• Um sinal de fé de gratidão a Deus

    Pelo dízimo, podemos viver as três virtudes mais importantes para todo cristão: a fé, a esperança e o amor-caridade, que nos levam mais perto de Deus. Representa a nossa vontade de colaborar com o Projeto Divino neste mundo.

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  • IGREJA EM AÇÃO

    Com objetivo de “construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência", a Diocese de Bacabal lançou oficialmente a CF 2018...

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19.6.18

Diocese de Bacabal completará 50 anos de criação

A Diocese de Bacabal completará 50 anos de criação nesta sexta-feira (22). Para comemorar a data, uma missa será celebrada na Igreja Matriz Sant’Ana e São Joaquim. A celebração ocorrerá às 19:00h e será presidida pelo bispo diocesano dom Armando Martín Gutiérrez e concelebrada pelos padres da diocese. São esperados representantes de todas as pastorais e movimentos da cidade.

A Diocese de Bacabal faz parte do Regional Nordeste V da CNBB, está localizada no estado do Maranhão e foi criada em 22 de junho de 1968 através da Bula “Visibilis Natura”, do Papa Paulo VI, desmembrada da Arquidiocese de São Luís e da então Prelazia de São José de Grajaú (hoje Diocese de Grajaú), sendo instalada em 01 de novembro de 1968. Em 26 de novembrode 1993, por ocasião dos 25 anos de Diocese, Dom Henrique Johannpötter proclamou solenemente Nossa Senhora da Conceição como padroeira da Igreja Particular de Bacabal. Santa Terezinha do Menino Jesus continuo sendo a titular da Catedral e Padroeira da cidade.

Nestes 50 anos, a Diocese teve como bispos; Dom Frei Pascásio Rettler, OFM (1968-1989), Dom Frei Henrique Johannpötter, OFM (1989-1997), Dom Frei José Belisário da Silva, OFM (1999-2005) e Dom Armando Martín Gutiérrez, F.A.M (2007-atual). Contou com a colaboração dos Administradores Diocesanos, Frei Frederico Zillner, OFM (1997 a 2000) e Frei Heriberto Rembecki, OFM (2005 a 2007) que administrou a Diocese até a chegada de Dom Armando.

Atualmente, a Diocese de Bacabal conta com 20 paróquias e 3 quase-paróquias distribuídas em 27 municípios. São mais de 40 padres e cerca de 12 diáconos permanentes.

18.6.18

Lançada mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial dos Pobres, em novembro

A segunda ocasião em que a Igreja no mundo inteiro vai celebrar o Dia Mundial do Pobre, no dia 18 de novembro de 2018, recebeu nesta quarta-feira, 13 de junho, uma Mensagem especial do Papa Francisco. Neste texto, Papa Francisco medita sobre um versículo do Salmo 34: “Este pobre grita e o Senhor o escuta“. Para escutar os pobres, destaca o Santo Padre:”É do silêncio da escuta que precisamos para reconhecer a voz deles. Se falarmos demasiado, não conseguiremos escutá-los. Muitas vezes, tenho receio que tantas iniciativas, apesar de meritórias e necessárias, estejam mais orientadas para nos satisfazer a nós mesmos do que para acolher realmente o grito do pobre“.

E assegura: “A resposta de Deus ao pobre é sempre uma intervenção de salvação para cuidar das feridas da alma e do corpo, para repor a justiça e para ajudar a recuperar uma vida com dignidade. A resposta de Deus é também um apelo para que quem acredita n’Ele possa proceder de igual modo, dentro das limitações do que é humano“. O Papa ainda esclarece o sentido da data: “O Dia Mundial dos Pobres pretende ser uma pequena resposta que, de toda a Igreja, dispersa por todo mundo, é dirigida aos pobres de todos os tipos e de todas as terras para que não pensem que o seu grito tenha caído no vazio. Provavelmente, é como uma gota de água no deserto da pobreza; e, contudo, pode ser um sinal de partilha para com os que estão em necessidade, para sentirem a presença ativa de um irmão e de uma irmã. Não é de um ato de delegação que os pobres precisam, mas do envolvimento pessoal de quem escuta o seu grito. A solicitude dos crentes não pode limitar-se a uma forma de assistência – mesmo se esta é necessária e providencial num primeiro momento –, mas requer aquela ‘atenção de amor’ (Exort. ap. Evangelii gaudium, 199) que honra o outro enquanto pessoa e procura o seu bem”.

Leia na Mensagem na íntegra:



MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA O II DIA MUNDIAL DOS POBRES

XXXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
18 DE NOVEMBRO DE 2018

Este pobre grita e o Senhor o escuta

1. «Este pobre grita e o Senhor o escuta» (Sl 34,7). As palavras do salmista tornam-se também as nossas no momento em que somos chamados a encontrar-nos com as diversas condições de sofrimento e marginalização em que vivem tantos irmãos e irmãs nossos que estamos habituados a designar com o termo genérico de “pobres”. Quem escreve aquelas palavras não é estranho a esta condição; bem pelo contrário. Faz experiência direta da pobreza e, apesar disso, transforma-a num cântico de louvor e de agradecimento ao Senhor. Também a nós hoje, imersos em tantas formas de pobreza, este salmo permite que compreendamos quem são os verdadeiros pobres para os quais somos chamados a dirigir o olhar, para escutar o seu grito e conhecer as suas necessidades.

