segunda-feira, 25 de maio de 2015

A manhã deste dia de Pentecostes (24) foi dedicada à visita aos pais de famílias do Bairro Pantanal pelo Terço dos Homens, a fim de implantar um núcleo naquela localidade.

Às 08:00h, um grupo organizou-se na sede da comunidade e, iniciando com um momento de oração, partiram de casa em casa, falando com os homens e fazendo o convite para o novo grupo que haverá se surgir a partir desta terça-feira (27), às 19:30h.

Nos lares que chegavam, explicavam o objetivo do grupo, a importância da vida de oração e partilha da fé e faziam o convite para a participação. Naquelas casas onde não encontravam o pai de família, deixaram o recado fraterno com as esposas e/ou filhos, que alegravam-se com a iniciativa de implantar um grupo na localidade. 

"A missão do Terço dos Homens é resgatar para o seio da Igreja de Cristo, homens de todas as idades, pois a presença masculina na Igreja é imprescindível para a formação da família e de uma sociedade cristã", ressaltou o coordenador dessa pastoral na Paróquia Sant'Ana e São Joaquim, Marcondes Oliveira, que liderou essa etapa de visitas. No dia da implantação, homens dos vários grupos já existentes na paróquia deverão fazer-se presente para colaborar na organização e no incentivo aos novos integrantes. 
Presente há 07 anos na Paróquia, o Terço dos Homens já mudou o rosto de muitas comunidades, libertou a vida de muitos homens e mudou positivamente o relacionamento dos pais de famílias com suas esposas e filhos. Hoje conta-se com seis grupos, que reúnem-se semanalmente para os encontros e uma vez por mês, em uma Missa que a cada vez é celebrada em uma das nossas comunidades:


Matriz de Sant'Ana e São Joaquim. Reunião segunda-feira, às19:30h
Comunidade São João Batista. Reunião quinta-feira, às 19:30h
São Raimundo. Reunião quinta-feira, às 19:30h
Comunidade Nossa Senhora da Conceição. Reunião sexta-feira, às 19:30h
Comunidade Santo Antonio. Reunião sexta-feira, às 19:30h
Comunidade Nossa Senhora Rainha da Paz. Reunião sexta-feira, às 19:30h

Com a implantação do 7º grupo no Bairro Pantanal, a terça-feira será o dia marcado para as suas reuniões.
Fotografia: Lourival Albuquerque Silva
Cerca de 130 coroinhas de Bacabal, São Luis Gonzaga, Lago Verde e Bom Lugar), participaram de um encontro na Comunidade São Raimundo / Paróquia Sant'Ana no último sábado (23).

Promovido pelo Setor responsável pelos coroinhas, o encontro contou com uma vasta programação, que incluiu momentos de oração, animação, louvor, adoração ao Santíssimo e formação. Veteranos e iniciantes no serviço ao Altar participaram juntos desse momento de partilha também de suas experiências de fé e pastoral. 
Ao longo do dia, os momentos fortes de formação foram bem aproveitados: na primeira palestra, ouviram atentamente Irmã Toinha (Congregação das Irmãs Escolares de Nossa Senhora) tratar sobre a temática "Vocação", algo de extrema importância para o grupo, já que grande parte dos nossos sacerdotes e religiosas tiveram essa primeira experiência do chamado à vocação pelo serviço dos altares de nossas paróquias. Na parte da tarde, o casal da Paróquia Santa Teresinha contribuiu com o encontro em um proveitoso e respeitoso momento de conversa sobre "Namoro". A conversa, bem dinâmica, fez com que meninos e meninas refletissem sobre essa experiência que hoje começa cada vez mais cedo. Através do testemunho, o casal quis conduzi-los a direcionarem essa fase de suas vidas com cautela e prezando pelo respeito a si e ao outro.
Fred e Beatriz, que coordenam as atividades dos coroinhas à nível de Setor avaliaram bem o encontro, enfatizando a importância de vez por outras haver esse tipo de encontro, o que colabora significativa para uma maior união entre as paróquias e também o incentivo e a perseverança. O coordenador Diocesano, Paulo César (Lago da Pedra-MA) também fez-se presente durante todo o encontro.

O encontro finalizou-se às 18:00h, com a celebração da Santa Missa, presidida por Padre Jonas, FAM.
Fotografia: Lourival Albuquerque
Jesus disse que “a carne é fraca” (Mt 26,41); carne na Bíblia significa a nossa natureza humana, fraca, miserável, depois que o pecado entrou em nossa história. Todos nós experimentamos isso, até mesmo São Paulo se lamentava de não fazer o bem que queria e fazer o mal que detestava (cf Rom 7).

Mas o mesmo Jesus nos trouxe a salvação; agora, com Sua graça e Sua bênção, podemos vencer as nossas fraquezas. É uma luta sem tréguas, e que exige que nós busquemos, então, os auxílios deixados por Ele na Igreja: os sacramentos, a oração, a meditação de Sua Palavra e de bons livros; o propósito e o arrependimento cada vez que o pecado nos vencer, etc.

No entanto, também é preciso entender que a nossa santificação é mais um trabalho de Deus em nós, do que de nós em nós mesmos. Não temos força e poder de vencer sozinhos o mal que há em nós. Por isso, se faz necessário lutar com todos os recursos citados acima, mas sabendo que “é Deus quem, segundo o seu beneplácito, opera em nós, o querer e o fazer” (Fil 2,13).

Deus nos conhece antes de sermos gerados; “Nele existimos nos movemos e somos” (At 17,28), e sabe como agir em nós. Temos de ter paciência não só com os outros, mas também conosco mesmos e saber esperar a maturação do nosso espírito, assim como acontece na maturação da flor e do fruto na natureza. Pela natureza Deus nos dá lições diárias para a vida espiritual. A natureza não se cansa e não se exaspera; não desanima. Deus não tem pressa porque é eterno, o tempo é todo Dele. São Paulo diz ainda que “é Ele quem nos capacita”; Ele é “Aquele cujo poder, agindo em nós, e capaz de fazer muito além, infinitamente além de tudo o que nós podemos pedir” (Ef 3,20). Então, paciência!

Vamos fazer uma comparação para entender melhor isso. Jesus contou uma parábola sobre o Reino de Deus, comparando-o ao agricultor que lançou a semente na terra, e dormiu; levantou-se de dia e de noite, e a semente germina sem ele saber como. Porque a terra, por si mesma, produz primeiro o caule, depois a espiga, e depois o trigo maduro na espiga. Só então o homem mete a foice, porque chegou o tempo da colheita. (cf. Mc 4,26-29)

O agricultor esforça-se para preparar bem o terreno, retirar as pedras, adubar o solo para a sementeira; mas, uma vez semeado o grão, já não pode fazer por ele mais nada, a não ser esperar com paciência, até o momento da ceifa. Ele espera a terra germinar a semente, espera a chuva do céu; e somente pode tirar as ervas daninhas. Ele não pode realizar o milagre de fazer a semente germinar; o grão se desenvolve por sua própria força interna. Ora, com esta comparação o Senhor mostra o vigor íntimo do crescimento do Reino de Deus no mundo e em nós também, até o dia da ceifa (cf Joel 3,16; Ap 14,15). Esse Reino de santidade.

Jesus quer mostrar que a pregação do Evangelho, que é a semente abundantemente espalhada, dará o seu fruto sem falta, não dependendo de quem semeia ou de quem a rega, mas de Deus, “que dá o crescimento” (1 Cor 3,5-9). Tudo se realiza sem que os homens se deem conta.

Ao mesmo tempo o Reino de Deus indica a operação da graça de Deus em nossas almas: Deus opera silenciosa e pacientemente em nós, respeitando nossa realidade, sem queimar etapas para não nos queimar. Assim Ele faz uma transformação em nós, enquanto dormimos ou enquanto velamos e trabalhamos, fazendo surgir no fundo de nossa alma resoluções de fidelidade, de entrega, de desejo de fazer Sua vontade…, até nos levar àquela idade perfeita, “o estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo” (Ef 4,13); “conformados à imagem de Cristo” (Rom 8,29), como falava São Paulo.

O nosso esforço é indispensável para vencer a nós mesmos, o nosso egoísmo, apegos às coisas e criaturas, sensualidade, ira, inveja, preguiça, gula, etc., mas, em última análise é Deus quem atua, porque “os que são conduzidos pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus” (Rom 8,14), e Deus cuida deles. É o Espírito Santo que, com suas inspirações, vai dando um tom sobrenatural aos nossos pensamentos, desejos e atos.

Precisamos, então, fazer a nossa parte, mas com paciência e sabendo esperar a vitória sobre nós mesmos florescer como a planta que cresce lentamente, para poder crescer forte. O que nasce grande é monstro. Na obra de vencer a nós mesmos, e superar nossa miséria, a grande arma é a paciência. Santo Agostinho disse que: “Não há lugar para a sabedoria onde não há paciência”. Jamais ficar pisando a própria alma quando ela cair, dizia o sábio doutor São Francisco de Sales. Dê a mão a alma caída e levante com carinho para retomar a caminhada, depois do arrependimento.

