quarta-feira, 23 de julho de 2014

Somos todos cristãos iraquianos! Pela primeira vez em dois mil anos não tem nenhum cristão em Mossul. Os cristãos iraquianos tiveram de escolher entre a morte e o exílio após o ultimato dos fanáticos do Estado Islâmico (EI).

Antes de obrigar a escolhar entre a conversão imposta, a fuga ou a morte, os extremistas islâmicos marcaram todas as casas dos cristãos com o símbolo ن , muitas vezes escrito com um círculo.

Este símbolo é, de fato, uma letra do alfabeto árabe, o “nome”, que corresponde à letra “N” do alfabeto latino, um N de “Nazarat”, ou nazareno. Este é o termo pejorativo com o qual são chamados os cristãos no Alcorão.

Uma vez exilados, todos os bens deles ficam à mercê dos “bons crentes” que são os jihadistas do EI. Por trás das motivações religiosas, o desejo de dinheiro e poder nunca está distante.

Estes sinais nas casas, antes de desapropriá-las ou depois de ter matado os proprietários, lembra a ação dos nazistas nos 30 trinta, nas iniciativas contra a comunidade judaica. Aqueles loucos extremistas pintavam a estrela de Davi sobre as vítimas.

Os cristãos, mas também os muçulmanos de Bagdá, uniram-se exibindo cartazes escritos “sou iraquiano, sou cristão”, para exigir a reação de quem governa.

Para apoiar os cristãos iraquianos perseguidos perante a total indiferença do mundo, diante também do drama ucraniano e do conflito palestino-israelense, os cristãos são convidados a mostrar este símbolo - ن - nas redes sociais.

Está marcado para sexta-feira, 25 de julho, um dia de oração e jejeum pelos nossos irmãos cristãos perseguidos por causa da fé em Cristo, sobretudo no Iraque.

“Faz tempo que tomamos consciência, dia após dia, das perseguições extremamente duras que vivem os cristãos iraquianos - explicam os organizadores -. Isso deve nos fazer perceber o fato de que ser cristão significa, cedo ou tarde, participar da cruz de Cristo”.

Os cristãos perseguidos vivem isso na própria carne. É preciso que nos unamos a eles na oração e no jejum nesta sexta-feira.

Fonte: Aleteia
Começou essa semana o trabalho de fixação do teto da nova Matriz de Sant'Ana. Com mais essa etapa conquistada, damos um passo muito grande rumo à conclusão desta magnífica obra.

Aos poucos, o novo templo ganha forma, assim como também são realizadas várias atividades no sentido de angariar fundos para tal fim. Todos têm-se esforçado ao máximo e toda a renda desse festejo será destinada à conclusão. Um outro momento forte acontecerá no próximo dia 26, data em que celebramos o dia de Sant'Ana e São Joaquim: a celebração daquela noite acontecerá dentro do novo templo, que nesse dia já estará coberto. Uma equipe grande de engenheiros e voluntários trabalha para dar celeridade a esse processo, que será muito forte para a comunidade.

A inauguração da matriz está prevista para o próximo dia 1º de novembro, Solenidade de Todos os Santos e aniversário da Diocese de Bacabal. 
  Fotografia: Zizi
O papa Francisco acolheu o pedido de renúncia apresentado por dom Carlo Ellena, em conformidade com o cânon 401, parágrafo primeiro, do Código de Direito Canônico, e nomeou hoje, 23 de julho, padre Jan Kot como bispo da diocese de Zé Doca (MA).

Padre Jan Kot nasceu em 10 de maio de1962, na cidade de Maków Podhalanski, arquidiocese de Cracóvia, Polônia. Em seu país de origem, estudou Engenharia Civil, História da Igreja, Teologia e Filosofia.

Foi ordenado presbítero em 20 de junho de 1992. Em 1994, veio em missão para o Brasil. De 1995 a 2000, atuou como vigário e administrador na paróquia São José, em Jussaral, município de Cabo de Santo Agostinho (PE). De 2000 a 2005, foi administrador da paróquia Nossa Senhora Aparecida e São João Batista, em Vitória de Santo Antão (PE). De 2006 a 2013 foi paróco da paróquia Sagrado Coração de Maria, em Campo Alegre do Fidalgo, na diocese de São Raimundo Nonato (PI). Em 2013, assumiu a recém criada paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Capitão Gervasio Oliveira (PI). Em fevereiro deste ano, foi enviado a Sumaré (SP), onde os Oblatos têm casa de formação. Atualmente, padre Jan Kot é conselheiro da Provincia Oblata do Brasil, criada em 2003.

Fonte: CNBB

terça-feira, 22 de julho de 2014

Havia também uma religiosa a bordo do avião MH17 da Malaysia Airlines, que saiu de Amsterdã para Kuala Lumpur, derrubado na Ucrânia, com o balanço de 298 mortos. 

Trata-se de Ir. Philomene Tiernan, da Sociedade do Sagrado Coração , 77 anos, que estava retornando para a Austrália depois de transcorrer um período na Europa onde participou de um curso de renovação espiritual na Irlanda, um retiro a França, um encontro na Inglaterra e uma reunião de família. 

Segundo informações obtidas pela Agência Fides, a religiosa, australiana de origem irlandesa, ensinava há mais de 30 anos na escola católica para meninas “Sagrado Coração” de Rose Bay, na periferia de Sidney. Ao comunicar a triste notícia aos estudantes, a diretora Hilary Johnston-Croke, disse que “Phil era uma pessoa muito amada na escola e amiga. 

Contribuiu muito para a nossa comunidade e tocou a vida de muitos em Kincoppal-Rose Bay de maneira positiva e significativa. Estamos arrasados com a perda de uma mulher maravilhosamente gentil, sábia e compassiva que foi muito amada por todos nós”. Irmã Philomene Tiernan foi Superiora Provincial da Austrália e Nova Zelândia de 1993 a 1999, e participou do Capítulo Geral da Sociedade do Sagrado Coração em 1994.