É-nos dito, antes de mais, que o Senhor escuta os pobres que clamam por Ele e que é bom para com os que n’Ele procuram refúgio, com o coração despedaçado pela tristeza, pela solidão e pela exclusão. Escuta os que são espezinhados na sua dignidade e, apesar disso, têm a força de levantar o olhar para as alturas, para receber luz e conforto. Escuta os que são perseguidos em nome de uma falsa justiça, oprimidos por políticas indignas deste nome e atemorizados pela violência; mesmo assim sabem que têm em Deus o seu Salvador. O que emerge desta oração é, antes de mais, o sentimento de abandono e de confiança num Pai que escuta e acolhe. Em sintonia com estas palavras podemos compreender mais a fundo o que Jesus proclamou com a bem-aventurança: «Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos céus» (Mt 5,3).

Em virtude desta experiência única e, sob muitos aspetos, imerecida e impossível de se exprimir plenamente, sente-se, no entanto, o desejo de a comunicar a outros, antes de mais aos que, como o salmista, são pobres, rejeitados e marginalizados. Com efeito, ninguém pode sentir-se excluído pelo amor do Pai, especialmente num mundo que frequentemente eleva a riqueza ao primeiro objetivo e que faz com que as pessoas se fechem em si mesmas.

2. O salmo caracteriza com três verbos a atitude do pobre e a sua relação com Deus. Antes de mais, “gritar”. A condição de pobreza não se esgota numa palavra, mas torna-se um grito que atravessa os céus e chega até Deus. Que exprime o grito dos pobres, que não seja o seu sofrimento e a sua solidão, a sua desilusão e esperança? Podemos perguntar-nos: como é que este grito, que sobe até à presença de Deus, não consegue chegar aos nossos ouvidos e nos deixa indiferentes e impassíveis? Num Dia como este, somos chamados a fazer um sério exame de consciência, de modo a compreender se somos verdadeiramente capazes de escutar os pobres.

É do silêncio da escuta que precisamos para reconhecer a voz deles. Se falarmos demasiado, não conseguiremos escutá-los. Muitas vezes, tenho receio que tantas iniciativas, apesar de meritórias e necessárias, estejam mais orientadas para nos satisfazer a nós mesmos do que para acolher realmente o grito do pobre. Nesse caso, no momento em que os pobres fazem ouvir o seu grito, a reação não é coerente, não é capaz de entrar em sintonia com a condição deles. Está-se tão presos na armadilha de uma cultura que obriga a olhar-se ao espelho e a acudir de sobremaneira a si mesmos, que se considera que um gesto de altruísmo pode ser suficiente para deixar satisfeitos, sem se deixar comprometer diretamente.

3. Um segundo verbo é “responder”. O Senhor, diz o salmista, não só escuta o grito do pobre, como também responde. A sua resposta, como está atestado em toda a história da salvação, é uma participação cheia de amor na condição do pobre. Foi assim, quando Abraão apresentava a Deus o seu desejo de ter uma descendência, apesar de ele e a mulher Sara, já idosos, não terem filhos (cf. Gn 15,1-6). Aconteceu quando Moisés, através do fogo de uma sarça que ardia sem se consumir, recebeu a revelação do nome divino e a missão de tirar o povo do Egito (cf. Ex 3,1-15). E esta resposta confirmou-se ao longo de todo o caminho do povo no deserto: quando sentia os flagelos da fome e da sede (cf. Ex 16,1-16; 17,1-7) e quando caía na pior miséria, que é a da infidelidade à aliança e da idolatria (cf. Ex 32,1-14).

A resposta de Deus ao pobre é sempre uma intervenção de salvação para cuidar das feridas da alma e do corpo, para repor a justiça e para ajudar a recuperar uma vida com dignidade. A resposta de Deus é também um apelo para que quem acredita n’Ele possa proceder de igual modo, dentro das limitações do que é humano. O Dia Mundial dos Pobres pretende ser uma pequena resposta que, de toda a Igreja, dispersa por todo mundo, é dirigida aos pobres de todos os tipos e de todas as terras para que não pensem que o seu grito tenha caído no vazio. Provavelmente, é como uma gota de água no deserto da pobreza; e, contudo, pode ser um sinal de partilha para com os que estão em necessidade, para sentirem a presença ativa de um irmão e de uma irmã. Não é de um ato de delegação que os pobres precisam, mas do envolvimento pessoal de quem escuta o seu grito. A solicitude dos crentes não pode limitar-se a uma forma de assistência – mesmo se esta é necessária e providencial num primeiro momento –, mas requer aquela «atenção de amor» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 199) que honra o outro enquanto pessoa e procura o seu bem.

