sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O 4° bingão da Paróquia Sant'Ana será  neste sábado (25), na Praça Cleômenes Falcão, a partir das 16:00h. A renda obtida com as vendas de cartelas será inteiramente revestida em favor da obra.

Com a ajuda de amigos, colaboradores e irmãos, o evento contará com uma super premiação: na 1ª batida será sorteada 01 bicicleta; no 2° prêmio, 01 fogão; no 3°, 01 refrigerador e no 4° e último prêmio, 01 Corsa Classic 0km.

Nesse momento, todas as forças devem estar unidas em prol da concretização desta grande obra que não é de homens, mas de Deus. Por isso, continue colaborando! As cartelas estão sendo distribuídas nas comunidades e também aos agentes de grupos, pastorais e movimentos e acessíveis no valor de R$ 20,00 (vinte reais). Mais informações, ligue: (99) 3621-1272.
O Papa Francisco encontrou-se nesta quinta-feira, dia 23, no Vaticano, com uma delegação dos juristas da Associação Internacional de Direito Penal e disse-lhes que os cristãos e homens de boa vontade "são chamados hoje a lutar não somente pela abolição da pena de morte", em "todas as suas formas", mas também pela melhoria das "condições prisionais". As afirmações fortes e contundentes do Papa Francisco:
"Todos os cristãos e homens de boa vontade são, portanto, chamados hoje a lutar não somente pela abolição da pena de morte, legal ou ilegal que seja, e em todas as suas formas, mas também pela melhoria das condições prisionais, no respeito pela dignidade humana das pessoas privadas da liberdade. E uno isso também à prisão perpétua. No Vaticano, há pouco tempo atrás, no Código Penal do Vaticano, não existe a prisão perpétua. Ela é uma pena de morte coberta."

A voz do Papa elevou-se também contra o fenómeno do tráfico de pessoas e a corrupção. Toda a aplicação de pena – afirmou o Santo Padre – deve ser feita de modo gradual, sempre inspirada no respeito pela dignidade humana.

"Há o risco de não se conservar nem mesmo a proporcionalidade das penas, que historicamente reflete a escala de valores tutelados pelo Estado. Enfraqueceu-se a conceção do direito penal como ultima ratio, como último recurso à sanção, limitado aos factos mais graves contra os interesses individuais e coletivos mais dignos de proteção. Enfraqueceu-se também o debate sobre a substituição da prisão com outras sanções penais alternativas.”

O Papa falou com a sua habitual clareza e franqueza e não poupou críticas aos nossos tempos em que, afirmou que são a política e os media, muitas vezes, quem incita "à violência e à vingança pública e privada", sempre em busca de um bode expiatório.
No final, o Papa Francisco exortou os penalistas a usarem o critério da "cautela" na aplicação da pena" afirmando que "deve ser o princípio que rege os sistemas penais".

Fonte: Rádio Vaticana

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo divulgaram na semana passada resultados animadores sobre a eficácia da ibogaína no tratamento de dependências químicas. O medicamento é produzido a partir de substâncias extraídas da raiz da planta africana iboga. De acordo com trabalho conduzido na instituição, o remédio pode interromper o vício em drogas como o crack, a cocaína, a maconha e também em álcool em 72% dos casos. O artigo sobre a experiência será publicado em dezembro no “The Journal of Psychopharmacology”, importante publicação da área de farmacologia.

O remédio já é usado no Canadá, na Nova Zelândia e em países da América Central. Ele produz dois efeitos no cérebro. O primeiro é a elevação da concentração de uma substância capaz de criar conexões entre os neurônios e de reparar as que foram danificadas pelas drogas. A segunda é possibilitar a manutenção de quantidades adequadas de compostos cerebrais relacionados à sensação de prazer (serotononina, dopamina e noradrenalina). Dessa forma, de uma vez só, o indivíduo tem melhorado o funcionamento cerebral – antes prejudicado – e redescobre o prazer em outras coisas, e não mais nas drogas.

Na experiência da Unifesp, 75 pacientes (67 homens e oito mulheres) foram acompanhados entre 2005 e 2013. Todos haviam sido submetidos a vários tratamentos antes. “Após receberem a Ibogaína, 55% dos homens e 100% das mulheres se livraram da dependência por pelo menos um ano”, diz o médico Bruno Chaves, um dos idealizadores da pesquisa, coordenada pelo psiquiatra Dartiu Xavier. É um índice significativo, principalmente quando comparado ao obtido com a terapia tradicional, que obtém resultados semelhantes em apenas 5% a 10% dos casos.

A maioria precisou de apenas uma dose do remédio. O dependente fica internado entre quatro e 48 horas para que receba acompanhamento médico durante a ação da ibogaína. O remédio – que tem sua importação permitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – não é alucinógeno, mas estimula a produção de sonhos.
Foto: Apu Gomes/Folhapress

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A doença do vírus ebola foi tema da primeira sessão da reunião do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), nesta quarta-feira, dia 22. Um representante do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) explicou aos bispos os aspectos técnicos e sociais que envolvem a incidência no mundo.

 Inicialmente, foi falado sobre a origem do vírus na Guiné, na Libéria e Serra Leoa. Foram apresentados dados de mais de 4,5 mil mortes e cerca de 9200 casos entre confirmados e suspeitos. O coordenador terreno e cooperação da delegação da CICV para Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, José Antonio Delgado, frisou a necessidade de “resposta humanitária”. Segundo ele, a capacidade para este atendimento é fraca por conta de situações de conflitos.

A necessidade de intervenções de organizações internacionais nos países foi sublinhada como essencial, uma vez que os casos podem passar de meio milhão em países como Libéria e Serra Leoa. A Cruz Vermelha fez um apelo para aumentar a contribuição na resposta humanitária.

Outros fatores que acometem as populações dos países africanos afetados pela doença são os impactos causados pelo atendimento das unidades de saúde, que estão focadas no combate e desinfecção do vírus, pelas transformações socioeconômicas e pelo abalo na estrutura das famílias, que às vezes se separam ou perdem seus bens no processo de desinfecção do vírus.