Como Deus faz crescer em nós a paciência?

Fazendo-nos exercitar nela. É para isso que ele permite as tribulações, doenças, pessoas “chatas” ao nosso lado, gente que nos critica, condena, nos despreza… Tudo isso para treinar nossa paciência, senão ela não cresce e não se fortalece para enfrentar os combates da vida. O mesmo Santo Agostinho disse: “Ainda não alcançamos a Deus, mas temos o próximo perto de nós. Suporta aquele com o qual andas e alcançarás Aquele junto do qual queres permanecer eternamente”.Ninguém perde por esperar!

Prof. Felipe Aquino

domingo, 24 de maio de 2015

Perante milhares de fiéis reunidos na Basílica de São Pedro, o Papa Francisco presidiu à santa Missa neste Domingo de Pentecostes. Na sua homilia, recordando as palavras do Senhor no Evangelho de hoje «Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós (...) Recebei o Espírito Santo»,  o Papa falou da efusão do Espírito, que já teve lugar na tarde da Ressurreição, mas que se repete, e com sinais extraordinários, no dia de Pentecostes. Como resultado, disse Francisco, os apóstolos receberam uma força tal que os impeliu a anunciar, nas diferentes línguas, o evento da Ressurreição de Cristo:

«Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras línguas». Juntamente com eles, estava Maria, a Mãe de Jesus, primeira discípula, Mãe da Igreja nascente. Com a sua paz, com o seu sorriso e com a sua maternalidade, acompanhava a alegria da jovem Esposa, a Igreja de Jesus”.
Em seguida, Francisco falou das três acções do Espírito nas pessoas e comunidades que estão repletas d’Ele: é guia para a verdade completa, renova a terra e produz os seus frutos (fá-los ‘capazes de  receber Deus’, como diziam os Santos Padres).

Na verdade, explicou o Papa, no Evangelho Jesus promete aos seus discípulos o Espírito Santo que os «há-de guiar para a verdade completa»,  dizendo-lhes que a sua acção será introduzi-los sempre mais na compreensão daquilo que Ele, o Messias, disse e fez:

“Aos Apóstolos, incapazes de suportar o escândalo da Paixão do seu Mestre, o Espírito dará uma nova chave de leitura para os introduzir na verdade e beleza do evento da Salvação. Estes homens, antes temerosos e bloqueados, fechados no Cenáculo para evitar repercussões da Sexta-feira Santa, já não se envergonharão de ser discípulos de Cristo, já não tremerão perante os tribunais humanos. Graças ao Espírito Santo, de que estão repletos, compreendem «a verdade completa», ou seja, que a morte de Jesus não é a sua derrota, mas a máxima expressão do amor de Deus; um amor que, na Ressurreição, vence a morte e exalta Jesus como o Vivente, o Senhor, o Redentor do homem, da história e do mundo. E esta realidade, de que são testemunhas, torna-se a Boa Notícia que deve ser anunciada a todos”.

O Espírito Santo, além de ser guia, renova a terra, prosseguiu o Papa, reiterando que Espírito que Cristo enviou do Pai e o Espírito que tudo vivifica são uma só e mesma pessoa. E por isso, o respeito pela criação é uma exigência da nossa fé: o «jardim» onde vivemos é-nos confiado, não para o explorarmos, mas para o cultivarmos e guardarmos com respeito. Mas isto só será possível, se o homem se deixar renovar pelo Espírito Santo, se se deixar re-plasmar pelo Pai segundo o modelo de Cristo, novo Adão, para podermos viver a liberdade dos filhos em harmonia com toda a criação e, em cada criatura, podermos reconhecer o  reflexo da glória do Criador.

Por último, o Espírito “dá os seus frutos, disse ainda o Papa, citando a Carta aos Gálatas na qual São Paulo mostra  o «fruto» que se manifesta na vida daqueles que caminham segundo o Espírito:
“Temos, duma parte, a «carne» com o cortejo dos seus vícios elencados pelo Apóstolo, que são as obras do homem egoísta, fechado à acção da graça de Deus; mas, doutra, há o homem que, com a fé, deixa irromper em si mesmo o Espírito de Deus e, nele, florescem os dons divinos, resumidos em nove radiosas virtudes que Paulo chama o «fruto do Espírito»”.

O mundo tem necessidade de homens e mulheres que não estejam fechados, mas repletos de Espírito Santo, disse ainda o Papa, acrescentando que o fechamento ao Espírito não apenas é falta de liberdade, mas também pecado, e elencando os modos como nos podemos fechar ao Espírito:

“Há muitas maneiras de fechar-se ao Espírito Santo: no egoísmo do próprio benefício, no legalismo rígido – como a atitude dos doutores da lei que Jesus chama de hipócritas –, na falta de memória daquilo que Jesus ensinou, no viver a existência cristã não como serviço mas como interesse pessoal, e assim por diante. O mundo necessita da coragem, da esperança, da fé e da perseverança dos discípulos de Cristo. O mundo precisa dos frutos do Espírito Santo: «amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio»”.

O dom do Espírito Santo foi concedido em abundância à Igreja e a cada um de nós, para podermos viver com fé genuína e caridade operosa, para podermos espalhar as sementes da reconciliação e da paz, disse o Papa a concluir, invocando para que, fortalecidos pelo Espírito e seus múltiplos dons, nos tornemos capazes de lutar, sem abdicações, contra o pecado e a corrupção e dedicar-nos, com paciente perseverança, às obras da justiça e da paz. (BS e DA)

Fonte: Rádio Vaticana

sábado, 23 de maio de 2015

Sábado, 23 de maio: o Papa Francisco recebeu em audiência na Sala Paulo VI os membros da ACLI – as Associações Cristãs dos Trabalhadores Italianos por ocasião do 70º aniversário da fundação desta organização.

No seu discurso o Santo Padre referiu-se à amplitude e velocidade de reprodução atual das desigualdades, falou de precariedade e apresentou quatro dimensões do trabalho para uma vida com dignidade dos trabalhadores: o trabalho livre, criativo, participativo e solidário.

Em primeiro lugar, o trabalho livre que significa que o ser humano não deve ser instrumento de organizações esclavagistas e de alienações mas de esperança e de vida nova. O trabalho é livre porque é imagem da presença de Deus na história.

De seguida, o trabalho criativo, que para o Papa deve ser a expressão da liberdade de quem quer ter iniciativas empresariais que contribuam para o desenvolvimento econômico e social da comunidade. Um aspeto muito importante para as novas gerações.

O trabalho participativo, segundo o Santo Padre, exprime a lógica relacional da vida laboral, ou seja, ver sempre na finalidade do trabalho o rosto do outro e a sua colaboração responsável.

O trabalho solidário – afirmou o Papa – significa encontrar as pessoas que perderam o trabalho e procurar soluções para elas, desde logo, com a nossa proximidade acolhendo-as e indo ao seu encontro contribuindo para novas oportunidades de trabalho.

No final do seu discurso o Papa Francisco recordou as três fidelidades desta organização: aos trabalhadores, à democracia e à Igreja. O Santo Padre pediu-lhes para viverem-nas no concreto da fidelidade aos pobres, através do acolhimento aos jovens e na luta ao empobrecimento ajudando aqueles que de um momento para o outro entram na pobreza porque perdem o trabalho.

Fonte: Rádio Vaticana

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Sexta-feira, 22 de maio: na Missa em Santa Marta o Papa Francisco desenvolveu na sua homilia um comentário ao diálogo entre Jesus e Pedro, narrado pelo Evangelho do dia. O Santo Padre captou três olhares diferentes do Senhor sobre o Apóstolo: o olhar do entusiasmo, do arrependimento e o olhar da missão.

No início do Evangelho de João, André vai ter com o seu irmão Pedro e diz-lhe: “Encontramos o Messias!” – há um olhar de entusiasmo – explicou o Santo Padre que recordou as palavras de Jesus que fixa o seu olhar sobre Pedro: “Tu és Simão e chamar-te-ás Pedro.” É o primeiro olhar que gera o entusiasmo de Pedro.

A seguir, o Papa dirigiu o seu olhar para a noite de Quinta-feira Santa, quando Pedro renega Jesus três vezes: “Perdeu tudo. Perdeu o seu amor” e quando o Senhor cruza o seu olhar, Pedro chora amargamente:

“O Evangelho de Lucas diz: ‘E Pedro chorou amargamente’. Aquele entusiasmo de seguir Jesus tornou-se choro, porque ele pecou: ele renegou Jesus. Aquele olhar muda o coração de Pedro, mais do que antes. A primeira mudança é a troca de nome e também de vocação. Este segundo olhar é um olhar que transforma o coração e é uma mudança de conversão ao amor”.

