segunda-feira, 27 de junho de 2016

Na Declaração os dois chefes religiosos sublinham a necessidade de caminhar juntos com vista no melhoramento das relações entre as duas Igrejas. Alargam também o olhar a toda a humanidade, esperançosos de que a fé comum em Cristo os ajudará a contribuir para um mundo melhor.

São quatro páginas de agradável leitura e reflexão e em que Francisco e Kerekin II começam por dar graças a Deus pela “crescente proximidade na fé e no amor entre a Igreja Apostólica Armênia e a Igreja Católica no seu testemunho comum da mensagem do Evangelho da salvação do mundo dilacerado por conflitos e desejoso de conforto e esperança” .

Recordam, depois, os grandes momentos nesta senda: a visita de João Paulo II à Armênia em 2001 por ocasião dos 1700 anos da proclamação do cristianismo como religião do país, e a solene liturgia na Basílica de São Pedro em Roma no dia 12 de Abril de 2015, onde as duas Igrejas se empenharam a  continuar na linha expressa pela precedente Declaração conjunta de 2001 assinada pelo Papa João Paulo II e pelo Catholicos, ou seja: opor-se “a toda a forma de discriminação e violência” e comemorar as vítimas daquilo que essa Declaração assinalara como “o extermínio de um milhão e meio de cristãos arménios, naquele que geralmente é referido como o primeiro genocídio do século XX”.

Satisfeitos por a fé cristã ter voltado a vibrar na Arménia, Francisco e Kerekin II chamam, todavia, a atenção para a tragédia imensa dos nossos dias de contínuos conflitos de vária natureza no mundo inteiro, e de modo particular no Médio Oriente, com a consequência de minorias étnicas e religiosas voltarem a ser alvo de perseguição diária. Mártires pertencentes a todas as Igrejas e cujo sofrimento é um “ecumenismo de sague” que transcende as divisões históricas entre os cristãos, convidando, assim, a promover a unidade. 

Empenhando-se nesta linha, os dois líderes religiosos imploram também os líderes das nações “a ouvir o apelo de milhões de seres humanos que anseiam pela paz e a justiça no mundo, que pedem respeito pelos direitos dados por Deus, que têm necessidade de pão, não de armas”.

Denunciam igualmente o uso fundamentalista da religião e dos valores religiosos para “justificar a difusão do ódio, discriminação e violência”. Isto – frisam – “é inaceitável”, porque “Deus não um Deus de desordem, mas de paz”. E o respeito pelas diferenças religiosas é condição necessária para a convivência pacífica”.  Como cristãos somos chamados a procurar e a implementar caminhos para a reconciliação e a paz – sublinham, manifestando a esperança de uma “resolução pacífica das questões em torno do Nagorno-Karabakh”. 

No espírito cristão de acolhimento e ajuda, pedem aos fiéis de ambas as Igreja para abrirem os corações e as mãos às vítimas da guerra e do terrorismo, aos refugiados e suas famílias. Reconhecendo o que está a ser feito, sublinham, contudo, que é preciso que os líderes políticos e a comunidade internacional façam muito mais para garantir o direito de todos a viver em paz e na segurança.

Outro aspecto que preocupa tanto o Papa Francisco como o Catholicos Karekin II é a crise da família em muitos países. Declaram ter a mesma visão da família fundada no matrimónio entre um homem e uma mulher.

A Declaração conjunta hoje assinada pelo Papa e Kerekin II faz ainda notar, com prazer, que “apesar das divisões que subsistem entre os cristãos” há uma mais clara percepção de que o que os “une é muito mais” do que aquilo que os “divide”. 

Na linha das palavras evangélicas “que todos sejam um”, é enaltecida “a nova fase” que se tem vindo a criar entre a Igreja Apostólica Armênia e a Igreja Católica, graças às orações e aos esforços comuns no sentido de ultrapassar os desafios contemporâneos. E mostram-se convictos da “importância crucial de avançar nesta relação, promovendo uma colaboração mais profunda e decisiva, não só na área da teologia, mas também na oração e na cooperação activa a nível das comunicadas locais, com o objectivo de compartilhar a comunhão plena e expressões concretas de unidade”.

Com esta convicção e clarividência Francisco e Kerekin II exortam os seus “fiéis a trabalhar harmoniosamente pela promoção na sociedade dos valores cristãos que contribuam efectivamente  para construir uma civilização de justiça, paz e solidariedade humana”
(DA) 

A seguir a Declaração na íntegra 

VISITA APOSTÓLICA DO SANTO PADRE À ARMÊNIA
DECLARAÇÃO COMUM
DE SUA SANTIDADE FRANCISCO
E DE SUA SANTIDADE KAREKIN II
NA SANTA ETCHMIADZIN, REPÚBLICA DA ARMÊNIA

Hoje na Santa Etchmiadzin, centro espiritual de Todos os Armênios, nós, o Papa Francisco e o Catholicos de Todos os Armênios Karekin II, elevamos as nossas mentes e corações em ação de graças ao Todo-Poderoso pela progressiva e crescente proximidade na fé e no amor entre a Igreja Apostólica Armênia e a Igreja Católica no seu testemunho comum à mensagem do Evangelho da salvação num mundo dilacerado por conflitos e desejoso de conforto e esperança. Louvamos a Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, por ter permitido que nos reunamos na terra bíblica de Ararat, que permanece como uma memória de que Deus será para sempre a nossa proteção e salvação. Grande prazer espiritual nos dá lembrar que, em 2001, por ocasião dos 1700 anos da proclamação do cristianismo como religião da Armênia, São João Paulo II visitou a Arménia e foi testemunha duma nova página nas relações calorosas e fraternas entre a Igreja Arménia Apostólica e a Igreja Católica. Estamos gratos pela graça que tivemos de estar juntos numa solene liturgia na Basílica de São Pedro em Roma no dia 12 de abril de 2015, onde empenhamos a nossa vontade de nos opor a toda a forma de discriminação e violência, e comemoramos as vítimas daquele que a Declaração Comum de Sua Santidade João Paulo II e Sua Santidade Karekin II assinala como «o extermínio de um milhão e meio de cristãos arménios, naquele que geralmente é referido como o primeiro genocídio do século XX» (27 de Setembro de 2001).

Louvamos ao Senhor por a fé cristã ser, hoje, novamente uma realidade vibrante na Armênia e por a Igreja Armênia exercer a sua missão com espírito de colaboração fraterna entre as Igrejas, sustentando os fiéis na construção dum mundo de solidariedade, justiça e paz.

Infelizmente, porém, estamos a ser testemunhas duma tragédia imensa que se desenrola diante dos nossos olhos: inúmeras pessoas inocentes que são mortas, deslocadas ou forçadas a um exílio doloroso e incerto devido a contínuos conflitos por motivos étnicos, económicos, políticos e religiosos no Médio Oriente e noutras partes do mundo. Em consequência, minorias religiosas e étnicas tornaram-se alvo de perseguição e tratamento cruel, a ponto de o sofrimento por uma crença religiosa se tornar uma realidade diária. Os mártires pertencem a todas as Igrejas e o seu sofrimento é um «ecumenismo de sangue» que transcende as divisões históricas entre os cristãos, convidando-nos a todos a promover a unidade visível dos discípulos de Cristo. Juntos rezamos, por intercessão dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, Tadeu e Bartolomeu, por uma mudança de coração em todos aqueles que cometem tais crimes e naqueles que estão em posição de acabar com a violência. Imploramos aos líderes das nações que ouçam o apelo de milhões de seres humanos que anseiam pela paz e a justiça no mundo, que pedem respeito pelos seus direitos dados por Deus, que têm necessidade urgente de pão, não de armas. Infelizmente, estamos a ser testemunhas duma apresentação fundamentalista da religião e dos valores religiosos, usando tal forma para justificar a difusão de ódio, discriminação e violência. A justificação de tais crimes com base em concessões religiosas é inaceitável, porque «Deus não é um Deus de desordem, mas de paz» (I Coríntios 14, 33). Além disso, o respeito pelas diferenças religiosas é condição necessária para a convivência pacífica de diferentes comunidades étnicas e religiosas. Precisamente por sermos cristãos, somos chamados a buscar e implementar caminhos para a reconciliação e a paz. A propósito, expressamos também a nossa esperança duma resolução pacífica das questões em torno de Nagorno-Karabakh.