Fonte: Aleteia
Vindo da Paróquia São Pedro, de Poção de Pedras-MA, Frei Joá presidiu a celebração da 4ª noite do Festejo de Sant’Ana,  acompanhado dos diáconos Almir e Ronaldo Batista. 

Além dos nossos fiéis, também acolhemos com carinho os paroquianos de São Francisco das Chagas, que animaram a liturgia e participaram conosco desta bonita festa, que durante esses dias tem frutificado em nós os dons que Jesus nos concedeu. 

Com seu jeito simples e o carisma que lhe é próprio, Frei Joá saudou a todos, falando da alegria em poder participar desse grande festejo. Após as leituras, foi proposto ao Diácono Ronaldo que proferisse a homilia. O mesmo tratou sobre o subtema do festejo: “um novo estilo de vida comunitária”, ressaltando os valores que permeiam a comunidade cristã. Enfatizou nossa participação ativa na proposta de Jesus e finalizou destacando a importância da fé, citando o exemplo do casal São Joaquim e Sant’Ana, avós de Jesus Cristo.

Após a comunhão, a Família Luz despediu-se da comunidade, agradecendo pelo carinho e pela acolhida durante esses dias que permaneceu conosco. Mostraram-se felizes por rever Frei Joá, “amigo de longa data”, como disse Baltazar, que presenteou o religioso com um livro publicado pela família e um caloroso abraço. Antes de encerrar, cantaram novamente com a assembleia.

Na parte social do festejo, tivemos novamente a alegria de receber irmãos de diversos lugares da cidade, que puderam experimentar a culinária, arrematar “jóias” no leilão e confraternizar-se em um clima agradável ao som de música ao vivo.
Confira algumas fotos:

Fotografia: Lourival Albuquerque
É tempo de celebrar, comemorar, bendizer! Até o próximo dia 27 estamos reavivando nossa “Memória” da JMJ Rio 2013 para atuarmos ainda mais na “Missão” que nos compete no mundo de hoje. Sempre tinha ouvido dizer que um país que recebe a Jornada Mundial da Juventude não continua como antes. Realmente, as experiências vividas por nós ainda deverão ser mais explicitadas por tantos que as viveram e que querem expô-las para a maior glória de Deus e para que mais pessoas possam aproveitá-las para suas vidas tomarem o rumo da paz e da fraternidade.

Há exatamente um ano nós celebrávamos a XXVIII Jornada Mundial da Juventude. Precedida pela Semana Missionária nas Dioceses do Brasil, ela foi realizada entre os dias 23 a 28 de julho de 2013, nessa amada cidade arquiepiscopal de São Sebastião do Rio de Janeiro. Pela primeira vez este evento ocorreu em um país cuja língua portuguesa é majoritária, e pela segunda vez em um país da América do Sul (a primeira vez foi na Argentina, em 1987). A escolha da cidade brasileira foi feita pelo Papa Emérito Bento XVI em 2011, no encerramento da Jornada Mundial da Juventude daquele ano em Madri. Nossos agradecimentos a ele e ao nosso saudoso predecessor, Cardeal Eugênio de Araújo Salles, que nos apoiou nessa decisão.

Este encontro foi marcante para toda a Igreja e para a sociedade, pois tivemos a graça de presenciar milhões de jovens reunidos para aprofundar o tema: “Ide, pois, fazei discípulos entre todas as nações”! O público presente à Missa de Envio na praia de Copacabana (último ato central da JMJ) chegou a 3,7 milhões de pessoas. Durante esses dias muitos eventos com participação de milhares de pessoas aconteceram: Cerimônia de Abertura, na terça-feira, 23; a Cerimônia de Acolhida do Santo Padre, na quinta-feira, 25; a Via-Sacra, na sexta-feira, 26; a Vigília do dia 27. A Arquidiocese conseguiu hospedagem que ultrapassou o número de inscritos oficialmente. Além dos que chegaram sem inscrições e que foram acomodados nas casas dos paroquianos que as tinham disponibilizado.

A grande e marcante presença foi a do Papa Francisco, que chegou ao Rio de Janeiro no dia 22 de julho de 2013.

Em sua primeira mensagem, no dia de sua chegada, no Palácio Guanabara, fez o discurso onde podemos ressaltar: “Quis Deus na sua amorosa providência que a primeira viagem internacional do meu Pontificado me consentisse voltar à amada América Latina, precisamente ao Brasil, nação que se gloria de seus sólidos laços com a Sé Apostólica e dos profundos sentimentos de fé e amizade que sempre a uniram de modo singular ao Sucessor de Pedro. Dou graças a Deus pela sua benignidade (...) Aprendi que para ter acesso ao povo brasileiro, é preciso ingressar pelo portal do seu imenso coração; por isso, permitam-me que nesta hora eu possa bater delicadamente a esta porta. (...) Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo”!

O Papa Francisco visitou o Santuário Nacional de Aparecida, o hospital São Francisco de Assis, recebeu as chaves da cidade do Rio de Janeiro e abençoou a bandeira olímpica, visitou a Comunidade de Varginha, presidiu o ato de acolhida central em Copacabana. Um grande momento foi a Via-Sacra com os jovens, e em nossa Catedral Metropolitana ter se encontrado com os argentinos e presidido uma missa para os bispos e padres. Encontrou-se com os responsáveis pela construção da sociedade no Teatro Municipal do Rio do Janeiro e participou da Vigília na praia de Copacabana. No último dia de sua permanência, na Missa de Envio, o Papa ressaltou: “Ide, sem medo, para servir. Sabem qual é o melhor instrumento para evangelizar os jovens? Outro jovem! Este é o caminho a ser percorrido por vocês”! Antes de encerrar o seu último compromisso na JMJ2013, ele anunciou a Polônia, ou mais objetivamente, Cracóvia como próxima cidade sede, e antes da cerimônia de despedida de sua visita encontrou-se com os voluntários em um animado evento. Nesses dias falou aos Bispos do Brasil e também à presidência do CELAM em discursos memoráveis.