O terceiro olhar de Jesus é o olhar da missão quando Jesus pede a Pedro a manifestação do seu amor e lhe confirma a sua missão: “apascenta as minhas ovelhas”.

“Entristecido porque pela terceira vez lhe perguntava ‘Tu amas-me?’”. E ele diz: ‘Mas, Senhor, tu sabes tudo. Tu sabes que eu te amo’. Jesus respondeu-lhe: ‘Apascenta as minhas ovelhas’. Este é o terceiro olhar, o olhar da missão. O primeiro, o olhar da eleição, com o entusiasmo de seguir Jesus; o segundo, o olhar de arrependimento no momento daquele pecado tão grave de ter negado Jesus; o terceiro olhar é o olhar da missão: ‘Apascenta as minhas ovelhas’; 'Cuida das minhas ovelhas'; ‘Apascenta as minhas ovelhas’.

O Papa Francisco concluiu a sua homilia propondo que cada um de nós se ponha esta questão e reflita: qual é o olhar de Jesus sobre mim?

Fonte: Rádio Vaticana

terça-feira, 19 de maio de 2015

Já está disponível nas Edições CNBB o Documento 102 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), “Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2015-2019” (DGAE 2015-2019). O texto foi o tema central da 53ª Assembleia Geral da Conferência, realizada de 15 a 24 de abril, em Aparecida (SP). Neste novo documento, as orientações pastorais do quadriênio 2011-2015 foram atualizadas a partir da Exortação Apostólica Evangelii Gaudium e do pronunciamento do papa Francisco aos bispos em julho de 2013, no Rio de Janeiro (RJ), por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

“Elas expressam a razão da evangelização, da ação evangelizadora, da missionariedade. Indicam os elementos fundamentais para a animação da ação evangelizadora da Igreja no Brasil”, explica o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner.

Para dom Leonardo, “a Igreja no Brasil participa do cuidado pela pregação, pelo testemunho” e deseja responder à pergunta do papa Francisco: “O que Deus pede a nós?”. “Os bispos do Brasil, com as Diretrizes da Ação Evangelizadora 2015-2019, fazem repercutir a interrogação do papa”, diz o bispo.

As Diretrizes auxiliarão no processo de planejamento pastoral das Igrejas particulares, do secretariado geral da CNBB, das iniciativas da vida consagrada e dos movimentos eclesiais.

Nesta nova versão das DGAE, estão as urgências missionárias do Documento de Aparecida enriquecidas com as propostas da Alegria do Evangelho e de uma Igreja em saída, bem como das meditações da constituição Verbum Domini. “O magistério de papa Franscisco demonstra que as urgências devem tornar-se prioridade na ação evangelizadora da Igreja no Brasil”, considera dom Leonardo.

O documento está divido em quatro capítulos. O primeiro  apresenta a reflexão “A partir de Jesus Cristo”. O texto destaca as atitudes fundamentais do discípulo missionário e a Igreja em saída. No segundo capítulo, “Marcas de nosso tempo”, os bispos tratam do contexto atual de mudança de época e mostram os riscos e consequências desta realidade. O terceiro e o quarto capítulos abordam, respectivamente, as urgências da ação evangelizadora  e as perspectivas de ação para cada uma. São cinco as urgências: Igreja em estado permanente de missão; Igreja: casa da iniciação à vida cristã; Igreja: lugar de animação bíblica da vida e da pastoral; Igreja: comunidade de comunidades; Igreja a serviço da vida plena para todos.

Assim como nas DGAE 2011-2015, a CNBB organizou o documento com um anexo em que são dadas “Indicações de operacionalização”, com caminhos para as urgências serem colocadas em prática. Esta parte do documento apoiará as Igrejas particulares na construção de seus planos pastorais.

 Adquira o Documento 102 da CBBB: www.edicoescnbb.com.br ou (61) 2193-3019

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Dando continuidade ao processo de formação de catequistas, foi realizado durante a manhã e tarde deste domingo (17), mais uma etapa da Escola Catequética Paroquial.

Os encontros mensais da escola trazem temáticas que ajudem os agentes a realizarem mais eficazmente seu trabalho pastoral. O encontro desse mês contou com a assessoria de Sonia Maria, Coordenadora da Catequese da Paróquia São José (Lago da Pedra-MA) e membro da equipe de formação da Catequese Diocesana e abordou o tema: "Catequese e Evangelização". Dentro do eixo apresentado, a assessora desenvolveu temas como "Catequese ao longo da história; identidade da ação catequizadora; origem da catequese; elementos essenciais; finalidade da catequese; evangelização: o que é e elementos essenciais; diferença entre catequese e evangelização".

O encontro finalizou-se às 17:00h.

Próximos encontros:

As próximas etapas da Escola Catequética acontecerão nas seguintes datas: 21 de junho; 09 de agosto; 13 de setembro, sempre na Comunidade São Raimundo Nonato; e os encontros de espiritualidade, com Padre Cláudio Gilotti nos dias 08 de junho; 10 de agosto; 07 de setembro; 05 de outubro e 09 de novembro, todos na Comunidade Nossa Senhora da Conceição.

Confira algumas imagens:
Fotografia: Lourival Albuquerque
Quem viveu os dias de intensa atividade das Santas Missões Populares de outroura, pôde matar a saudade e participar de um bonito encontro no salão pastoral da Paróquia Santa Teresinha no último sábado (16).

Sacerdotes, religiosos(as), seminaristas e muitos leigos de todos os cantos da Diocese encontraram-se para preparar o aniversário de 50 anos desta Igreja Particular, em 2018. O jubileu de ouro não poderá ser comemorado de outra forma senão com uma grande mobilização para dar uma "sacudida", como referia-se o Padre João Paulo, de Timon-MA, que assessorou o encontro junto com outro sacerdote, Padre Baltazar (Santa Inês-MA).
O desejo de Dom Armando preparar esse grande projeto foi colocado em pauta na Assembleia Diocesana do ano passado e contou com a aprovação maioritária dos participantes. De lá para cá, uma equipe tem articulação e somado forças com diversas outras pessoas para que esse sonho concretize-se. "Queremos experimentar e fazer experimentar a alegria de transmitir as maravilhas de Deus", sublinhou o bispo Diocesano em uma das suas falas durante o encontro. Insistiu no forte chamado do Papa Francisco para que a Igreja saia de si mesma e vá ao encontro das pessoas.

Nascida em Xingura, região do norte do país, as SMP's tornaram-se uma iniciativa que as comunidades tomaram para firmar e fortalecer sua própria fé e reanimar-se. É uma maneira de conscientizar-se do chamado de Jesus para sair e evangelizar. "Todas as paróquias que assumem esse projeto com seriedade e paixão, colhem muitos e bons frutos", garantiu Padre João Paulo, que trabalha a dimensão missionária neste estilo pelo Maranhão todo.

Para garantir o sucesso dessa grande empreitada, a Diocese elaborou um cronograma para a realização das Santas Missões Populares. Esse foi apenas um dos grandes encontros que ainda virão. Para que cumpra todo o processo de implantação, outras atividades serão realizadas:

Dia 02 de junho: Acontecerá uma reunião pastoral, onde até lá cada pároco deverá apresentar pessoas disponíveis para fazer parte da equipe de formadores / multiplicadores.

Dia 04 de julho: Reunião de preparação do primeiro grande retiro missionário. A cada semestre acontecerá um à nível diocesano, outro à nível paroquial, que deverão contar com cerca 40 pessoas por paróquia.

De 07 a 09 de agosto: Realização do 1° retiro missionário. De agosto a dezembro de 2015, as paróquias deverão realizar seus retiros.

De janeiro a agosto de 2016, outros retiros diocesanos e paroquiais deverão ser vividos.

Em 2017, acontecerá a Grande Semana Missionária, o evento principal das Santas Missões Populares.

Em 2018, outros eventos dentro desse âmbito acontecerão, culminando com a celebração dos 50 anos da Diocese de Bacabal.
Ao final do encontro, o bispo diocesano pediu que todos os fiéis empenhassem-se nessa mobilização e que fossem multiplicadores, animadores e entusiastas para que esse espírito missionário contagiasse a todos. 

Confira algumas imagens:

Fotografia: Lourival Albuquerque

domingo, 17 de maio de 2015

Neste sábado dia 16 de maio o Papa Francisco recebeu em audiência na Sala Paulo VI religiosos e religiosas da diocese de Roma, no âmbito do Ano da Vida Consagrada. O Santo Padre ouviu testemunhos e depoimentos e respondeu a algumas questões que lhe foram colocadas.