Conscientes do que Jesus ensinou aos seus discípulos, quando disse: «Tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e recolhestes-me, estava nu e destes-me que vestir, adoeci e visitastes-me, estive na prisão e fostes ter comigo» (Mateus 25, 35-36), pedimos aos fiéis das nossas Igrejas que abram os seus corações e mãos às vítimas da guerra e do terrorismo, aos refugiados e suas famílias. Em causa está o próprio sentido da nossa humanidade, da nossa solidariedade, compaixão e generosidade, que só pode ser devidamente expresso numa imediata partilha prática de recursos. Reconhecemos tudo o que já se está a fazer, mas insistimos que é necessário muito mais, por parte dos líderes políticos e da comunidade internacional, em ordem a garantir o direito de todos a viver em paz e segurança, para defender o estado de direito, proteger as minorias religiosas e étnicas, combater o tráfico de seres humanos e o contrabando.

A secularização de amplos setores da sociedade, a sua alienação das ligações espirituais e divinas leva inevitavelmente a uma visão dessacralizada e materialista do homem e da família humana. A este respeito, estamos preocupados com a crise da família em muitos países. A Igreja Apostólica Armênia e a Igreja Católica compartilham a mesma visão da família, fundada no matrimónio como ato de livre doação e de amor fiel entre um homem e uma mulher.

Temos o prazer de confirmar que, apesar das divisões que subsistem entre os cristãos, percebemos mais claramente que aquilo que nos une é muito mais do que aquilo que nos divide. Esta é a base sólida sobre a qual será manifestada a unidade da Igreja de Cristo, de acordo com as palavras do Senhor: «que todos sejam um só» (João 17, 21). Na últimas décadas, a relação entre a Igreja Apostólica Armênia e a Igreja Católica entrou com êxito numa nova fase, fortalecida pelas nossas orações comuns e mútuos esforços a fim de superar os desafios contemporâneos. Hoje estamos convencidos da importância crucial de avançar nesta relação, promovendo uma colaboração mais profunda e decisiva, não somente na área da teologia, mas também na oração e na cooperação activa no nível das comunidades locais, com o objetivo de compartilhar a comunhão plena e expressões concretas de unidade. Exortamos os nossos fiéis a trabalhar harmoniosamente pela promoção na sociedade dos valores cristãos que contribuam efetivamente para construir uma civilização de justiça, paz e solidariedade humana. Diante de nós está a senda da reconciliação e da fraternidade. Possa o Espírito Santo, que nos guia para a verdade completa (cf. João 16, 13), sustentar todo o esforço genuíno por construir pontes de amor e comunhão entre nós.

Da Santa Etchmiadzin, apelamos a todos os nossos fiéis para se juntarem a nós nesta oração feita com as palavras de São Nerses o Gracioso: «Glorioso Senhor, aceitai as súplicas dos vossos servos e, graciosamente, atendei os nossos pedidos, pela intercessão da Santa Mãe de Deus, João Batista, o primeiro mártir Santo Estêvão, São Gregório nosso Iluminador, os Santos Apóstolos, Profetas, Teólogos, Mártires, Patriarcas, Eremitas, Virgens e todos os vossos Santos no céu e na terra. E a Vós, Santa e Indivisível Trindade, seja glória e adoração por todo o sempre. Ámen».

Santa Etchmiadzin, 26 de junho de 2016.


Sua Santidade Francisco                                  Sua Santidade Karekin II

sábado, 25 de junho de 2016

«Levantarão os antigos escombros, restaurarão as cidades destruídas» (Is 61, 4). Nestes lugares, amados irmãos e irmãs, podemos dizer que se realizaram as palavras do profeta Isaías, que ouvimos. Depois das devastações terríveis do terremoto, estamos aqui hoje para dar graças a Deus por tudo o que foi reconstruído.

Mas poderíamos também questionar-nos: Que nos convida o Senhor a construir hoje na vida? E sobretudo: Sobre que alicerce nos chama a construir a nossa vida? Procurando responder a esta pergunta, gostaria de propor-vos três alicerces estáveis sobre os quais podemos, incansavelmente, edificar e reedificar a vida cristã.

O primeiro alicerce é a memória. Uma graça que devemos pedir é a de saber recuperar a memória, a memória daquilo que o Senhor realizou em nós e por nós: trazer à mente que Ele, como diz o Evangelho de hoje, não nos esqueceu, mas «recordou-Se» (Lc 1, 72) de nós: escolheu-nos, amou-nos, chamou-nos e perdoou-nos; na nossa história pessoal de amor com ele, houve grandes acontecimentos que se devem reavivar com a mente e o coração. Mas há também outra memória a salvaguardar: a memória do povo. De facto, os povos têm uma memória, como as pessoas. E a memória do vosso povo é muito antiga e preciosa. Nas vossas vozes, ressoam as dos Santos sábios do passado; nas vossas palavras, há o eco de quem criou o vosso alfabeto, com a finalidade de anunciar a Palavra de Deus; nos vossos cânticos, misturam-se os gemidos e as alegrias da vossa história. Pensando em tudo isto, certamente podereis reconhecer a presença de Deus: Ele não vos deixou sozinhos. Mesmo no meio de adversidades tremendas, poderemos dizer, com o Evangelho de hoje, que o Senhor visitou o vosso povo (cf. Lc 1, 68): recordou-Se da vossa fidelidade ao Evangelho, das primícias da vossa fé, de todos aqueles que testemunharam, mesmo à custa do sangue, que o amor de Deus vale mais que a vida (cf. Sal 63, 4). É bom para vós poderdes lembrar, com gratidão, que a fé cristã se tornou a respiração do vosso povo e o coração da sua memória.

E a fé constitui também a esperança para o vosso futuro, a luz no caminho da vida, sendo ela o segundo alicerce de que gostaria de vos falar. Há sempre um perigo que pode fazer esmorecer a luz da fé: é a tentação de a reduzir a algo do passado, algo importante mas próprio de outros tempos, como se a fé fosse um belo livro de miniaturas que se deve conservar num museu. Mas ela, se for encerrada nos arquivos da história, perde a sua força transformadora, a sua vivacidade, a sua abertura positiva aos outros. Ao contrário, a fé nasce e renasce do encontro vivificante com Jesus, da experiência da sua misericórdia que ilumina todas as situações da vida. Far-nos-á bem reavivar cada dia este encontro vivo com o Senhor. Far-nos-á bem ler a Palavra de Deus e abrir-nos, em silenciosa oração, ao seu amor. Far-nos-á bem deixar que o encontro com a ternura do Senhor acenda a alegria no coração: uma alegria maior do que a tristeza, uma alegria que perdura mesmo no meio da dor, transformando-se em paz. Tudo isto renova a vida, torna-a livre e dócil às surpresas, pronta e disponível para o Senhor e para os outros. E pode acontecer também que Jesus nos chame a segui-Lo mais de perto, a entregar a vida a Ele e aos irmãos: se vos convidar, especialmente a vós jovens, não tenhais medo, dizei-Lhe «sim». Ele conhece-nos, ama-nos de verdade, e deseja libertar o coração dos fardos do medo e do orgulho. Abrindo espaço a Ele, tornamo-nos capazes de irradiar amor. Desta forma, podereis dar continuidade à vossa grande história de evangelização, de que a Igreja e o mundo precisam nestes tempos conturbados, mas que são também os tempos da misericórdia.

O terceiro alicerce, depois da memória e da fé, é precisamente o amor misericordioso: é sobre esta rocha, a rocha do amor recebido de Deus e oferecido ao próximo, que se baseia a vida do discípulo de Jesus. E é vivendo a caridade que rejuvenesce e se torna atraente o rosto da Igreja. O amor concreto é o cartão-de-visita do cristão: outras maneiras de se apresentar podem ser enganadoras e até inúteis, pois todos saberão que somos seus discípulos por isto: se nos amarmos uns aos outros (cf. Jo 13, 35). Somos chamados, antes de mais nada, a construir e reconstruir incansavelmente vias de comunhão, a edificar pontes de união e a superar as barreiras de separação. Que os crentes deem sempre o exemplo, colaborando entre si no respeito recíproco e no diálogo, sabendo que «a única competição possível entre os discípulos do Senhor é a de verificar quem é capaz de oferecer o amor maior» [João Paulo II, Homilia, 27 de setembro de 2001: Insegnamenti, XXIV/2 (2001), 478].