De acordo com a CICV, os sistemas de saúde pública nos três países já estão enfraquecidos por conflitos prolongados, por isso enfrentam dificuldades para implementar medidas de contenção do vírus. “Os centros dedicados ao ebola são poucos. Os profissionais de saúde carecem de equipamento especializado e treinamento. Alguns sucumbem à doença, ao passo que outros se recusam a trabalhar por medo de se infectarem”, relatam.

Os bispos puderam fazer perguntas para a equipe da CICV e questionaram a forma de transmissão, a explicação científica e a possibilidade de uma vacina contra o vírus. Foi dito a eles que a doença surgiu a partir de uma fruta que havia sido mordida por um morcego infectado e posteriormente consumida por uma criança, transmitindo a doença a ela.

A transmissão acontece a partir do contato e de fluidos das pessoas infectadas. No centro-oeste africano, há um costume de beijar os corpos dos familiares quando estes vão ser enterrados. Esta prática colaborou para o aumento dos casos.

Uma possível vacina já está sendo pesquisada. Porém, os laboratórios têm previsão de disponibilidade para um medicamento a partir de 2016.

O bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, agradeceu aos representantes da Cruz Vermelha pelas explicações aos bispos. “Nós agradecemos muito essa ajuda, esses esclarecimentos. Creio que nós podemos levá-los para as nossas comunidades, especialmente como se transmite, a gente sente uma apreensão de saber”, disse. Dom Leonardo ainda demonstrou satisfação pelo envolvimento das entidades internacionais e a preocupação dos pesquisadores no enfrentamento da doença do vírus ebola.

Fonte: CNBB
Nesta quarta-feira, dia 22, durante a audiência geral na Praça de S. Pedro o Papa Francisco recordou a memória litúrgica de S. João Paulo II dirigindo-se aos peregrinos polacos presentes na audiência. Foram estas as suas palavras:

“ Saúdo cordialmente os peregrinos polacos vindos a esta audiência. Hoje celebramos a memória litúrgica de S. João Paulo II, o qual convidou todos a abrirem as portas a Cristo; na sua primeira visita na vossa pátria invocou o Espírito Santo para que viesse a renovar a terra da Polónia; a todo o mundo recordou o mistério da Divina Misericórdia. A sua herança espiritual não seja esquecida, mas nos leve à reflexão e ao concreto agir para o bem da Igreja, da família e da sociedade.”

Fonte: Rádio Vaticana

terça-feira, 21 de outubro de 2014

No próximo dia 1º de novembro - Solenidade de Todos os Santos e aniversário da Diocese de Bacabal, os católicos da cidade participarão da dedicação da nova Matriz de Sant’Ana, em uma cerimônia a ser presidida por Dom Armando e que deverá contar com a presença de vários sacerdotes e fiéis vindos de outros municípios.

Apesar de todos os esforços, das várias ações em prol dessa construção, não será possível que nesta data esteja completamente concluída. Uma obra desse porte leva tempo e trabalho, e o sonho é que seja um templo moderno e, sobretudo, que acolha os fiéis que diariamente chegam para celebrar a Eucaristia, receber orientações, rezar ou receber os sacramentos. Várias equipes têm se revezado no sentido de deixar pronta a nave da igreja, local onde será realizada a cerimônia de dedicação.

Frei Ribamar detalhou com sua equipe de trabalho, engenheiro, arquiteta e demais membros um cronograma que deverá ser obedecido rigorosamente. A cada dia uma nova etapa deverá ser concluída, a exemplo da colocação do piso, das instalações elétricas, pintura, colocação de portas, janelas, vitrais e outros. Uma outra equipe cuida dos detalhes da celebração, que será realizada às 17:00h daquele memorável dia. Padre Valtemir Teixeira reúne-se constantemente com a equipe litúrgica paroquial para preparar tudo nos mínimos detalhes.

Olhando as fotos tiradas na manhã desta terça-feira (21), é possível ter idéia do quanto este novo templo será significativo para a vida do povo católico de Bacabal. Daqui a alguns meses, será possível vê-lo concluído. Mas não é preciso esperar tanto para celebrar junto com o povo de Deus desta paróquia. Todos são convidados a participar deste grande momento para a vida da Diocese de Bacabal.

>> Leia também a matéria do Super Bingão em prol da igreja: Clique aqui

A dedicação de uma Igreja

Todo edifício destinado à reunião do povo de Deus seja dedicado ao Senhor em rito solene. Porque é importante essa consagração? Pelo fato de esse edifício ser sinal do povo de Deus que ali se reúne para ouvir a Palavra de Deus, rezar em comum, freqüentar os sacramentos, celebrar a Eucaristia.

No seu sentido etimológico, o verbo “dedicar” significa “proclamar solenemente”. A palavra “dedicação”, na sua origem, não tinha um sentido especificamente cristão. Estava presente na vida social e religiosa. “Dedicar” quer dizer destinar, atribuir, oferecer, inaugurar. Na Sagra Escritura, a palavra “hanukka” (Nm 7,11; 2Cr 7,5; Esd 6,16) foi traduzida para o grego como “encênia”, que significa inauguração.

A dedicação das igrejas é um rito muito antigo, caracterizado pelo seu aspecto festivo e popular. Na celebração da dedicação, o povo dá graças à Santíssima Trindade, porque neste lugar reside a glória do Senhor, é lugar de oração e súplica, de culto e adoração, de graça e santificação. É o luar onde o povo cristão busca o Deus vivo e verdadeiro. A oração de dedicação tem justamente o objetivo de indicar que a igreja é dedicada a Deus.

Confira algumas fotos:

Fotografia: Lourival Albuquerque Silva
Somos um povo unido em Jesus, não pessoas que se arranjam sozinhas – esta a principal mensagem do Papa Francisco em Santa Marta na terça-feira dia 21 de outubro. Na sua reflexão o Santo Padre procura fundir os ensinamentos das duas leituras do dia: Carta de S. Paulo aos Efésios capítulo 2 e Evangelho de S. Lucas no seu capítulo 12. E a primeira ideia fundamental que nos deixa o Papa Francisco é que nós sem Cristo não temos identidade. Aquilo que veio fazer Jesus connosco é dar-nos cidadania, pertença a um povo, nome e apelido. E assim Jesus junta-nos com o seu sangue abatendo o muro da separação que divide – afirmou o Papa Francisco:

“Todos nós sabemos que quando não estamos em paz com as pessoas, há um muro que nos divide. Mas Jesus oferece-nos o seu serviço de abate deste muro para que nos possamos encontrar. E se estamos divididos não somos amigos: somos inimigos. E fez mais para reconciliar todos em Deus: Reconciliou-nos com Deus: de inimigos a amigos; de estranhos a filhos.”

