunda - feira
19:30 – Missa
Liturgia: Pastoral Familiar e Pastoral do Dízimo Paroquial– Leitura e Canto
TEMA: Acolhe Israel, seu servidor, fiel ao seu amor. Lc 1,54
Noitários: Ruas São João e José Bonifácio

11º Dia – 06/12/2016 – Terça - feira
19:30 – Missa
Liturgia: Mãe Rainha e Catequese– Leitura e Canto
TEMA: Como havia prometido a nossos pais, em favor de Abraão e de seus filhos para sempre! Lc
1,55
Noitários: Ruas Cleomenes Falcão e Sete de Setembro

12º Dia – 07/12/2016 – Quarta- feira
19:30 – Missa
Liturgia: Focolares e Acólitos– Leitura e Canto
TEMA: Maria, porém, guardava todas essas coisas e sobre elas refletia em seu coração. Lc 2,19
Noitários: Ruas Frederico Leda e Tavares de Moura

13º Dia – 08/12/2016 – Quinta - feira
07:00 - Ofício Divino das Comunidades FAM e SAM, logo após café comunitário
18:00 – Procissão e logo após a Santa Missa com
Dom Armando
Liturgia: Comunidade Porta Aberta
TEMA: Fazei tudo o que Ele vos disser! Jo 2,5
Noitários: Ruas Teixeira de Freitas, Osvaldo Cruz e Maranhão Sobrinho
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com o apoio da Pastoral da Aids e do Ministério da Saúde, lançou na manhã desta terça-feira, 29, na sede em Brasília (DF) a Campanha “Juntos podemos construir um futuro sem Aids”. A iniciativa busca além do incentivo a testagem precoce, fazer com que as pessoas comecem o tratamento imediatamente ao se descobrirem com HIV, estratégia fundamental para evitar danos à saúde e reduzir a transmissão do vírus. A ação tem como objetivo disseminar informações sobre a doença, as formas de prevenção e tratamento, aproveitando a ocasião do Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado no dia 1º de dezembro. 

O evento de abertura teve a participação do bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da instituição, Dom Leonardo Steiner; do ministro da Saúde, Ricardo Barros; a diretora do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais, Drª Adele Benzaken, o Secretário Executivo da Pastoral da Aids, Frei José Bernardi e o assessor da Pastoral da Aids, Frei Luiz Carlos Lunardi. Também estavam presentes Ana Carolina Barbosa de Souza e o Padre Mauro Sergio Marçal, que recentemente assumiram estas funções na Pastoral da Aids. 

“Esse cuidado em relação aos nossos irmãos e irmãs infectados pelo vírus da Aids merecem a nosso zelo”, declarou dom Leonardo. Ele recordou da atuação da Igreja com as pessoas que vivem com o vírus da Aids. “Nós como igreja percebemos que não bastava acolher, era preciso ir ao encontro, despertar, conscientizar e também fazer com que a sociedade depois com a ajuda do governo realmente despertasse para a questão tão grave que é a Aids”, disse. 

Para o secretário executivo da Pastoral da Aids, frei José Bernardi, “a epidemia da aids é complexa, multiforme e não pode ser vencida por uma estratégia única ou por um só ator social. Por isso, vejo como muito importante que os agentes de pastoral da Igreja se envolvam nesse esforço para diminuir as taxas de incidência de HIV, que significa menos gente sofrendo com uma doença que pode ser evitada”. 

Campanha 

A campanha contará com o apoio de 11 mil paróquias em todo o país e o objetivo é fazer com que as pessoas comecem o tratamento assim que se descobrem com HIV. A meta do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) é, até 2020, tornar o número de novas infecções baixo a níveis não epidêmico cumprindo a meta 90-90-90: que 90% de todas as pessoas com HIV conheçam seu diagnóstico, que 90% das diagnosticadas sejam tratadas imediatamente, e que 90% das tratadas possuam carga viral indetectável e não possam mais transmitir o vírus. 

“É importante ressaltar que o tratamento é gratuito no SUS e que as pessoas devem iniciar esse tratamento o mais rápido possível para conviver melhor com o vírus”, afirmou o ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante o lançamento da Campanha. 

 O assessor da Pastoral da Aids, Frei Luiz Carlos Lunardi, afirma que as ações de cunho comunitário, das Pastorais, grupos e Movimentos da Igreja Católica tem contribuído significativamente na resposta ao HIV com ações entre populações mais vulneráveis. O trabalho no incentivo ao diagnóstico precoce e na motivação e acompanhamento para o tratamento tem sido intensivo pelos agentes das Pastorais.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

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O Papa Francisco nomeou Dom Orlando Brandes como novo arcebispo de Aparecida (SP). O pontífice aceitou nesta quarta-feira (16) o pedido de renúncia por idade de Dom Raymundo Damasceno, que ocupa o cargo há 12 anos, e também anunciou Brandes como substituto.

Dom Orlando Brandes tem 70 anos e será transferido da arquidiocese de Londrina (PR), onde ocupa o cargo desde 2006. Ele deve tomar posse como arcebispo de Aparecida em janeiro de 2017. Dom Raymundo vai dar continuidade aos trabalhos religiosos em Brasília (DF).

Brandes foi nomeado bispo de Joinville (SC) em 1994 e foi transferido em 2006 para a Arquidiocese de Londrina. Ele também foi presidente da Comissão para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) entre 2007 e 2011 e delegado para a 5ª Conferência do Conselho Episcopal Latino-Americano em Aparecida.

A substituição acontece após o Papa aceitar o pedido de renúncia por idade de Dom Raymundo feito em 2012. Pelo direito canônico, o arcebispo deve renunciar ao cargo quando completar 75 anos.

O cardeal Dom Raymundo Damasceno deixa o posto de arcebisto de Aparecida depois de mais de uma década. Nesse período, ele também exerceu a presidência da CNBB, participou do conclave que elegeu o Papa Francisco, participou de quatro Sínodos no Vaticano e foi nomeado cardeal pelo Papa Bento XVI.

Para ele, entre os momentos mais marcantes de sua atividade religiosa em Aparecida estão as visitas de dois pontífices.

"Esses eventos ficaram marcados na minha memória, primeiro a visita do Papa Bento 16. Em um segundo momento, a visita do Papa Francisco em 2013, que veio para a JMJ [Jornada Mundial da Juventude] e fez questão de vir a Aparecida, para mostrar sua devoção à Santa. São momentos inesquecíveis, de grande experiência espiritual para mim", disse Damasceno.