Para então celebrarmos este marco na história da Igreja que completa um ano, eis que a nossa Arquidiocese começou, no dia 15 de julho e ficará até o dia 27 deste mês, a semana “Memória e Missão”. Esta conta com exposição itinerante de fotos, atualmente no Largo da Carioca. Foi também lançada nas redes sociais, com a hashtag#1 ano JMJRIO, com o objetivo de interagir com pessoas do mundo todo e publicar experiência, testemunhos, fotos, filmes de pessoas, paróquias, colégios que marcaram as vidas de tantos jovens. Será lançado no domingo, dia 27, um livro com fotos e textos da JMJ Rio 2013. Nas paróquias, foranias, vicariatos há toda uma programação própria de participação. Também outras dioceses e grupos de jovens do Brasil estão celebrando esse momento.

Eu comentei logo depois do encerramento da JMJ, na entrevista final, e não me canso de repetir: vimos Deus agir! Não tem outra explicação. Para quem tem fé, passado um ano é momento de ação de graças. Para quem não crê e vê apenas com a sua miopia humana será difícil perceber tudo isso. Graças a Deus temos o nosso “aliado invisível”, que é o Espirito Santo, a alma da Igreja. Nós continuamos com entusiasmo e com alegria! As dificuldades enfrentadas, os problemas existentes, as mudanças e transformações que poderiam ter causado desânimo em qualquer organizador, para nós foi uma prova incontestável da ação do Divino na história. Vemos cada ato, cada pessoa, cada família, cada paróquia como instrumentos nas mãos de Deus. Como não ver isso na resposta dos jovens às provocações de várias intolerâncias nesses dias; como não olhar com fé a paciência e alegria demonstradas em enfrentar chuva, frio, filas, mudanças? Como não louvar a Deus por ver o nosso povo abrir as portas de seu coração e de suas casas para acolher? A JMJ fez a acolhida de o povo brasileiro vir à tona e continuar para outros eventos. Como não perceber que a ação de Deus no coração das pessoas vai além do que possamos programar como, por exemplo, a limpeza dos trens e da praia? Como não bendizer a Deus pela criatividade, até com sacrifícios, dos padres e seus paroquianos resolvendo questões de logística, hospedagem? A generosidade espontânea demonstrada por tantas pessoas e comunidades na partilha de bens para ajudar no pagamento dos investimentos da Jornada? Como não perceber que mesmo as autoridades civis e militares têm saudade da JMJ e descobriram que todas as dificuldades e previsões de problemas são resolvidas quando os cristãos agem com fé e vivem no seguimento verdadeiro de Jesus Cristo? É hora de TE DEUM LAUDAMUS! É momento propício de sair ao encontro dos que, tendo participado da JMJ, ainda não encontraram ressonância em nossas comunidades eclesiais.

Agora é tempo de continuar! É tempo de continuar regando as sementes plantadas no Campo da Fé dos corações jovens! É tempo de chamarmos todos os que estão buscando um mundo melhor e mais justo para que, no seguimento de Cristo, se unam a nós nessa caminhada de paz pela transformação de uma sociedade cansada e abatida pela corrupção e injustiças. O mundo novo sonhado por todos acontece quando colocamos em prática os valores do Evangelho. É tempo de esperança e confiança no Senhor que nos conduz. Nada nos desanima, e as dificuldades e crises são ótimas oportunidades para que se possa anunciar ainda mais em quem nós cremos e em quem nós depositamos nossa esperança: Jesus Cristo, nosso Senhor.

O coração agradecido a Deus é também para todas as pessoas, instituições, grupos, comunidades e, principalmente, para os jovens do mundo inteiro que participaram da JMJ 2013, seja com sua presença ou à distância, com suas orações. Aliás, esse foi um dos nossos segredos: a primeira atitude, depois repetida durante todo o tempo de organização, foi de pedir a oração aos mosteiros, conventos, religiosos, religiosas, povo de Deus. Além da oração, que foi composta para que o mundo inteiro rezasse, cartas foram expedidas explicitamente pedindo orações. Para nós que cremos, vemos o sinal que nos foi dado pela intercessão de muitos. A todos, meus sinceros agradecimentos! Rezamos por todos. Deus conhece o coração e as intenções de cada um e dará a recompensa!

A experiência da JMJ Rio 2013 permanecerá como um momento importante não só para os católicos, mas para todas as pessoas de boa vontade que viram que um mundo novo é possível! Viram que é possível existirem jovens que querem a transformação da sociedade e sabem respeitar as pessoas e instituições. Viram quais os caminhos de uma “civilização do amor” que buscamos fazer acontecer nestes tempos de escuridão e dificuldades! A luz que se acendeu em Copacabana e que, graças às mídias, foi para o mundo todo, continuará acendendo muitas outras regiões do mundo. São João Paulo II, idealizador desse evento, estará intercedendo por nós.

Que Deus abençoe e ilumine a todos!

Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)
A situação dos cristãos no Iraque está se agravando, conta em entrevista à Rádio Vaticano,  o bispo auxiliar caldeu de Bagdá, Dom Saad Syroub. O bispo aponta a região de Mosul como a mais atingida pelas ações de extremistas islâmicos. Ele destaca que a minoria cristã é a mais vulnerável aos ataques.

De acordo com fontes locais, milhares de famílias cristãs já fugiram da região de Mosul desde a tomada da cidade pelos radicais do Levante Islâmico há 20 dias.