De gente de estrada que nem sequer convidados eram a familiares de Deus foi isto que Jesus fez com a sua vinda – afirmou o Papa que declarou ainda que só há uma condição: Esperar Jesus:

“Esperar Jesus. Quem não espera Jesus, fecha a porta a Jesus, não o deixa fazer esta obra de paz, de comunidade, de cidadania, mais: de nome. Dá-nos um nome. Faz-nos filhos de Deus. Esta é a atitude de esperar Jesus, que está dentro da esperança cristã. O cristão é um homem ou uma mulher de esperança.”

“ O cristão é um homem ou uma mulher que sabe esperar Jesus e por isto é um homem ou uma mulher de esperança. Ao contrário, o pagão – e tantas vezes nós cristãos comportamo-nos como pagãos – o pagão esquece-se de Jesus, pensa em si próprio, nas suas coisas, não espera Jesus. O egoísta pagão faz como se fosse um deus: eu arranjo-me sozinho. E isto acaba mal, acaba sem nome, sem proximidade, sem cidadania.”

Fonte: Rádio Vaticana
O Consistório Público para a canonização do beato José Vaz e Maria Cristina da Imaculada Conceição foi dedicado ao Oriente Médio e, em particular, à situação dos cristãos que vivem nesta região. “Compartilhamos o desejo de paz e estabilidade no Oriente Médio e a vontade de fomentar a resolução dos conflitos por meio do diálogo, reconciliação e compromisso político”, disse o papa Francisco aos 86 cardeais e  patriarcas do Oriente Médio presentes no evento, ocorrido hoje, 20, no Vaticano.

Na ocasião, Francisco expressou o desejo de dar a maior ajuda possível às comunidades cristãs, para sustentar a sua permanência na região. “Não podemos resignarmos a pensar no Oriente Médio sem os cristãos, que há dois mil anos confessam o nome de Jesus”, afirmou.

Este também foi um apelo dos patriarcas do Iraque, Síria, Egito, Terra Santa, Palestina e Líbano. Segundo o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federido Lombardi, em seus discursos, os patriarcas falaram "insistentemente" sobre a permanência dos cristãos no Oriente Médio. "Eles têm um papel essencial tanto para a Igreja presente no mundo inteiro, a fim de que não perca a sua dimensão oriental, quanto também pelo papel que essas comunidades sempre tiveram como mediadoras de paz, mesmo sendo geralmente minorias em seus países", explicou o padre.

Preocupação

O papa expressou, ainda, preocupação com os acontecimentos recentes, sobretudo no Iraque e na Síria. “Estamos assistindo a um fenômeno de terrorismo de dimensões até agora inimagináveis. Muitos de nossos irmãos estão sendo perseguidos e abandonado seus lugares de uma forma brutal. Parece que se tem perdido a consciência do valor da vida humana, que a pessoa não conta e que pode ser sacrificada por causa de outros interesses”, assinalou Francisco.

Para o papa, esta situação requer oração constante e uma resposta adequada também por parte da Comunidade Internacional. “Estou certo de que, com a ajuda do Senhor, da reunião de hoje nasceram valiosas reflexões e sugestões para poder ajudar nossos irmãos que sofrem e para sair ao encontro do drama da redução da presença cristã na terra onde nasceu e desde a qual se difundiu o cristianismo”, disse.

Canonização

O Consistório tratou das canonizações do padre José Vaz, apóstolo de Ceilão (Sri Lanka), e de Maria Cristina da Imaculada Conceição, fundadora da Congregação das Irmãs Vítimas Expiatórias do Santíssimo Sacramento.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A noite do último sábado (18) foi de emoção e homenagens. A quadra do Colégio Damas - Nossa Senhora da Graça, no bairro da Matriz, em Vitória de Santo Antão (PE), foi palco da Ordenação Episcopal do padre João Kot, que foi escolhido pelo papa Francisco para ser o novo bispo da Diocese de Zé Doca, no estado do Maranhão. Milhares de católicos lotaram a quadra para prestigiar a ordenação.

A cerimônia foi presidida pelo presidente da Comissão Episcopal dos Ministérios Ordenados e Vida Consagrada e arcebispo de Palmas (TO), Dom Pedro Brito. Ele foi bispo de São Raimundo Nonato, diocese onde padre Kot trabalhava.  A consagração foi realizada pelo presidente do Regional Nordeste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, e o bispo emérito da Diocese de Zé Doca, Dom Carlo Ellena.

 Dom João Kot é primeiro bispo Oblato de Maria Imaculada (OMI) do Brasil. A posse da Diocese de Zé Doca (MA) acontece no dia 08 de novembro. A solenidade será na Praça da Catedral de Santo Antônio de Pádua partir das 19h. A cidade fica à 320 KM da capital São Luís.

Biografia

Padre João Kot nasceu em 10 de maio de 1962, na cidade de Maków Podhalanski, arquidiocese de Cracóvia, Polônia. Em seu país de origem, estudou Engenharia Civil, História da Igreja, Teologia e Filosofia.

Foi ordenado presbítero em 20 de junho de 1992. Em 1994, veio em missão para o Brasil. De 1995 a 2000, atuou como vigário e administrador na paróquia São José, em Jussaral, município de Cabo de Santo Agostinho (PE).

De 2000 a 2005, foi administrador da paróquia Nossa Senhora Aparecida e São João Batista, em Vitória de Santo Antão (PE). De 2006 a 2013 foi paróco da paróquia Sagrado Coração de Maria, em Campo Alegre do Fidalgo, na diocese de São Raimundo Nonato (PI).