Fonte: Portal G1

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

No último domingo do mês de outubro foi celebrada a Missa de encerramento do mês missionário, com a presença de todas as comunidades da Paróquia, em um momento de grande festividade.

A celebração eucarística foi presidida por Frei Ivaldo Mendonça, que destacou as iniciativas missionárias da paróquia, a exemplo das celebrações nas casas das famílias, entrando em sintonia com a orientação do Papa Francisco de sermos uma Igreja em saída. 

Confira algumas fotos:

Fotografia: Lourival Albuquerque
"Jesus é o maior e o primeiro evangelizador" (Papa Francisco)

"Do bom discípulo nasce o bom missionário" (Cardel Dom Cláudio Hummes)

A Coordenação Diocesana da Pastoral do Terço dos Homens tem a honra de lhes convidar para a 8ª Caminhada do Terço dos Homens, que acontecerá dia 19/11 na cidade de Bacabal-MA. 

Programação:

Saída às 17:00h da Igreja de São Francisco para a Igreja de Sant'Ana e São Joaquim, seguindo logo após para a Catedral Diocesana Santa Teresinha, onde acontecerá a celebração da Santa Missa.

A sua presença será de suma importância para o bom êxito desta caminhada.

Agradece: a Coordenação


O Arcebispo sírio-católico de Mosul, Kirkuk e de todo o Curdistão, Dom Petros Mouché, presidiu uma significativa celebração na Catedral da Imaculada Conceição de Qaraqosh, cidade que tinha mais de 60 mil habitantes antes da entrada dos jihadistas do EI, a maioria cristãos.

"Um gesto de reparação - explicou o sacerdote sírio-católico Padre Jahola - pela profanação sofrida pelo local sacro. Foi a primeira missa desde a queda da cidade e a fuga de seus habitantes".

"A Liturgia - relatou - desenvolveu-se entre as paredes escurecidas pelas fumaça, entre os escombros do teto desabado parcialmente, entre os restos de bancos usados como lenha e as siglas do Isis pintadas nas paredes".

Os hinos cantados em aramaico, a língua de Jesus, voltaram a ecoar nas naves da Catedral, na tentativa de apagar o ódio manifestado ali dentro nestes dois anos. Os votos do Padre Jahola é que depois de tanto sofrimento para os cristãos iraquianos, abram-se as portas para uma verdadeira cidadania, de estabilidade e de segurança. Que ao tempo da exclusão, siga-se um tempo de inclusão.

















Fonte: Radio Vaticana

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Dia 1º de novembro, Solenidade de Todos os Santos, a Diocese de Bacabal comemorou seus 48 anos de existência em uma celebração que reuniu parte do seu povo e também do Clero no largo da Paróquia São Francisco das Chagas.

A Missa em ação de graças foi antecedida por uma Missa na Catedral, às 09:00h da manhã, seguida de uma carreata até as instalações da Fazenda da Esperança, onde foi dada a bênção e dado vistas à comunidade como um grande projeto que a Igreja Particular de Bacabal assume. E isso foi motivo de alegria e celebração, que foi presidida por Dom Armando Martín Gutierrez e os padres das três paróquias da sede, além de Lago Verde e Bom Lugar.

Em sua homilia, Dom Armando falou da alegria desses projetos assumidos pela Diocese e, tratando da solenidade que celebrava-se naquele momento, reitirou a santidade como algo próximo de  nós e que deve ser meta de nossa vida, em sintonia com o que afirma o Papa Francisco: nas coisas mais simples do dia a dia, alcancaremos aquilo que o nosso coração mais deseja.

Ao final da cerimônia, à equipe da Rede Vida de Televisão (Canal 19) foi cedido espaço para que convidassem toda a população para o Show Beneficente de Tom Cleber, cuja renda total será destinada à compra dos equipamentos da TV, até então alugados e que trarão grandes benefícios à evangelização de toda nossa região através do sinal televisivo.

Confira algumas fotos:

Fotografia: Lourival Albuquerque 

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

No último dia 16 a Pastoral do Terço dos Homens expandiu-se na Paróquia e ganhou mais um núcleo: o da Comunidade São Sebastião, na zona rural de Bacabal. 

Um grupo de homens da sede saiu de porta em porta, convidando os homens daquela localidade para um grande encontro que, com certeza, marcaria suas vidas, o que aconteceu no dia 19, data da primeira reunião. E o convite foi bem aceito, tanto é que lá apareceram também mulheres, numa clara demonstração de apoio aos filhos, esposos, companheiros, incentivando-os a uma maior participação. 

Após o encontro ouve um momento de partilha e entre uma conversa e outra, a coordenação procura um coordenador para aquele grupo. Como é de costume, até o grupo sustentar-se, a coordenação acompanha-o semanalmente em suas reuniões e na ocasião estavam presentes o coordenador, Alan; o vice Eduardo; o secretário Nonatinho; Francisco Jane e Zuza.
Fotografia e informações: Francisco Jane 
Na próxima terça-feira (01) a Diocese de Bacabal comemora seus 48 anos e a tradicional celebração solene esse ano acontecerá na quadra da Paróquia São Francisco das Chagas, em Bacabal, com a presença do clero e do povo, inclusive com caravanas de outras cidades que fazem parte da circunscrição. 

A Diocese de Bacabal faz parte do Regional Nordeste V da CNBB, está localizada no Estado do Maranhão e foi criada a 22 de Junho de 1968 através da Bula “Visibilis Natura”, do Papa Paulo VI, desmembrada da Arquidiocese de São Luís e da então Prelazia de São José de Grajaú (hoje Diocese de Grajaú), sendo instalada em 01 de Novembro de 1968. 

Arte: Paróquia São Francisco das Chagas

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou o texto-base da Campanha da Fraternidade (CF) de 2017. Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da visa” e o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15), a iniciativa alerta para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros.

Segundo o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, a proposta é dar ênfase a diversidade de cada bioma e criar relações respeitosas com a vida e a cultura dos povos que neles habitam, especialmente à luz do Evangelho. Para ele, a depredação dos biomas é a manifestação da crise ecológica que pede uma profunda conversão interior. “Ao meditarmos e rezarmos os biomas e as pessoas que neles vivem sejamos conduzidos à vida nova”, afirma.