“Alguns foram para o norte em direção Curdistão, outros para Erbil, outros para as aldeias cristãs que estão localizados na planície de Nínive.Eles estão em uma situação muito difícil, porque  não têm nada: tiveram carros, dinheiro e casas roubadas”, afirma Dom Saad Syroub

Segundo o bispo, além da situação emergente, o futuro dessas pessoas depende das autoridades políticas, pois eles não poderão voltar para casa, uma vez que a cidade foi toda tomada por rebeldes. “A situação é muito crítica, há necessidade de medidas urgentes para ajudar essas famílias a superarem esta tragédia, este sofrimento”, diz o bispo.

Dom Saad Syroub conta ainda que muitas famílias foram acolhidas por mosteiros e igrejas da região. Porém, os ataques continuam e atingem também os locais de culto.

“Mosteiros foram roubados por estes grupos, que expulsaram os monges. Eles já entraram no São Jorge e na Casa das Irmãs do Sagrado Coração, no mosteiro dominicano, no mosteiro dos católicos sírios, que estão todos em Mosul”, denuncia o bispo.

Por fim, Dom  Syroub destacou que o apelo do Papa Francisco feito no último domingo (20), é um grande conforto para os cristãos que lutam pela fé e sobrevivência no Iraque.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

O site ACI/EWTN Noticias informou na última sexta-feira (18), que as últimas famílias cristãs ainda presentes em Mosul (Iraque) estão deixando a cidade em direção a Erbil, Dohuk e outras populações do Curdistão que são consideradas zonas mais seguras.

Esta informação foi confirmada por fontes da agência vaticana Fides da comunidade caldeia (católica) local. O novo êxodo se acelerou nos últimos dois dias porque os extremistas muçulmanos (sunitas) e os militantes do autoproclamado Califado Islâmico começaram a marcar com letras de reconhecimento as casas dos cristãos e dos xiitas com o objetivo de ocupá-las depois.

Conforme informou o site www.Ankawa.com, a evacuação dos últimos cristãos também se deve à intensificação dos bombardeios realizados pelas forças armadas do governo em muitos bairros da cidade, especialmente de noite.

Em muitos povoados da planície de Nínive, a emergência principal neste momento se deve à suspensão do fornecimento de água, que se torna ainda mais insuportável pelas altas temperaturas, indica Fides.

Fonte: Editora Cleofas
A 3ª noite do festejo, realizado ontem (20) foi marcada pela ilustre presença e presidência da celebração de Frei Heriberto, OFM. 

"Frei Ribamar convidou-me para celebrar hoje com vocês. Eu estava muito casado, mas quando falou em Sant’Ana, logo o cansaço acabou", brincou o sacerdote logo no início da celebração, arrancando aplausos carinhosos de todos os fiéis.

Assim como várias comunidades já passaram para animar e dá sua contribuição à festa, a Comunidade Nossa Senhora da Conceição também fez sua parte com uma bonita, bem cantada e bem celebrada liturgia. Frei Heriberto concluiu a primeira parte da celebração falando sobre o subtema «A novidade do reino», destacando a prática libertadora de Jesus, que buscou a irmandade, a igualdade entre todos, a partilha da vida e dos bens, o relacionamento fraterno e o poder como serviço.

Antes da bênção final, Frei Heriberto fez questão de agradecer a todos pelas orações e pela força dada pelo seu povo em um momento de enfermidade a qual passou recentemente. Mostrou-se feliz e disposto a continuar colaborando para com este Reino de Deus.

A noite só estava a começar: na parte cultural, apresentaram-se a dupla Letícia & Ruan, que com sua voz marcante, relembrou vários sucessos musicais. Logo após, aconteceram os leilões, seguido de uma apresentação de dança dos jovens crismandos da própria matriz de Sant’Ana. A noite fechou com a apresentação da Família Luz, que despediu-se da comunidade paroquial com lindas canções católicas e muito louvor.

Confira alguns dos principais momentos:
Fotografia: Lourival Albuquerque

domingo, 20 de julho de 2014

 
Sábado (19) aconteceu mais uma grande celebração dando prosseguimento ao Festejo de Sant’Ana.

Muitas pessoas, de diversos pontos da cidade, participaram da cerimônia presidida por Frei Ribamar e auxiliada pelos diáconos Ariosvaldo e Almir. Refletindo o subtema: “A nova experiência de Deus”, o Festejo contou com a participação litúrgica das comunidades São Raimundo e Santa Luzia. Prosseguiu-se também a reflexão do documento sobre a renovação da paróquia, que ilumina a festa desse ano.

“Jesus quer que a comunidade seja espaço de fortalecimento da fé. Ele fez essa experiência profunda da prática do amor, da oração, da escuta da Palavra. Hoje, a igreja quer tornar-se uma rede de comunidades que propicie essa prática em nós, cristãos. A paróquia Sant’Ana está celebrando , sua padroeira Sant’Ana, a mãe de Maria, que é mestra da fé e participava das atividades religiosas, escutando a Palavra de Deus e transmitindo para sua filha os ensinamentos de Deus. E é isso que os pais devem fazer. E esse conhecimento é transmitido não somente através da palavra, mas deve transformar-se em prática”, assinalou.

Ao final da celebração, a Família Luz novamente deu seu testemunho e despediu-se da comunidade, presenteando Frei Ribamar com o livro “Nossas aventuras de amor”, que conta a trajetória e a conversão da família em missionária.

Após a bênção, todo o povo novamente reuniu-se no largo da igreja para o momento cultural do festejo: além dos tradicionais leilões, as pessoas puderam ali prestigiar a apresentação das quadrilhas “Geração Santa Luzia” do Bairro Pantanal e da Quadrilha da Pastoral Familiar da Paróquia São Francisco das Chagas.

Confira os principais momentos desta 2ª noite do Festejo de Sant’Ana.