Das várias respostas dadas aos consagrados pelo Papa Francisco destacamos o realce que o Santo Padre dá à vida de silêncio e de oração realçando que uma pessoa consagrada é um dom de Deus e deve fazer tudo com um sorriso nos lábios, acolhendo o irmão que lhe bate à porta porque “a vida consagrada é uma doação pessoal a Deus e aos irmãos”.

O Papa Francisco afirmou ainda a dimensão alegre e festiva da vida consagrada e recordou aos religiosos de Roma que não deve haver concorrência entre paróquias e congregações pois nas dioceses deve “reinar a harmonia e o diálogo”.

O Santo Padre nesta audiência e em resposta a um dos religiosos presentes, sublinhou que a vida consagrada feminina representa 80% da vida religiosa na Igreja. A mulher consagrada é o rosto de Maria e da Mãe Igreja. “Ela oferece um acompanhamento terno e materno sobretudo aos enfermos e mais necessitados da nossa sociedade. O papel da mulher na Igreja representa a profunda expressão do gênio feminino” – afirmou o Santo Padre no final da audiência com os religiosos e religiosas da diocese de Roma. 

Fonte: Rádio Vaticana

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Sexta-feira, 15 de maio: na Missa em Santa Marta o Papa Francisco afirmou que as comunidades medrosas e sem alegria não são cristãs. Partindo da leitura dos Atos dos Apóstolos, que a liturgia do dia propõe, o Santo Padre sublinhou que a atitude de medo não é boa conselheira, faz mal, enfraquece, limita e paralisa. E há comunidades que são medrosas e apostam só naquilo que é seguro – afirmou o Papa Francisco:

“Existem comunidades medrosas, que apostam sempre no certeiro: ‘Não, não vamos fazer isso... isso não, não se pode...’. É como se na porta de entrada estivesse escrito ‘proibido’: tudo é proibido, por medo. E quando se entra numa comunidade assim, sente-se o ar viciado, porque é uma comunidade doente. O medo faz adoecer a comunidade, a falta de coragem adoece uma comunidade.”

A outra palavra da liturgia deste dia é a ‘alegria’. “Ninguém pode tirá-la de vós”, diz Jesus. “E nos momentos mais tristes, nos momentos de dor” – ressaltou o Papa – “a alegria torna-se paz. Um cristão sem alegria não é cristão – declarou o Santo Padre:

“A alegria cristã, que não é um simples divertimento, não é uma alegria passageira; a alegria cristã é um dom, um dom do Espírito Santo. É ter o coração sempre alegre porque o Senhor venceu, o Senhor reina, está à direita do Pai; Ele olhou para mim e me enviou; deu-me a sua graça e fez-me filho do Pai... É esta a alegria cristã. Um cristão vive na alegria”.

O Papa Francisco concluiu a sua homilia afirmando que uma comunidade sem a alegria de Jesus Cristo é uma comunidade doente. 

Fonte: Rádio Vaticana

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Fazendo memória de um dos eventos marianos mais famosos do mundo: a aparição de Nossa Senhora em Fátima (Portugal), os católicos da Paróquia Sant'Ana homenagearam a Rainha dos Céus na última noite do festejo do Bairro Areal.

A celebração iniciou-se na praça da Igreja de Santo Antonio, no Ramal, onde os fiéis concentraram-se para a caminhada até o Bairro Areal. Padre Cláudio iniciou a cerimônia com um convite para que todos pudessem aproveitar ao máximo a procissão, que torna-se um marco na vida dos cristãos e uma experiência muito vivificante. 

No longo percurso que conduziu a imagem de Nossa Senhora de Fátima à sua comunidade, todos puderam louvar, bendizer e agradecer tantas graças alcançadas pela intercessão da mais amada senhora. 

Já na Igreja, os fiéis disputavam o espaço da pequena capela num alegre sinal de devoção e amor. Padre Cláudio presidiu a celebração da Santa Missa, que foi concelebrada por Padre Jonas. Na homilia, o presidente falou sobre a importância da devoção a Maria e também das lições de fé, amor, caridade, serviço ao próximo e oração que ela nos ensina. Também fez questão de reforçar o pedido de que todos rezem o terço.
Ao final da celebração, as jovens da Matriz de Sant'Ana e São Joaquim prepararam uma linda homenagem, finalizando com chave de ouro mais um festejo naquela comunidade. Alimentados pela Palavra e pela Eucaristia, também os fiéis puderam degustar uma grande variedade de lanches oferecidos pela comunidade no largo da Igreja. 

Confira algumas fotos:
Fotografia: Lourival Albuquerque Silva
A Comissão Pastoral da Terra Maranhão novamente vem a público manifestar sua indignação diante da violência que ronda comunidades camponesas e defensores de direitos humanos.

Em 07 de maio de 2015, pela manhã, Márcia Palhano da Cruz, agente e membro da Coordenação Regional da CPT – MA, foi procurada, em sua casa, no município de Dom Pedro (MA), por um homem desconhecido que a ameaçou nos seguintes termos: “sai disso; isso não vai ficar assim, essa terra é de herança, a família é grande. Isso vai terminar em bala”.

A equipe da CPT – Grajaú, à qual Márcia pertence, há anos vem apoiando a luta das quebradeiras de coco pelo Livre Acesso aos Babaçuais aprisionados por fazendeiros que detêm documentos, muitos duvidosos, das terras daquela região, marcada pela grilagem e violência contra comunidades camponesas. Há cerca de quatro anos Márcia já tinha recebido ameaças por conta deste apoio dado pela da CPT às quebradeiras de coco.

Desde o inicio deste ano – 2015 – as quebradeiras de coco do município de Dom Pedro estão mobilizadas pressionando a Câmara Municipal para que a mesma, a exemplo do que foi feito em outros municípios, aprove a Lei do Babaçu Livre. A Lei do Babaçu Livre visa garantir o livre acesso aos babaçuais em terras públicas e privadas, proibir as derrubadas, queimadas e o uso de agrotóxicos nas espécies nativas.

É dentro deste contexto que a ameaça se deu.

Diante da gravidade da situação solicitamos do Sistema de Segurança Pública do Estado do Maranhão, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e das Secretarias Estaduais de Direitos Humanos e Participação Popular, MEDIDAS EFETIVAS que coíbam a violência e possam garantir a integridade física da agente de pastoral ameaçada e das Quebradeiras de Coco Babaçu.

A Coordenação Regional da CPT Maranhão

 São Luís, 12 de maio de 2015.

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 Elvis Marques
 Assessoria de Comunicação
 Comissão Pastoral da Terra (CPT) - Secretaria Nacional 
 Goiânia - Goiás
 (62) 4008-6414/6405 - 8444-0096
Quarta-feira, 13 de maio: belo dia de sol que iluminou de luz e alegria os largos milhares de fiéis que encheram a Praça de S. Pedro para a audiência geral com o Papa Francisco.

Continuando o seu itinerário temático sobre a família, o Santo Padre na sua catequese propôs três ideias, já anteriormente desenvolvidas, e que servirão de ingresso para várias reflexões sobre a vida real da família: com licença, obrigado e desculpa.

Estas palavras fazem parte da ‘boa educação’, vista não como um simples formalismo, mas radicada no amor e no respeito pelo outro. São palavras para viver em paz na família – afirmou o Papa Francisco.

A primeira palavra é “com licença?” Com ela estamos a pedir gentilmente aquilo a que julgamos ter direito: entrar na vida da nossa esposa ou esposo, requer a delicadeza dum comportamento não invasor. É a capacidade de esperar que o outro nos abra a porta do seu coração. “Eu estou à porta e bato”, diz o Senhor no Livro do Apocalipse – recordou o Papa que pediu para não nos esquecermos de que o Senhor pede autorização para entrar.

A segunda palavra é a palavra obrigado, que, segundo o Santo Padre, hoje caiu muito em desuso na sociedade, pois pensa-se que tudo nos é devido; a gentileza e a capacidade de agradecer são vistas como sinal de fraqueza, deixando-nos até suspeitosos e desconfiados. Mas uma pessoa que não sabe agradecer, esqueceu a linguagem de Deus. Sejamos intransigentes em educar para a gratidão: a dignidade da pessoa e a justiça social passam por aqui. “Recordemos a pergunta de Jesus quando curou dez leprosos e só um voltou para agradecer” – observou o Papa.

Por último, a palavra ‘desculpa’: uma palavra difícil e todavia tão necessária. Quando falta, pequenas fendas se alargam – mesmo sem querer – até se tornarem fossos profundos. Na casa, onde não se pede desculpa, começa a faltar o ar – referiu o Santo Padre que evidenciou o facto de que na vida matrimonial, muitas vezes discute-se, mas para tal o Papa deu um conselho: “nunca termineis o dia sem fazer a paz!”