Ainda de acordo com o bispo, a Campanha deseja, antes de tudo, que o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. “Cultivar e guardar nasce da admiração! A beleza que toma o coração faz com que nos inclinemos com reverência diante da criação. A campanha deseja, antes de tudo, levar à admiração, para que todo o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. Tocados pela magnanimidade e bondade dos biomas, seremos conduzidos à conversão, isto é, cultivar e a guardar”, salienta.

Além de abordar a realidade dos biomas brasileiros e as pessoas que neles moram, a Campanha deseja despertar as famílias, comunidades e pessoas de boa vontade para o cuidado e o cultivo da Casa Comum. Para ajudar nas reflexões sobre a temática são propostos subsídios, sendo o texto-base o principal.

Dividido em quatro capítulos, a partir do método ver, julgar e agir, o texto-base faz uma abordagem dos biomas existentes, suas características e contribuições eclesiais. Também traz reflexões sobre os biomas e os povos originários, sob a perspectiva de São João Paulo II, Bento XVI e o papa Francisco. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos durante a Campanha 2017. 

Cartaz 

Para colocar em evidência a beleza natural do país, identificando os seis biomas brasileiros, o Cartaz da CF 2017 mostra o mapa do Brasil, em imagens características de cada região. Compõem também o cenário, como personagens principais, os povos originários; os pescadores e o encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, acontecido há 299 anos. Além da riqueza dos biomas, o cartaz quer expressar o alerta para os perigos da devastação em curso, além de despertar a atenção de toda a população para a criação de Deus.

Fonte: CNBB
No próximo domingo (30), a Paróquia encerrá com festa o mês missionário em uma celebração na Matriz, às 19:30.

Durante essas últimas semanas, várias atividades foram realizadas para marcar de forma positiva o engajamento desta igreja local nas atividades missionárias, principalmente nesse período em que vivemos as Santas Missões Populares. Por todas as comunidades têm-se realizados encontros celebrativos e missas nas ruas, dando um caráter mais enfático na orientação do Papa Francisco, que é ir ao encontro das pessoas. 

O objetivo principal desta celebração de encerramento do mês de outubro é reunir todas as comunidades, grupos, pastorais e movimentos e encarar a missão como algo próprio da Igreja.

Confira algumas fotografias das celebrações nas ruas das nossas comunidades:

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Nos dias 21 e 22 a Paróquia Sant'Ana e São Joaquim realizará dois grandes encontros que terão como tema o Dízimo, assessorado por Aristides Madureira, de São Paulo. 

Nesta sexta-feira (21), o encontro será destinado aos coordenadores de grupos, pastorais, movimentos, coordenadores de comunidades e demais lideranças e começará às 19:30h, sem nenhum custo.

Já no sábado (dia 22), o outro encontro será direcionado aos membros das equipes de Dízimo, a todos os dizimistas e interessados e será realizado das 08:00h às 16:00h. Neste caso, haverá uma taxa de R$ 15,00 (quinze reais), que cobrirão despesas com alimentação (lanches e almoço).

Missionário Católico, Aristides é assessor em diferentes áreas pastorais da Igreja, tem mais de 20 anos de vida missionária, já pregou ao longo desses anos para mais de 1.500.000 de pessoas. Diretor da Editora católica "A Partilha", vem implantando a Pastoral do Dízimo pelo Brasil. Formado em Comunicação Social, é autor de várias obras de formação pastoral, a exemplo de “Partilhando a Vida em Família” e “Dízimo Mirim e Gibi para Crianças”.

"Há mais de vinte e cinco anos percorro a Igreja do Brasil implantando e reavivando a pastoral do dízimo nas paróquias e dioceses. Tornei-me um estudioso do tema, por amor à Igreja, mas principalmente pelos questionamentos que o próprio tema suscita. O que é? Procede para os dias atuais? Porque a relação percentual? Como deve ser administrado? E assim por diante. Foram perguntas que me fiz centenas de vezes, e busquei cada resposta na história, na sociologia, na antropologia, nas mitologias, nas experiências comunitárias, na Sagrada Escritura", revela o assessor, que trará as mesmas perguntas aos participantes do encontro, mas também as respostas. 


quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Faleceu na madrugada desta quarta-feira, 19 de outubro, no Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo (SP), o artista sacro Cláudio Pastro. O corpo será velado no Mosteiro Nossa Senhora da Paz, em Itapecerica da Serra. Seu sepultamento acontecerá às 16h, no cemitério do Mosteiro, precedido da Eucaristia em ação de graças por sua vida e ressurreição.

“Rezemos ao bom Deus que acolha em sua casa este servo bom e fiel!”, declarou o arcebispo de Diamantina (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, Dom Darci José Nicioli, ao divulgar a notícia nas redes sociais. Em nota, o Arcebispo de Aparecida, Cardeal Raymundo Damasceno Assis manifestou profundo pesar pelo falecimento de Pastro e afirmou que suas obras permanecerão como uma perene recordação de sua fé e seu talento.

"Cláudio Pastro deixa sua marca de artista sacro em inúmeras obras realizadas em igrejas e capelas pelo Brasil e no exterior, sua maior obra, porém, fruto de seu talento e trabalho e amor à Virgem Maria se encontra na Basílica Nacional da Padroeira do Brasil, cujo ápice é a Cúpula, que, nas suas palavras, 'deseja ser um hino de louvor e ação de graças, através da liturgia, o Mistério Pascal celebrado nesse lugar'", afirmou o Cardeal Damasceno.

O artista sacro de Aparecida

Cláudio Pastro era considerado por especialistas de arte sacra como o brasileiro mais expressivo da atualidade nesta área. Paulistano, nascido em 16 de outubro de 1948 em uma família católica, é especializado em arte sacra e tem suas obras baseadas no Concílio Ecumênico Vaticano II.
Grande devoto da espiritualidade beneditina recebeu o título de oblato. Já reformou centenas de igrejas no Brasil e no exterior.

Formado em Ciências Sociais pela PUC, em 1972, se dedicava à arte sacra desde 1975, tendo cursado teoria e técnicas de arte na Abbaye Notre Dame de Tournay (França), no Museu de Arte Sacra da Catalunha (Espanha), na Academia de Belas Artes Lorenzo de Viterbo (Itália), na Abadia Beneditina de Tepeyac (México) e no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.

Entre diversos trabalhos realizados em diversos lugares do mundo, se destaca o acabamento do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, onde atuam os Redentoristas de São Paulo, além de trabalhos realizados nos conventos da Província.