Em 2013, assumiu a recém criada paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Capitão Gervasio Oliveira (PI). Em fevereiro deste ano, foi enviado a Sumaré (SP), onde os Oblatos têm casa de formação. Atualmente, padre João Kot é conselheiro da Província Oblata do Brasil, criada em 2003.

Fonte: Nossa Vitória - PE
Com o objetivo de multiplicar as ações em favor do Dízimo na Diocese e suas Paróquias, constantemente tem sido realizados encontros, palestras e reuniões. 

Em uma das últimas reuniões (17/10) foi realizado um treinamento para a implantação do SGCP (Sistema de Gestão Canônica Pastoral), onde foram repassadas informações sobre todas as ações que podem ser efetuadas através do sistema, desenvolvido pela empresa paranaense Theos. Os agentes da Pastoral do Dízimo tiveram suas dúvidas sanadas e poderão, a partir de então, iniciar o processo de informatização das paróquias.

Entre as atividades abrangidas pelo SGCP estão: digitalizar livros de Batismos, Crismas, Matrimônios e Eucaristia; Habilitação Matrimonial completa, de acordo com o Código Canônico; Controle de Dízimo eficiente, com várias opções de relatórios; Controle contábil de receitas e despesas; Criar novos relatórios personalizados; e Utilizar em rede, com vários computadores, entre outras.

Já no sábado (18), aconteceu um encontro diocesano da Pastoral do Dízimo, onde os membros encontraram-se no salão da Cúria Diocesana e tiveram os trabalhos conduzidos por Irmã Teresinha Schroder (Congregação das Irmãs Paroquiais de São Francisco), de Brejo de Areia, responsável pela pastoral no âmbito diocesano. Na oportunidade, foram marcadas outras formações programadas para 2015, sendo que a primeira será realizada no dia 14 de março na Paróquia Sant'Ana).
  Fotografia: Francisco Rocha
 Mãos erguidas em agradecimento pelas graças alcançadas e orações por vidas melhores. Os romeiros que durante dez dias renderam homenagens ao santo símbolo da humildade e da fraternidade, São Francisco, que é de Assis, das Chagas, e nesses dias, no Ceará, mais intensamente de Canindé, despediram-se, ontem, dos festejos no município do Norte do Estado. A estimativa da Igreja é que 800 mil pessoas passaram pela cidade. Porém, a quantidade é 20% inferior aos anos anteriores, quando cerca de um milhão de fiéis comparecia à festa.

Apesar do menor número, milhares de romeiros lotavam as ruas da cidade. Devotos de diferentes lugares, com distintos pedidos e agradecimentos, e sobretudo, fortes demonstrações de devoção ao santo protetor da natureza. A procissão, que ocorreu após a missa das 17h na Gruta de Nossa Senhora de Lourdes, ontem, percorreu as principais ruas de Canindé. No cortejo, o andor com a primeira estátua de São Francisco a chegar a Canindé, que tem 62cm, foi carregado e ovacionado pelas ruas.

Para hoje, está prevista para as 12h uma solenidade de arriamento da bandeira e a tradicional bênção dos chapéus em frente ao maior Santuário Franciscano da América. Durante os dez dias, foram celebradas 100 missas, além de novenas e batismos.

Dados parciais da Operação Romaria Segura da Polícia Rodoviária Federal no Ceará (PRF-CE) informam que, do início da fiscalização - no dia 6 - até sábado (18), 51 veículos do tipo pau-de-arara, com o transbordo de 823 pessoas, foram barrados por não cumprirem as normas previstas na legislação, sobretudo, no que se refere à segurança.

Impactos

Para a Arquidiocese o impacto da fiscalização rigorosa foi bem maior, já que além dos veículos impedidos de seguir rumo à Canindé, muitos fiéis deixaram de comparecer por não terem outro meio de transporte. O pároco e reitor do Santuário de São Francisco das Chagas, frei João Amilton dos Santos, avalia que, neste ano, apesar dos constrangimentos com a fiscalização dos carros irregulares, a romaria transcorreu de forma positiva.

"É normal que se fiscalize, é normal que os carros andem em ordem porque estão carregando vidas, mas não como perseguição como houve neste ano. Romeiros chegaram até nós desabafando com muita aflição. Cada um tem o direito e a liberdade de ir e vir, mas você ser tratado como marginal e ter que andar escondido, ser escoltado, menosprezado, é constrangedor".

Frei Amilton disse ainda não acreditar que somente 51 veículos foram barrados nas rodovias. "A nossa estimativa é que, na verdade, foram proibidos 200 veículos. Nós calculamos que 30 a 40 mil romeiros não conseguiram vir a Canindé", reforçou.

O arcebispo de Fortaleza, dom José Aparecido Tosi, que, ontem a tarde, presidiu a missa de encerramento, avalia que a fiscalização é necessária, mas alega que faltou diálogo com a Igreja para que fossem pensadas soluções, além de defender que houve confrangimento de fiéis. Para ele, o translado dos romeiros precisa ser discutido para que sejam garantidas as manifestações populares de fé.

O arcebispo acrescentou que a preocupação com o deslocamento é justa, mas que a atenção também precisa ser direcionada para as condições em que os romeiros chegam e são acolhidos em Canindé porque a fraternidade não pode estar subordinada a ideologia ou partidarismo.

A intensificação da fiscalização decorreu de recomendação expedida pelo Ministério Público Federal e Estadual às polícias rodoviárias com uma série de medidas para garantir a segurança de romeiros que participam de festas religiosas, evitando acidentes, muitos deles fatais.

Fonte: Santuário de São Francisco - Canindé
Várias pessoas ligadas à Pastoral da Comunicação (PASCOM) participaram nesses dias 17 a 19 de outubro do encontro promovido pela Diocese de Bacabal.