4. Um terceiro verbo é “libertar”. O pobre da Bíblia vive com a certeza que Deus intervém a seu favor para lhe restituir a dignidade. A pobreza não é procurada, mas é criada pelo egoísmo, pela soberba, pela avidez e pela injustiça. Males tão antigos como o homem, mas mesmo assim continuam a ser pecados que implicam tantos inocentes, conduzindo a consequências sociais dramáticas. A ação com a qual o Senhor liberta é um ato de salvação para com os que Lhe apresentaram a sua tristeza e angústia. As amarras da pobreza são quebradas pelo poder da intervenção de Deus. Muitos salmos narram e celebram esta história da salvação que encontra correspondência na vida pessoal do pobre: «Ele não desprezou nem repeliu a angústia do pobre, nem escondeu dele a sua face, mas atendeu-o quando Lhe pediu socorro» (Sl 22,25). Poder contemplar a face de Deus é sinal da sua amizade, da sua proximidade, da sua salvação. «Pusestes os olhos na minha miséria e conhecestes as angústias da minha vida; […] colocastes os meus pés num lugar espaçoso» (Sl 31,8-9). Dar ao pobre um “lugar espaçoso” equivale a libertá-lo do “laço do caçador” (cf. Sl 91,3), a retirá-lo da armadilha montada no seu caminho, para que possa caminhar desimpedido e encarar a vida com olhar sereno. A salvação de Deus toma a forma de uma mão estendida ao pobre, que oferece acolhimento, protege e permite sentir a amizade de que precisa. É a partir desta proximidade concreta e palpável que tem início um genuíno percurso de libertação: «Cada cristão e cada comunidade são chamados a ser instrumentos de Deus ao serviço da libertação e promoção dos pobres, para que possam integrar-se plenamente na sociedade; isto supõe que sejamos dóceis e atentos, para ouvir o clamor do pobre e socorrê-lo» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 187).

5. Para mim é um motivo de comoção saber que tantos pobres se identificaram com Bartimeu, de quem fala o evangelista Marcos (cf. 10,46-52). O cego Bartimeu «estava sentado a pedir esmola à beira do caminho» (v. 46) e, tendo ouvido dizer que Jesus estava a passar, «começou a gritar» e a invocar o «Filho de David» para que tivesse piedade dele (cf. v. 47). «Muitos repreendiam-no para que se calasse, mas ele gritava cada vez mais» (v. 48). O Filho de Deus escutou o seu grito: «“Que queres que Eu te faça?”. E o cego respondeu-Lhe: “Rabuni, que eu veja de novo”» (v. 51). Esta página do Evangelho torna visível o que o salmo anunciava como promessa. Bartimeu é um pobre que se encontra privado de capacidades fundamentais, como ver e trabalhar. Quantos percursos, também hoje, conduzem a formas de precariedade! A falta de meios elementares de subsistência, a marginalidade quando se deixa de estar no pleno das próprias forças de trabalho, as diversas formas de escravidão social, apesar dos progressos levados a cabo pela humanidade… Quantos pobres, como Bartimeu, estão hoje à beira da estrada e procuram um sentido para a sua condição! Quantos são os que se interrogam sobre o porquê de ter chegado ao fundo deste abismo e sobre o modo de sair dele! Esperam que alguém se aproxime deles e diga: «Coragem! Levanta-te, que Ele está a chamar-te» (v. 49).

Infelizmente, verifica-se com frequência que, pelo contrário, as vozes que se ouvem são as da repreensão e do convite a calar-se e aguentar. São vozes desafinadas, muitas vezes determinadas por uma aversão aos pobres, considerados não apenas como pessoas indigentes, mas também como gente que traz insegurança, instabilidade, desorientação das atividades diárias e, por isso, gente que deve ser rejeitada e mantida ao longe. Há uma tendência a criar distância entre nós e eles, e não nos damos conta que, deste modo, nos tornamos distantes do Senhor Jesus que não os rejeita, mas os chama a Si e os consola. Como soam apropriadas neste caso as palavras do profeta sobre o estilo de vida do crente: «quebrar as cadeias injustas, desatar os laços da servidão, pôr em liberdade os oprimidos, destruir todos os jugos […], repartir o pão com o faminto, dar pousada aos pobres sem abrigo, levar roupa aos que não têm que vestir» (Is 58,6-7). Este modo de agir permite que o pecado seja perdoado (cf. 1Pe 4,8), que a justiça faça o seu caminho e que, quando formos nós a gritar ao Senhor, Ele responda e diga: “Estou aqui!” (cf. Is 58,9).

6. Os pobres são os primeiros a estar habilitados para reconhecer a presença de Deus e para dar testemunho da sua proximidade na vida deles. Deus permanece fiel à sua promessa e, mesmo na escuridão da noite, não deixa que falte o calor do seu amor e da sua consolação. Contudo, para superar a opressiva condição de pobreza, é necessário que eles se se apercebam da presença de irmãos e irmãs que se preocupam com eles e que, ao abrir a porta do coração e da vida, fazem com que eles se sintam amigos e familiares. Apenas deste modo podemos descobrir «a força salvífica das suas vidas» e «colocá-los no centro do caminho da Igreja» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 198).