Fonte: Portal A12

sábado, 8 de outubro de 2016

Estamos vivenciando o mês de outubro. Mês que a Igreja coloca em destaque as missões. A Igreja, por excelência, é missionária por causa do seu fundador Nosso Senhor Jesus Cristo, o primeiro missionário do Pai. Todo o cristão Batizado torna-se um missionário. O missionário é aquele que anuncia Jesus Cristo não para aqueles que não o conhecem, porque não é essa a nossa realidade, mas para aqueles que o ignoram. Para aqueles que o conhecem e, mesmo sabendo do grande amor que Deus tem por cada um de nós e a toda a humanidade, não acolhem a mensagem do seu evangelho, do seu amor e para a nossa salvação.

Além de estar vivenciando as Santas Missões Populares, a Paróquia Sant'Ana tem procurado assumir seu papel missionário e para melhor expressar esse empenho, durante esse mês estará realizando grandes celebrações nas comunidades, visando despertar os cristãos para o amor de Jesus Cristo. São momentos importantes que devem ser vividos com muita intensidade. Seguem as datas:


MÊS DE OUTUBRO / CELEBRAÇÕES MISSIONÁRIAS
(EM UMA RUA DO BAIRRO)

Dia 11: Comunidade Santo Antonio
Dia 13: Comunidade São José
Dia 14: Comunidade Nossa Senhora de Fátima
Dia 15: Comunidade Nossa Senhora Rainha da Paz
Dia 19: Comunidade São Raimundo Nonato
Dia 25: Comunidade Nossa Senhora da Conceição
Dia 26: Comunidade São João Batista
Dia 27: Comunidade Santa Luzia
Dia 31: Comunidade Matriz
Em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), a Comunidade São Raimundo realizou no último sábado (01) uma exposição dos trabalhos realizados pelas participantes do curso de Artesanato. 

O curso é oferecido gratuitamente e é realizado no Centro Comunitário de São Raimundo Nonato (Bairro Santos Dumont), atendendo principalmente pessoas do próprio bairro, também da Vila São João e Pantanal, dando oportunidade para que os alunos complementem sua renda ou façam aquilo que gostam, além de serviço como uma espécie de terapia.

Ao longo do tempo, o Senac foi abrindo os horizontes de oportunidades principalmente para as comunidades através do Programa de Gratuidade Senac, firmando parcerias com igrejas, centros comunitários, associações de bairros, entre outros, universalizando a aprendizagem e dando melhores oportunidades para quem procura especializar-se. 

Na Comunidade São Raimundo o curso funciona de segunda a sexta-feira das 14:00h às 18:00h e é ministrado pela professora Raquel.

Confira algumas fotos:

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Fotografia: Francisco Jane

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Tema: Cuidar da Casa Comum é nossa missão
Lema: “Deus viu que tudo era muito bom...” (Gn 1, 31)

Outubro é o Mês das Missões, um período de intensificação das iniciativas de animação e cooperação missionária em todo o mundo. O objetivo é sensibilizar, despertar vocações missionárias e realizar a Coleta no Dia Mundial das Missões, penúltimo domingo de outubro (este ano dias 22 e 23), conforme instituído pelo papa Pio XI em 1926.

“Cuidar da Casa Comum é nossa missão”. Este é o tema escolhido para a Campanha Missionária em 2016. O lema é extraído da narrativa da criação no livro do Gênesis: “Deus viu que tudo era muito bom” (Gn 1, 31). O projeto do Criador é maravilhoso, mas encontra-se ameaçado! A preocupação pela ecologia parte de dois gritos: o grito dos pobres que mais sofrem, e o grito da Terra que geme pela exploração. A temática retoma a Campanha da Fraternidade Ecumênica deste ano e amplia a missão de cuidar da vida em todo o planeta.Em sua Encíclica Laudato si’, o papa Francisco adverte que “a existência humana se baseia sobre três relações intimamente ligadas: as relações com Deus, com o próximo e com a terra” (LS 66). E lança uma pergunta: “Que tipo de mundo queremos deixar a quem nos suceder, às crianças que estão crescendo?” (LS 160). Em nossa Casa Comum, tudo está interligado, unido por laços invisíveis, como uma única família universal. E nós recebemos de Deus a missão de cuidar dessas relações. Isso tem a ver com a missão da Igreja. Queremos fazer do cuidado do planeta a nossa missão até os confins do mundo. Diante da crise socioambiental, nem todos temos de ser especialistas e saber tudo, mas temos o dever de mudar nossos hábitos e apoiar ações práticas.

Oração do Mês Missionário 2016
Pai de misericórdia, que criaste o mundo 
e o confiaste aos seres humanos. 
Guia-nos com teu Espírito para que, 
como Igreja missionária de Jesus,
cuidemos da Casa Comum com responsabilidade.
Maria, Mãe Protetora, inspira-nos nessa missão. Amém.

Mês Missionário
O Mês Missionário tem sua origem no Dia Mundial das Missões (penúltimo domingo do mês de outubro, este ano, dia 23). A data foi instituída pelo papa Pio XI em 1926, como um Dia de oração e ofertas em favor da evangelização dos povos. A inspiração vem do mandado de Jesus para anunciar a Boa Nova entre todas as nações. Além das ofertas, a Campanha Missionária nos convida a rezar e a refletir sobre a nossa missão no mundo.

A cooperação missionária
A missão é de Deus pela qual somos chamados a colaborar. Os batizados receberam “a missão de anunciar o Reino de Cristo e de Deus” e “de estabelecê-lo em todos os povos” (LG 5). Não podemos fugir dessa responsabilidade. Assim, “todas as Igrejas particulares, todas as Instituições e Associações eclesiais e cada cristão membro da Igreja têm o dever de colaborar para que a mensagem do Senhor se difunda e chegue até os últimos confins da terra” (CMi 1).

Ao cumprir o mandado de Jesus, nem todos os cristãos deixam a sua terra para servir nas missões além-fronteiras. Em nossas comunidades na Igreja local, são apenas alguns os missionários e missionárias que partem. Porém, toda a comunidade tem o dever de participar ativamente na missão universal.