Na primeira leitura, o profeta Isaías recordou-nos que o espírito do Senhor repousa sobre quem leva a boa-nova aos miseráveis, cura as chagas dos corações despedaçados e consola os aflitos (cf. 61, 1-2). Deus habita no coração de quem ama; Deus habita onde se ama, especialmente onde se cuida, com coragem e compaixão, dos frágeis e dos pobres. Há tanta necessidade disto: há necessidade de cristãos que não se deixem abater pelas fadigas nem desanimem com as adversidades, mas estejam disponíveis e abertos, prontos a servir; há necessidade de homens de boa vontade que efetivamente, e não apenas em palavras, ajudem os irmãos e as irmãs em dificuldade; há necessidade de sociedades mais justas, onde cada um possa gozar de vida digna a começar por um trabalho justamente remunerado.

Entretanto poderíamos questionar-nos: Como é possível tornar-se misericordioso, com todos os defeitos e misérias que cada um vê dentro de si e ao seu redor? Gostaria aqui de me inspirar num exemplo concreto, num grande arauto da misericórdia divina, que propus à atenção de todos ao incluí-lo entre os Doutores da Igreja universal: São Gregório de Narek, palavra e voz da Arménia. É difícil encontrar alguém como ele, capaz de medir as misérias abissais que se podem esconder no coração do ser humano. Mas ele sempre colocou em diálogo as misérias humanas e a misericórdia de Deus, elevando uma ardente súplica feita de lágrimas e confiança no Senhor, «dador dos dons, a bondade por natureza (...), voz de consolação, anúncio de conforto, impulso de alegria, (...) ternura incomparável, misericórdia transbordante, (...) beijo de salvação» (Livro das lamentações, 3,1), na certeza de que «jamais é ofuscada pelas trevas da ira a luz da [sua] misericórdia» (ibid., 16, 1). Gregório de Narek é um mestre de vida, porque nos ensina que é importante, em primeiro lugar, reconhecermo-nos necessitados de misericórdia e depois, perante as misérias e as feridas que individuarmos, não nos fecharmos em nós mesmos mas abrir-nos, com sinceridade e confiança, ao Senhor, «Deus vizinho, ternura de Bondade» (ibid., 17, 2), «cheio de amor pelo homem, (...) fogo que queima o restolho do pecado» (ibid., 16, 2).

Por fim gostaria de invocar, com as suas palavras, a misericórdia divina e o dom de nunca nos cansarmos de amar: Espírito Santo, «poderoso protetor, intercessor e pacificador, nós Vos dirigimos as nossas súplicas (...). Concedei-nos a graça de nos estimularmos à caridade e às boas obras (...). Espírito de doçura, de compaixão, de amor pelo ser humano e de misericórdia, (...) Vós que nada mais sois senão misericórdia, (...) tende piedade de nós, Senhor nosso Deus, segundo a vossa grande misericórdia» (Hino de Pentecostes).

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes

Com muita alegria, a Igreja, solenemente, celebra o nascimento de São João Batista. Santo que, juntamente com a Santíssima Virgem Maria, é o único a ter o aniversário natalício recordado pela liturgia.

São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo, seu primo, e foi um anjo quem revelou seu nome ao seu pai, Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho. Estudiosos mostram que possivelmente depois de idade adequada, João teria participado da vida monástica de uma comunidade rigorista, na qual, à beira do Rio Jordão ou Mar Morto, vivia em profunda penitência e oração.

Pode-se chegar a essa conclusão a partir do texto de Mateus: “João usava um traje de pêlo de camelo, com um cinto de couro à volta dos rins; alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre”. O que o tornou tão importante para a história do Cristianismo é que, além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor com pregações conclamando os fiéis à mudança de vida e ao batismo de penitência (por isso “Batista”).

Como nos ensinam as Sagradas Escrituras: “Eu vos batizo na água, em vista da conversão; mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu: eu não sou digno de tirar-lhe as sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo” (Mateus 3,11).

Os Evangelhos nos revelam a inauguração da missão salvífica de Jesus a partir do batismo recebido pelas mãos do precursor João e da manifestação da Trindade Santa. São João, ao reconhecer e apresentar Jesus como o Cristo, continuou sua missão em sentido descendente, a fim de que somente o Messias aparecesse.

Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes, acabando decapitado devido ao ódio de Herodíades, que fora esposa do irmão deste [Herodes], com a qual este vivia pecaminosamente.

O grande santo morreu na santidade e reconhecido pelo próprio Cristo: “Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João , o Batista” (Mateus 11,11).

São João Batista, rogai por nós!
Logo mais às 18:00h deste dia 24, termina o Festejo em honra a São João Batista. A programação consta da procissão luminosa, às 18:00h, saindo da própria comunidade da Vila São João, percorrendo algumas ruas do bairro, até retornar, quando haverá a Santa Missa de Encerramento e logo após apresentações culturais, leilão e muito mais. 

E no amanhã (sábado, 25), será o bingo, após a Missa das 19:30h

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Com o tema “Missão para o Bem Viver” e o lema "Eu renovo todas as coisas”, o Encontro Regional Nordeste V da Propagação da Fé - POM aconteceu nos dias 18 e 19 de junho, em Coroatá (MA). Assessorado pelo secretário nacional da Obra, Guilherme Cavalli, o evento teve como objetivo dar início à Jornada Missionária da Obra, em comemoração aos 10 anos de sua existência no Maranhão. 

O bispo de Coroatá, dom Sebastião Bandeira, presidiu missa de abertura do evento. Na ocasião, parabenizou e motivou o grupo pela realização da Jornada Missionária.  “O missionário deve buscar primeiro o Reino de Deus e sua justiça, e todas as outras coisas lhes serão dadas por acréscimo”, afirmou.

Já o assessor da Obra, aproveitou o momento para diferenciar as expressões “Viver Bem” e “Bem Viver”. Para ele, uma vez como missionários, os membros não devem se deixar levar pela lógica  que os levaria a viver bem. “Por outro lado, a lógica do bem viver prima pela consciência coletiva, o cuidar do meio ambiente a partir de uma ecologia integral que procura educar o ser humano com a visão global e holística”, enfatizou.

Para o integrante da equipe regional da Propagação da Fé, Jean Cunha, o evento foi oportuno para reunir jovens missionários e representantes das famílias missionárias. “As reflexões foram úteis para a motivação desta Jornada que tem o compromisso de propagar o projeto do bem viver, que exige de nós uma conversão pessoal para em seguida ajudar na conversão comunitária e social”, afirmou.

O encontro encerrou com a abertura da Jornada Missionária, que celebrou os 10 anos da Juventude Missionária no Maranhão. Participaram do evento algumas dioceses do Maranhão, como Pinheiro, São Luís, Bacabal, Brejo, Caxias, Grajaú e Coroatá, além da arquidiocese de Teresina (PI).

Com informações e foto da diocese de Brejo
Quarta-feira, 22 de junho – na audiência geral na Praça de S. Pedro o Papa Francisco afirmou na sua catequese que tocar o pobre é tocar o corpo de Cristo. O Santo Padre sublinhou que tocar o pobre pode purificar da hipocrisia e tornar-nos inquietos pela sua condição.

Evangelho de S. Lucas, capítulo 5 – é deste endereço bíblico que Francisco parte para uma catequese plena de intensidade humana: um leproso dirige-se a Jesus e pede para ser purificado. Este homem vivia excluído – disse o Papa – mas não se resignava com a sua doença, nem com as normas sociais que faziam dele um excluído. Ele devia manter-se separado e longe de todos.

No entanto, este homem viola aquelas normas – observou o Santo Padre – entra na cidade e aproxima-se de Jesus. Na sua súplica, o leproso mostra-se certo de que Jesus tem poder para curá-lo; tudo depende da vontade d’Ele. “Senhor, se quiseres, podes purificar-me!” – esta é a súplica do leproso. Jesus toca-o e diz-lhe: “Quero, fica purificado!”