No final da catequese o Santo Padre, nas saudações aos fiéis, saudou também os peregrinos de língua portuguesa:

“Dirijo uma cordial saudação, com votos de graça e paz do Céu, a todos os peregrinos de língua portuguesa, particularmente as várias paróquias e grupos do Brasil. Neste dia de Nossa Senhora de Fátima, convido-vos a multiplicar os gestos diários de veneração e imitação da Mãe de Deus. Confiai-Lhe tudo o que sois, tudo o que tendes; e assim conseguireis ser um instrumento da misericórdia e ternura de Deus para os vossos familiares, vizinhos e amigos. A todos abençoo no Senhor.”

Neste dia de Nossa Senhora de Fátima o Papa Francisco quis que fosse recitada uma Avé Maria em língua portuguesa na Praça de S. Pedro que foi proposta pelo Monsenhor Ferreira da Costa.

O Papa Francisco a todos deu a sua bênção!

Fonte: Rádio Vaticana

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Desde o dia 05 de maio, os católicos do Bairro Areal e demais comunidades da Paróquia têm-se reunido para o festejo de Nossa Senhora de Fátima.

A festa dedicada à Virgem Maria termina nesta quarta-feira (13). A programação deste último dia do festejo consta da procissão luminosa, que sairá da Comunidade Santo Antonio (Ramal), percorrendo ruas do bairro Ramal, São Joaquim até chegar à capela dedicada à padroeira daquela comunidade. 

Após a chegada da procissão, os fiéis participarão da Santa Missa e logo após, da parte social do festejo, com leilão, venda de lanches e outras atrações. 

Todos são convidados!

terça-feira, 12 de maio de 2015

“Grande é a messe, mas poucos são os operários. Rogai ao Senhor da messe que mande operários para a sua messe.” (Lc 10, 2)

O SAVR (Serviço de Animação Vocacional Regional) com o desejo de animar o Serviço de Animação Vocacional nas Dioceses, com grande alegria, convida a todos os animadores vocacionais para Assembleia Regional que vai se realizar de 21 a 23 de maio de 2015 em Coroatá, com o tema: “ Com Maria, Vocacionados para Servir”, e o lema: ”Alegrai-vos no Senhor”. O assessor será o Pe.Alberto,  religioso Rogacionista. 

Pedimos que cada Diocese envie no mínimo 5 pessoas. Se a diocese já tiver o Serviço de Animação Vocacional enviar as pessoas desta equipe; se não tiver, enviar pessoas que poderão ajudar a formar a equipe de Animação Vocacional.

PRÉ-PROGRAMAÇÃO:

Dia 21 de maio 

Chegada, acolhida e inscrições a partir das 17:00h (Diocese de Coroatá)
Oração inicial às 19:30h (Diocese de Coroatá) 
Apresentação, programação e Abertura do tema às 20:00h

Dia 22 de maio
Missa às 06:30h com os internos da Fazenda Esperança
A programação do dia será feita pelo assessor na noite do 21
Oração da tarde / responsável: Diocese de Pinheiro
À noite, eleição da nova Coordenação SAV Regional

Dia 23 de maio
Missa pela manhã. Responsável: Diocese de Bacabal
Programação do SAV Regional
Encerramento e almoço às 12:00h

Observações:

Local: Fazenda Esperança em Coroatá-MA
Horário: início será dia 21 às 17:00h e encerramento dia 23 às 12:00h
Hospedagem para dois dias: R$ 100,00
Taxa de inscrição: R$ 50,00
Vagas por Diocese: 5 vagas ( Catequese, Pastoral Familiar, Setor Juventude, ....)
Contamos com a sua presença

Ir. Ísis Ubalda Nobre de Carvalho
Serva do Amor Misericordioso
Por motivos pastorais, a Missa de Cura e Libertação continuará sendo celebrada na última quinta-feira do mês, e não na última sexta-feira como havia sido anunciado.

Nesse mês de maio, a cerimônia será dia 28 na Matriz de Sant'Ana, a partir das 19:00h.


“Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio. Recebei o Espírito Santo!”  (Jo 20,21).

Aos Padres da Diocese de Bacabal,
Aos Coordenadores dos CPPs,
Aos Coordenadores diocesanos de Pastorais e Movimentos,

Todos estamos convictos, diante da realidade que vivemos de tantas transformações sociais, que evangelizar hoje, como o Papa Francisco nos indica, requer uma Igreja Missionária, em saída, capaz de se desinstalar, acolher, ir ao encontro de todos, em especial, dos pobres e excluídos de nossa sociedade: “Fiel ao modelo do Mestre, é vital que hoje a Igreja saia para anunciar o Evento a todos, em todos os lugares e, em todas as ocasiões, sem demora, sem repugnâncias e sem medo. A alegria é para todo povo. Ninguém pode ficar excluído” (EG 23)

A nossa última Assembleia Diocesana, consciente desta certeza e do apelo do Papa, assumiu o compromisso de preparar-se ao seu Jubileu de ouro com um grande mutirão missionário em todas as Paróquias no espírito e na metodologia das Santas Missões Populares.

É hora de iniciar e preparar-nos para este Projeto Diocesano! Assim, como já está no nosso cronograma, realizaremos o dia 16 de maio de 2015, o 1º Encontro de Articulação e Organização das Santas Missões Populares em nossa Diocese.

Querido pároco, coordenador de CPP, de pastoral ou movimento sua presença, pela importância evangelizadora desta prioridade pastoral, é indispensável! Contamos também com a presença de, ao menos, 5 missionários/as de cada Paróquia que possam depois, ajudar a multiplicar nas comunidades.
Local: Salão da Catedral Diocesana Santa Teresinha
Data: 16/05/2015
Horário: 8:00 às 17:00
Taxa: R$ 10,00 (Para o almoço e lanches)


Que Maria nossa Mãe, estrela da evangelização sustente a nossa diocese na missão!
P/ COMIDI – Bacabal
+ Dom Armando Martín Gutierrez
Bispo de Bacabal -MA

Fonte: Cúria Diocesana
Para articular a 12ª Romaria da Terra e das Águas, as equipes central e ampliada do evento estiveram reunidas nos dias 5 e 6 de maio, na paróquia Nossa Senhora das Dores, em Chapadinha (MA). 

Estiveram presentes nesta reunião os representantes das dioceses do Maranhão: Brejo, Grajaú, Pinheiro, Bacabal, Coroatá. Também participaram do encontro representantes do regional Nordeste 5 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), do Conselho Missionário Regional (Comire) e da Cáritas.

No dia 5, a reunião com a equipe central foi coordenada pelo bispo de Brejo, dom José Valdeci Santos Mendes; pelos padres João Maria e Lena, da Cáritas do regional; e pela secretária executiva do regional Nordeste 5, Martha Bispo. 

Os participantes trataram, ainda, do Seminário Regional, que deve ser realizado nos dias 6 e 7 de agosto, com a participação de dez representantes por diocese.

Com informações da diocese de Brejo

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Dezenas de sacerdotes encontram-se reunidos na cidade de Zé Doca-MA, para a assembleia que acontece à nível regional. 

No último dia 04 Dom João Kot, recém empossado naquela Diocese, acolheu seus irmãos no presbiterato no Centro Diocesano, onde permanecem até nesta quinta-feira (07). Durante esse período, refletem a missão no documento pontifício "Evangelii Gaudium". Padre Camilo, que assessora o encontro, reflete sobre a alegria do presbítero no anúncio do Evangelho. Segundo ele, todos os dias os sacerdotes devem perguntar-se: "O que Deus pede de mim".

Segundo o assessor, a encíclica do Papa Francisco aponta uma metodologia com quatro pilares de uma pastoral decididamente missionária:

1. O abandono daquilo que é mais cômodo no serviço pastoral, o "fazer sempre assim": Abandonar o imobilismo e o tradicionalismo. Isso exige que todos sejam "ousados e criativos, repensar os objetivos, as estruturas, o estilo e os métodos evangelizadores nas comunidades;

2. Ouvir a todos: Exige caminhar "à frente das ovelhas para indicar a estrada e sustentar a esperança do povo", e em certas circunstâncias, deverá caminhar atrás do povo para ajudar aqueles que se atrasam. Ouvir a todos faz parte de um processo participativo.

3. Sair de si ao encontro do outro: Uma Igreja missionária é uma igreja em saída, que aprendeu com as figuras bíblicas, como Abraão, Moisés, os Profetas e Apóstolos. No IDE de Jesus estão presentes os cenários e os desafios sempre novos da missão evangelizadora da Igreja. Sair da própria comodidade para alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho. Abrir as portas da Igreja e se fazer uma Igreja despojada. A missão é o antídoto contra a mundanidade espiritual que cultiva o cuidado da aparência. Na doação a vida se fortalece e se enfraquece no comodismo e no isolamento. Os que mais desfrutam da vida são os que deixam a segurança da margem e se aproximam pela missão de comunicar a vida aos demais. Assim a vida se alcança e se amadurece á medida que é entregue para dar vida aos outros.