A cooperação missionária promove a participação do Povo de Deus na missão universal. A missão por sua natureza é sempre um serviço de partilha, comunhão e solidariedade. Esta participação se realiza de três formas: 1) pela oração, sacrifício e testemunho de vida, que acompanham os passos dos missionários e das missionárias, mundo afora; 2) por meio da ajuda material dos projetos missionários: “Deus ama quem dá com alegria” (2Cor 9,7); e principalmente, 3) colocando-se à disposição para servir na missão ad gentes. Sem missionários e missionárias não há missão.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

A Igreja no Brasil celebra de 1º a 7 de outubro a Semana Nacional da Vida, culminando no Dia do Nascituro, 8 de outubro. Trata-se, segundo o presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom João Bosco Barbosa de Sousa, de momento propício não só para celebração, mas também para reassumir o compromisso de defesa da vida em todas as suas fases.

De acordo com Dom João Bosco, a vida, dom de Deus, “é muitas vezes desvalorizada, desrespeitada, não é suficientemente bem cuidada como devia ser, como um presente de Deus”.

Nesse sentido, assinalou ao site da CNBB que “celebramos a Semana da Vida primeiro como uma grande ação de graças a Deus pela vida que nós recebemos, pela nossa vida pessoal, das pessoas que nós amamos e todas as pessoas do mundo e do mundo em que nós vivemos”.

Outra motivação para esta semana é “lembrar certos compromissos que nós temos com a vida para que ela seja cada vez mais desenvolvida, mais viva e também compartilhada por todas as pessoas”.

A Semana Nacional da Vida e o Dia do Nascitura foram instituídos em 2005, pela 43ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil. Além da Comissão para a Vida e a Família da CNBB, a iniciativa é promovida também pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar.

O objetivo é propor à sociedade o debate sobre os cuidados, proteção e a dignidade da vida humana, em todas as suas fases, desde a concepção até o seu fim natural.

Conforme ressaltou Dom João Bosco, o nascituro “merece todo nosso carinho de ser acolhido no nosso mundo com todas as condições de se desenvolver e se tornar uma pessoa humana”.

O presidente da Comissão para a Vida e a Família ressaltou ainda que a vida, antes de nascer, é muitas vezes agredida, não só pelo aborto, “que é um crime, um atentado contra o Deus da vida”, mas também pela ausência dos cuidados que a mãe deve ter e receber durante a gestação.

“E assim – expressou o Prelado – a gente celebre o dia do nascituro com uma esperança que não haja ninguém que venha ao mundo sem ser devidamente preparado, querido e amado. É o que a gente espera do dia do nascituro”.

Hora da vida

Para a celebração da Semana Nacional da Vida, a Comissão Vida e Família e a Pastoral Familiar preparam anualmente o subsídio “Hora da Vida, com conteúdos para reflexão, orações e informações relacionadas à vida e à sociedade.

Com o tema “Vida e Sociedade” para a Semana Nacional da Vida, o material aborda variados assuntos, tais como: “A vida humana: dom para a família e a sociedade”; “A ideologia de gênero e a negação da criação como dom de Deus”; “A via política – caminho para promover e defender a vida”; “Os cristãos e o compromisso com a vida” e “Juntos pela vida”.

“Esses temas são tratados de forma muito clara e didática, simples de entender, mas, ao mesmo tempo, profundos em seu conteúdo. Por isso, recomendo às nossas comunidades, à Pastoral Familiar que tenham em mão esse livro”, motivou Dom Bosco.

O livro traz ainda uma proposta de Vigília Eucarística em favor da vida e uma Oração do Jovem.
Segundo o ACI Digital (27/09/2016), durante a homilia da Missa na Capela da Casa Santa Marta – na festa de São Vicente de Paulo –, o Papa Francisco meditou sobre a primeira leitura de hoje, que conta a história de Jó, o qual passou por uma grande “desolação espiritual” e “havia perdido tudo”. O Santo Padre ofereceu alguns conselhos para aquelas pessoas que se sentem tristes e deprimidas.

“A desolação espiritual é uma coisa que acontece com todos nós: pode ser mais forte ou mais fraca… mas é uma condição da alma obscura, sem esperança, desconfiada, sem vontade de viver, que não vê a luz no fim do túnel, que tem agitação no coração e nas ideias”.

Mas também, “a desolação espiritual nos faz sentir como se nossa alma fosse ‘achatada’: quando não consegue, não quer viver: ‘A morte é melhor!’”, acrescentou o Pontífice.

Isto foi o que aconteceu com Jó, “melhor morrer do que viver assim”. “E nós devemos entender quando nosso espírito está neste estado de tristeza geral, quando ficamos quase sem respiro. Acontece com todos nós e temos que compreender o que se passa em nosso coração”, aconselhou.

Francisco convidou então a nos perguntar: “O que se deve fazer quando vivemos estes momentos escuros, por uma tragédia familiar, por uma doença, por alguma coisa que me leva ‘para baixo’. Alguns pensam em engolir um comprimido para dormir e tomar distância dos fatos, ou beber ‘dois, três, quatro golinhos’. Mas isto não ajuda”, assegurou o Papa.

Em vez disso, a liturgia de hoje “nos mostra como lidar com a desolação espiritual, quando ficamos mornos, para baixo, sem esperança”.

O Santo Padre indicou que no salmo 87 está a resposta: “Chegue a ti a minha prece, Senhor”. Portanto, é preciso rezar: “É uma oração de bater na porta, mas com força!”, exclamou.

“Senhor, eu estou cheio de desventuras. A minha vida está à beira do inferno. Estou entre aqueles que descem à fossa, sou como um homem sem forças’”, disse o Papa.

“Quantas vezes nós nos sentimos assim, sem forças… E esta é a oração. O Senhor mesmo nos ensina como rezar nestes momentos difíceis. ‘Senhor, me lançaste na fossa mais profunda. Pesa sobre mim a Tua cólera. Chegue a Ti a minha oração’”.

Nesse sentido, o Pontífice disse novamente: “Assim devemos rezar nos piores momentos, nos momentos mais escuros, mais desolados, mais esmagados, que nos esmagam mesmo. Isto é rezar com autenticidade. E também desabafar como desabafou Jó com os filhos. Como um filho”.

Francisco destacou que o personagem da Bíblia viveu também o silêncio dos amigos nesta situação.

Diante de uma pessoa que sofre, disse o Papa, “as palavras podem ferir”. O que conta é estar perto, fazer sentir a proximidade, “mas não fazer discursos”.

“Quando uma pessoa sofre, quando uma pessoa se encontra na desolação espiritual, você tem que falar o mínimo possível e você tem que ajudar com o silêncio, a proximidade, as carícias, com a sua oração diante do Pai”.