Neste Dia Mundial somos convidados a tornar concretas as palavras do salmo: «Os pobres hão de comer e serão saciados» (Sl 22,27). Sabemos que, no templo de Jerusalém, depois do rito do sacrifício, tinha lugar o banquete. Em muitas dioceses, esta foi uma das experiências que, no ano passado, enriqueceu a celebração do primeiro Dia Mundial dos Pobres. Muitos encontraram o calor de uma casa, a alegria de uma refeição festiva e a solidariedade dos que quiseram partilhar a mesa de maneira simples e fraterna. Gostaria que, também este ano, bem como no futuro, este Dia fosse celebrado com a marca da alegria pela redescoberta capacidade de estar juntos. Rezar juntos em comunidade e partilhar a refeição no dia de domingo. Uma experiência que nos leva de volta à primeira comunidade cristã, que o evangelista Lucas descreve com toda a sua originalidade e simplicidade: «Os irmãos eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à comunhão fraterna, à fração do pão e às orações. […] Todos os que haviam abraçado a fé viviam unidos e tinham tudo em comum. Vendiam propriedades e bens e distribuíam o dinheiro por todos, conforme as necessidades de cada um» (At 2,42.44-45).

7. São inúmeras as iniciativas que, todos os dias, a comunidade cristã leva a cabo para dar um sinal de proximidade e de conforto às muitas formas de pobreza que estão diante dos nossos olhos. Muitas vezes, a colaboração com outras realidades, que têm como motor não a fé, mas a solidariedade humana, consegue prestar uma ajuda que, sozinhos, não poderemos realizar. Reconhecer que, no imenso mundo da pobreza, mesmo a nossa intervenção é limitada, frágil e insuficiente leva a estender as mãos aos outros, para que a colaboração recíproca possa atingir o objetivo de maneira mais eficaz. Somos movidos pela fé e pelo imperativo da caridade, mas sabemos reconhecer outras formas de ajuda e solidariedade que se propõem em parte os mesmos objetivos; desde que não descuidemos o que nos é próprio, isto é, levar todos até Deus e à santidade. O diálogo entre as diversas experiências e a humildade de prestar a nossa colaboração, sem qualquer espécie de protagonismos, é uma resposta adequada e plenamente evangélica que podemos realizar.

Diante dos pobres não se trata de jogar para ter a primazia da intervenção, mas podemos reconhecer humildemente que é o Espírito quem suscita gestos que são sinal da resposta e da proximidade de Deus. Quando descobrimos o modo de nos aproximarmos dos pobres, sabemos que a primazia Lhe pertence a Ele que abriu os nossos olhos e o nosso coração à conversão. Não é de protagonismo que os pobres precisam, mas de amor que sabe esconder-se e esquecer o bem realizado. Os verdadeiros protagonistas são o Senhor e os pobres. Quem se coloca ao serviço é instrumento nas mãos de Deus para fazer reconhecer a sua presença e a sua salvação. É São Paulo quem o recorda, quando escreve aos cristãos de Corinto, que competiam entre si nos carismas procurando os mais prestigiosos: «O olho não pode dizer à mão: “Não preciso de ti”; nem a cabeça dizer aos pés: “Não preciso de vós”» (1Cor 12,21). O Apóstolo faz uma consideração importante, observando que os membros do corpo que parecem mais fracos são os mais necessários (cf. v. 22); e que os que «nos parecem menos honrosos cuidamo-los com maior consideração, e os menos decorosos são tratados com maior decência, ao passo que os que são mais decorosos não precisam de tais cuidados» (vv. 23-24). Ao ministrar um ensinamento fundamental sobre os carismas, Paulo educa também a comunidade para a atitude evangélica para com os seus membros mais fracos e necessitados. Longe dos discípulos de Cristo sentimentos de desprezo e de pietismo para com eles; pelo contrário, são chamados a honrá-los, a dar-lhes precedência, convictos de que eles são uma presença real de Jesus no meio de nós. «Tudo o que fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes» (Mt 25,40).

8. Aqui compreende-se como o nosso modo de viver é diferente do do mundo, que louva, segue e imita os que têm poder e riqueza, ao passo que marginaliza os pobres e os considera um refugo e uma vergonha. As palavras do Apóstolo são um convite para conferir plenitude evangélica à solidariedade para com os membros mais fracos e menos dotados do Corpo de Cristo: «Se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele; se um membro é honrado, todos os membros se alegram com ele» (1Cor 12,26). Na mesma linha, na Carta aos Romanos exorta-nos: «Alegrai-vos com os que estão alegres, chorai com os que choram. Tende os mesmos sentimentos uns para com os outros. Não aspireis às grandezas, mas conformai-vos com o que é humilde» (12,15-16). Esta é a vocação do discípulo de Cristo; o ideal para o qual se deve tender com perseverança é assimilar cada vez mais em nós os «sentimentos de Cristo Jesus» (Flp 2,5).

9. Uma palavra de esperança torna-se o epílogo natural para o qual a fé orienta. Muitas vezes, são mesmo os pobres a colocar em crise a nossa indiferença, filha de uma visão da vida, demasiado imanente e ligada ao presente. O grito do pobre é também um grito de esperança com a qual ele dá mostras da certeza de ser libertado. A esperança, que se alicerça no amor de Deus que não abandona quem n’Ele confia (cf. Rm 8,31-39). Escrevia Santa Teresa de Ávila no seu Caminho de Perfeição: «A pobreza é um bem que encerra em si todos os bens do mundo; assegura-nos um grande domínio; quero dizer que nos torna senhores de todos os bens terrenos, uma vez que nos leva a desprezá-los» (2,5). É na medida em que somos capazes de discernir o verdadeiro bem que nos tornamos ricos diante de Deus e sábios diante de nós mesmos e dos outros. É mesmo assim: na medida em que se consegue dar um sentido justo e verdadeiro à riqueza, cresce-se em humanidade e torna-se capazes de partilha.