4. Concentrar o anúncio no essencial: Uma pastoral em chave missionária deve assumir um objetivo pastoral e um estilo missionário, onde o anúncio concentra-se no essencial, no que é mais importante, mais atraente e ao mesmo tempo, mais necessário.
"Não nos preocupemos só em não cair em erros doutrinais, mais também em ser fiéis a este caminho luminoso de vida e sabedoria", destacou em um dos vários momentos de reflexão.

Com informações e fotografias do Padre James, da Diocese de Brejo
Muita alegria e emoção nos milhares de fiéis que encheram a Praça de S. Pedro para saudarem o Papa Francisco. Na sua catequese de ontem (06) o Santo Padre falou sobre a beleza do matrimónio dizendo, desde logo, que este não é apenas uma cerimónia com flores, vestidos e fotos, mas um sacramento que cria uma nova comunidade familiar que edifica a Igreja.

S. Paulo afirma que, no matrimónio, o amor entre os esposos é uma imagem do amor que existe entre Cristo e a Igreja:

“ Inspirado pelo Espírito Santo, Paulo afirma que o amor entre os cônjuges é imagem do amor entre Cristo e a Igreja.”

Desta forma – continuou o Papa – os esposos são chamados a viver a radicalidade de um amor que, iluminado pela fé, restabelece a reciprocidade da entrega e dedicação segundo o projeto original de Deus para a humanidade.

“O marido – diz Paulo – deve amar a mulher “como o próprio corpo”; amá-la como Cristo “amou a sua Igreja e se deu a si próprio por ela”. Mas vocês maridos que estais aqui presentes compreendeis isto? Amar a própria mulher como Cristo ama a Igreja. Isto não é uma brincadeira, é a sério!”

Recordando as palavras de S. Paulo, o Santo Padre afirmou que “o matrimónio é um grande ato de fé e de amor que testemunha a coragem de acreditar na beleza do ato criador de Deus e de viver aquele amor que leva a andar sempre mais além de si próprio e para além da própria família.”

A Igreja participa plenamente na história de cada casal cristão – disse ainda o Papa – alegra-se com os seus êxitos e sofre com os seus fracassos. Isto é assim porque os esposos participam na missão da Igreja justamente enquanto esposos, dando testemunho da sua fidelidade corajosa à graça deste sacramento.

“Por isso digo aos recém-casados que são corajosos, porque é preciso coragem para amar-se como Cristo amou a Igreja".

Trata-se de um grande mistério, um tesouro levado em vasos de barro, mas sustentado pela misericórdia e ternura de Deus: um caminho na fé, no amor e na esperança, com as alegrias e fadigas de uma vida familiar – afirmou o Papa Francisco que concluiu a sua catequese dizendo:

“S. Paulo tem razão: trata-se de um grande mistério! Homens e mulheres, suficientemente corajosos para levar este tesouro nos vasos de barro da nossa humanidade, são um recurso essencial para a Igreja e para o mundo. Deus os abençoe mil vezes por isso!”

No final da catequese o Santo Padre saudou também os peregrinos de língua portuguesa:

“Caros peregrinos de língua portuguesa, particularmente os fiéis brasileiros de Ribeirão Preto: sede bem-vindos! Lembrai-vos que nunca estais sós: o Senhor crucificado e ressuscitado guia-vos, nas vossas famílias e no trabalho, nas dificuldades e nas alegrias, para que leveis ao mundo a primazia do amor de Deus. Obrigado pela vossa presença!”

Nas saudações em italiano o Papa Francisco recordou que nos próximos dias serão celebrados os 70 anos do final da II Guerra Mundial. E afirmou:

“Confio a Maria Rainha da Paz os votos de que a sociedade aprenda com os erros do passado e que diante dos conflitos atuais que estão dilacerando algumas regiões do mundo, todos os responsáveis civis se empenhem na busca do bem comum e na promoção da cultura da paz.”

O Papa Francisco a todos deu a sua benção!

Fonte: Rádio Vaticana

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Queridos irmãos e irmãs,

Neste ano em que tantas graças foram derramadas sobre nós, a Igreja iniciou o ano refletindo sobre a Campanha da Fraternidade, que esse ano traz como tema: Fraternidade, Igreja e Sociedade.

A relação entre esses elementos devem ser de constante reflexão para nós, pois cada vez mais a Igreja se abre para seu povo, partilhando suas alegrias e tristezas. Nosso Papa Francisco nos dá constantes exemplos de como deve ser essa relação entre Igreja e sociedade. Também nós, como seguidores de Jesus Cristo, devemos nos comprometer com a justiça, com a vida, com o espírito de serviço, com a paixão missionária e com a PAZ, que é o desejo de todos. Na escola de amor de Deus, Nossa Senhora aprendeu tudo isso e também nos ensina, como serva fiel e obediente ao projeto do Pai.

Esse mês é marcado pelas homenagens à mãe de Jesus, à Senhora de Fátima. E de 05 a 13 de maio, estaremos festejando e fortalecendo a nossa fé, também nesse momento novo pelo qual passa nossa Igreja, nossa comunidade. Refletindo o tema  "Nossa Senhora de Fátima  nos ensina a ser Instrumento de Paz" queremos convidar você e sua família para tomar parte nessa alegria! E muito mais que isso: que possamos ser irradiadores dessa paz pela qual Jesus Cristo tanto lutou!

Esperamos encontrar cada um de vocês e suas famílias para esta festa de vivência da fé em Cristo e nossa Mãe, Nossa Senhora de Fátima. A todos a minha bênção pela intercessão de nossa padroeira.
FREI RIBAMAR CARDOSO LIMA
ADMINISTRADOR PAROQUIAL

PROGRAMAÇÃO

 Dia 05 / Terça-Feira
Animação Litúrgica: Comunidade Nossa Senhora de Fátima
Convidados: Bambu Novo, Bambu Velho e Mata Fome.
Leituras: At 14,19-28; Salmo - Sl 144, 10-11. 12-13ab. 21;  Jo 14,27-31a

Dia 06 / Quarta-Feira
Animação Litúrgica: Comunidades São José e Rainha da Paz
Convidados: Povoados Capoeira e Mata Diana.
Leituras: At 15,1-6; Sl121, 1-2. 3-4a. 4b-5; Jo 15,1-8

Dia 07 / Quinta-Feira
Animação Litúrgica: Comunidade Santo Antonio e Parque Rui Barbosa
Convidados: Povoados Palmeiral e Pinto Teixeira.
Leituras: At 15,7-21; Sl 95, 1-2a. 2b-3. 10; Jo 15,9-11

Dia 08 / Sexta-Feira
Animação Litúrgica: Comunidades Santa Luzia e São Raimundo
Convidados: Frei Galvão, Pau D'Arco, Bom Jesus.
Leituras: At 15,22-31; Sl 56, 8-9. 10-12; Jo 15,12-17

Dia 09 / Sábado
Animação Litúrgica: Pastoral Familiar e Pastoral do Dízimo
Convidados: Povoados Aldeia, Vila Nova e Boa Vista.
Leituras: At 16,1-10; Sl 99, 2. 3. 5; Jo 15,18-21

Dia 10 / Domingo
Animação Litúrgica: Comunidade São João Batista
Convidados: Bairro Cohab, Povoados Lagoa e Centro dos Tomés.
Leituras: At 10,25-26.34-35.44-48; Sl 97,1.2-3ab.3cd-4; 1Jo 4,7-10; Jo 15,9-17

Dia 11 / Segunda-Feira
Animação Litúrgica: Comunidade Nossa Senhora Conceição e Legião de Maria
Convidados:  Sagrada Familia, Santa Clara, Movimento Mãe Rainha e Apostolado da Oração.
Leituras: At 16,11-15;  Sl 149, 1-2. 3-4; Jo 15,26 - 16,4a

Dia 12 / Terça-Feira
Animação Litúrgica: Pastoral da Acolhida  e Terço dos Homens ( Paroquial)
Convidados: Novo Bacabal, São Judas Tadeu e São Joao Batista (Alto Assunção).
Leituras:  At 16,22-34; Sl 137; Jo 16,5-11

Dia 13 / Quarta-Feira
Animação Litúrgica: Comunidade Sant' Ana e São Joaquim
Convidados: Todas as comunidades e pastorais
Leituras: At 17,15.22 - 18,1; Sl 148; Jo 16,12-15

A procissão luminosa sairá às 18:00h da Comunidade Santo Antônio com destino a Igreja de Nossa Senhora de Fátima.Após a Santa Missa haverá leilão e venda de lanches.

Todas as noites haverá venda de lanches (bolos, mingau, saladas de frutas, cachorro quente, refrigerante, entre outros), além do bom convívio entre irmãos e irmãs.