“A súplica do leproso mostra que quando nos apresentamos a Jesus não é necessário fazer longos discursos. Bastam poucas palavras, acompanhadas da plena confiança na sua omnipotência e na sua bondade. Confiarmo-nos à vontade de Deus significa, com efeito, submetermo-nos à sua infinita misericórdia.”

Neste momento da catequese o Papa Francisco cometeu uma pequena inconfidência e disse que, ele próprio, todas as noites, faz esta pequena oração: “Senhor se quiseres, podes purificar-me”, acompanhada por cinco Pai-Nossos por cada uma das chagas de Jesus.

Nesta passagem do Evangelho Jesus fica bastante impressionado com este leproso – assinalou o Santo Padre que referiu ainda que o texto de S. Marcos sublinha que Jesus “teve compaixão, estendeu-lhe a mão e tocou-o”. O gesto de Jesus vai contra as disposições da Lei de Moisés que proibia a aproximação aos leprosos. Mas o Senhor toca aquele leproso – disse Francisco que se interrogou se os cristãos, quando encontram um pobre e dão esmola, lhe tocam a mão:

“Quantas vezes encontramos um pobre que se aproxima de nós. Podemos até ser generosos, podemos até ter compaixão, mas habitualmente não o tocamos. Oferecemos-lhe a moeda, mas evitamos tocar-lhe a mão. E esquecemo-nos de que aquele é o corpo de Cristo! Jesus ensina-nos a não ter medo de tocar o pobre e o excluído, porque naquela pessoa está Ele próprio. Tocar o pobre pode purificar-nos da hipocrisia e tornar-nos inquietos pela sua condição.”

O Santo Padre referiu ainda na sua catequese o facto de junto de si nesta audiência estarem refugiados africanos. “São nossos irmãos” – disse o Papa assinalando os valores do acolhimento e da inclusão.

Nas saudações aos fiéis presentes na Praça de S. Pedro, o Santo Padre dirigiu-se também aos peregrinos de língua portuguesa:

“Queridos amigos de língua portuguesa, que hoje tomais parte neste Encontro, obrigado pela vossa presença e sobretudo pelas vossas orações! A todos saúdo, especialmente aos membros da Comunidade brasileira Doce Mãe de Deus e ao grupo de Escuteiros de Leiria, encorajo-vos a apostar em ideais grandes de serviço, que engrandecem o coração e tornam fecundos os vossos talentos. Sobre vós e vossas famílias desça a Bênção do Senhor!”

O Papa Francisco a todos deu a sua bênção!

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Localizada na zona rural de Bacabal, o Povoado Lagoa Perto cresceu em torno da devoção a São Raimundo Nonato e à Nossa Senhora de Nazaré, sob a regência de duas matriarcas do Povoado: cada uma celebrava seu santo e promovia suas novenas, que eram acompanhadas pela população local. 

Após alguns anos, com a morte da genitora da família que celebrava São Raimundo, a família não seguiu em frente a tradição, permanecendo somente dona Marçalina e sua devoção à Nossa Senhora de Nazaré, hoje padroeira do local. São Raimundo ficou como copadroeiro e ainda hoje é querido pelo povo dali. 

Após anos sem um contato maior com a Paróquia, Padre Roberto designou - assim como a outros povoados - ministros para que fizessem um trabalho junto às comunidades rurais. Padre Ribamar, com sua chegada, ampliou ainda mais esse trabalho, designando Pré-Diáconos para o acompanhamento. No caso da Lagoa Perto, Horlando é atualmente o responsável e no último domingo (19), foi acompanhado Frei Ivaldo para a celebração da Santa Missa, que mobilizou toda comunidade e encheu a pequena capela, que contou ainda com a presença de fiéis das Comunidades Matriz, Santa Luzia e Nossa Senhora da Conceição. 

Sendo sua primeira celebração no local, Frei Ivaldo mostrou-se contente com a acolhida da comunidade, e baseado no Evangelho dominical incentivou a comunidade e seus fiéis a não desistirem, apesar das dificuldades que aparecem em suas vidas: as cruzes, como Jesus mesmo designa. 

Após a Missa, a comunidade ofereceu um café aos visitantes, e em seguida Frei Ivaldo ouviu algumas confissões e, acompanhado por Horlando, visitou alguns doentes.

Fotografia: Lourival Albuquerque
Caríssimos Irmãos e irmãs, é com imensa alegria que convidamos você e sua família, para participar do festejo de São Pedro – Povoado Pau D’arco. Esta festividade nos convida a assumir o objetivo geral da CF/2016 levar a Igreja e a sociedade a defender a vida do Meio Ambiente, com dom de Deus e corresponsabilidade de todos na busca de sua plenificação, a partir da beleza e do sentido da vida em todas as circunstâncias, e de compromisso ético do amor fraterno.
Que Deus derrame sobre todos vocês ás graças e bênçãos de Deus pela intercessão de São Pedro, apóstolo de Cristo e nosso irmão.

Pe. Ribamar Cardoso Lima
 Conselho Comunitário.

PROGRAMAÇÃO RELIGIOSA

21/06/16  (Terça-Feira)
Liturgia: Comunidade Frei Galvão (Jardim Valeria), São Francisco (Parque Rui Barbosa), Santo Antonio (Barraca do Açude). 

22/06/16 (Quarta-Feira)
Liturgia:  Comunidade São Benedito (Vila Nova), São Francisco de Assis (Bomba), Centro dos Tomés, Centro dos Teles e Nossa Senhora de Fátima (Bairro da Areia).

23/06/16 (Quinta-Feira)
Liturgia: Comunidade São Luís do Vale, Sagrada Família e Nossa Senhora da Conceição (Novo Bacabal). 

24/06/16 (Sexta-Feira)
Liturgia: Comunidade São José (Juçaral), Nossa Senhora de Nazaré (Lagoa Perto), São Raimundo (Mata de Ana) e São Sebastião (Capoeira).

25/06/16 (Sábado)
Liturgia: Comunidade Bom Jesus, Mata Fome, Nossa Senhora Aparecida (Madre Rosa), São Francisco (Pinto Teixeira) e Santa  Luzia (Palmeiral).

26/06/16 (Domingo)
Liturgia: Comunidade Nossa Senhora da Conceição (Porta Aberta)  e Nossa Senhora Rainha da Paz (Vila da Paz).

27/06/16 (Segunda-Feira)
Liturgia: Comunidade São Benedito (Aldeia), Divino Espirito Santo (Bambu), São João (Bambu Velho), Nossa Senhora de Fátima (Areal) e Santo Antonio (Ramal).

28/06/16 (Terça-Feira)
Liturgia: Comunidade Santa Luzia (Pantanal), São Raimundo (Santos Dumont), São João Batista (Vila São João) e Centro da Damiana. 

29/06/16 (Quarta-Feira)
Liturgia: Comunidade Matriz, Pastoral do Dízimo, Pastoral Familiar e Terço dos Homens Paroquial
Convidados: Todas as comunidades da nossa Paróquia e  São Judas Tadeu (Alto Bandeirante) . 

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

Apresentação de quadrilhas, grupos de danças, 
Todas as noites haverá venda de lanches, comidas típicas, leilão.
Dia 28 acontecerá uma rifa com vários brindes: 
E no último dia leilão de uma novilha,
O Festejo em honra a São João Batista começou no último dia 15 e prolonga-se até o dia 24, dia daquele a quem Jesus mesmo declarou: "E eu vos digo que, entre os nascidos de mulheres, não há maior profeta do que João o Batista; mas o menor no reino de Deus é maior do que ele." Lucas 7:28.

Localizada na Vila São João, a comunidade que leva o nome do profeta último grande profeta dos tempos bíblicos tem feito bonito e alegrado o coração de muitas pessoas, que lotam a Igreja construída recentemente para ouvir a Palavra de Deus e participar da Comunhão. Na última sexta-feira (17), por exemplo, a Missa foi presidida pelo Provincial dos Franciscanos da região do Maranhão e Piauí, Frei Bernardo - OFM, que falou a alegria em depois de algum tempo retornar àquela comunidade e encontrar tudo mudado para melhor. Tendo como referência a interrogação do Evangelho de Mateus 6,19-23, o frade desenvolveu sua reflexão em torno da pergunta: "Onde está o teu tesouro? Onde está o teu coração?".