A Paróquia Santuário de São Benedito, em Pedreiras-MA, acolheu os agentes das cidades de Bacabal, Lago da Pedra, Lima Campos e do próprio município, que foram colocados a pensar essa Pastoral, como “uma rede de comunicação para o anúncio do Reino”, como bem definia o tema do evento. Com o apoio do Padre José Geraldo (assessor diocesano) e do coordenador diocesano da PASCOM, Samuel David e seus colaboradores, o encontro reuniu cerca de 30 multiplicadores, convocados pelo lema “PASCOM em busca de uma paróquia renovada”

O jornalista e atuante na Assessoria de Imprensa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Paulo Vitor Giraldi Pires conduziu a reflexão, abordando vários assuntos ligados ao tema e levando os participantes a fazerem uma análise do processo comunicativo em que estão inseridos, tanto no âmbito eclesial, como fora dele. Com uma larga experiência no assunto e autor do livro “Igreja Virtual – comunicar para transcender”, Paulo Giraldi enfatizou que a comunicação está nas coisas simples da vida, como cumprimentar alguém na rua, dar um bom dia e que não restringe-se somente ao uso de tecnologias e ferramentas. Insistiu ele que devemos ser portadores da comunicação que gera a vida; que a tornemos mais social, ecumênica e não somente destinadas aos católicos: “torná-la mais comum”, frisou ele.

Alternando momentos formativos, orantes e celebrativos, no 1° Encontro Diocesano de Comunicação também teve espaço para a prática, como a que aconteceu na tarde do sábado (18). Como atividade principal, o assessor pediu que todos analisassem criticamente revistas, jornais e informativos de paróquias e dioceses levados por ele, fazendo  um balanço e refletindo sobre as diversas formas de comunicar, pontos positivos e negativos. Após um tempo, todos tiveram oportunidade de socializar as observações feitas e resumir a entrevista feita a um dos membros de cada grupo. Giraldi novamente falou sobre a importância de humanizar a comunicação. “Devemos experimentar ao invés de falar do Papa, falar de jovens que mudaram de vida através da mensagem do Pontífice”, sugeriu, enquanto insistia que deve-se priorizar as pessoas e suas histórias de vida, seus testemunhos, o que pode contribuir melhor para a salvação.
Antes do encerramento no domingo (19), ainda houve espaço para o sorteio de livros do jornalista e de materiais importantes na caminhada dos agentes da PASCOM. No dia anterior, já havia-se feita a entrega de outros livros, a exemplo do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, aprovado em março deste ano e enviado pela CNBB para os participantes do curso.

Após o almoço dominical, os comunicadores retornaram às suas paróquias com a missão de tornarem práticas as sugestões ali experimentadas.


Fotografia: Lourival Albuquerque Silva
No dia 21 de junho de 1963 foi eleito pelo conclave o cardeal Giovanni Battista Montini. Escolheu como nome papa Paulo VI, sendo o responsável por reabrir o Concílio Vaticano II, após a morte de seu antecessor, o papa João XXIII.

Após 36 anos do falecimento do papa Paulo VI, no dia 9 de maio deste ano, o papa Francisco promulgou o decreto sobre o milagre atribuído à intercessão do venerável Servo de Deus, que  deixou importantes contribuições para a missão da Igreja, frutos da Assembleia Conciliar Ecumênica.

Beatificação

Após a comprovação do milagre, a Congregação para a Causa dos Santos comunicou a decisão do papa Francisco em beatificar Paulo VI, neste domingo, 19 de outubro, no encerramento da 3ª Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família. A cerimônia de beatificação aconteceu na Praça de São Pedro às 10h30 (5h30 de Brasília).

O beato foi autor da encíclica sobre a defesa da vida e da família, a “Humanae Vitae”, que completou 46 anos de sua publicação.

O milagre

No período da gravidez, uma mãe da Califórnia, no início dos anos 90, teve o diagnóstico dos médicos de um grave problema no feto e, após vários testes, sugeriram que à jovem mãe abortasse. Mesmo com a orientação, a mulher decidiu não abortar, sabendo que a criança poderia nascer com comprometimentos físicos e cerebrais.

A mãe então pediu a intercessão do papa Paulo VI e a criança nasceu sem problemas. Em 2012, a Igreja reconheceu por meio da Congregação para a Causa dos Santos, que se tratava de um acontecimento realmente extraordinário e sobrenatural, ocorrido  graças à intercessão de Paulo VI.

O novo beato nasceu em 26 de setembro de 1897 em Concesio (Itália) e faleceu em Castelgandolfo, no mesmo país, em agosto de 1978.

Fonte: CNBB
Foi divulgado na última quinta-feira (16), mais um relatório da 3ª Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família.  Os padres sinodais, reunidos no Vaticano, desde 5 de outubro, tiveram a oportunidade de avaliar e debater, em grupos menores, os temas encaminhados pela plenária geral.

Em coletiva de imprensa, o porta-voz da Sala de Imprensa do Vaticano, padre Frederico Lombardi, disse que essa decisão de apresentar os textos é um caminho de "transparência" e "participação". Os relatórios trazem o ponto de vista dos vários grupos linguísticos, compostos por bispos de diversos continentes, organizados pelos idiomas: inglês, francês, italiano e espanhol. Confira aqui os relatórios publicados.

Em seu pronunciamento na coletiva, o arcebispo de Viena, cardeal Christoph Schönborn, salientou que o Sínodo dos Bispos sobre a família tem procurado “acompanhar” a história das pessoas no momento atual, seguindo as indicações do papa Francisco.

“Penso que, para além de tantas questões morais, devemos ver o papel fundamentalmente positivo da família. Penso que o papa nos tenha convidado a ver o tema da família não para ver tudo o que não funciona na família (…) mas para mostrar antes de mais a beleza e a necessidade vital da família. Por isso convidou-nos a ter um olhar atento à realidade”, explicou dom Christoph.

O cardeal sublinhou, ainda, que existem “palavras-chave do papa muito importantes para compreender o trabalho que está sendo feito e que as tensões ocorridas na Assembleia Sinodal foram reflexo da dificuldade de conciliar doutrina e acolhimento".

“Se alguns padres do Sínodo dizem: ‘Atenção, não podemos esquecer a doutrina’; do outro lado existe a necessidade do acompanhamento de tantas situações das quais o papa fala de hospital de campanha. Acontece muitas vezes que numa família a mãe diga: ‘É demasiado perigoso’ e que o pai diga: ‘Não, não tenhas medo’. Estamos numa grande família. Assim uns dizem: ‘Atenção! Têm razão, é perigoso!’; e os outros dizem: ‘Não tenhais medo!’”, explicou.