Em seguida, o Santo Padre disse que existem 3 coisas que se devem fazer:

“Em primeiro lugar, reconhecer em nós os momentos de desolação espiritual, quando estamos no escuro, sem esperança, e nos perguntar por quê. Em segundo lugar, rezar ao Senhor, como na liturgia de hoje, com este Salmo 87 que nos ensina a rezar, no momento de escuridão”, prosseguiu o Papa.

“E em terceiro lugar, quando me aproximo de uma pessoa que sofre, seja por doenças, seja por qualquer sofrimento, mas que está na desolação completa, silêncio; mas silêncio com tanto amor, proximidade, ternura. E não fazer discursos que, depois, não ajudam e, também, lhe fazer mal”.

Ao concluir, o Papa Francisco disse: “Rezemos ao Senhor para que nos conceda essas três graças: a graça de reconhecer a desolação espiritual, a graça de rezar quando estivermos submetidos a este estado de desolação espiritual e também a graça de saber acolher as pessoas que passam por momentos difíceis de tristeza e de desolação espiritual”.

Leitura e salmo comentados pelo Papa:

Primeira Leitura (Jó 3,1-3.11-17.20-23)

“Jó abriu a boca e amaldiçoou o seu dia, 2dizendo: “Maldito o dia em que nasci e a noite em que fui concebido. Por que não morri desde o ventre materno, ou não expirei ao sair das entranhas? Por que me acolheu um regaço e uns seios me amamentaram? Estaria agora deitado e poderia descansar, dormiria e teria repouso, com os reis e ministros do país, que construíram para si sepulcros grandiosos; ou com os nobres, que amontoaram ouro e prata em seus palácios. Ou, então, enterrado como aborto, eu agora não existiria, como crianças que nem chegaram a ver a luz.

Ali acaba o tumulto dos ímpios, ali repousam os que esgotaram as forças. Por que foi dado à luz um infeliz e vida àqueles que têm a alma amargurada? Eles desejam a morte que não vem e a buscam mais que um tesouro; eles se alegrariam por um túmulo e gozariam ao receberem sepultura.

Por que, então, foi dado à luz o homem a quem seu próprio caminho está oculto, a quem Deus cercou de todos os lados? ”

Salmo responsorial 87, 2-8

A vós clamo, Senhor, sem cessar, todo o dia, e de noite se eleva até vós meu gemido. Chegue a minha oração até a vossa presença, inclinai vosso ouvido a meu triste clamor!

Saturada de males se encontra a minh’alma, minha vida chegou junto às portas da morte. Sou contado entre aqueles que descem à cova, toda gente me vê como um caso perdido!

O meu leito já tenho no reino dos mortos, como um homem caído que jaz no sepulcro, de quem mesmo o Senhor se esqueceu para sempre e excluiu por completo de sua atenção.

Ó Senhor, me pusestes na cova mais funda, nos locais tenebrosos da sombra da morte. Sobre mim cai o peso do vosso furor, vossas ondas enormes me cobrem, me afogam.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/voce-se-sente-deprimido-e-sem-vontade-de-viver-veja-o-que-diz-o-papa-francisco-15660/

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Democracia: esta será a palavra central dos trabalhos das Semanas da Cidadania e do Estudante em 2017. Representantes da Pastoral da Juventude (PJ), Pastoral da Juventude Estudantil (PJE) e Pastoral da Juventude Rural (PJR) definiram as temáticas das atividades permanentes, que também serão trabalhadas pela Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP), em seminário realizado no Colégio Marista Dom Silvério, em Belo Horizonte/MG, em 27 e 28 de agosto.

A Semana da Cidadania será realizada de 15 a 22 de abril, com o tema: “Democracia para quem e para quê?”- e o lema: “Todo poder emana do povo” (art. 1°, parágrafo único, CF/88). A Iluminação bíblica é da Carta de Tiago (3, 18): “O fruto da justiça se semeia na paz para aqueles que praticam a paz”.

Para a Semana do Estudante, que será realizada de 05 a 12 de agosto, o lema escolhido foi: “Escola democrática: sem lado não dá” – e a iluminação bíblica: “Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça” (Mt 5, 10a).

O jovem Vinícius Borges, que faz parte da Coordenação Nacional da PJ, explicou que a temática nasce da necessidade de discutir o papel da juventude no atual momento histórico do Brasil. “As Pastorais da Juventude decidiram falar de democracia, porque temos rezado os movimentos que acontecem no país nos últimos tempos. Falar de democracia é falar do nosso direito a ter voz e vez; é falar dos estudantes que ocuparam as escolas em vários lugares do país; é falar das ameaças a direitos fundamentais garantidos pela constituição. Seguir Jesus é lutar pela justiça e atender a seu chamado para semear a paz: e isso só se faz com democracia plena”, ressaltou.

As Atividades Permanentes são trabalhos realizados em conjunto pelas Pastorais da Juventude do Brasil. Em 2017 serão lançados os materiais e subsídios, que vão ajudar os grupos de base a vivenciarem as Semanas da Cidadania e do Estudante.

Com colaboração de Vinícius Borges (PJ) e Iago Ervanovite (PJE
As sextas-feiras na Paróquia Sant'Ana e São Joaquim não serão mais as mesmas. Isto porque desde a última semana, este dia inteiro tem sido dedicado à Adoração Eucarística.

Semanalmente, os fiéis terão a oportunidade de estar mais próximos da presença do Senhor na Eucaristia, desde as primeiras horas do dia. Às 06:30h haverá a celebração da Santa Missa, finalizando com a exposição do Santíssimo, que durante todo o dia ficará sob visitação pública, até às 18:30h, quando novamente será rezada a Missa, finalizando este momento de adoração.