 Fotografia: Lourival Albuquerque
Começou na última sexta-feira (18) mais um festejo de Sant'Ana. 

Depois de muita expectativa e após o início da construção da nova matriz, o povo católico da região tem um lugar certo de encontro até o dia 27: a igreja de Sant'Ana. Lá, acontecerão encontros que desenvolvem a fé e também os encontros que aproximarão famílias e amigos: é a festa da padroeira, que esse ano traz como tema geral: "Com Sant'Ana construiremos uma paróquia renovada".

A celebração de abertura foi presidida por Frei Ribamar, da qual também participaram os diáconos Ariosvaldo e Gileno. Já na homilia, o administrador paroquial lembrou da importância para nossa paróquia a reflexão desse tema proposto pela igreja do Brasil e que deve nortear nossas ações a partir de então. Lembrou também a importância de todos na consumação desse objetivo e da tarefa das comunidades em tornarem-se lugares de acolhida e de missão. 

Ao final da celebração, foi apresentada a Família Luz, uma banda católica que percorre o Brasil inteiro levando uma mensagem às famílias com seu seu testemunho. Composta por Baltazar (pai), Teresa (mãe), Lívia e Baltazar Neto (filho), tudo começou com o envolvimento do filho com as coisas erradas da vida, contou Baltazar. "Um dia resolvi segui-lo no caminho da escola, ele se desviou e descobri que tinha 64 faltas em 3 meses. Eu era um pai raivoso e naquele dia, fizemos uma reunião em família e resolvemos fazer diferente: ao invés de brigas e xingamentos, resolvemos fazer uma festa e acolhê-lo com abraços e beijos, como fez o pai da parábola do filho pródigo", contou ele. "Aconteceu, então, uma confissão pública e naquele dia ele me contou tudo o que havia feito de errado. Assim, aconteceu entre nós o perdão, ele mudou, a família mudou: resolveu desligar a televisão e partir para o diálogo. Desde então, refletimos a palavra de Deus no Evangelho do dia e resolvemos ser uma família missionária", finalizou, arrancando aplausos de toda a assembléia ali reunida. A história, serviu ainda mais para motivar a caminhada da Paróquia e foi um ponto marcante nessa celebração de abertura. 
Ao final, Frei Ribamar agradeceu a presença e o empenho de todos. Seguiu-se a noite cultural. Confira algumas fotos:


Fotografia: Lourival Albuquerque
A desagregação familiar tem um impacto significativo na vida psicológica das pessoas e consequentemente em sua vida de fé, a partir do momento que o trauma psicológico afeta de modo negativo a visão, a percepção e a experiência de Deus e do seu amor. O Instrumento de Trabalho elaborado em preparação para a III Assembleia geral do Sínodo dos Bispos sobre a Família, programado para outubro próximo, leva esta questão ao campo da formação: “Reserve-se maior espaço a esta temática no âmbito da formação dos futuros presbíteros nos seminários, considerando que os sacerdotes resultam às vezes despreparados para enfrentar tais temáticas e, às vezes, oferecem indicações inexatas e desviantes”.

Fonte: Rádio Vaticana
Na alocução que precede a oração mariana do Angelus, conduzida pelo Papa Francisco, neste domingo, 20 de julho, o pontífice destacou a parábola da boa semente e da cizânia, proposta na liturgia deste domingo, que enfrenta o problema do mal no mundo e ressalta a paciência de Deus. 

A cena se realiza num campo em que o patrão semeia o grão, mas numa noite chega o inimigo e semeia a cizânia, termo que em hebraico vem da mesma raiz do nome "satanás" e remete ao conceito de divisão. 

"Sabemos que o demônio é um espalhador de cizânia: sempre em busca de dividir as pessoas, as famílias, as Nações e os povos", frisou Francisco. Os trabalhadores queriam logo arrancar a erva daninha, mas o patrão os impediu com a seguinte motivação: 'Não. Pode acontecer que, arrancando o joio, vocês arranquem também o trigo'. "Sabemos que a cizânia, quando cresce, se parece muito com a boa semente e existe o perigo de confundi-las", disse ainda o pontífice. 

"O ensinamento da parábola é dúplice. Primeiramente, diz que o mal existente no mundo não vem de Deus, mas de seu inimigo, o maligno. Ele vai à noite semear a cizânia, na escuridão, na confusão, onde não há luz. Este inimigo é astuto: semeou o mal em meio ao bem, tornando impossível aos homens separá-los claramente; mas Deus, pode fazê-lo", sublinhou o Papa.

A seguir, o Santo Padre chamou a atenção para "a contraposição entre a impaciência dos servos e a espera paciente do proprietário do campo, que representa Deus". 

"Nós às vezes, temos muita pressa em julgar, classificar, colocar os bons de um lado e os maus do outro. Lembrem-se da oração do homem soberbo: Deus, eu te agradeço porque sou bom e não sou como aquele que é mal. Deus, ao invés, sabe esperar. Ele olha no campo da vida de cada pessoa com paciência e misericórdia. Vê muito melhor do que nós a sujeira e o mal, mas vê também os germes do bem e espera com confiança que amadureçam. Deus é paciente, sabe esperar. O nosso Deus é um pai paciente que sempre nos espera e nos espera para nos acolher e nos perdoar."

Segundo Francisco, "o comportamento do patrão é o da esperança fundada na certeza de que o mal não tem a primeira e nem a última palavra. E tem mais", disse o pontífice, acrescentando: 

"Graças a esta esperança paciente de Deus a mesma cizânia, ou seja, o coração mal, com muitos pecados, pode se tornar boa semente. Atenção: a paciência do Evangelho não é indiferença ao mal; não se pode fazer confusão entre bem e mal. Diante da cizânia presente no mundo o discípulo do Senhor é chamado a imitar a paciência de Deus, alimentar a esperança com o apoio e a confiança inabalável na vitória final do bem, que é Deus."