Além de todas as prerrogativas de um festejo, esse ano tem ainda um motivo mais especial: é que a Comunidade comemora 30 anos de homenagens a São João Batista e com grandes motivos para comemorar e agradecer a Deus. 

A Missa de encerramento do festejo será dia 24, após a procissão que começa às 18:00h na própria comunidade,  mas dia 25 ainda haverá um grande bingo em prol do término da construção do templo, que recebeu muitos elogios de Frei Benardo. 

Confira algumas fotos:


Fotografia: Lourival Albuquerque
Domingo, 19 de junho – no Angelus na Praça de S. Pedro o Papa Francisco referiu-se ao Evangelho deste XII Domingo do Tempo Comum e à pergunta formulada por Jesus aos seus discípulos: “Quem dizem as multidões que Eu sou”(Lc 9,18-24).

A esta interrogação os discípulos apressaram-se a responder que alguns dizem que Jesus é João Batista, outros que é Elias, outros que é um antigo profeta que ressuscitou.

Jesus dirigiu-se, então, diretamente aos discípulos perguntando: “E vós, quem dizeis que Eu sou?” Pedro responde de imediato dizendo: “És o Messias de Deus” – referiu Francisco – e, desta forma, Jesus percebe que os Doze, e em particular Pedro, receberam do Pai o dom da fé; e por isto começa a falar abertamente daquilo que o espera em Jerusalém”, ou seja, que o Filho do Homem “deve sofrer muito, ser recusado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos escribas, ser morto e ressuscitar ao terceiro dia” – assinalou o Papa.

Estas perguntas de Jesus são hoje também feitas a cada um de nós – disse o Santo Padre - somos chamados a fazer da resposta de Pedro a nossa resposta, porque todos temos necessidade de respostas adequadas às nossas profundas interrogações existenciais” – declarou o Papa que afirmou que é “em Cristo” que encontramos a “paz verdadeira”:

“Em Cristo, só n’Ele, é possível encontrar a paz verdadeira e o cumprimento de cada humana aspiração. Jesus conhece o coração do homem como nenhum outro. Por isto pode-o sarar, dando-lhe vida e consolação.”

Nesta passagem do Evangelho de Lucas, Jesus, depois do diálogo com os discípulos, dirige-se a todos e diz: “Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz de todos os dias e siga-Me”. É a cruz do sacrifício pelos outros com amor – afirmou Francisco:

“Não se trata de uma cruz ornamental, ou ideológica, mas é a cruz da vida, do próprio dever, do sacrificar-se pelos outros com amor, pelos pais, pelos filhos, pela família, pelos amigos e também pelos inimigos, é a cruz da disponibilidade a ser solidários com os pobres, a empenhar-se pela justiça e a paz.”

“Abandonemo-nos confiantes em Jesus, nosso irmão, amigo e salvador” – disse ainda o Papa – “Ele mediante o seu Santo Espírito, dá-nos a força de andar em frente no caminho da fé e do testemunho”. “E neste caminho sempre está próxima de nós Nossa Senhora” – afirmou Francisco.

Após a oração do Angelus destaque para a saudação do Papa Francisco aos irmãos da Igreja Ortodoxa e a celebração da Solenidade do Pentecostes segundo o calendário Juliano. Francisco recordou o início em Creta do Concílio Panortodoxo e, por esta razão, rezou uma Avé-Maria.

O Santo Padre referiu também a beatificação da Irmã Maria Celeste Crostarosa, fundadora da Ordem do Santíssimo Redentor.

O Papa Francisco chamou a atenção para o Dia Mundial do Refugiado promovido pela Organização das Nações Unidas nesta segunda-feira dia 20 de junho. O Santo Padre reafirmou que os refugiados são pessoas às quais “a guerra tirou casa, trabalho, parentes amigos”.

Segundo Francisco as histórias e os rostos dos refugiados chamam-nos a “renovar o empenho para construir a paz na justiça. Por isto, queremos estar com eles: encontra-los, acolhe-los, escuta-los” – disse ainda o Papa.

Francisco pediu aos fiéis para que rezem por ele e a todos desejou um bom domingo e um bom almoço.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

A Cruz de São Damião deixou a Basílica de Santa Clara, em Assis - onde é custodiada desde que as Clarissas para lá se transferiram após a morte de Santa Clara - para ser recolocada temporariamente no local em que Francisco a viu pela primeira vez, onde rezou no início de sua conversão e recebeu o mandato “Francisco, vai e reconstrói a minha Igreja, que está em ruínas!”.

"Nos encontramos na Capela da Basílica de Santa Clara que custodia a Cruz de São Damião que falou a Francisco no início do caminho de sua conversão: “Francisco, vai e reconstrói a minha Igreja, que está em ruínas!”. Giotto eternizou este momento com um afresco na Basílica de Assis", disse o Diretor da Sala de Imprensa do Sacro Convento de Assis, Padre Enzo Fortunato.
Momento histórico

"Hoje é um momento histórico - continuou - porque a comunidade das Irmãs Clarissas, presente no traslado, em sinergia com a Província dos Frades menores, pensou - visto a extraordinariedade do Jubileu da Misericórdia - de levar por cinco dias o crucifixo de São Damião no ao seu lugar de origem, isto é, na igreja que leva o seu nome".

"Um momento de grande importância do ponto de vista histórico - avalia o sacerdote - mas também de profunda intensidade espiritual. Assim vem em mente as palavras do Papa Francisco no início do Jubileu, que desejava uma Igreja que caminhasse, edificasse e confessasse por meio da fé, por meio do Senhor. É evidente que o centro é "edificar", o mesmo que pediu Jesus a Francisco, e que hoje pede a cada um de nós por meio do nosso estilo de vida".

Não foi a primeira "saída"

Esta, no entanto, não é a primeira vez que a Cruz deixa a Basílica de Santa Clara. De fato, na tarde de 22 de março de 1953, no âmbito do VII Centenário da morte de Santa Clara, a Cruz de São Damião deixou por poucas horas o templo, sendo levado em solene peregrinação pelas ruas de Assis. Naquela ocasião, no entanto, não chegou a ser levado até a Igreja de São Damião.

No último domingo, teve lugar precisamente no Santuário de São Damião um encontro descrito pelo Padre Guardião - Fr. Gianpaolo Masotti - como necessário "prólogo" para o histórico traslado da Cruz que terá lugar de 15 a 19 de junho de 2016. 

Maiores informações sobre o histórico evento, podem ser encontradas no site dos franciscanos.

Com o coração transbordando de alegria pela graça de iniciarmos o festejo de São João Batista, que este ano tem como tema: “João Batista através do seu testemunho nos revela a imensa misericórdia de Deus e nos convida a sermos protagonistas da casa comum”. Temos o desejo de partilhar nossa festa de 30 anos convidando você, sua família e sua comunidade para juntos, à luz do Espírito Santo, celebrarmos tamanha graça e vivenciarmos as grandes maravilhas de Deus. Contamos com sua presença! Bom festejo.
Agradece,

Padre Ribamar Cardoso – Pároco
Conselho Comunitário de São João Batista


PROGRAMAÇÃO


Dia 12/06/2016
Mutirão de convite nas ruas do bairro, a partir das 07:00h

Dia 15/06/2016 (Quarta-Feira)
Alvorada festiva a partir das 06:00h
Abertura 
Celebração eucarística às 19:30h em comemoração aos 30 anos do festejo.
Animação litúrgica: Comunidade São João Batista e Comunidade Santa Luzia (Palmeiral)
Convidados: Todo o povo de Deus
1ª etapa do concurso de forró

Dia 16/06/2016 (Quinta-feira)
Animação litúrgica: Comunidade São Raimundo Nonato
Convidados: Comunidade São Pedro (Pau D’Arco), mototaxistas, domésticas e carroceiros

Dia 17/06/2016 (Sexta-Feira)
Animação litúrgica: Comunidade Santo Antonio
Convidados: Feirantes, vigilantes e lavradores

1º capítulo da peça da vida do santo: Anúncio da vida de João Batista

Dia 18/06/2016 (Sábado)
Animação litúrgica: Comunidade Santana e São Joaquim
Convidados: Comunidade São Sebastião (Capoeira), comerciantes e fazendeiros
2º capítulo da peça da vida do santo: O encontro dos ventres sagrados
Leilão