Relatório final do Sínodo

Padre Federico Lombardi disse que as reflexões dos “círculos menores” e as mais de 260 intervenções feitas na Assembleia na Sala do Sínodo, presentes nos relatórios, serão a base para a publicação do chamado Relatio Synodi, ou seja, o Relatório do Sínodo que deve ser aprovado amanhã à tarde, 18, pela Assembleia Sinodal.

Foi comunicada também a decisão do papa Francisco em ampliar a equipe de redação do Relatório do Sínodo, com a nomeação do cardeal sul-africano, dom Wilfrid Fox Napier, e do arcebispo australiano, dom Denis Hart.

CNBB com informações e imagens News.va.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

“Canindé está de luto e solidário aos romeiros do Codó”, foi está uma das expressões deixadas por canindeenses e a comunidade franciscana na manhã dessa quinta-feira (16), no pátio da Basílica.

O Santuário através de uma comitiva iria realizar mais uma recepção aos romeiros codoenses no distrito de Caiçara, a 12 km da sede, quando ainda na noite do dia 15 começou a tomar conhecimento do impedimento dos romeiros a cumprirem sua viagem. Já pela manhã o fato teria se confirmado pelos meios de comunicação com a retenção dos veículos, onde muitos romeiros passaram mais de 8h no local sem as condições mínimas de um acolhimento adequado. O sofrimento foi maior quando souberam que não iriam cumprir suas promessas a São Francisco nem visitar a cidade que para muitos é um local sagrado.

A informação veiculada nos meios de comunicação sobre a não chegada dos romeiros, que inclusive são esperados todos os anos pelo povo canindeense gerou muita comoção o que motivou juntamente a paróquia a realizarem uma caminhada em luto pelos romeiros que tiveram suas viagens interrompidas.

Uma caminha de luto pelas romarias que não chegaram a Canindé

A caminha teve início próximo a praça do Convento, no prédio do Sistema de Comunicação, contando com a presença de jovens, movimento dos moto-taxistas, o Guardião do Convento Frei Jean, o Ministro Provincial Frei Marconi e outros frades, funcionários do Santuário, autoridades do município e muitos populares canindeenses. Um dos pontos de parada foi em frente a promotoria pública que desde o ano passado pressionou o enrijecimento a fiscalização aos transportes a Canindé, exclusivamente nos festejos do Santo. A caminhada que ainda passou pelos abrigos de hospedagem de romeiros foi concluída no pátio da Basílica.

De acordo com a equipe do Santuário e Paróquia mais de 200 veículos entre pau de arara e ônibus, cerca de dez mil romeiros apenas nesse dia 16 deixaram de entrar em Canindé, o que significa um grande prejuízo em todos nos aspectos do patrimônio religioso, social e  cultural, para os romeiros de São Francisco, o Santuário e a cidade que depende da romaria.

Para as romarias a Canindé, no Ceará, neste ano a tolerância foi zero, com uma fiscalização que vai além do normal, ganhando características de estranheza, já que nunca haviam se tomado medidas tão duras e tão constrangedoras aos devotos.

Manifesto popular

A cidade está em peso se organizando e participando da assinatura de um manifesto popular em defesa dos romeiros de São Francisco das Chagas, que teve início no meio dia de hoje, dia 16.
 
A Romaria do Codó

A romaria já tradicional e conhecida em todo o estado como “Romaria das Carretas do Codó”, do Maranhão, neste ano iria completar sua 31ª viagem a Canindé. São dezesseis veículos com quase mil e duzentos devotos. A romaria iniciou através de uma promessa do devoto Francisco Carlos Oliveira, também conhecido como Chiquinho do Codó, que depois deu continuidade pelo amor que sentia a romaria a São Francisco de Canindé e ao sentimento pelo povo devoto codoense.
 
Romaria com condições de tráfego

Apesar de ter realizado todas as exigências do órgão responsável DNIT, inclusive com as adaptações necessárias de conforto e segurança, e recebendo a autorização necessária AET (Autorização Especial de Trânsito), os veículos foram retidos no posto da Polícia Rodoviária Federal, ainda no estado do Maranhão, como informou a organização da romaria.

Várias reflexões podem ser levantadas em relação a lei vigente no país para esse tipo de transporte em observação a uma cultura antropológica que se caracteriza a realidade da população, especialmente no nordeste, por questões geográficas quanto ao tráfego, financeiras quanto ao direito de ir e vir, e de respeito a manifestação de fé.

O Santuário não é contra a fiscalização, muito menos a ilegalidade, mas sim pede o bom censo das autoridades diante a realidade sócio e cultural e estrutural que ainda temos em nosso país.

Romeiros do Codó não ficarão sem ver São Francisco

O Guardião do Convento e o  pároco e reitor do Santuário Frei João Amilton afirmaram que os romeiros da romaria do Codó não ficarão sem ver São Francisco, a comunidade franciscana de Canindé está organizando um gesto concreto com a visita da imagem de São Francisquinho ao Maranhão e espera reunir os romeiros para uma bonita missão, inclusive celebrando uma Santa Missa.

Acompanhe algumas fotos:
Fonte: Santuário de Canindé
Com um número crescente de fiéis, nesta quinta-feira (16) foi realizada na Rua 06 do Bairro Pantanal mais uma celebração missionária, organizada pela Comunidade Santa Luzia.

Mais uma família abriu as portas de sua casa para as dezenas de devotos, que ocuparam parte da rua para professa publicamente sua fé e rezar pelas missões. A celebração foi presidida pelo Diácono Almir e teve presença de pessoas da Comunidade São Raimundo, Sant’Ana, Santo Antonio e Nossa Senhora de Fátima.