10. Convido os irmãos bispos, os sacerdotes e, de modo particular, os diáconos, a quem foram impostas as mãos para o serviço aos pobres (cf. At 6,1-7), juntamente com as pessoas consagradas e tantos leigos e leigas que nas paróquias, nas associações e nos movimentos tornam palpável a resposta da Igreja ao grito dos pobres, a viver este Dia Mundial como um momento privilegiado de nova evangelização. Os pobres evangelizam-nos, ajudando-nos a descobrir cada dia a beleza do Evangelho. Não deixemos cair no vazio esta oportunidade de graça. Neste dia, sintamo-nos todos devedores para com eles, para que, estendendo reciprocamente as mãos um ao outro, se realize o encontro salvífico que sustenta a fé, torna eficaz a caridade e habilita a esperança para prosseguir com firmeza pelo caminho em direção ao Senhor que vem.

Vaticano, 13 de junho de 2018
Memória litúrgica de Santo Antônio de Pádua

16.6.18

Nota de falecimento: Frei Eduardo Albers

Comunicamos a todos os amigos e Benfeitores de nossa Província de N. Sra da Assunção, MA e PI, o falecimento do nosso confrade Eduardo Albers,OFM, neste sábado, na fraternidade de São Raimundo Nonato, Teresina,PI. 

Nossa gratidão a todos pelas orações e mensagens vindas de todo povo de Deus! Que o Bom Pastor acolha na Paz eterna o nosso irmão, pela intercessão de Maria Santíssima, São José, São Francisco de Assis e todos os santos e santas!

Fr. Bernardo Brandão 
(Ministro Provincial dos Franciscanos do Maranhão e Piauí)

15.6.18

Santo do povo: Comunidade Santo Antonio encerra o seu Festejo

Com muita alegria, festa e fé a Comunidade Santo Antonio, do Bairro Ramal, encerrou na última quarta-feira (13) a sua trezena em honra a seu padroeiro. 

A programação do último dia iniciou-se à noite, com a procissão luminosa da qual participaram centenas de devotos do santo português que viveu entre 1195 a 1231 e que é lembrado em todo o mundo, de forma particular no nordeste brasileiro. 

Padre Ribamar presidiu a missa de encerramento no largo da Igreja, que foi iniciada com a entronização da imagem do padroeiro sob forte aplausos da assembleia. Na homilia, o pároco destacou os aspectos da vida de Santo Antonio, lembrando que os santos são como setas que nos direcionam à pessoa principal, que é Jesus Cristo e ressaltou que o exemplo do padroeiro da Comunidade serve para a vida de todos os cristãos. 

Ao final da celebração, foi dada a bênção dos pães. A história do “Pão de Santo Antônio” remonta a um fato curioso que é assim narrado: “Antônio comovia-se tanto com a pobreza que, certa vez, distribuiu aos pobres todo o pão do convento em que vivia. O frade padeiro ficou em apuros, quando, na hora da refeição, percebeu que os frades não tinham o que comer: os pães tinham sido roubados”.

Atônito, foi contar ao santo o ocorrido. Este mandou que verificasse melhor o lugar em que os tinha deixado. O Irmão padeiro voltou estupefato e alegre: os cestos transbordavam de pão, tanto que foram distribuídos aos frades e aos pobres do convento.
Até hoje na devoção popular o “pãozinho de Santo Antônio” é colocado, pelos fiéis nos sacos de farinha, com a fé de que, assim, nunca lhes faltará o de que comer.

Ao final da Missa, todos permaneceram no largo da igreja para a parte social do festejo!

Confira algumas fotos:
Fotografia: Francisco Jane

Programação do Festejo de São João Batista (Vila São João)

Queridos irmãos e irmãs, a paz de Jesus!

Estamos nos aproximando de mais uma festa de nosso padroeiro São João Batista. E queremos com muita alegria convidar você, sua família e as comunidades para juntos vivermos esse tempo forte de oração, de missão, de louvor, de fé e de agradecimento a Deus. 

Celebrar o padroeiro de nossa comunidade deve ser para cada um de nós tempo de graça, no qual renovamos nosso compromisso de seguir Jesus. 

Este ano temos como tema: João Batista nos ensina como servir a Deus com fidelidade. 

Peçamos ao Senhor que nos ilumine com seu Espírito Santo, para que vivamos cada momento desta festa com fé, entusiasmo e devoção. 

Bom festejo a todos!