Para melhor organização, também foi montada uma programação onde os grupos, pastorais e movimentos foram contemplados, dedicando momentos específicos. Cada um terá cerca de 1 hora, onde terá oportunidade de aumentar a espiritualidade dos congregados. Segue a escala:

06:30h: Celebração da Santa Missa
07:00h: Ministros Extraordinários 
08:00h: Legião de Maria
09:00h: Legião de Maria
10:00h: Pastoral da Acolhida
11:00h: Pastoral do Dízimo
12:00h: Pastoral Familiar
13:00h: Terço dos Homens
14:00h: Legião de Maria
15:00h: Apostolado da Oração e Irmandade São José
16:00h: Ordem Franciscana Secular (OFS) e Ministros Extraordinários
17:00h: Jovens e Coroinhas
18:00h: Renovação Carismática Católica (RCC) e Catequese
18:30h: Celebração da Santa Missa

Adorar

A palavra “adorar” é uma palavra que vem do latim “adorare”. Adorare, por sua vez, é uma palavra que se formou pela junção da partícula “ad” (que expressa movimento: “em direção a”) com o verbo “orare” (que vem de “os/oris”, significando “a boca” ou também “o rosto”, “a face”). Assim sendo, “adorare” significa no fundo o movimento de aproximar a boca, ou o rosto, ou a face, e até mesmo o coração e todo o ser; buscar colar-se ao objeto de imensa estimação. O beijo poderia representar tal movimento. Mas, na palavra “adorare” temos, sobretudo, o movimento de buscar se identificar, formar um só corpo, uma só carne, com o objeto ou pessoa amada e tudo o que ela significa. É o que a palavra “adorar”, na sua origem, parece evocar. E adorar a Deus? É ter tanta admiração por Ele e seu projeto de vida para todos, que o meu (ou nosso) desejo é estar n’Ele e Ele em mim (ou em nós), formando com Ele um só corpo e, de fato, me lanço na realização deste desejo, que é também desejo de Deus, em primeiro lugar. Eu o adoro porque, em primeiro lugar, ele me “adora”.

Adorar o Santíssimo Sacramento

Falamos em “adorar o Santíssimo Sacramento”. A expressão “Santíssimo Sacramento” tem a ver com Jesus Cristo presente no Pão consagrado. Por que “sacramento”? Sacramento tem a ver com sinal, símbolo. Então, no sinal, símbolo, figura do pão (e do vinho), cremos realmente presente o Senhor Jesus. Ele se faz, por força do Espírito, tão intensa e intimamente presente, a ponto de afirmarmos que o Pão consagrado é o próprio Corpo d’Ele. Ele se “abaixa” à condição de matéria (pão, vinho) para, assim, nos alimentar com sua Presença real e nos fazer entrar em comunhão com seu Corpo . Por isso que o sacerdote, ou ministro(a), ao mostrá-lo para você no momento da comunhão, diz: “O Corpo de Cristo”. E você responde: “Amém” (quer dizer: “Isso mesmo!”, “Assino embaixo”, “Assim é, e o acolho!”). E por que “Santíssimo”? Porque no Pão (e no Vinho) está Aquele que se reservou totalmente, como ninguém, a você (a nós todos): Ele é todo “seu”, todo “nosso”, comungando com você, sem reservas, santíssimo, para fazer de todos nós n’Ele um único Corpo! Ele nos “adora” por primeiro! “Isto é o meu corpo entregue… meu sangue derramado… por você”, diz Ele na missa e, silenciosamente, continua dizendo-o no Sinal sacramental, no Pão consagrado. Então, podemos dizer que “adorar o Santíssimo Sacramento” significa: colocar-se numa contemplativa e grata escuta desta Palavra (“Isto é meu corpo entregue… meu sangue derramado… por você”) e, a partir desta escuta, buscar mergulhar neste mesmo projeto de entrega de si pelos outros, a fim de que todos tenham vida em plenitude.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Se não fosse a Igreja Católica, não existiria a Bíblia como a temos hoje, com os 72 livros canônicos, isto é, inspirados pelo Espírito Santo.

“Foi a Tradição apostólica que fez a Igreja discernir que escritos deviam ser enumerados na lista dos Livros Sagrados”(DV 8; CIC,120).

Portanto, sem a Tradição da Igreja não teríamos a Bíblia. Santo Agostinho dizia: “Eu não acreditaria no Evangelho, se a isso não me levasse a autoridade da Igreja Católica”(CIC,119).

Por que a Bíblia católica é diferente da protestante?

Esta tem apenas 66 livros porque Lutero e, principalmente os seus seguidores,  rejeitaram os livros de Tobias, Judite, Sabedoria, Baruc, Eclesiástico (ou Sirácida), 1 e 2 Macabeus, além de Ester 10,4-16; Daniel 3,24-20; 13-14.

No ano 100 o Sínodo de Jâmnia (ou Jabnes):
(1) deveria ter sido escrito na Terra Santa;
(2) escrito somente em hebraico, nem aramaico e nem grego;
(3) escrito antes de Esdras (455-428 a.C.);
(4) sem contradição com a Torá ou lei de Moisés.

Versão dos Setenta: Alexandria – 200 anos antes de Cristo, incluiu os livros que os judeus de Jâmnia, por critérios nacionalistas, rejeitaram. Havia então no início do Cristianismo duas Bíblias judaicas: uma da Palestina (restrita) e a Alexandrina (completa – Versão dos LXX).

Os Apóstolos e Evangelistas optaram pela Bíblia completa dos Setenta (Alexandrina), considerando canônicos os livros rejeitados em Jâmnia.

Das 350 citações do Antigo Testamento que há no Novo, 300 são tiradas da Versão dos Setenta, o que mostra o uso da Bíblia completa pelos apóstolos.

Verificamos também que nos livros do Novo Testamento há citações dos livros que os judeus nacionalistas da Palestina rejeitaram. Por exemplo: Rom 1,12-32 se refere a Sb 13,1-9;  Rom 13,1 a  Sb 6,3;  Mt 27,43 a Sb 2, 13.18; Tg 1,19 a Eclo 5,11;  Mt 11,29s a Eclo 51,23-30;  Hb 11,34 a 2 Mac 6,18; 7,42;  Ap 8,2 a Tb 12,15.

Nos mais antigos escritos dos santos Padres da Igreja (patrística) os livros rejeitados pelos protestantes (deutero-canônicos) são citados como Sagrada Escritura.

São Clemente de Roma, Papa, no ano de 95 escreveu a Carta aos Coríntios, citando Judite, Sabedoria, fragmentos de Daniel, Tobias e Eclesiástico; livros rejeitados pelos protestantes.

Pastor de Hermas, no ano 140, faz amplo uso de Eclesiástico, e do 2 Macabeus;

Santo Hipólito (†234), comenta o Livro de Daniel com os fragmentos deuterocanônicos rejeitados pelos protestantes, e cita como Sagrada Escritura Sabedoria, Baruc, Tobias, 1 e 2 Macabeus.