Fonte: Conselho Comunitário

terça-feira, 5 de maio de 2015

A caçula entre as comunidades da Paróquia Sant'Ana e São Joaquim desde o início do ano mobiliza-se mais fortemente para conseguir construir o templo que abrigará os fiéis em seus momentos de encontros, orações e celebrações. 

Há 3 anos, quando o bairro Vila da Paz foi criado, logo tratou-se de intensificar os trabalhos pastorais na localidade. Uma equipe foi criada, pessoas do próprio local colocaram-se à disposição e conseguiu-se agregar um significativo número de pessoas para partilhar suas vidas e sua fé. Desse tempo para cá, falta-lhes um espaço digno para abrigá-los. Provisoriamente, construiu-se um "puxadinho" que serve para proteger os fiéis do sol e da chuva. 
A Comunidade cresceu, as pastorais foram-se organizando e hoje tem-se uma igreja em desenvolvimento. Tendo em vista a necessidade da construção de um templo, realizar-se-á no próximo dia 10 de maio um bingo cuja renda será destinada a esse propósito. No início do ano, a Diocese cedeu um terreno com o alicerce já construído. Até foi dado início ao levantamento das paredes, mas a chuva destruiu todo o trabalho, fazendo com que o reinício fosse marcado para logo após o período invernoso. 

Pela experiência de construir a Matriz e reformar a Comunidade São João Batista, todos sabem do trabalho e, principalmente dos recursos que são necessários. Por isso, o pedido de que todos colaborem. A realização desse sonho é de grande valia para a comunidade local. 

O sorteio do bingo será no Dia das Mães (10/05), a partir das 16:00h na própria comunidade, localizada na Vila da Paz e a cartela está sendo vendida pelo valor de R$ 5,00 (cinco reais). A premiação consta de um fardo de arroz, um ventilador e uma panela de pressão.

Os interessados em adquirir suas cartelas deverão procurar as comunidades da Paróquia ou a Matriz de Sant'Ana e São Joaquim, em horário de atendimento. 
No próximo dia 17 de maio, Domingo da Ascensão do Senhor é comemorado também o Dia Mundial das Comunicações Sociais (DMCS).

Todos os anos o Papa escreve uma mensagem, que é publicada no dia 24 de janeiro, dia de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas.  A temática desse ano é "Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor". A reflexão proposta pelo papa Francisco está inserida no caminho sinodal da Assembleia Ordinária do Sínodo sobre a Família que acontecerá em outubro próximo. 

Nesse dia dedicado ao DMC, a Diocese promoverá em Bacabal um encontro com os profissionais de imprensa da cidade. A programação constará da celebração da Santa Missa presidida por Dom Armando, às 08:00h na Comunidade Nossa Senhora da Conceição / Porta Aberta, de onde a cerimônia é transmitida para a Rede Vida. Logo após, será oferecido um café da manhã aos profissionais e aos fiéis, seguindo de um momento de conversa e reflexão de aproximadamente uma hora de duração sobre a temática do DMC.

Os convites estão sendo entregues a todos os profissionais de rádios, televisões, blogueiros e demais pessoas que colaboraram para com a comunicação em Bacabal.
"O meu desejo é a vida do meu povo" (Éster 7, 3)

Qual o modelo de Segurança Pública que realmente queremos em nossas comunidades? Em que medida a vida da nossa Juventude está sendo cuidada, preservada? Quais as propostas para mudar essa realidade?

No fim da tarde de ontem mais um jovem teve sua vida ceifada vítima da violência perene em nosso estado.
No fim da tarde de ontem mais um jovem foi alvo da criminalidade sendo autor do crime que destrói a sua Juventude.

Rondinelle, jovem de 18 anos, estudante do Ensino Médio da capital, coroinha na paróquia Santo Antônio, do Parque Vitória, e coordenador arquidiocesano do ministério da música dos acólitos; jovem protagonista cheio de sonhos e que desde cedo topou construir a Civilização do Amor.
O outro Jovem não sabemos o nome, idade, onde mora, o que fazia e nem sobre sua família; sabemos que agora ele será mais um invisível no País.

Em comum os dois agora são apenas estatística da violência.

Desde de 2009 a Pastoral da Juventude através da Campanha nacional contra a Violência e Extermínio de Jovens vem desenvolvendo ações sistemáticas de combate a essa violência e buscando estruturar nas comunidades estratégias de monitoramento e redução desse problema social.

Nós da Pastoral da Juventude, estamos tristes com o falecimento do Jovem Rondinelle nesta madrugada. Pedimos ao Deus da vida e da libertação que conforte e acalme o coração de seus familiares e amigos, dando-lhes a justiça como alento.

Expomos nossa profunda indignação com o descaso e o desmantelo com a Política de Segurança Pública nas comunidades, na capital, no estado e no país. Para que outros Rondinelles, assim como tantos outros jovens não virem números nem sejam subtraídos pela criminalidade exigimos respostas para essa situação que defendam a vida das Juventudes, e nos tire desse marasmo do medo.

Nos colocamos a disposição para o diálogo e para construir uma nova história às Juventudes Maranhenses.

Chega de Violência e Extermínio de Jovens.
A Juventude quer viver.

Pastoral da Juventude - Arquidiocese de São Luís - 05/05/2015
No mês de maio, milhões de pessoas participam de romarias e peregrinações a santuários marianos, fazem orações especiais a Maria e lhe oferecem presentes, tanto espirituais quanto materiais.

Dedicar o mês de maio – também chamado de "mês das flores" no hemisfério norte – a Maria é uma devoção arraigada há séculos. Com sua poesia "Ben vennas Mayo", das Cantigas de Santa Maria, Afonso X o Sábio nos revela que esta tradição já existia na Idade Média.

A Igreja sempre incentivou tal devoção, por exemplo concedendo indulgências plenárias especiais e com referências em alguns documentos do Magistério, como a encíclica "Mense Maio", de Paulo Vi, em 1965.

"O mês de maio nos estimula a pensar e a falar de modo particular dEla – constatou João Paulo II em uma audiência geral, ao começar o mês de maio em 1979. De fato, este é o seu mês. Assim, o período do ano litúrgico [Ressurreição] e ao mesmo tempo o mês corrente chamam e convidam os nossos corações a abrirem-se de maneira singular para Maria."

Mas, por que existe este mês, se outros contêm festas litúrgicas mais destacadas dedicadas a Maria? O beato cardeal John Henry Newman oferece várias razões em seu livro póstumo "Meditações e devoções".

"A primeira razão é porque é o tempo em que a terra faz surgir a terna folhagem e os verdes pastos, depois do frio e da neve do inverno, da cruel atmosfera, do vento selvagem e das chuvas da primavera", escreve de um país do hemisfério norte.

"Porque os dias se tornam longos, o sol nasce cedo e se põe tarde – acrescenta. Porque semelhante alegria e júbilo externo da natureza são os melhores acompanhantes da nossa devoção Àquela que é a Rosa Mística e a Casa de Deus."

"Ninguém pode negar que este seja pelo menos o mês da promessa e da esperança – continua. Ainda que o tempo não seja favorável, é o mês que dá início e é prelúdio do verão."

"Maio é o mês, se não da consumação, pelo menos da promessa, e não é este o sentido no qual mais propriamente recordamos a Santíssima Virgem Maria, a quem dedicamos o mês?", pergunta em sua obra, publicada em 1893.

Alguns autores, como Vittorio Messori, veem nesta manifestação da religiosidade popular uma cristianização de uma celebração pagã: a dedicação do mês de maio às deusas da fecundidade – na Grécia, Artemisa; em Roma, Flora. De fato, maio deve seu nome à deusa da primavera Maia.

Além disso, em muitos países, durante o mês de maio, comemora-se o Dia das Mães, e a lembrança se dirige também à nossa Mãe do céu.

Para muitos, maio é o mês mais bonito, como Maria é a mulher mais bela; o mês mais florido que conduz o coração até Ela, uma Palavra feita flor.

Fonte: Aleteia

segunda-feira, 4 de maio de 2015

A Campanha Missionária 2015, realizada em outubro em todas as dioceses do Brasil, terá como tema "Missão é servir" e como lema  “Quem quiser ser o primeiro, seja o servo de todos” (Mc 10,44).

A Campanha Missionária está em consonância com o tema e lema da Campanha da Fraternidade deste ano, respectivamente, "Igreja e Sociedade" e "Eu vim para servir" (Mc 10,45)

.Normalmente o tema da Campanha Missionária acompanha a Campanha da Fraternidade, exceto quando ocorre um congresso missionário específico, com sua própria temática. Ao explicar sobre a escolha do tema, o diretor das Pontifícias Obras Missionárias (POM), padre Camilo Pauletti, reforçou que “servir é uma das palavras que se utiliza na missão. Não existe missão, se não tiver serviço, porque serviço dá sentido à missão”.