Dia 19/06/2016 (Domingo)
1ª gincana cultural da comunidade, a partir das 08:00h
Celebração eucarística às 19:30h
Animação litúrgica: Comunidade Nossa Senhora da Conceição
Convidados: Profissionais da educação e estudantes
3º capítulo da peça da vida do santo: O nascimento de João Batista

Dia 20/06/2016 (Segunda-Feira)
Animação litúrgica: Comunidade São José
Convidados: Pedreiros, pintores, carpinteiros e eletricistas
4º capítulo da peça da vida do santo: O anúncio de João Batista

Dia 21/06/2016 (Terça-Feira)
Animação litúrgica: Comunidade Santa Luzia (Pantanal)
Convidados: Comunidade São Francisco (Pinto Teixeira) e profissionais da saúde
5º capítulo da peça da vida do santo: Batismo de Jesus

Dia 22/06/2016 (Quarta-Feira)
Animação litúrgica: Comunidade Nossa Senhora de Fátima
Convidados: Empresários e autônomos
6º capítulo da peça da vida do santo: Trama da morte de João Batista
Final do concurso de forró

Dia 23/06/2016 (Quinta-Feira)
Animação litúrgica: Comunidade Nossa Senhora Rainha da Paz
Convidados: Funcionários públicos
7º capítulo da peça da vida do santo: A morte de João Batista

Dia 24/06/2016 (Sexta-Feira)
Procissão luminosa às 18:00h
Celebração eucarística
Animação litúrgica: Comunidade São João Batista
Convidados: Todo o povo de Deus
Leilão

Dia 25/06/2016 (Sábado)
Celebração às 18:00h
Bingo a partir das 19:00h

IMPORTANTE:
Todas as noites haverá venda de jantar, lanches e atrações culturais

terça-feira, 14 de junho de 2016

O Vaticano apresentou hoje em conferência de imprensa a nova carta ‘Iuvenescit Ecclesia’, sobre os vários movimentos de vida cristã existentes dentro da Igreja Católica.

Durante o evento, o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, cardeal Gerhard Ludwig Müller salientou que o principal objetivo do documento é refletir sobre o modo como “as novas agregações cristãs podem tomar parte na vida e no esforço missionário de toda a Igreja”.

Na sua intervenção, o cardeal alemão realçou que “qualquer instituição que quer permanecer na História” deve saber “renovar-se” sem contudo “perder a sua identidade”.

Nesse sentido, o responsável católico destacou “a capacidade do Espirito Santo em rejuvenescer a Igreja, e o contributo que pode ser dado por todos quantos o acolhem” em seu coração.

Citando a nova carta, D. Gerhard Müller referiu que “a grande capacidade agregadora” revelada pelos movimentos “é uma prova significativa de que a Igreja Católica não cresce através do proselitismo mas pela sua atratividade”.

A propósito disto, recordou a importância dada aos novos movimentos e agregações eclesiais a seguir ao Concílio Vaticano II, “sobretudo junto das comunidades que necessitavam de uma nova evangelização”.

No entanto, “para todas estas agregações eclesiais”, chegou “o momento de buscar a maturidade”.

O prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé destacou a necessidade de apostar numa “ordenada comunhão, relação e sinergia”, sem “confrontações estéreis ou justaposições”.

D. Gerhard Müller frisou ainda a importância de uma relação entre “a hierarquia” católica e os vários “carismas” que contribua para “um renovado impulso missionário” e para “uma conversão pastoral” da Igreja que “continuamente” tem sido defendida pelo Papa Francisco.

“Não é lícito contrapor a uma ‘Igreja do Espírito’ uma ‘Igreja Institucional’, porque os dons hierárquicos e carismáticos estão sempre implicados um no outro”, concluiu o cardeal alemão.  

A apresentação da carta ‘Iuvenescit Ecclesia’, que em português pode ser traduzida como “Rejuvenesce Igreja”, contou também com a participação do prefeito para a Congregação dos Bispos, cardeal Marc Ouellet.

O prelado canadiano sustentou que “apesar das tensões inerentes” à integração dos vários movimentos e carismas na Igreja, “as vantagens têm-se revelado muito maiores do que as dificuldades”.

 E “se alguém ainda duvidava da relevância da dimensão carismática na Igreja”, basta “atentar no facto, de 50 anos depois do Concílio Vaticano II, o Espirito Santo e os cardeais terem escolhido um Papa vindo do âmbito carismático”, acrescentou D. Marc Ouellet, recordando a ligação de Francisco à Companhia de Jesus.
Terça-feira, 14 de junho – na Missa em Santa Marta o Papa Francisco colocou em evidência a oração que se faz por aqueles que “nos querem mal” e afirmou que com essa oração somos “mais filhos do Pai”.

Tomando como estímulo da sua reflexão o Evangelho do dia proposto por S. Mateus, o Santo Padre recordou que Jesus inicia a sua pregação, ostracizado pelos seus adversários e num tempo em que a “explicação da Lei” estava “em crise”.

Segundo Francisco a explicação dos Doutores da Lei era demasiado teórica e casuística. “No centro estavam os casos” – assinalou o Papa que sublinhou que Jesus “retoma o verdadeiro sentido da Lei para levá-la à sua plenitude”.

É a nova luz que Jesus dá aos Mandamentos demonstrando que o amor é “mais generoso do que as palavras da lei” – disse o Papa que salientou a perfeição que Jesus indica no texto de Mateus neste dia: “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem”. Francisco no final da sua homilia afirmou que esta oração é poderosa pois melhora os inimigos e faz-nos mais filhos do Pai:

“Que o Senhor nos dê a graça, apenas esta: rezar pelos nossos inimigos; rezar por aqueles que nos desejam mal, que não nos querem bem; rezar por aqueles que nos ferem, que nos perseguem. E cada um de nós sabe o nome e o apelido: rezar por isto... Garanto-vos que esta oração vai fazer duas coisas: ele vai melhorar, porque a oração é poderosa, e nós seremos mais filhos do Pai”.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Os diversos grupos Terço dos Homens da Paróquia Sant'Ana e São Joaquim reuniram-se neste último domingo (12) na Associação Atlética Boa Vida para a realização do primeiro torneio da categoria. 

O evento contou com a participação maciça dos homens, seus filhos e suas esposas, que aproveitaram e também comemoraram o dia dos namorados, em um clima de descontração, alegria e fraternidade. Ao longo do dia, uma programação variada desenvolveu-se, mas o que todos aguardavam era a partida de futebol, que chamou a atenção de todos os integrantes e das vibrantes torcidas. Ao final, o time da Matriz sagrou-se campeão, deixando em segundo lugar o Terço dos Homens da Comunidade Santa Luzia. Mineiro e Rivelino, ambos da Comunidade Matriz terminaram o torneio como artilheiros, que teve Bruno (Comunidade Matriz) como goleiro menos vazado. 

O clima de festa durou até o final e, na verdade, todos ganharam com isso. Agora, já preparam-se para o próximo evento, que dizem ser em breve.

Confira algumas fotos enviada por Francisco Jane (Terço dos Homens da Comunidade São Raimundo):
Logo mais a partir das 18:00h desta segunda-feira (13), dia de Santo Antonio, a comunidade do Ramal encerrará o seu festejo em honra a este grande santo.

Depois de 12 noites de festa, esta última noite começará com a procissão luminosa, saindo da própria comunidade, percorrendo algumas ruas do Bairro Ramal e Esperança, até retornar à comunidade, onde será celebrada a Missa no largo da igreja.

Após a celebração, haverá venda de lanches e outros alimentos, e muitas atrações na parte cultural do festejo.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Uma “dolorosa profanação”. Assim o Cardeal Arcebispo de Santiago, Dom Ricardo Ezzati Andrello, definiu o episódio ocorrido durante uma manifestação estudantil em Santiago do Chile, na tarde de quinta-feira, quando encapuzados entraram na Igreja "Gratitud Nacional", administrada pelos salesianos, e retiraram um crufixo em tamanho natural, levando-o para a rua. A imagem de Jesus, em gesso, foi quebrada pelos manifestantes.

Respeito recíproco

Um gesto que suscitou a indignação do Arcebispo de Santiago, Cardeal Ricardo Ezzati Andrello, que afirmou em um comunicado que o fato recordava a ele “momentos históricos da vida do país, como por exemplo a celebração da oração pelo Chile em 1973. Hoje – deste mesmo lugar – reafirmo uma preocupação profunda. A de reconstruir o diálogo e a paz na nossa sociedade”.