Padre Ribamar Cardoso - Pároco
Padre Tiago Lougon e Padre Dener - Vigários
Conselho Comunitário

PROGRAMAÇÃO

Dia 15/06 (Sexta-Feira)
Alvorada festiva às 05:00h da manhã com café partilhado
Celebração às 19:00h
Animação litúrgica: Comunidade São João

Dia 16/06 (Sábado)
Celebração às 19:00h
Animação litúrgica: Comunidade Nossa Senhora de Fátima (Areal) e Comunidade São Sebastião (Povoado Capoeira)
Haverá leilão

Dia 17/06 (Domingo)
Celebração às 19:00h
Animação litúrgica: Comunidade Santo Antonio (Ramal) e São Francisco (Povoado Pinto Teixeira)

Dia 18/06 (Segunda-Feira)
Celebração às 19:00h
Animação litúrgica: Comunidade Nossa Senhora da Conceição (Porta Aberta) e São Pedro (Povoado Paulo D'Arco)

Dia 19/06 (Terça-Feira)
Celebração às 19:00h
Animação litúrgica: Comunidade Santa Luzia (Pantanal) e Nossa Senhora Aparecida (Povoado Palmeiral)

Dia 20/06 (Quarta-Feira)
Celebração às 19:00h
Animação litúrgica: Comunidade São José (Juçaral) e Comunidade Nossa Senhora de Nazaré (Povoado Lagoa Perto)

Dia 21/06 (Quinta-Feira)
Celebração às 19:00h
Animação litúrgica: Comunidade São Raimundo (Santos Dumont) e Nossa Senhora Rainha da Paz (Vila da Paz)

Dia 23/06 (Sábado)
Celebração às 19:00h
Animação litúrgica: Comunidade Matriz e São Raimundo (Povoado Mata de Ana)
Haverá leilão

Dia 24/06 (Domingo)
Procissão luminosa às 19:00h
Animação litúrgica: Comunidade São João Batista
Haverá leilão

Todas as noites haverá venda de lanches e apresentações culturais.

13.6.18

Conheça a vida de Santo Antonio

Santo Antonio ou Fernando Antônio de Bulhões, seu nome de nascença,  nasceu em Lisboa, Portugal, em 15 de agosto do ano de 1195. De família nobre e rica, era filho único de Martinho de Bulhões, oficial do exercito de Dom Afonso e de Tereza Taveira. Sua formação inicial foi feita pelos cônegos da Catedral de Lisboa. Antônio gostava de estudar e de ficar mais recolhido.

Vida de Santo Antonio
Aos 19 anos entrou para o Mosteiro de São Vicente dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho, contra a vontade de seu pai. Morou lá por 2 anos. Com uma grande biblioteca em mãos, Antônio avança na sua história pelo estudo e pela oração. É transferido para Coimbra, que é um importante centro de estudos de Portugal, ficando lá por 10 anos. Em Coimbra ele  foi ordenado sacerdote. Logo se viu o dom da palavra que transbordava do jovem padre agostiniano. Ele tinha conhecimento e grande poder de pregação.

O Padre Agostiniano torna-se frei Franciscano
Em Coimbra o Padre Antônio conhece os freis franciscanos, entusiasma-se pelo fervor e radicalidade com que estes viviam o Evangelho e, pouco depois, torna-se Frei Antônio, mudando-se para o mosteiro de São Francisco de Assis.

O Encontro de Santo Antonio com São Francisco de Assis
Santo Antonio faz o pedido de ir para o Marrocos pregar o evangelho e os Franciscanos permitem. No meio do caminho, porém, Frei Antônio fica muito doente e é forçado a voltar para Portugal. Na viagem de volta, o barco é desviado e vai para Itália, terminando por parar na Sicília, em um grande encontro de mais de 5 mil frades franciscanos chamado Capítulo das Esteiras. Lá, Antônio conhece pessoalmente São Francisco de Assis. A mão de Deus o tinha guiado por caminhos diferentes.

A luz deve brilhar para todos
Após conhecer São Francisco, Frei Antônio passa 15 meses como um eremita no monte Paolo. São Francisco enxerga os dons que Deus deu a ele, chama-o de Frei Antônio, meu Bispo e o encarrega da formação teológica dos irmãos do Mosteiro.

No capítulo geral da ordem dos franciscanos ele é enviado a Roma para tratar de assuntos da ordem com o Papa Gregório IX, que fica impressionado com sua inteligência e eloquência e o chama de Arca do Testamento.

Tinha uma força irresistível com as palavras e São Francisco o nomeou como o primeiro leitor de Teologia da Ordem. Em seguida, mandou-o estudar teologia para ensinar seus alunos e pregar ainda melhor. Juntavam-se as vezes mais de 30 mil pessoas para ouvi-lo pregar, e muitos milagres aconteciam. Após a morte de São Francisco, ele foi enviado a Roma para apresentar ao Papa a Regra da Ordem de São Francisco.

Milagres Santo Antonio
Protetor das coisas perdidas. Protetor dos casamentos. Protetor dos pobres. É o Santo dos milagres. Fez muitos ainda em vida. Durante suas pregações nas praças e igrejas, muitos cegos, surdos, coxos e muitos doentes ficavam curados. Redigiu os Sermões, tratados sobre a quaresma e os evangelhos, que estão impressos em dois grandes volumes de sua obra.