O padre lembra que as POM têm este carisma de olhar a dimensão missionária como um todo. O desejo da entidade é que o espírito e a solidariedade missionária possam motivar os cristãos, os batizados e as igrejas particulares, a pensar no trabalho missionário em todas as partes. “É de fato uma Igreja em saída, como diz o papa, que não olha só para si, mas vai além de si”, disse padre Pauletti.

Subsídios

Até o final de junho, as POM enviarão às dioceses do Brasil o material da Campanha Missionária, para que, em agosto e setembro, haja a mobilização junto às paróquias e comunidades. Entre os materiais produzidos estão:  o cartaz da Campanha Missionária; a novena e DVD para reflexão nas comunidades; a mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial das Missões.

Em setembro, ocorrerá uma entrevista coletiva à imprensa, na sede das POM, que marcará o lançamento oficial do evento. Mais informações: www.pom.org.br

Fonte: CNBB
O 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais propõe como tema "Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor”. O evento será celebrado no dia 17 de maio, domingo que antecede Pentecostes.
A mensagem do papa Francisco para esta celebração está em consonância com a Assembleia Ordinária do Sínodo sobre a Família, que acontecerá em outubro próximo. 

“Na família, é sobretudo a capacidade de se abraçar, apoiar, acompanhar, decifrar olhares e silêncios, rir e chorar juntos, entre pessoas que não se escolheram e todavia são tão importantes uma para a outra… é sobretudo esta capacidade que nos faz compreender o que é verdadeiramente a comunicação enquanto descoberta e construção de proximidade”, escreveu o papa Francisco na mensagem.
Subsídio para vivência

Buscando auxiliar os regionais, dioceses e paróquias na vivência e celebração do Dia Mundial das Comunicações Sociais, a Comissão Episcopal para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) prepara, todos os anos, um subsídio com orientações e sugestões de atividades. Foram impressos 16 mil livretos. O material traz a mensagem do papa Francisco, reflexão sobre o tema, sugestões para comemorar a data e motivações da celebração eucarística.

“É desejo do Santo Padre que o Dia Mundial para as Comunicações seja celebrado em todas as Igrejas de forma participativa, reflexiva e celebrativa, para que cada vez mais os cristãos desenvolvam uma consciência crítica frente aos meios e processos de comunicação”, explica o arcebispo de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão para a Comunicação da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa.

Articulação nas dioceses

O material é enviado às coordenações e lideranças da Pastoral da Comunicação (Pascom), responsáveis por articular e animar a comunicação nas igrejas locais. A Comissão orienta, também, o estudo do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, que traz pistas de ação.
O subsídio está disponível no link: 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais.
Como parte de um grande caminho percorrido pelos franciscanos e a chegada dos primeiros missionários da Ordem a Bacabal, teve início a importante história do Seminário Catequético, hoje conhecido por todos como Centro Franciscano de Animação Missionário (CEFRAM).

O antigo nome deu-se a partir da sua principal atividade desenvolvida naquele período de luta do povo maranhense: oferecia cursos de aperfeiçoamento para lideranças sindicais, políticas e catequistas, que lutavam contra todo tipo de opressão, principalmente por parque dos grandes fazendeiros da região. O centro foi grande parceiro nesta luta e organizou grandes manifestações em defesa do povo simples destas terras. 

No último sábado (02), em uma cerimônia no CEFRAM, sacerdotes, religiosos(as) e uma parcela do povo que viu essa história ser continuamente construída, fez-se presente às 16:00h para fazer memória desse grande projeto. Na oportunidade, também foi aberta uma exposição fotográfica que narra através das antigas imagens muitas delas em preto-e-branco a constante e forte parceria entre os mais simples e os frades menores da Província Franciscana.

A exposição foi aberta por Frei Cláudio Santos, que hoje coordena as atividades do antigo seminário catequético. Em sua fala carregada de emoção, o frade expôs sua alegria em poder fazer parte e construir a história da instituição, que pertence a um complexo que oferece formação formal - tendo como referência o Colégio Nossa Senhora dos Anjos (CONASA) e educação informal - com os cursos oferecidos pelo CEFRAM nas mais diversas linhas, religiosa ou não. O Provincial dos Franciscanos, Frei Bernardo Brandão também sublinhou a grande contribuição que o centro dá à população bacabalense, constituindo-se em uma casa fraterna que acolhe a todos e que continuará a exercer seu papel de formação tanto religiosa, como a para a vida social, política e educacional. O bispo de Bacabal também fez-se presente, destacando a importância do centro para a Diocese desde aqueles tempos até hoje.

Àquele momento que traz tantas boas recordações, não poderia faltar a fala de um dos primeiros frades a chegar nessas terras banhadas pelo rio Mearim: Frei Heriberto, que ajudou na construção dessa história e foi idealizador de grandes acontecimentos, tanto pelo seu papel de religioso, tanto pelo trabalho que desenvolveu como um dos coordenadores do Centro Catequético. Os cursos para dirigentes e suas esposas, às catequistas duraram até 3 meses e serviam para formar o povo para a vida, para a fé e para a cidadania, o nunca foi tão necessário quanto naquele período de grandes transformações na sociedade brasileira e mundial.
Após a exposição fotográfica, houve também uma mesa redonda onde vários frades e religiosas puderam aprofundar-se na memória de tudo o que viveu este centro. As comemorações finalizaram-se com a partilha de um bolo e um coquetel do qual participou todo o povo ali reunido.

A sociedade mudou, os tempos são outros. E o CEFRAM foi aos poucos mudando seu rosto, mas nunca perdendo a essência. Hoje, desenvolve múltiplas atividades dentro daquilo que foi sonhado há 50 anos atrás:

•  Jornadas Missionárias da Juventude.
Formação de Agentes Pastorais.
Equipe de Reflexão e Animação Missionária.
Projeto Missionário África/Moçambique.
Cooperação com o Projeto de Missão para Amazônia.
Missionários por tempo Brasil-Alemanha.
Infância e Adolescência Missionária.
Retiros Missionários.
Divulgação e cooperação com os Projetos de Missão da Ordem dos » Frades Menores.
Divulgação e Promoção da Mística Espiritualidade Franciscana.
Promoções e eventos beneficentes.
Congressos e Seminários de Organizações.

Confira algumas fotos desse momento histórico:
Fotografia: Lourival Albuquerque
O Centro Franciscano de Animação Missionária (CEFRAM), em Bacabal-MA, acolheu no período de 01 a 03 de maio de 2015, o Curso Regional de Formação Litúrgica.

Promovido pela Dimensão Litúrgica do Regional Nordeste V da CNBB, o encontro contou com a assessoria do Padre Jonilson Torres, da Arquidiocese de Teresina-PI, que desenvolveu o tema voltado para a Espiritualidade Litúrgica.

Com representação de 8 das 12 dioceses do Maranhão, do curso de formação participaram 62 pessoas vindas de diversos municípios. Por diocese, a distribuição dos participante ficou assim: 24 de Bacabal; 02 de Balsas; 02 de Coroatá; 02 de Grajaú; 16 de Imperatriz; 02 de Pinheiro; 03 de São Luis; 08 de Viana.

Padre Jonilson explanou sobre as fontes de espiritualidade da Igreja, destacando a liturgia como referência para a vivência mais prática da Palavra de Deus. Apontou a Missa como expressão máxima desse elemento essencial. O sacerdote refletiu e ajudou os participantes a refletirem sobre a celebração da Missa, aproveitando para solucionar dúvidas daqueles que estão mais próximos das equipes litúrgicas das diversas comunidades ali representadas.

Como Bispo referencial para a Liturgia, Dom Gilberto Pastana, da Diocese de Imperatriz, participou durante todo o tempo do encontro. Para ele, o encontro é de suma importância, tendo em vista a necessidade de sempre fazer com que nossas liturgias reacendam no coração das pessoas o desejo de amar e ser discípulos-missionários de Jesus Cristo.  

"A Liturgia é fonte de vida e expressão celebrativa da comunidade eclesial. Nela, homens e mulheres chegam ao mais alto patamar da comunhão com Deus, quando a criatura amada e redimida por seu Senhor, dilata seu coração numa perene ação de graças, que se torna, por sua vez, bendita escola de gratuidade. Por outro lado, os leigos encontram fundamento para sua espiritualidade no Evangelho vivido por tantos cristãos leigos ao longo da história da Igreja", disse o assessor, que é sacerdote e trabalha essa dimensão litúrgica na arquidiocese de Teresina. 
Com a realização desses encontros, a dimensão litúrgica pretende melhor formar as equipes das dioceses, que por fim servirão de multiplicadores desses conhecimentos adquiridos.

O próximo encontro de formação do Regional será na Diocese de Imperatriz, no período de 29/04 a 01/05/2016.

Confira algumas fotografias:

Fotografia: Lourival Albuquerque