“Estes fatos violentos, que infelizmente ocorrem cada vez com maior frequência – avalia o Arcebispo, citado pela Agência SIR – evidenciam uma crise da consciência nacional”. Com humildade e serenidade, afirmou,  “peço àqueles que estão realizando este tipo de ações para refletir sobre a necessidade de existir um recíproco respeito para todos nós”.

Ir às causas profundas da injustiça social

Em segundo lugar, o Cardeal Ezzati dirige “um apelo a toda a comunidade nacional para que se reflita seriamente sobre quais sejam as causas mais profundas desta desconfiança e deste clima de violência”. “Certamente existem causas profundas, que devemos levar em consideração e discernir – sublinha o purpurado. No Chile existem situações de injustiça social que não deveriam existir”.

Solidariedade e busca do bem comum

“Façamos um esforço para voltar a dialogar sobre nossa vida comum – conclui o purpurado. Penso que dentro de um espírito de solidariedade e busca do bem comum, estas injustiças poderão ser gradualmente superadas”.

Os párocos da cidade, por sua vez, além dos salesianos, sublinharam a necessidade de uma maior proteção para as Igrejas da cidade.

 Fonte: Rádio Vaticana
Foi publicado hoje (9/6) o programa da viagem do Papa Francisco à Polónia, por ocasião da XXXI Jornada Mundial da Juventude a ter lugar em Cracóvia de 27 a 31 de Julho próximo.

O Pontífice partirá do aeroporto romano de Fiumicino com destino a Cracóvia às 14 horas do dia 27, estando o seu regresso ao Vaticano previsto para cerca das 20 horas e 30 minutos do dia 31.

O Programa prevê, logo no dia da chegada, um encontro com as autoridades, com a sociedade civil e com o Corpo Diplomático. Será às 17 horas no pátio de honra do Palácio Wavel. Seguirá às 17.40 a visita de cortesia ao Presidente da República e às 18.30 um encontro com o Bispos da Polónia na Catedral de Cracóvia.

No dia 28, quinta-feira, o Papa deslocar-se-á, de manhã, em helicóptero, para Czestochowa, para rezar no Mosteiro de Jasna Gora junto de Nossa Senhora Negra da Polónia. Às 10.30 presidirá à Missa na área do Santuário de Czestochowa, por ocasião dos 1050 anos do Baptismo da Polónia. Depois regressa a Cracóvia, onde, às 17.30, haverá a cerimónia de acolhimento dos jovens no Parque Jordan em Blonia, sempre na cidade de Cracóvia.

Sexta-feira, dia 29 de manhã, visita a Auschwitiz e de modo particular ao Campo de Birkenau. Será às 10.30.

De tarde, às 16.30, já de novo em Cracóvia, visita ao Hospital Pediátrico Universitário, em Prokocim.  Às 18.30, Via Sacra com os jovens no Parque Jordan em Blonia.

Sábado 30 de Julho, às 8.30, visita ao Santuário da Divina Misericórdia; às 9.00, passagem através da Porta da Divina Misericórdia; às 9.15, Rito de Reconciliação de alguns jovens no Santuário da Divina Misericórdia, seguido, às 10.30 da Missa com sacerdotes, religiosos, religiosas, consagrados e seminaristas polacos no Santuário São João Paulo II, em Cracóvia.

Às 12.45, almoço com os jovens no arcebispado e às 19 horas, chegada ao Campus Misericordiae e passagem através da Porta Santa com alguns jovens. Às 19.30 terá início a vigília de oração com os jovens, ali mesmo no Campus.

Domingo 31, às 10 horas Santa Missa no Campus para a Jornada Mundial da Juventude.  Às 17 horas, encontro com os voluntários da JMJ e com o Comité organizativo e Benfeitores na Arena Tauron de Cracóvia. 18h e 15 minutos, cerimónia de despedida no Aeroporto Balice de Cracóvia, com chegada ao aeroporto de Roma, Ciampino às 20.25, seguido de transferência ao Vaticano.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Os grupos do Terço dos Homens continuam crescendo por todo país, aqueles do Movimento da Mãe Rainha e de muitas outras iniciativas independentes. Esta devoção mariana tornou-te grandemente visível na Igreja e os seus frutos de conversão tem-se espalhado Brasil a fora.

Na Comunidade Santa Luzia (Bairro Pantanal) há um ano nascia mais um desses grupos. Na última terça-feira (07), em uma grande celebração o Terço dos Homens comemorou seu primeiro aniversário e a data foi festejada com uma celebração eucarística presidida por Padre Ribamar e que reuniu na pequena igreja inúmeros fiéis, vindos de vários locais da cidade.

Com mais de 30 homens, o grupo tem-se tornado uma verdadeira bênção na comunidade e o resultado positivo a partir de sua implantação já são visíveis, sinal de uma conversão gradual. Reunindo-se às terças-feiras, às 19:30h, os componentes têm-se esforçado para ser sinais da misericórdia e da presença de Deus. Fato esse lembrando pelo presidente da Celebração, que definiu o movimento como uma grande bênção para a Igreja e para aqueles que abrem-se à graça de Deus, participando das orações. Frutos disso são melhores relacionamentos com a família, o desejo de estar perto de Deus, de rezar, de inserir-se na comunidade e reunir-se em grandes grupos como ocorre quando um grupo faz aniversário.

No final da celebração, todos os componentes foram chamados ao presbitério onde renovaram seu compromisso de fidelidade para com a Comunidade e o Reino de Deus. E, após o cântico de parabéns, agradeceram a presença dos grupos ali representados, da coordenadora da Comunidade que incentivou a implantação e ao pároco. Logo após, todos puderam-se confraternizar-se num jantar oferecido pelo grupo de homens.

Confira algumas fotos:
Fotografia: Lourival Albuquerque
No último dia 19 de maio o Terço dos Homens da Comunidade São Raimundo Nonato comemorou seu 2º ano de existência e uma Missa foi celebrada para marcar a data e esta foi presidida por Frei Ivaldo, OFM. 


No Brasil, o Terço dos Homens foi fundado pelo Frei Peregrino, no dia 8 de Setembro de 1936, no povoado Vila da Providência, hoje cidade de Itabi, no estado de Sergipe. No Movimento de Schoenstatt, o Terço dos Homens começou a partir da iniciativa de um pequeno grupo de homens, que rezavam o terço na rua, enquanto suas esposas participavam das reuniões. Na Paróquia Sant'Ana, o grupo da Comunidade São Raimundo é um dos mais jovens, porém com um bom número de participantes, que encontram-se às quintas-feiras às 19:30h para rezar, confraternizar-se e também para alimentar-se espiritualmente. E a importância disso foi destacada por Frei Ivaldo, que incentivou ainda mais a participação dos mesmos, além do seu protagonismo na comunidade.

Ao final, os homens do Terço foram convidados à frente para que fossem parabenizados e logo após houve um momento de confraternização e partilha entre todos os participantes da celebração.

Confira algumas fotos:
Fotografia: Francisco Jane
No último domingo (05), crianças, jovens e adultos da Comunidade Nossa Senhora Rainha da Paz participaram pela primeira vez do Banquete do Senhor, em uma celebração às 07:30h da manhã.

Esta celebração importante não só para os neocomungantes, mas para toda a comunidade reuniu um grande número de pessoas e foi presidida Pelo Padre Ribamar, que manifestou sua alegria em poder fazer parte desse momento forte da comunidade, que é a mais nova entre as da Paróquia Sant'Ana e São Joaquim.
Orientou ainda que os pais das crianças incentivasse-as para que esse momento não fosse o primeiro e último e que pudessem inserir-se na vida eclesial, contribuindo ainda mais para que o Reino de Deus aconteça. 

Ao final da celebração, para mostrar ainda mais o seu compromisso, foram convidadas a fazer parte de um grupo de Coroinhas, que será fundado a partir deste grupo de comungantes. A Catequista, Maria de Lourdes, agradeceu ainda o apoio recebido e manifestou-se feliz pela perseverança de todos.