Falecimento
Santo Antônio morreu em Pádua, na Itália, em 13 de junho de 1231, com 36 anos. Por isso ele é conhecido também como Santo Antônio de Pádua. Antes de falecer nas portas de Pádua, Santo Antônio diz: ó Virgem gloriosa que estais acima das estrelas. E completou, estou vendo o meu Senhor. Em seguida, faleceu.

Os meninos da cidade logo saíram a dar a notícia: o Santo morreu. E em Lisboa os sinos das igrejas começaram a repicar sozinhos e só depois o povo soube da morte do Santo. Ele também é chamado de Santo Antônio de Lisboa, por ser sua cidade de origem.

Devoção a Santo Antonio
Aconteceram tantos milagres após sua morte, que onze meses após ele foi beatificado e canonizado. Quando seu corpo foi exumado, sua língua estava intacta. São Boaventura estava presente e disse que esse milagre era a prova de que sua pregação era inspirada por Deus. Está exposta até hoje na Basílica de Santo Antônio na cidade de Pádua. 

Sua canonização foi realizada pelo Papa Gregório IX, na catedral de Espoleto, em 30 de maio de 1232, sendo o processo mais rápido da história da Igreja.

Em 1934 foi declarado Padroeiro de Portugal.

Em 1946 foi proclamado Doutor da Igreja pelo Papa Pio XII.

11.6.18

Diocese promove Seminário para construção do projeto de Iniciação à Vida Cristã

Esse final de semana (dias 09 a 10) estiveram reunidos no Centro de Formação São José, em Lago da Pedra-MA representantes de grupos, pastorais e movimentos das paróquias da Diocese de Bacabal para o III Seminário de construção do projeto de Iniciação à Vida Cristã.

O objetivo do encontro foi de avaliar também os passos que já foram dados no processo de implantação da catequese de inspiração catecumenal. A comissão de IVC da Diocese, formada por representantes de várias paróquias e pastorais sob a coordenação de Padre Nilson Bezerra (referencial), Padre Ribamar (Coordenador diocesano de Pastoral), José Roberto Santos Sousa (assessor) e Sonhia Maria (coordenadora diocesana de Catequese) realizou nesses últimos anos o primeiro seminário de estudo do documento que trata da iniciação, realizado em Trizidela do Vale-MA; o segundo e este terceiro em Lago da Pedra-MA. Estes serviram também para construir em conjunto um projeto que norteará as ações da diocese principalmente quanto aos sacramentos do Batismo, Eucaristia e Confirmação. 

Com a dinâmica de trabalho em grupo, os participantes puderam ser protagonistas dessa construção discutindo, inserindo informações, sugestões e aprovando o texto, que também traz ações a serem realizadas ao longo desses próximos anos. 

O bispo diocesano Dom Armando participou do segundo dia do Seminário e apresentou os passos dados na Diocese neste sentido. Participante da última assembleia dos bispos, realizada em Aparecida-SP, o prelado tem procurando conscientizar todas as instâncias pastorais da importância de se promover uma adequada iniciação aos fiéis, já que esta é um caminho gradual e contínuo, envolvendo toda a Igreja no processo mistagógico da alegre revelação dos mistérios da fé, levando a uma opção pessoal pelo encontro com a Pessoa de Jesus Cristo. Segundo o bispo, subsídios estão sendo produzidos pela Cúria Diocesana para ajudar neste sentido. Outra ação importante será uma reunião com todos os padres da diocese em outubro, na qual será estudado o tema. Para que os futuros sacerdotes já estejam preparados para este novo tempo da Igreja, também os estudantes do Seminário Dom Pascásio em São Luis-MA já foram inseridos nesta reflexão com a realização de estudos e encontros deles com o próprio Dom Armando. O mesmo acontecerá com os diáconos e candidatos ao diaconato permanente, já que a disciplina Iniciação à Vida Cristã será acrescentada na grade curricular do curso. 

O encontro foi finalizado com a formação da coordenação da Escola de Formação para Leigos, que funcionará nos pólos Bacabal e Pedreiras, abrangendo os municípios da diocese mais próximos, a fim de inserir todos os agentes de pastorais, movimentos, comunidades neste processo que não diz respeito somente à catequese. 

Com mais essa etapa de colaboração dos agentes no projeto, a equipe de coordenação ficará responsável pela finalização.

PARTICIPAÇÃO DA PARÓQUIA SANT'ANA E SÃO JOAQUIM

A Paróquia de Sant'Ana e São Joaquim foi representada por Lourival Albuquerque (Catequese), Cleciane Sousa e Francisco Rocha (Pastoral Familiar).

Confira algumas fotos do encontro:
Fotografia: Lourival Albuquerque

Comunicadores do Regional Nordeste 5 da CNBB definem ações para a Pascom

Com o tema “Comunicadores da verdade: Sal e luz na Igreja e na sociedade” foi realizado o Encontro Regional da Pastoral da Comunicação (Pascom), entre os dias 08 e 10 de junho de 2018, na Casa de Retiros Oásis, em São Luís, capital do Maranhão. Participaram representantes da Arquidiocese de São Luís e as Dioceses de Viana, Brejo, Coroatá, Imperatriz, Grajaú, Zé Doca, Bacabal, Caxias.