Vários Concílios confirmaram isto: os Concílios regionais de Hipona (ano 393); Cartago II (397), Cartago IV (419), Trulos (692). Principalmente os Concílios ecumênicos de Florença (1442), Trento (1546) e Vaticano I (1870).

Lutero, ao traduzir a Bíblia para o alemão, traduziu também os sete livros (deuterocanônicos) na sua edição de 1534, e as Sociedades Biblícas protestantes, até o século XIX incluíam os sete livros nas edições da Bíblia.

“Pela Tradição torna-se conhecido à Igreja o Cânon completo dos livros sagrados e as próprias Sagradas Escrituras são nelas cada vez mais profundamente compreendidas  e  se fazem sem cessar, atuantes.” (DV,8).

A Bíblia não define o seu catálogo; isto é, não há um livro da Bíblia que diga qual é o índice dela. Assim, este só pode ter sido feito pela Tradição dos apóstolos, pela tradição oral que de geração em geração chegou até nós.

A Vulgata – O Papa São Dâmaso (366-384), no século IV, pediu a S.Jerônimo que fizesse uma revisão das muitas traduções latinas que havia da Bíblia. São Jerônimo revisou o texto grego do Novo Testamento e traduziu do hebraico o Antigo Testamento, dando origem ao texto latino chamado de Vulgata, usado até hoje.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

O Cardeal Cláudio Hummes, Presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia, revela como surgiu a intenção da canonização dos primeiros protomártires nativos do Brasil.

Dom Cláudio foi recebido pelo Papa Francisco no dia 15/09, com o Arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, no Vaticano, para tratar do andamento do processo.

Segundo Dom Cláudio, em outubro próximo, a causa retorna para a Congregação das Causas dos Santos, para ser avaliada e encaminhada ao Pontífice.

“Levantei esta causa tempo atrás com o Papa Francisco, lembrando que ele havia canonizado outros beatos históricos antigos e que não há mais muita documentação a ser levantada. Ele já canonizou o beato Anchieta, o Padre Fabro, um dos fundadores da Companhia de Jesus. Numa audiência que tive com ele, me recordei destes nossos mártires e pensei ‘Por que não apresentar ao Papa esta questão?’ e escrevi em um memorando ‘se não era possível pensar numa canonização’. Ele reagiu muito positivamente e me disse para conversar com o Cardeal Amato, com o Presidente da CNBB, com o Arcebispo de Natal foi o que eu fiz. E na carta do Cardeal Amato constava o meu nome porque eu tinha apresentado a questão ao Papa. E foi por isso que Dom Jaime quis que eu estivesse com ele nesta audiência (do dia 15/09, ndr) neste momento em que ele sabe que a coisa está andando bem”.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Terminou neste domingo (11) o Festejo em honra a Nossa Senhora Rainha da Paz, na Vila que leva o nome da santa.

A última noite da festa iniciou-se com a procissão luminosa, que reuniu não só pessoas do bairro, mas de todas as comunidades da Paróquia Sant'Ana e São Joaquim. Guiados pelo espírito de fé, durante todo o percurso os fiéis cantavam, refletiam sobre a temática abordada durante as 9 noites - a Misericórdia - e rezavam. Depois de passar por várias ruas, chegaram à igreja recém levantada para celebrar a Santa Missa de encerramento, presidida por Padre Ribamar. 

Ao final da celebração, a sra. Lourdes agradeceu a Padre Ribamar por aquela construção, após algum tempo celebrando e participando das missas em um barraco improvisado, o que foi calorosamente aplaudido. Durante sua fala, o pároco pediu ainda mais união à comunidade e compartilhou com todos em transformar aquela comunidade em um sinal da presença de Deus. Pediu que todos ajudassem nesse sentido, tendo em vista tantas famílias que ainda não experimentaram esta graça. 

Confira algumas fotos:
Fotografia: Lourival Albuquerque
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) juntamente com a MESA PRO BICE BRASIL, constituída por onze organizações destinadas em sua missão a renovar, permanentemente, a vivência do compromisso com a dignidade das crianças e dos adolescentes, assinarão na próxima sexta-feira, 16, o acordo de Cooperação pela Dignidade e Direitos das Crianças e Adolescentes Brasileiros. 

A iniciativa tem o objetivo de valorizar o trabalho conjunto das Instituições Católicas do Brasil e contribuir para a construção de um novo conceito de cidadania, pautado no respeito à dignidade, a promoção e a garantia dos direitos de cada criança e adolescente, atuando nas políticas públicas, educação, e na participação da criança e do adolescente, como eixos principais, mediante estratégias de diálogo entre gerações e o exercício de direitos. 

Assinam o acordo de Cooperação pela Dignidade e Direitos das Crianças e Adolescentes Brasileiros, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); a Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC); o Bureau International Catholique de l’Enfance (BICE); a Cáritas Brasileira; a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), a Pastoral da Criança – organismo vinculado à CNBB; a Pastoral do Menor – organismo ligado à CNBB; a Rede Jesuíta Brasil; a Rede La Salle; a Rede Salesiana do Brasil e a União Marista do Brasil. 

O evento acontecerá na sede da CNBB, em Brasília (DF), às 10h30. Para participar, é necessário confirmar presença até o dia 14 de setembro, pelo e-mail: escritorio.brasilia@lasalle.org.br ou pelo telefone: (61) 3264-8626 ou 99214-8598. 

domingo, 11 de setembro de 2016

Cumpre-nos o triste dever de informar do falecimento de nossa irmã em Cristo, Maria das Dores da Silva, carinhosamente conhecida por Dora (74 anos), ocorrido por volta das 10 horas deste domingo, dia do Senhor (11).

Pequena na estatura, era uma mulher grande de coração, de serviço e de missão e durante todos esses anos, serviu com fidelidade e amor a Comunidade São João Batista, como Legionária, membro do Conselho Comunitário, da Liturgia e Ministra Extraordinária da Comunhão Eucarística. Em todos os eventos da paróquia podíamos contar com sua presença e colaboração.

Seu amor pela missão e por sua comunidade ficarão, com certeza, refletidos em todos aqueles que tiveram a grata satisfação em conhecê-la e compartilhar de sua alegria e fé.

De nossa parte, solidarizamo-nos com toda comunidade de São João Batista e com a família. 

"Então disse Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá" (João 11,25)
 Padre Ribamar Cardoso Lima, Pároco
Pastoral da Comunicação