Confira algumas fotos:

Fotografia: Lourival Albuquerque

terça-feira, 7 de junho de 2016

Terça-feira, 7 de junho – na Missa em Santa Marta o Papa Francisco afirmou que a bateria do cristão para fazer luz é a oração. O Santo Padre assinalou ainda que o sal é para o cristão dar sabor à vida dos outros com o Evangelho.

Comentando o Evangelho do dia, Francisco, na sua homilia, falou de luz e sal e observou que ambos são para dar aos outros. Desde logo, a luz, que precisa de uma bateria – e essa é a oração:

“Qual é a bateria para fazer a luz? É simplesmente a oração. Tu podes fazer tantas coisas, tantas obras, mesmo obras de misericórdia, tu podes fazer tantas coisas grandes para a Igreja – a universidade católica, um colégio, um hospital... – e podem-te fazer até um monumento como benfeitor da Igreja, mas se tu não rezas, isso será um pouco obscuro . Quantas obras tornam-se escuras por falta de luz, por falta de oração. Aquilo que mantém, que dá vida à luz cristã, aquilo que ilumina é a oração”.

Entretanto, o outro elemento, o sal, não é para o cristão guardar para si próprio – disse o Papa – mas para ser dado. É a atitude de dar: dar sabor à vida dos outros, “dar sabor com tantas coisas com a mensagem do Evangelho” – disse o Santo Padre.

Contudo, é necessário não cair na tentação de se iluminar a si próprio – disse o Papa Francisco – ou seja, não cair na ‘espiritualidade do espelho’: “isto é uma coisa feia, é um pouco a espiritualidade do espelho: ilumino a mim próprio. Defende-te da tentação de tratar de ti próprio. Sejas luz para iluminar, sejas sal para condimentar e conservar” – disse o Papa.

“Que o Senhor nos ajude” – pediu Francisco no final da sua homilia – a sermos sal e luz pois “estas são as boas obras do cristão”.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

O mês junino é um dos mais tradicionais da Igreja e mais queridos pelo povo de Deus. Além de festejar os grandes santos: Antonio, João e Pedro, nossa Paróquia ainda realizará grandes eventos que, com certeza, deixarão marcas no coração das pessoas, com eventos de evangelização, festejos, lazer, celebrações, batizados, entre outros.

Se seu grupo da paróquia tem alguma atividade e você gostaria de divulgar, entre em contato conosco: (99) 98214-4010.

Confira nossa agenda!


JUNHO / 2016

Dias 01 a 13: Festejo de Santo Antonio (Bairro Ramal)
Dia 01: Louvor - RCC (Matriz, às 19:00h)
Dia 03: Missa do Apostolado da Oração (Comunidade Santo Antonio, às 19:30h)
Dia 05: Primeira Eucaristia (Comunidade Nossa Senhora Rainha da Paz, às 07:30h)
Dia 05: Batizados (Matriz, às 08:00h)
Dia 07: Aniversário do Terço dos Homens (Comunidade Santa Luzia, às 19:30h)
Dia 08: Louvor - RCC (Matriz, às 19:00h)
Dia 10: Reunião do CPP (Salão da Matriz, às 19:30h)
Dias 10 a 12: Congresso Diocesano da RCC (Matriz)
Dia 10: Celebração do Congresso Diocesano da RCC (Matriz, às 19:30h)
Dia 11: Ordenação Presbiteral - Diácono Edmar (Bom Lugar-MA, às 18:00h
Dia 11: Missa do Congresso Diocesano da RCC (Matriz, às 11:00h)
Dia 12: Feijoada do Festejo de Santo Antonio (Bairro Ramal, às 11:00h)
Dia 12: 1º Torneio de Futebol do Terço dos Homens (Boa Vida)
Dia 13: Encerramento do Festejo de Santo Antonio (Procissão, às 18:00h)
Dia 14: Avaliação do 2º Retiro das Santas Missões Populares
Dias 15 a 24: Festejo de São João Batista (Vila São João)
Dia 15: Louvor - RCC (Matriz, às 19:00h)
Dia 17: Reunião do CPP (Salão da Matriz, às 19:30h)
Dia 17: Missa do Terço dos Homens (Comunidade São Raimundo, às 19:30h)
Dia 20: Batizado (São João Batista, às 19:30h)
Dias 20 a 22: Estudo sobre Políticas Públicas (Matriz)
Dias 21 a 29: Festejo de São Pedro (Povoado Pau D'Arco)
Dia 22: Louvor - RCC (Matriz, às 19:00h)
Dia 23: Aniversário do Terço dos Homens (Comunidade Santo Antonio, às 19:30h)
Dia 24: Encerramento do Festejo de São João Batista (Procissão, às 18:00h)
Dia 26: Batizados (Matriz, às 08:00h)
Dia 26: Estudo do Evangelho de Lucas
Dia 29: Encerramento do Festejo de São Pedro (Procissão, às 18:00h)
Dia 29: Louvor - RCC (Matriz, às 19:00h)
Dia 29: Aniversário de 30 anos da Comunidade São Raimundo Nonato, às 19:30h
Dia 30: Missa de Cura e Libertação (Matriz, às 19:30h)

sábado, 4 de junho de 2016

É comum a realização de congressos da Renovação Carismática Católica e esses eventos são importantes para o fortalecimento espiritual dos membros, de reavivamento para servos e a população em geral. 

Diante desse propósito, a Diocese de Bacabal realizará o seu, que acontecerá de 10 a 12 de junho, na Matriz de Sant'Ana e São Joaquim. Estão confirmadas as presenças de João Luiz de Farias (Presidente do Conselho Estadual da RCC no Maranhão), Nivaldo Júnior (Coordenador Estadual do Ministério Fé e Política), dentre outros, além dos membros do movimento na diocese. 

Com o tema "Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso", quem desejar participar deverá fazer sua inscrição no valor de R$ 10,00 (dez reais).

Mais informações podem ser obtidas através dos contatos:

(99) 98154-1384 / 98123-4279

Fonte: Facebook - RCC Bacabal
No Jubileu dos Sacerdotes, Francisco reuniu-se com padres e seminaristas , na Basílica São Paulo Fora dos Muros.

Na tarde desta quinta-feira, 02 de junho, o papa Francisco reuniu-se com sacerdotes e seminaristas, na Basílica São Paulo Fora dos Muros, para a terceira meditação dos Exercícios Espirituais, no âmbito do Jubileu dos Sacerdotes.

O pontífice refletiu sobre as obras de misericórdia na sua dimensão social e no amor pelos pobres.  “As obras de misericórdia estão muito ligadas aos sentidos espirituais, que nos abrem para uma maior sensibilidade à vida, percebendo os necessitados existentes ao nosso redor”, recordou Francisco.

“Somos o bom odor de Cristo e isto é distintivo da Igreja, sempre o foi”, afirmou o papa que também enfatizou que o amor pelos pobres é o sinal, a luz que faz com que as pessoas glorifiquem o Pai. De acordo com ele, é isto que o povo aprecia no padre – cuidar dos pobres e dos doentes, perdoar os pecadores, ensinar e corrigir com paciência.

Francisco exortou os padres para que deixem a misericórdia de Deus entrar “em todos os aspectos da vida" e a para que sejam misericordiosos com os outros em toda a atividade”. Disse, ainda, que a misericórdia “é o modo de transformar toda a vida do povo de Deus em sacramento”.

Segundo Francisco, o sacerdócio é “sinal e instrumento” de um encontro. “Somos instrumentos, se verdadeiramente as pessoas se encontrarem com Deus misericordioso, a nós cabe fazer com que se encontrem que fiquem face a face”, afirma.

“Fique claro que não somos o pai, nem o pastor, nem o samaritano. Antes, como pecadores, estamos do lado dos outros três. O nosso ministério tem de ser sinal e instrumento daquele encontro. Por isso, estamos situados no âmbito do mistério do Espírito Santo, que é quem cria a Igreja, quem faz a unidade, quem reaviva de cada vez o encontro”, acrescentou.

Por fim, o papa deu algumas recomendações aos sacerdotes para que não deixem de rezar “mesmo que se adormente diante do Tabernáculo”, e aconselhou ainda para que os sacerdotes deixem-se olhar por Nossa Senhora, e que não percam o zelo e a proximidade com as pessoas, assim como o senso de humor.

Com informações da Rádio Vaticano