No final, o mal será arrancado e eliminado: no tempo da colheita, ou seja, do juízo, os ceifadores irão exercer a ordem do patrão separando a cizânia para queimá-la. 

"Naquele dia da colheita final o grande juiz será Jesus, Aquele que semeou a boa semente no mundo e que se tornou Ele mesmo 'grão de trigo', que morreu e ressuscitou. No final, seremos julgados com a mesma medida com a qual julgamos: a misericórdia que usamos para com os outros será usada também conosco. Peçamos a Maria, nossa Mãe, para nos ajudar a crescer na paciência, na esperança e na misericórdia com todos os irmãos", concluiu o Papa Francisco. 

Fonte: Rádio Vaticana

sábado, 19 de julho de 2014

Representantes dos 18 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) participam da  5ª Reunião Ampliada Nacional das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), que se realiza entre os dias 18 e 20 de julho, na Casa de Retiros do Instituto São Boaventura, em Brasília.

Estão presentes o bispo de Tocantinópolis (TO) e referencial das CEBs na CNBB, dom Giovane de Melo, e o arcebispo de Londrina (PR), dom Orlando Brandes.

De acordo com o assessor Setor CEBs da CNBB, Sérgio Coutinho, um dos objetivos da reunião é “lançar um olhar na caminhada das CEBs em vista do  14º Intereclesial das CEBs, que acontecerá em Londrina".

A reunião irá, ainda, avaliar o 13º Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base, ocorrido de 7 a 11 de janeiro de 2014, na cidade de Juazeiro do Norte, no estado do Ceará. O encontro, que acolheu em torno de quatro mil participantes, discutiu o tema “Justiça e Profecia a serviço da vida” e o lema “Romeiras do Reino no Campo e na Cidade”.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

O papa Francisco telefonou hoje, 18, aos presidentes de Israel e Palestina, Shimon Peres e Mahmud Abbas, para expressar suas preocupações com a situação atual de conflito na Faixa de Gaza que, em um clima crescente de hostilidade, ódio e sofrimento para ambos os povos, semeia numerosas vítimas levando a uma situação de grave emergência humanitária.

 Tato na Terra Santa como no dia de invocação pela paz, ocorrido em 8 de junho, o papa garantiu sua oração incessante e de toda a Igreja pela paz na região e tem compartilhado com seus interlocutores, os quais considera homens de paz e que desejam a paz, a necessidade de seguir rezando e esforçando-se para conseguir que todas as partes interessadas e todos os que têm responsabilidades políticas em âmbito local e internacional se comprometam com fim de toda hostilidade e atuem em favor de uma trégua, da paz e da reconciliação dos corações.

Fonte: Vatican Information Service

quinta-feira, 17 de julho de 2014

A Igreja é uma realidade original, pelo menos de três maneiras.

Poucas instituições humanas têm dois mil anos de existência. Desta longa história, que fez dela uma "especialista em humanidade" (Paulo VI), a Igreja tem também alguns costumes de outras épocas. Por outro lado, ela se une a um fundador e a um documento que é sua carta definitiva: por exemplo, a entrada na Igreja se dá por meio do Batismo. Finalmente, para o cristão, a Igreja carrega a marca do próprio Deus; neste sentido, é um "mistério". Seu funcionamento é regido pelo Direito Canônico.

A entrada na Igreja se dá pelo Batismo, que confere a todos os cristãos um determinado número de direitos e deveres.

O Concílio Vaticano II ressaltou especialmente a igualdade fundamental de todos os cristãos, sejam sacerdotes, religiosos ou leigos.

Cada um tem uma série de direitos (como, por exemplo, o respeito pela escolha do seu estado de vida e pelas suas opiniões políticas). E é chamado a determinadas responsabilidades dentro da Igreja.

Mas também tem deveres (por exemplo, formar-se na fé cristã, expressar seu ponto de vista para a vida da comunidade, ser testemunha do Evangelho na vida cotidiana).

Em um corpo, as funções são diferentes.

Particularmente, os bispos, sacerdotes e diáconos são consagrados em seu ministério por meio de um sacramento especial.

O exercício de uma responsabilidade é pessoal, mas não deve ser solitário: é a noção de serviço que predomina.

Sacerdotes, bispos e até o Papa estão rodeados de vários conselheiros. O Concílio Vaticano II insistiu muito no desenvolvimento destes conselhos, alguns dos quais são obrigatórios. Os que exercem uma autoridade na Igreja devem recordar continuamente que esta vem de Cristo, que veio para servir, e não para ser servido.

A estrutura básica da Igreja é a diocese, na qual o bispo é o pastor.

Cada diocese conta com um determinado número de paróquias.

A diocese é chamada de "igreja particular"; mas toda a Igreja está presente em cada igreja particular, porque os bispos formam um só "colégio", encarregado da evangelização do mundo inteiro, sob a autoridade do Papa.

De certa forma, a igreja particular sempre existiu: é a comunidade presidida pelo sucessor de algum apóstolo. Já a paróquia, ainda que muito antiga, nem sempre existiu.

É uma forma que remonta à época em que a evangelização chegou aos campos, longe da cidade onde o bispo tinha sua "catedral" (que significa "sede"). Na Missa, o sacerdote sempre nomeia o bispo local e o Papa: este é o sinal de que ele mesmo é um sacerdote "católico".

Diversas estruturas, adaptadas segundo o tempo e as circunstâncias, garantem a coordenação com Roma, entre dioceses e em cada diocese.

O vínculo com Roma se manifesta particularmente quando um novo bispo é nomeado pelo Papa ou quando é reconhecido por ele.

Os bispos são os primeiros destinatários dos documentos enviados pelo Papa, como as encíclicas, por exemplo.