A reflexão da Palavra de Deus foi conduzida pelo Seminarista Orinota, José Ribamar, que também é filho da Comunidade Santa Luzia e que atualmente faz parte da equipe de formação do Seminário em Araguaina-TO. De passagem pela cidade por conta do falecimento de sua genitora, aproveitou para matar a saudade do povo do bairro no qual tanto tempo morou e fez muitas amizades. Na celebração, refletiu a importância da missão, da santidade e também sobre a importância da obediência sincera ao Pai e a prática da justiça, em oposição aos Mestres da Lei citados no Evangelho daquela noite.

Antes da bênção final a cerimônia foi marcada por um gesto de agradecimento a Deus por todas as bênçãos que tem derramado sobre essas ações missionárias. Socorro Leite (Coordenadora do Conselho Missionário Paroquial), falou da alegria em ver a comunidade tão animada e puxando o canto "É mutirão, partilha" fez com que todas as pessoas ali presentes fossem motivadas a participar do próximo encontro, dia 23 na esquina da Rua Natal com a Rua Ceará, no próprio bairro.

Confira algumas fotos:

Fotografia: Lourival Albuquerque 
Depois de 25 anos de carreira no jornalismo e sendo uma das personalidades mais famosas da televisão do norte da Irlanda, Martina Purdy é destaque nas manchetes.

Sua partida da BBC para entrar em uma congregação religiosa foi anunciada em 10 de outubro, em um tuíte que ela escreveu aos seus milhares de seguidores: “Olá. Estou saindo da BBC. Esta é a minha declaração. Que Deus os abençoe. Martina”.

Com esse tuíte, incluiu uma foto do anúncio da BBC que cita sua declaração e diz:

“Sei que muita gente não entenderá esta decisão. Não foi uma decisão tomada superficialmente, e sim com grande amor e alegria. Peço que rezem por mim, pois embarco neste caminho com humildade, fé e confiança.”

Jornalista ganhadora de prêmios e natural de Belfast, Martina Purdy cresceu em Toronto. Formou-se em Relações Internacionais pela Universidade de Toronto e mais tarde obteve outro diploma na Ryerson University School of Journalism, também em Toronto.

Começou sua carreira como jornalista de mídia escrita no Toronto Star, Globe and Mail e L.A. Times. Ao voltar à Irlanda, escreveu para The Irish News e Belfast Telegraph (1993-1999), como editora de negócios e, mais tarde, correspondente política.

O diretor de notícias da BBC da Irlanda do Norte a descreveu como “uma das correspondentes mais talentosas e trabalhadoras da BBC da Irlanda do Norte”.

Martina Purdy assumiu numerosas tarefas políticas, trabalhando em novos programas, diários e semanais, de rádio e televisão, documentários, especiais sobre eleições e notícias online, segundo a declaração da BBC.

Em seus últimos anos no Belfast Telegraph, antes de unir-se à BBC, Martina Purdy fez a cobertura das conversas preliminares do histórico Acordo de Sexta-Feira Santa de 1998, que acabou com décadas de conflito (e matanças) no norte da Irlanda, entre grupos paramilitares de católicos e protestantes.

Ela analisou os obstáculos e conquistas do acordo para compartilhar o poder do Poder Executivo da Irlanda do Norte, de 1998 a 2002, em um livro intitulado Room 21, Stormont Behind Closed Doors.

Não é todo dia que se vê homens e mulheres que (depois de terem alcançado cumes impressionantes em sua área e desfrutado de admiração e até adulação dos seguidores) deixam para trás o sucesso e fama deste mundo.

Apesar de Martina Purdy ter preferido não falar detalhadamente sobre seus motivos para abandonar sua carreira e sua liberdade para unir-se a uma congregação religiosa, ela descreve sua decisão como feita com “amor e grande alegria”.

Este comentário recorda uma entrevista que Mary Ann Marks, estudante condecorada com as melhores notas de 2010 em Harvard, que imediatamente depois de formar-se entrou para a congregação das Dominicanas Irmãs de Maria, Mãe da Eucaristia, disse a Kathryn Lopez, editora da National Review Online:

“Quando o amor lhe pede para ser sua esposa, não se protesta sobre o quando nem como. Por outro lado, tudo o que vale a pena na vida requer uma entrega constante e livremente voluntária da liberdade pessoal.”

Ela também destacou a importância de que homens e mulheres deem este passo de entrar na vida religiosa, mesmo contra a cultura, e aplica isso inclusive mais à figura que esteve na esfera pública por 15 anos:

“Os religiosos são chamados a dar testemunho, com sua vida e ações, das realidades sobrenaturais: a existência de Deus, seu amor sem medida por cada pessoa e do fato de que nosso dever e felicidade residem em devolver esse amor. Esse testemunho se torna cada vez mais importante na medida em que cresce o materialismo cultural e seu correspondente desagrado com relação ao sobrenatural.”

É seguro assumir que o total decaimento das vocações ao sacerdócio e à vida religiosa nos Estados Unidos e no Ocidente não se deve a que Deus tenha deixado de chamar as pessoas à vida consagrada para servi-lo.

A verdadeira causa é o egoísmo e o materialismo, e às constantes distrações que invadem nossa época e se tornam obstáculos para a oração silenciosa. Como podemos saber se Deus está nos chamando, se não reconhecemos sua voz no silêncio e na oração?

Que as pessoas bem educadas e habilidosas como Mary Ann e Martina inspirem outros a desenvolver o hábito da oração silenciosa, para que muitas outras almas se tornem testemunhas do amor e da alegria de viver completamente para Deus.

(Susan E. Willis é editora espiritual da edição inglesa da Aleteia)
Através do Espírito Santo, Deus deu aos cristãos o céu como “antecipação” da eternidade. Mas este dom, às vezes, é deixado de lado por uma vida “opaca” e hipócrita. Assim se expressou o Papa Francisco na manhã de sexta-feira dia 17, na celebração da Missa na Capela da Casa Santa Marta.
A homilia do Papa Francisco seguiu passo a passo as palavras da Leitura de S. Paulo, o qual explica aos cristãos de Éfeso que, para acreditar no Evangelho, receberam o “selo do Espírito Santo”. Com este dom, afirmou o Papa, Deus “não só nos escolheu”, mas nos deu um estilo, “um modo de viver, que não é somente uma lista de hábitos. É muito mais: é uma identidade”:

“A nossa identidade é justamente este selo, esta força do Espírito Santo, que todos nós recebemos no Batismo. E o Espírito Santo selou o nosso coração e, mais ainda, caminha connosco. Este Espírito, que foi prometido por Jesus, não nos dá somente a identidade, mas também uma antecipação da nossa herança. Com Ele, o Céu tem início. Nós estamos justamente vivendo este Céu, esta eternidade, porque fomos selados pelo Espírito Santo, que é o início do Céu: é a antecipação que temos em mãos.”