Os comunicadores definiram atividades para o próximo biênio. Neste segundo semestre de 2018 será elaborado o projeto de comunicação para o Regional e o mesmo poderá servir de parâmetro para o plano de ação nas dioceses. Em 2019 não haverá o encontro Regional, contudo, serão realizados encontros formativos nas dioceses com o intuito de fortalecer a comunicação nas bases para que em 2020 seja realizado o primeiro Mutirão de Comunicação do Regional Nordeste 5.

Para o coordenador da Pascom do Regional Nordeste V da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que teve seu mandato confirmado para mais dois anos, padre Edinaldo Pereira, do clero da Diocese de Imperatriz o encontro foi um sucesso. “Este ano conseguimos reunir quase todas as dioceses do regional, exceto Balsas, Carolina e Pinheiro. Mas, nossa meta é investir na articulação da Pascom em todas as dioceses, especialmente nas ausentes no encontro desse ano”, comentou. 

Dom José Belisário da Silva, arcebispo de São Luís e bispo referencial da Pascom no Regional Nordeste 5 da CNBB, participou ativamente de todo o encontro e ministrou uma palestra sobre o Sínodo para a Juventude, refletindo o documento preparatório da 15° Assembleia Geral convocada pelo papa Francisco para o próximo mês de outubro, no Vaticano. “De maneira bastante didática dom Belisário apresentou a questão da juventude e a proposta de reflexão do sínodo. Enfatizando o âmbito das escolhas dos jovens que constantemente são desafiados pela falta de oportunidades e pela própria precariedade do ambiente onde boa parte vive”, contou Ideglan Messias, da Diocese de Grajaú. 

Destacando que os leigos precisam ser sujeitos e não objeto no espaço eclesial, a secretária executiva do Regional da Nordeste 5 da CNBB, Martha Bispo, proferiu a palestra de abertura do encontro com a temática “Ano do Laicato – Sal da Terra e Luz do Mundo”. “Um dos destaques da fala da Martha é que a Igreja é Povo de Deus e que não devemos esperar apenas dos padres, mas, todos somos sujeitos eclesiais no processo de comunhão inerente a Igreja”, afirmou Maria Sagrada, radialista da Rádio Educadora, da Arquidiocese de São Luís.

Fake news e jornalismo de paz também foi tema de discussão no encontro, com assessoria de Ricardo Alvarenga, jornalista, mestre e doutorando em Comunicação Social e coordenador da Signis Brasil Jovem. “As provocações de Ricardo nos ajudaram a refletir sobre o tipo de comunicação que estamos fazendo em nossas comunidades e o cuidado que devemos ter com a apuração das notícias que nos chegam e que compartilhamos sem checar a veracidade das mesmas”, ressaltou Rosangela Garcês, secretária da Pascom da Arquidiocese de São Luís e do Regional da CNBB.

Um diferencial do encontro deste ano foi a realização de oficinas práticas de comunicação, com foco em fotografia, oratória, mídias digitais e texto informativo. Os participantes dividiram-se nas quatro oficinas e avaliaram positivamente a inovação. “A oficina foi muito boa. Tirei muitas dúvidas e descobri coisas que eu nem mesmo sabia. Precisamos de mais momentos como esse”, reforçou Carlos Veras, coordenador da Pascom da Diocese de Bacabal. 
*Texto produzido pelos participantes da Oficina texto informativo: Edinaldo Pereira, Ideglan Messias, Maria Sagrada, Osnilda Lima, fsp , Ricardo Alvarenga, Rosangela Garcês

8.6.18

Arraiá Beneficente da Comunidade Nossa Senhora Rainha da Paz acontecerá neste domingo (10)

Neste dia 10 de junho (domingo), a partir das 19:00h o Arraiá da Comunidade Nossa Senhora Rainha da Paz, localizada na Vila da Paz.

Além de um momento fraterno da comunidade, o evento também servirá para angariar recursos para a continuação da construção da igreja daquele local. Para isso, haverá venda de lanches diversos, comidas típicas e a promoção de uma rifa de uma cesta para o Dia dos Namorados, que está sendo vendida pelos fiéis no valor de R$ 2,00 (dois reais).

Participe e colabore com a comunidade!

6.6.18

Reunião preparatória para a JMJ 2019 se realiza de 6 a 10 de junho, na cidade do Panamá

Encontro marcado esta semana no Panamá em vista da JMJ 2019: o Comitê Organizador Local da Jornada e o Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, do Vaticano, promovem de 6 a 10 junho a 2º Reunião Preparatória da JMJ.

A reunião será coordenada pelo cardeal Dom Kevin Farrell, prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, com a participação dos brasileiros Pe. Alexandre Awi Mello e Padre João Chagas, do mesmo dicastério. Delegados de diversos países e movimentos foram convidados a participar e acompanhar os preparativos para a Jornada.

Layla Kamila dos Santos, da equipe Jovens Conectados, foi escolhida como delegada pela Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB. Para ela, será um importante momento para ajudar na organização e também trazer mais informações para os jovens brasileiros que participarão da Jornada.

“A ideia é participar da construção da JMJ junto aos outros delegados, representantes de tantos outros países, além de sanar dúvidas que irei levar da juventude e, principalmente, trazer as novidades, sendo uma porta-voz do que será a JMJ 2019”, conta.