Excepcionalmente, os bispos se reúnem em concílios ecumênicos. E a cada três anos, aproximadamente, o Papa reúne centenas de bispos para tratar de algum tema específico (em 2012, por exemplo, o tema foi a evangelização). Todos os bispos vão a Roma em visita "ad limina" ao túmulo dos apóstolos Pedro e Paulo – e muitos cristãos também. No âmbito de um país ou grupo de países, as dioceses formam uma "conferência episcopal", cujo objetivo é ajudar as dioceses a cumprir sua missão.

Complementando sua estrutura hierárquica, a Igreja é enriquecida com dons particulares do Espírito Santo a alguns dos seus membros – entre eles, a chamada "vida consagrada".

Ao longo da sua história, a Igreja viu o nascimento de inúmeras formas de santidade, espiritualidade, serviço ao próximo, anúncio do Evangelho, teologia, arte sacra etc.

As dioceses contam também com um grande número de associações, comunidades, movimentos e grupos de todo tipo.

Os fiéis são livres para tomar estas iniciativas. Quando um grupo quer ser reconhecido como "católico", pede o consentimento do bispo.

Dentro dos dons ou "carismas", destaca-se a vida consagrada – que, em si mesma, reveste várias formas, sendo a vida religiosa a mais conhecida.

Ela se desenvolve em várias direções: vida contemplativa, apostolado, serviço, educação. E o século XX foi rico em novidades, neste sentido.

A vida consagrada é essencial para a vitalidade cristã na Igreja.
19 de Julho, isto é depois de amanhã, será um dia dedicado à oração pela paz no Norte dos Camarões, onde incumbe a ameaça de Boko Haram.

A iniciativa é da Arquidiocese de Douala que convida a rezar pelos Camarões e por todos os países em guerra. D. Samuel Kleda que é Presidente da Conferência Episcopal dos Camarões quer deste modo sensibilizar a população em relação à crescente situação de insegurança no Norte do país que faz fronteira com a Nigéria, país a braços com a seita islâmica Boko-Haram.

Em todas as paróquias da capital económica dos Camarões serão celebradas missas especiais e procissões para invocar a protecção de Deus contra as acções deste movimento terrorista que continua a matar pessoas inocentes na Nigéria, incluindo crianças, e que a partir do ano passado começou a fazer incursões e raptos também nos Camarões.

De entre as suas vítimas recorde-se o padre Fidei Donum francês, Georges Vandenbeusch, raptado em Novembro de 2013 e libertado no fim do ano; e ainda os dois missionários italianos, Gianantonio Allegri e Gianpaolo Marta, sequestrados em Abril passado juntamente com uma irmã canadiana, Gilberte Bissiere, eles também libertados tempos depois.

Uma escalada que preocupa os Bispos dos Camarões, país onde a convivência entre cristãos (cera de metade da população) e os muçulmanos (cerca de 22%) são geralmente boas e assentes numa importante colaboração inter-religiosa.

É, portanto, neste quadro que se insere a iniciativa de oração pela paz desejada pela Arquidiocese de Douala para “confiar a Deus os Camarões e todos os países em conflito”, lê-se numa nota da Igreja local.

A insegurança que aflige as fronteiras dos Camarões, de modo particular a com a Nigéria, está a criar uma certa psicose na população. Nesta situação a coisa melhor é confiar-se a Deus, remata a nota.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

No próximo dia 31 de julho, Bacabal terá a oportunidade de participar de um curso com o bateria da Banda Anjos de Resgate, Maikon Máximo.

Pedro Santos está organizando o evento, que acontecerá na quadra da Paróquia Santa Teresinha (Bacabal-MA), onde são esperadas várias pessoas que dedicam-se ao uso desse instrumento.

A taxa de inscrição é de R$ 15,00 (quinze reais). Mais informações: (99) 8187-7091 / 8147-0854.

Quem é Maikon Máximo

Natural de Mogi das Cruzes (SP), o filho do programador CNC Celso Bráito Máximo e da dona de casa Ivana Fátima de Souza Máximo começou na música aos 12 anos de idade, quando ainda era coroinha na paróquia. Foi na igreja que ele viu pela primeira vez uma bateria acústica. Foi paixão à primeira vista.

A identificação do menino com o instrumento foi tão grande que, ao chegar em casa, improvisou uma bateria com caixas de papelão e latas de tinta. Pouco tempo depois, já estava tocando na missas das quintas-feiras na paróquia. Após três anos, entrou na primeira das três bandas que integrou antes de fazer parte do Anjos: Mr. Marvel, Gestalt e MPB Brasil. A partir daí, ele começou a se profissionalizar e passou a dar aulas e a tocar em barzinhos de São José dos Campos (SP), onde reside.

Nascido em 12 de junho de 1986, Maikon de Souza Máximo, além de músico, trabalhava como mecânico de usinagem. Em 2006, entrou na faculdade e no mesmo ano, depois de participar de um curso de áudio promovido pela gravadora Codimuc, foi convidado para fazer três shows com o Anjos de Resgate na Bahia. Aprovado, foi efetivado na banda, substituindo o ex-baterista Xandão.

Maikon se revela eclético em relação ao seu gosto musical: “procuro escutar quase de tudo, não importa o estilo, se a música for boa, eu escuto”. O músico também se considera uma pessoa simples e caseira. Reconhece que é desligado, mas em contrapartida se diz esforçado e afirma que, naquilo que quer, aprende rápido. “Amo demais minha família e a família Anjos de Resgate. Sou pecador e esse é um dos grandes motivos que me fazem acreditar que Deus é maravilhoso por confiar no que tenho e sou”, declara.

terça-feira, 15 de julho de 2014

O projeto Amor Verdadeiro Espera, o A.V. E, nasce do desejo de apresentar a juventude uma proposta da vivencia do verdadeiro sentido do amor humano sonhado por Deus, especialmente nos relacionamentos e caminho de discernimento vocacional, favorecendo espaço para um melhor conhecimento de si, fomentando a valorização da pessoa humana,da família.