Todavia, prosseguiu o Papa Francisco, ter o próprio Céu como antecipação não impede os cristãos de caírem em tentação. Isso acontece quando, por exemplo, queremos tornar “opaca” esta identidade:

“É o cristão morno. Sim vai à Missa ao domingo, mas na sua vida não se vê a identidade. Vive inclusive como um pagão, não obstante seja cristão. São mornos. Fazem com que a nossa identidade se torne opaca. Outro pecado é aquele do qual falava Jesus aos discípulos e que ouvimos: ‘Acautelai-vos do fermento dos fariseus, isto é, da hipocrisia’. Fazer de conta: eu faço de conta que sou cristão, mas não sou. Não sou transparente; digo uma coisa, mas faço outra.”

Ao invés, e o próprio Paulo recorda isso noutro trecho, uma vida cristã vivida segundo aquela identidade criada pelo Espírito Santo produz frutos de outro nível:

“Amor, alegria, paz, magnanimidade, benevolência, fidelidade, mansidão, domínio de si. E este é o nosso caminho rumo ao Céu, que tem início no Céu aqui. Porque temos esta identidade cristã, fomos selados pelo Espírito Santo. Peçamos ao Senhor a graça de estarmos atentos a este selo, a esta nossa identidade, que não é somente promessa, mas que já temos em mãos como antecipação.”

Fonte: Rádio Vaticana
A enfermeira católica Nina Pham, que foi contagiada pelo vírus ebola por um paciente que faleceu na semana passada nos Estados Unidos, disse que apesar de tudo “confia em Deus” e pede que rezem por ela.

Conforme informa Associated Press, assim o indicou o sacerdote Jim Khoi da Igreja Nossa Senhora de Fátima no Texas onde Pham e sua família participam junto com uma pequena comunidade de católicos de origem vietnamita.

O presbítero informou também que a jovem recebeu uma transfusão de sangue de um sobrevivente do Ebola para continuar lutando contra a doença; e indicou que a enfermeira, de 26 anos de idade, está de bom ânimo e usa Skype para comunicar-se com a sua família.

Quando Nina soube que estava infectada com o vírus, disse para a sua mãe: “não mami, não se preocupe por mim”.

O caso desta jovem enfermeira despertou a solidariedade da sua comunidade paroquial que sempre oferece orações por sua saúde. Na segunda-feira, por exemplo, 30 pessoas se reuniram para rezar por ela e oferecer a missa por sua recuperação.

Apesar de usar todos os equipamentos de segurança que incluía luvas, máscara e outros protetores enquanto cuidava de Thomas Eric Duncan, o norte-americano que morreu de Ebola na quarta-feira passada proveniente da Libéria, Nina Pham se contagiou com a doença.

Na terça-feira, Pham disse através de um comunicado do Texas Presbyterian Hospital Dallas, onde trabalha e agora recebe atendimento, “que está bem” e que agradece a todos pelos seus bons desejos e suas orações.

O diretor do hospital disse sobre o caso desta jovem católica que o pessoal “está trabalhando incansavelmente para ajudá-la nesta luta. Os médicos e as enfermeiras envolvidos no seu tratamento estão esperançados”.

Pham se formou em enfermagem na Universidade Cristã do Texas (TCU) em 2010, e foi a primeira pessoa em contrair o Ebola nos Estados Unidos.

Fonte: ACI Digital

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Ao pregar para uma multidão na missa celebrada na manhã do último domingo, dia doze, o guardião do convento dos frades Frei Jean Souza lamentou os excessos na fiscalização aos veículos paus de arara.

“O pau de arara ainda é o transporte mais utilizado pelos romeiros que vêm a Canindé. Por conta da intensa fiscalização, infelizmente muitos fiéis encontram dificuldade em chegar ao Santuário, sendo perseguidos, mas que apesar disso a fé em Deus e a esperança em São Francisco é maior que qualquer sofrimento”, frisou o frade.

Na santa missa celebrada na Quadra da Gruta que estava tomada de fiéis, frei Jean pediu mais respeito à tradição e a fé das pessoas. Segundo ele, a fiscalização exagerada já ganha ares de intolerância religiosa.
Os mais de 1.500 romeiros que faziam o percurso do município de Codó, no Maranhão, até Canindé, no Ceará, foram escoltados pela Polícia Rodoviária Federal até sua cidade de origem na noite dessa quarta-feira (15), após ficarem retidos por quase 10 horas em Teresina. As pessoas estavam sendo transportadas de forma irregular, na carroceria de caminhões e carretas, no veículo popularmente conhecido como 'pau de arara'.
e acordo com o inspetor da PRF Almir Bílio, as normas de trânsito não permitem esta modalidade de transporte, e os condutores e passageiros foram retidos, autuados e escoltados de volta para Codó.

“Observamos carretas transportando cerca de 90 passageiros, e isso compromete de forma concreta a segurança dos romeiros e também dos demais transeuntes. Após conversarmos com os organizadores e explicarmos a situação, montamos uma escolta para assegurar o deslocamento daquelas pessoas de forma segura até Codó, que é de onde vieram” contou o inspetor.

Os romeiros foram parados na tarde da quarta-feira (15) quando chegaram à Ponte Nova, que liga o município de Timon (MA) a Teresina. A Polícia Rodoviária Federal encaminhou os veículos até um posto de gasolina na BR-343, onde o grupo interditou a rodovia, em protesto. Após uma negociação entre a Polícia Militar e a PRF com os organizadores da romaria, ficou decidido pelo retorno dos veículos para o Maranhão.
Fonte: Santuário São Francisco / Canindé, com informações do Portal G1