“Há Necessidade urgente de emergência de uma nova geração de apóstolos ancorados firmemente na palavra de Cristo, capazes de responder aos desafios dos nossos tempos e preparados para difundirem o evangelho ate os confins do mundo” (Mensagem do Papa Bento XVI para a XXI JMJ).

O A.V. E é um olhar de esperança contemplando o futuro, com passos firmes no presente, acreditando fielmente que o verdadeiro Amor espera o momento certo para viver a beleza de cada tempo, sem o temor de tomar as decisões em sua vida.

Justificativa

Para suprir a necessidade de resgatar os valores cristãos e direcionar a juventude ao verdadeiro chamado de Deus para suas vidas, este projeto vem proporcionar subsídios a uma reflexão para o seu chamado especifico.

Seja chamado ao estado de vida matrimonial, seja a vocação religiosa celibatária, urge a orientação a trilhar esses passos com comprometimento e consciência ao fazê-lo.

“Os jovens devem ser instruídos convenientemente e a tempo sobre a dignidade, a função e o exercício do amor conjugal, a fim de que, preparados no cultivo da castidade, possam passar na idade própria, do noivado para as núpcias” (GS 49,3).

“... apesar da escassez vocacional, hoje temos a noção mais clara da necessidade de melhor seleção dos candidatos ao sacerdócio. Não se podem encher os seminários com qualquer tipo de motivações, e menos ainda se estas estão relacionadas com insegurança afetiva, busca de formas de poder, glória humana ou bem-estar econômico”.

Objetivo

Propor uma opção a juventude a fim de refletirem sobre o relacionamento, sobre sua vocação, sobre o amor humano, enfim dar subsídios para planejarem o futuro com maturidade e valores cristãos.

Objetivos específicos

- Levar os participantes a um encontro pessoal com Jesus Cristo, para fomentar discípulos para a construção de uma civilização do Amor.
- Ajudar a obter um discernimento vocacional;
- Formar sobre o conhecimento do corpo numa visão teológica;
- Discutir a importância das etapas do namoro e noivado como caminho de santidade;
- Ajudar a viver cada etapa da sua vida um amor responsável.
- Suscitar namoro santo hoje para obtermos famílias santas amanhã;
- Formar jovens dispostos a divulgar, com testemunho de vida, a cultura do AVE.

Metodologia

Acreditamos que o projeto Amor verdadeiro espera é uma proposta de vida. Reafirmando essa ideia, o AVE pauta-se mais que em uma metodologia de encontro, tem como sistematização alcançarmos nossos objetivos os seguintes passos:

Realização de encontros voltados para jovens em tempo de discernimento vocacional: encontros destinados a namorados e noivos e encontro para os“não namorados”.
Pós-retiro AVE:

Pastoreio através de rodas de discursões temáticas, formações, momentos de vivência fraterna e orações conforme condução do Espírito santo, estes momentos serão definidos pela equipe do projeto (dias, horários, locais, temas...).

Confecção de produtos AVE(camisas, pulseiras, chaveiros, agendas...), desenvolveremos a criação de um site ou blog, uma fanpage, utilizando-nos das redes sociais como ferramentas capazes de difundir e alcançar maior numero de pessoas sobre a proposta AVE.

Fatores de Sucesso

- Voluntários (servos) nas diversas frentes de atividades
- Monitoramento dos objetivos e prazos traçados aos voluntários
- Criar um orçamento e frentes de arrecadação para elaboração de materiais profissionais, manutenção de site demais atividades.
- Rede Estadual de intercessão e oração para o projeto

Metodologia / Encontros
Encontro -“não namorados”.
O encontro será realizado através de um retiro de final de semana, direcionado para jovens participantes do movimento Renovação Carismática Católica(RCC), como passo para transformar os participantes em “multiplicadores” e propagadores da cultura AVE.
Será dividido da seguinte forma:
- Introdução à visão teológica do corpo
- Realização de palestras com temáticas que envolvam o homem no projeto de Deus, o amor humano e responsável, vocação, tempo de espera...
- Rodas de conversas direcionadas, com mediadores que incentivem o desenvolvimento de forma livre.
- Filmes, vídeos, dinâmicas temáticas...

 Para realização da inscrição seguiremos os seguintes pré-requisitos:

- Jovem no mínimo 17 anos
- Solteiro
- Participem da RCC e tenham participado das formações básicas ou estejam no processo (ciclo querigmático, e ciclo básico).
A participação será mediante a realização de inscrição, de acordo com o numero de vagas disponibilizadas pela equipe organizadora,

Inscrição: Taxa de R$ 60,00.

Fonte: http://www.rccsaoluisma.com.br/ave/
Agosto é o Mês Vocacional. Como subsídio para vivência deste momento, a Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) elaborou materiais para colaborar na dinâmica de experiência vocacional com o tema “Vocações para uma grande missão” e o lema “Ide e anunciai” (Mt 11, 4b).

O mês das vocações é um momento em que a Igreja no Brasil celebra e faz reflexões sobre as vocações a cada semana,  rezando por cada uma. As vocações dos sacerdotes, dos pais, das famílias e dos catequistas são lembradas nesse período.

Foram elaborados um cartaz e dois livros. O primeiro volume, “Celebrações vocacionais”, propõe momentos de reflexão e oração para vocacionados e coordenadores. O livreto “Viver a vocação” é destinado aos jovens e adolescentes e foi produzido pela Comissão Episcopal paras os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, em parceria com a Pastoral Vocacional, o Serviço de Animação Vocacional e a Pastoral Juvenil.

Os materiais para o Mês Vocacional podem ser adquiridos pelo site www.edicoescnbb.com.br ou pelo telefone (61) 2193-3019.